20 agosto 2017

Rosneft conclui aquisição de US$ 12,9 bilhões na Índia

Um consórcio liderado pela russa Rosneft - uma das maiores empresas petrolíferas do mundo - deve concluir a aquisição da companhia privada indiana do setor de refino e distribuição Essar Oil por US$ 12,9 bilhões.

A operação deve ser anunciada nesta segunda-feira, segundo informação da agência de notícias Reuters.  A Rosneft terá uma participação de 49% na Essar e dois investidores, o comerciante europeu Trafigura e o fundo russo UCP, terão os outros 49%, segundo a ... Leia mais em valoreconomico 20/08/2017

20 agosto 2017



Sócio vende parcela de agência de celebridades

Rumo às estrelas

Marcus Buaiz vendeu 50% da Act10N, empresa que agencia celebridades do quilate de Neymar e Paolla Oliveira. Quem comprou foi Charles Martins, filho de Carlos “Wizard”.Por Mauricio Lima Leia mais em radar.veja 20/08/2017



Banco Votorantim oferta R$ 300 mi em créditos podres

O banco Votorantim está ofertando R$ 300 milhões em empréstimos vencidos e inadimplentes, os chamados créditos podres. Interessados ainda estão fazendo ofertas pelo ativo. Procurado, o banco confirmou a informação. Leia mais em colunadobroad.estadao 20/08/2017



Em 20 anos, marca Batavo passou de mão em mão

Depois de passar 70 anos sob a administração da cooperativa que a fundou, a marca Batavo trocou quatro vezes de mãos em menos de 20 anos. A Cooperativa Agrícola Batavo se desfez do nome em 1998, por cerca de R$ 150 milhões, em valores da época, depois de receber uma oferta da Parmalat, que ainda não tinha entrado na espiral decadente que a levou a um longo processo de recuperação judicial.

Em meio às dificuldades que logo se avolumaram na Parmalat, a Batavo acabou sendo vendida para a Perdigão em 2000. Na época, além de lácteos, o rótulo também começou a expandir ainda mais seu portfólio para alguns tipos de carnes, como mortadelas e salsichas. Em 2009, com a criação da BRF - união da Perdigão com a Sadia, a Batavo chegou ao seu terceiro dono em pouco mais de uma década.

Em 2014, já com Abilio Diniz como sócio, a BRF resolveu se desfazer da operação de lácteos e vendeu, por R$ 1,8 bilhão, o portfólio que incluía Batavo e Elegê para a Lactalis. Embora não tenha sido um caso de repasse de marca, como ocorreu com a combalida Parmalat - hoje também nas mãos da Lactalis -, o valor do negócio é reduzido em relação a outros acordos do setor, como a recente venda da Vigor, do grupo J&F (dono da JBS), à mexicana Lala por R$ 5,7 bilhões.

O valor da negociação da Batavo já refletiu, na opinião de especialistas em marketing, a perda de relevância da marca em relação ao seu auge - nos anos 1980 e 1990, a empresa chegou a ter 12% do setor, ao lado de gigantes como Danone e Nestlé. Hoje, a fatia da Batavo reduziu-se a menos de um quarto dos números exibidos nos tempos áureos.

Queda
Além disso, dados da consultoria Euromonitor compilados pela Sonne Consulting mostram que a Batavo perdeu cerca de um terço de sua participação no mercado de laticínios nos últimos cinco anos. O resultado foi pior que o de suas concorrentes diretas, que conseguiram manter suas participações em um segmento que continua a ser bastante pulverizado.

A Batavo viu seu domínio em laticínios cair de 3,3%, em 2013, para 2,2%, no ano passado. Ao longo do mesmo período, a perda de participação se repete em outras categorias, como manteiga e iogurte. "Olhando os dados, a Batavo já estava na última posição entre as principais marcas e só perdeu espaço desde então", diz Maximiliano Tozzini Bavaresco, presidente da Sonne Consuling, especializada em reputação e construção de marcas.

Procurada, a Lactalis, respondeu a questões da reportagem apenas por e-mail. O grupo francês não comentou a perda de mercado dos últimos anos, mas afirmou que a marca liderou o ganho de participação de mercado na categoria iogurtes no País entre janeiro e março de 2017, citando dados Nielsen. Não forneceu, no entanto, números de sua fatia de mercado nem de suas concorrentes.

A Lactalis informou ainda que acabou de colocar no ar uma campanha da marca em que o foco é uma de suas apostas em termos de produto: o iogurte com pedaços de fruta. O filme tenta resgatar a história da Batavo ao mostrar os consumidores se transformando em "holandeses" toda a vez que consomem um produto da marca. Além de exibir a propaganda em televisão, a Lactalis também está patrocinando o programa de competição culinária Master Chef, da Band. Fernando Scheller, enviado especial Leia mais em mackenziesolucoes 20/08/2017





19 agosto 2017

Quero ser grande

Quinto maior grupo de ensino superior do País, mas com uma participação de apenas 2,3%, a Ser Educacional investe em ensino a distância, aquisições e novos campi para fazer frente às gigantes do setor

Para um observador desatento, a movimentação no mercado brasileiro de ensino superior privado, no início de julho de 2016, sugeria um quadro desanimador para a Ser Educacional. Comandado pelos irmãos Jânyo e Janguiê Diniz, o grupo acabara de perder a disputa pela carioca Estácio para a Kroton, do CEO Rodrigo Galindo. Com um valor de mercado de R$ 30 bilhões e uma base de 1,6 milhão de alunos, a nova operação criava uma gigante com uma escala incomparável em relação aos demais concorrentes. Engana-se, porém, quem pensa que a Ser Educacional ficou de braços cruzados. O caminho escolhido foi acelerar um plano iniciado três anos antes, quando a companhia captou R$ 619 milhões em sua abertura de capital.

Agora, a Ser Educacional começa a enxergar os primeiros frutos dessa estratégia. “Estamos vivendo um dos nossos melhores momentos”, afirma o paraibano Jânyo Diniz, CEO da companhia. O plano ganhou ainda mais fôlego no fim de junho, quando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica vetou a fusão bilionária. Na ocasião, Diniz chegou a afirmar que não descartava uma nova investida em uma fusão com a Estácio. Mas, na sexta-feira 18, essa alternativa ficou mais distante. A gestora de private equity Advent comprou as ações do empresário Chaim Zaher na Estácio, por R$ 76 milhões, assumindo uma participação de 8,67% na empresa e duas cadeiras no conselho.

Zaher, que também é dono do grupo SEB, focado no ensino médio e fundamental, vinha tendo uma relação conflituosa com o conselho. “Eu não queria mais brigar”, disse Zaher. “Estava deixando de cuidar do meu negócio para me concentrar em um lugar onde não me queriam.” Longe dessa briga, a Ser busca ganhar musculatura e não tem medido esforços. Quinto maior grupo de ensino superior privado do País, mas com uma participação de mercado ainda baixa, de apenas 2,3%, a Ser Educacional, hoje, se vê mais preparada para ocupar um novo espaço no setor. Nessa trilha, o principal atalho é o ensino a distância (EAD).

Publicada no início de junho, uma portaria do Ministério da Educação (MEC) que flexibiliza e acelera a oferta de cursos superiores nessa modalidade é o combustível por trás dessa aposta. “Todo o mercado está entrando na corrida do ouro do ensino a distância”, diz William Klein, CEO da consultoria Hoper Educação. Entre outras questões, o formato é visto como uma alternativa para ampliar rapidamente o alcance do ensino superior e atrair alunos que, hoje, têm menor poder aquisitivo, especialmente em um contexto de crise e de redução do Financiamento Estudantil (FIES). “O marco muda profundamente a dinâmica do mercado e a Ser Educacional tem totais condições de ser uma das protagonistas nesse novo contexto”, afirma Klein.

Hoje, o segmento de EAD é liderado pela Kroton, com cerca de 37% de participação, segundo a Hoper Educação. A Ser Educacional estreou nesse mercado em 2014, anos depois do que boa parte de seus principais concorrentes. E ainda não figura no ranking. A vertente representa 1,7% da receita do grupo, que faturou R$ 1,12 bilhão em 2016. Os planos de expansão, no entanto, são ambiciosos. Com a flexibilização das regras, a companhia já tem autonomia para o lançamento de 550 polos de EAD por ano. Outros 250 estão em fase de liberação, sob a bandeira da Universidade da Amazônia (Unama), adquirida no fim de 2014.

Diante desse novo desenho, a Ser Educacional já está se movimentando. O grupo vai adicionar 100 polos à sua base atual de 18 unidades de EAD até o fim de 2017. Desde o início do segundo semestre, todos esses polos já estão em fase de captação de alunos. Com a estimativa de oferecer cursos com preços das mensalidades de 30% a 40% menores do que na modalidade presencial, a estratégia da empresa seguirá uma abordagem regional. No Nordeste, a bandeira usada será a da Uninassau, enquanto nas regiões Norte e Sudeste, terão como marcas a Unama e a Univeritas, respectivamente.

O crescimento na modalidade de ensino presencial é outro pilar que vem sendo construído desde 2014 e que ganhou força nos últimos meses. Com 48 campi, o plano é adicionar 45 novas unidades até 2019. Desse total, 23 já obtiveram aprovação, 17 delas no primeiro semestre desse ano, em cidades como Porto Velho, Rio Branco, Macapá e em municípios do interior de Pernambuco. “Nossa expectativa é encerrar 2017 com 31 novas unidades credenciadas”, afirma Diniz. Além de consolidar a já forte presença do grupo no Norte e no Nordeste, a expansão para outras regiões é mais uma prioridade. Nessa frente, um dos principais passos foi a chegada a São Paulo, com a integração da Universidade de Guarulhos (UNG), comprada no fim de 2014, por R$ 200 milhões.

No início desse ano, a Ser Educacional também lançou a Univeritas, marca que, com três unidades, simbolizou sua estreia nas capitais Belo Horizonte e Rio de Janeiro, e no Centro-Oeste, com um campi em Anápolis (GO). Sob os mesmos preceitos da expansão orgânica, a terceira frente que sustenta a estratégia da Ser Educacional para os próximos anos é o investimento em aquisições. Diniz observa que há uma série de negociações em andamento, especialmente com ativos de pequeno e médio porte. Ele ressalta, no entanto, que também há espaço para aquisições de maior fôlego.

“Temos uma situação de caixa e uma capacidade de alavancagem bastante confortáveis”, afirma. A empresa encerrou o primeiro semestre com R$ 341,3 milhões em caixa e com uma dívida líquida de R$ 95,8 milhões. No início do mês, o grupo também anunciou uma segunda emissão de debêntures, com o plano de captar até R$ 200 milhões. A partir desses números, o empresário reforça a confiança no plano traçado pela companhia. “Nenhuma instituição se preparou tanto quanto a Ser nos últimos anos. E todos os nossos projetos de crescimento estão começando a se materializar agora.”Moacir Drska Leia mais em istoe 18/08/2017

19 agosto 2017



Zaher deixa Estácio e fatia do fundo americano Advent atinge 10%

Empresário, que era um dos principais acionistas no grupo, zerou posição; fundo quer transformar Estácio em consolidadora

O fundo americano Advent voltou às compras nesta sexta-feira, 18, e aumentou sua fatia no grupo de educação Estácio para mais de 10%. Segundo fato relevante divulgado pela empresa carioca ontem, o FIP Rose, veículo utilizado pela Advent para comprar ações, já detém 10,48% do capital social da empresa.

A gestora de private equity (que compra participação em empresas) se tornou a terceira maior investidora da Estácio, atrás dos fundos Oppenheimer, Coronation e Fidelity, e já tem direito a duas cadeiras no conselho. Assim como fez com a Kroton, hoje líder de mercado, a Advent quer fazer da Estácio uma grande consolidadora do setor, afirmam fontes próximas ao fundo. Procurado, o Advent não comentou.

Hoje, em conversa com jornalistas, o empresário Chaim Zaher, que era um dos principais acionistas do grupo, afirmou que zerou a posição na companhia após um desgaste com o conselho de administração. O empresário discorda da proposta apresentada pelo colegiado de incluir no estatuto da empresa a obrigatoriedade de um prêmio de 30% em ofertas de controle. O intuito é transformar o grupo em uma companhia de controle pulverizado. Uma assembleia de acionistas foi convocada para o dia 31 deste mês para votar o assunto.

Na avaliação de Zaher, a proposta cria “uma barreira antieconômica ao investimento na companhia”, conforme escreveu em carta enviada ao conselho nesta semana. O empresário afirmou ainda que uma convocação para uma reunião do conselho para discutir a entrada da Estácio no ensino médio seria uma forma de inviabilizar a sua presença no colegiado, já que haveria conflito de interesses – o empresário é dono do grupo SEB, que tem a maior parte dos negócios voltada para esse segmento. Procurada, a Estácio preferiu não se manifestar.

“Não quero brigar. Vou cuidar do meu negócio”, disse Zaher. Com o dinheiro da venda de sua participação na Estácio, cerca de R$ 435 milhões, o empresário quer investir no seu grupo, que reúne 252 escolas, 32 delas próprias, e quase 100 mil alunos. O SEB faturou cerca de R$ 500 milhões no ano passado. “Quero abrir o capital na bolsa em 2019 ou 2020. E estamos avaliando a compra de escolas.”

As ações ordinárias (com direito a voto) da Estácio fecharam nesta sexta em alta de 3,35%.

Retorno. A Advent voltou à área de educação em 2015, dois anos após ter vendido suas ações da Kroton, com a compra do Centro Universitário da Serra Gaúcha, de Caxias do Sul (RS). Segundo fontes, o fundo estaria disposto a investir até R$ 900 milhões para ficar com ativos que a Kroton teria de vender se a união fosse aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Como a fusão foi barrada em junho, essa munição desse se voltar à compra de ações da Estácio, garantem pessoas familiarizadas com o assunto. Cátia Luz, O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 19/08/2017



Transocean adquire Songa Offshore

A Transocean comprou todo o capital social da Songa Offshore, em uma transação estimada em cerca de US $ 3,4 bilhões.

A empresa provavelmente estabelecerá um Centro de Excelência na Noruega para servir o Mar do Norte e outros mercados ambientais difíceis.

"A combinação de Songa Offshore e Transocean é um ajuste estratégico", disse Frederik W. Mohn, presidente da Songa Offshore. "Ao adicionar as quatro plataformas Cat-D da Songa Offshore à atual frota de ambiente severo da Transocean, a empresa será o líder desse segmento, que está mostrando sinais de recuperação".

O CEO da Transocean, Jeremy Thigpen, acrescentou: "A aquisição fortalecerá a posição da Transocean como o principal perfurador offshore com exposição a mercados de águas profundas".

A empresa operará uma frota de 51 unidades móveis de perfuração offshore (com uma carteira de contrato de US $ 14,3 bilhões), composta por 30 plataformas flutuantes deáguas ultra profundas, 11 plataformas flutuantes de ambientes agressivos, três plataformas flutuantes de águas profundas e sete plataformas flutuantes de águas calmas.

Além disso, a Transocean possui quatro embarcações de águas ultra profundas em construção, incluindo duas contratadas com a Shell por 10 anos cada. Leia mais em portosenavios 18/08/2017



18 agosto 2017

Medartis adquire antiga parceira de vendas no Brasil

A Medartis, sediada em Basileia, fabricante líder e fornecedora de dispositivos médicos para a fixação cirúrgica de fraturas ósseas e osteotomias para a região craniofacial, bem como para extremidades superiores e inferiores, anunciou hoje que adquiriu 100% do distribuidor brasileiro Extera, a partir de 14 de agosto de 2017. Como resultado dessa aquisição, a Medartis fortalece sua posição de mercado no Brasil com uma subsidiária própria.

O Brasil é uma das maiores economias do mundo e um dos três principais mercados distribuidores da Medartis. A Extera opera uma extensa rede de vendas no setor de saúde e medicina em todo o Brasil, por vendas diretas ou através de parceiros de distribuição. A empresa está sediada em São Paulo e atualmente emprega cerca de 70 funcionários. As partes concordaram em não divulgar os termos financeiros da transação.

Segundo Willi Miesch, CEO da Medartis, "Nos últimos 10 anos, a Extera construiu com sucesso a nossa linha de produtos APTUS® (implantes para extremidades) no mercado brasileiro, em estreita colaboração com a equipe Medartis. A nossa cooperação será intensificada e reforçada através desta aquisição, o que ajudará a expandir a nossa presença no mercado. Com nosso novo negócio de vendas diretas, nosso objetivo é aumentar significativamente nossa participação de mercado no Brasil".

Sobre Medartis - Fundada em 1997 e com sede em Basileia, a Medartis AG é um dos principais fabricantes e fornecedores mundiais de dispositivos médicos para a fixação cirúrgica de fraturas ósseas e osteotomias para a região craniofacial, bem como para extremidades superiores e inferiores. Em 2016, a Medartis empregou mais de 360 ​​pessoas em todo o mundo e alcançou um volume de negócios de quase 100 milhões de francos suíços. A Medartis está representada em todo o mundo em onze mercados com sua própria força de vendas e em mais de 35 países através de uma ampla rede de distribuidores. Para o bem-estar dos pacientes, a Medartis está empenhada em fornecer aos cirurgiões e ao pessoal de cirurgia com implantes e instrumentos de titânio mais inovadores, bem como os melhores serviços de classe que representam avanços na osteossíntese. Www.medartis.compor  Vanessa Brauer  Leia mais em segs 18/08/2017

18 agosto 2017



Brasil deve voltar ao radar das empresas de Private Equity que buscam expansão em mercados emergentes

Depois de passar por um período de um grande boom de crescimento e, logo na sequência, de dois anos de correção econômica, o Brasil está no caminho da estabilização e se tornando atrativo para empresas de Private Equity (PE) que querem se diversificar em mercados emergentes. A recuperação contínua, as reformas pró-negócios e o crescimento em indústrias-chave estão criando uma clara oportunidade para empresas de PE. Essas conclusões são apresentadas peloThe Boston Consulting Group (BCG) em seu relatório Private Equity Strategies for Brazil's New Economic Reality, que está sendo lançado hoje.

A economia do Brasil está mais madura que a de outros mercados emergentes. Com cerca de um terço da população da América Latina, o Brasil atraiu quase a metade de todos os investimentos de Private Equity na região entre 2008 e 2015. Em comparação com mercados desenvolvidos, como os EUA, ainda há espaço para crescimento. "Essa combinação de fatores coloca o Brasil no ponto ideal para empresas dispostas a investir em economias emergentes", diz Heitor Carrera, sócio do BCG e um dos autores do relatório. "Durante a próxima década, o país vai oferecer uma oportunidade rara para empresas globais que desejam adicionar mercados emergentes em suas carteiras e também para empresas locais que querem intensificar os seus investimentos aqui."

Crescimento Estável e Melhora no Clima para os Negócios
A maioria dos economistas prevê que, apesar de alguma volatilidade no primeiro semestre de 2017, o PIB do Brasil vai estabilizar em um período de crescimento lento, mas constante - cerca de 1,8% ao ano até 2021, o que ainda é mais rápido do que a dos países do G7. Além disso, o governo do Brasil introduziu uma série de reformas - como a redução da burocracia necessária para arquivar alguns impostos ou iniciar uma nova empresa - que visa promover um ambiente mais favorável às empresas.

Embora a recente correção econômica tenha atingido fortemente alguns setores, muitos outros - particularmente em segmentos de consumo, como de alimentos e saúde - continuaram expandindo em taxas de dois dígitos, com perspectiva de manter o crescimento. Esses setores são agora os principais candidatos para o tipo de estratégias de criação de valor que as empresas de PE podem aplicar.

Cinco Estratégias de Adaptação para Prosperar 
Para se obter sucesso no Brasil, é necessária uma profunda compreensão dos aspectos únicos do seu mercado de PE. Por exemplo, o tamanho médio de negócios no Brasil é menor do que em muitos outros mercados, e até mesmo grandes empresas globais competem para fechar negócios menores.

Além disso, IPOs são relativamente escassos, e as empresas são mais propensas a vender suas empresas de portfólio para os compradores estratégicos, não financeiros.

Tendo em conta estes fatores, o BCG identificou cinco estratégias cruciais para empresas de PE que pretendem competir no Brasil:

  • Olhar além de alvos convencionais - onde a concorrência é forte - e considerar o investimento em empresas em estágio inicial, ou até mesmo o lançamento de novas empresas a partir do zero. 


  • Renovar o processo de triagem para um ambiente de crescimento lento. Identificar pequenos bolsões de crescimento, ou comprar ativos de empresas em dificuldade. 


  • Explorar todas as opções para criação de valor. Dado que o crescimento global será mais difícil no futuro, as empresas deverão se concentrar em margens de lucro e outras abordagens. 


  • Trazer conhecimentos específicos do setor para a mesa. Em um mercado onde a experiência local é crítica, as empresas precisam construir equipes fortes, que podem fazer as melhorias operacionais necessárias para criar valor em suas empresas de portfólio. 


  • Proteger-se contra a volatilidade da taxa de câmbio da moeda brasileira, definindo, potencialmente, períodos de investimento de longo prazo.

"O Brasil deu aos investidores uma aventura turbulenta na última década", diz Carrera. "Mas agora, com a entrada de um período de crescimento mais lento, oferece fortes desafios e oportunidades para firmas PE. As empresas que constroem a base certa, entendem o mercado local e adotam uma visão de longo prazo vão se estabelecer e saberão tirar vantagem do momento." Website: http://www.bcg.com.br Leia mais em terra 07/08/2017





Citigroup lidera grupo de bancos para IPO da BR Distribuidora, diz fonte

O Citigroup e outros sete bancos devem coordenar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da BR Distribuidora, que deve ocorrer provavelmente em novembro, segundo uma pessoa com conhecimento direto do assunto.

A Petrobras está avaliando se fará a listagem da BR Distribuidora em São Paulo e Nova York, onde um crescente número de investidores mostrou interesse na transação, afirmou a fonte, que pediu anonimato.

A Petrobras trabalha com a unidade de banco de investimento do Citigroup desde 2015, quando a ideia de fazer o IPO da BR Distribuidora começou a ser discutida.

A Petrobras deve vender uma participação de 30 a 35 por cento da BR Distribuidora em novembro, na última janela para transações de ações do ano.

Além do Citi, a Petrobras também deve envolver as unidades de banco de investimento do Bank of America, Morgan Stanley, JPMorgan, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil, disse a fonte.

Representantes da Petrobras, Morgan Stanley, Bank of America, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil preferiram não comentar o assunto. Os outros bancos não comentaram de imediato.

Ao listar a BR Distribuidora em mais de uma bolsa, a Petrobras pode aumentar a demanda pelos papéis e dar aos investidores mais alternativas de negociação.

Um IPO internacional da BR Distribuidora seria um teste do apetite de investidores internacionais pela subsidiária de distribuição de combustíveis após investigações relativas a corrupção contra a Petrobras nos Estados Unidos.

Após uma série de interrupções nos últimos dois anos, a Petrobras retomou o projeto do IPO em junho, para reduzir dívida e investimentos em atividades consideradas de baixo retorno.

A Petrobras tem vendido ativos e cindido ativos para reduzir sua dívida, de 95 bilhões de dólares, que é a maior entre as maiores empresas de petróleo do mundo.

A BR Distribuidora deve ser listada no Novo Mercado, o segmento de mais alta governança da B3.

Outra alternativa em avaliação seria listar a empresa apenas no Brasil, mas permitir investimentos internacionais por meio da regra 144A da Securities and Exchange Comission, o regulador do mercado de capitais nos Estados unidos. Por Tatiana Bautzer  Reuters  Leia mais em dci 18/08/2017



Na saúde, a nova menina dos olhos do Pátria

No último ano, silenciosamente, o Pátria Investimentos vem construindo um império da oftalmologia.

A gestora já comprou sete clínicas e hospitais especializados e colocou todos sob uma holding, a Hospital de Olhos do Brasil, que já se apresenta como “a maior empresa do setor na América Latina”.

O faturamento combinado das empresas adquiridas já chega a R$ 700 milhões, e a meta é faturar R$ 1 bilhão em 2018.

A estratégia do Pátria é conhecida no mercado financeiro como um 'roll up': o investidor escolhe um setor pulverizado e sai comprando empresas até construir massa crítica, pagando parte em dinheiro e parte em ações da holding.

É um modelo que já foi tentado na Brasil Brokers e na Brasil Insurance, por exemplo, e que sofre – às vezes de forma letal – se os interesses dos novos sócios não forem bem alinhados.

No caso da Olhos do Brasil, os médicos continuam à frente das clínicas e deixam de se preocupar com as áreas-meio. Além disso, passam a contar com a expertise do Pátria para achar um comprador para a holding ou levar o negócio para a Bolsa quando tiver musculatura suficiente.

A mais recente aquisição foi há dez dias, quando a holding fechou a compra do Grupo Inob, que tem dois hospitais em Brasília focados em processos de alta complexidade. Desde abril de 2016, a Olhos do Brasil já comprou o Instituto Olhos de Freitas, a DayHorc e a Clínica Villas, na Bahia; o Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB); e o Hospital de Olhos Santa Luzia, em Alagoas.

Amaury Guerrero, ex-CEO da operação brasileira da Alcon – a divisão oftalmológica da Novartis – foi contratado neste ano para comandar o negócio.

Ao contrário da medicina diagnóstica, que já conta com diversos competidores consolidados e listados na Bolsa, os hospitais oftalmológicos ainda são um 'oceano azul' para investidores.

Trata-se de um negócio em que se ganha na consulta, no exame e nas cirurgias, que são normalmente de baixa complexidade.

“O paciente faz tudo em um lugar. Normalmente, são cirurgias rápidas e com certa escala. Não tem as margens dos procedimentos de alta complexidade, mas, por outro lado, corre-se muito menos risco de estouro de custo e é mais fácil de padronizar processos”, diz uma fonte que conhece o setor.

No ano passado, a UnitedHealth, dona da Amil, comprou a rede de 18 clínicas oftalmológicas do então presidente do Einstein, Claudio Lottenberg, por R$ 200 milhões. Meses depois, Lottenberg assumiu a presidência da UnitedHealth no Brasil.

A experiência mais recente do Pátria com um 'roll up' não faz brilhar os olhos.

A Alliar, empresa de medicina diagnóstica criada pelo Pátria com o mesmo modelo da Olhos do Brasil, nunca valeu mais que os R$ 20/ação de sua estreia na Bolsa, em outubro do ano passado. O papel chegou a cair para R$ 11,80 em março e hoje negocia na faixa dos R$ 16,50. Natalia Viri Leia mais em braziljournal 18/08/2017



Just capta R$ 120 mi com cotas de FIDC

A plataforma de crédito Just, unidade do aplicativo de finanças pessoais GuiaBolso, captou R$ 120 milhões por meio de cotas de direitos creditórios (FIDC).
A Just captou R$ 120 milhões por meio de cotas de direitos creditórios (FIDC). Foto: Divulgação.

De acordo com a Reuters, o movimento marca a estreia de uma fintech local no mercado de capitais.
Os recursos serão usados para ampliar a oferta de crédito para pessoas físicas. Fundada em 2016, a Just concedeu R$ 150 milhões em empréstimos.

As cotas foram distribuídas junto a gestora Captalys a 12 investidores qualificados, incluindo assets de grandes bancos no país, cujos nomes não foram revelados.

A Reuters lembra que a Just já tinha levantado R$ 100 milhões no começo deste ano numa oferta restrita.

O anúncio mostra a força das fintechs que ofertam crédito pessoal mais barato do que os grandes bancos comerciais, um segmento que vem crescendo no Brasil. As empresas atuam com base em modelos matemáticos que apresentam taxas de juros equivalentes ao perfil de risco do tomador.

Segundo a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) as fintechs no país devem emprestar mais de R$ 1 bilhão em 2017.
Com a oferta direta de crédito, o GuiaBolso deve ampliar as fontes de receitas, hoje concentradas em comissões pagas por instituições parceiras.

Lançado em 2014, o aplicativo é focado no gerenciamento das finanças pessoais. A ferramenta tem hoje 3,5 milhões usuários cadastrados.Júlia Merker Leia mais em baguete 18/08/2017



Fundo Advent compra ações de Zaher para ganhar poder dentro da Estácio

Desde o fracasso da fusão entre Estácio e Kroton, em junho, o fundo americano está adquirindo papéis do grupo de educação e já é dono de 8,67% da companhia; segundo fontes, Advent quer deter 20% da Estácio e transformar a empresa em consolidadora do setor

Em um movimento para se tornar um acionista relevante e ter poder de decisão no grupo de educação Estácio, o fundo de investimento americano Advent informou ontem que possui agora 8,67% do capital social da companhia – a gestora começou a comprar ações da empresa nas últimas semanas. Com essa movimentação, o Advent se tornou o terceiro maior acionista do grupo, atrás dos fundos Oppenheimer, Coronation e Fidelity.

As ações foram compradas do empresário Chaim Zaher, que antes da venda tinha fatia de 7,25% da companhia. Segundo fato relevante divulgado ontem pela Estácio, a família Zaher (que reúne também a participação de sua mulher, Adriana Zaher, e do Clube de Investimentos TCA) possui agora 3,51% da companhia. Procurado, o empresário não quis comentar o assunto.

Estácio
Entre os 4 grupos de capital aberto do setor, Estácio é o menos rentável Foto: Tasso Marcelo|Estadão
Desde que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) barrou a fusão da Estácio com a Kroton, em junho, o Advent tem aumentado sua participação na Estácio, com o intuito de tornar a companhia a grande consolidadora do setor. O fundo americano já fez esse movimento com a Kroton, hoje líder de mercado. De acordo com fontes do segmento, o fundo pretende deter até 20% da companhia e já estaria sondando a compra da participação dos outros fundos que são acionistas da Estácio. Procurado, o Advent não quis comentar.

“O sonho dourado do Advent é reproduzir na Estácio o que fez na Kroton”, diz o professor Carlos Monteiro, presidente da CM Consultoria, especializada em educação. “E esse parece um momento ideal para eles se fortalecerem na empresa. Há espaço para uma série de ajustes para levar à melhora de produtividade e à expansão.”

Assembleia. O conselho de administração da Estácio convocou para dia 31 deste mês uma assembleia para propor aos acionistas uma mudança em seu estatuto. A meta é exigir que o investidor que superar 20% de participação no grupo pague um ágio de 30% pelas ações. A iniciativa quer transformar a companhia em uma empresa de capital pulverizado, sem controlador definido.

Essa proposta do conselho desagradou Chaim Zaher, segundo fontes. O Estado apurou que, caso seja aprovada, o empresário deverá vender o restante de suas ações no negócio. Do contrário, poderia voltar a comprar os papéis da empresa.

Com um valor de mercado de R$ 6,8 bilhões, a Estácio é a que apresenta a menor rentabilidade entre as quatro companhias de educação listadas na Bolsa – Kroton, Anima e Ser Educacional. Apesar de ter apresentado bons resultados no segundo trimestre, o grupo terá de continuar os ajustes, com corte de custos e mudanças na gestão, para se tornar mais rentável.

Esse processo deverá ocorrer ao longo deste ano e de 2018. Segundo uma fonte, o processo de ajustes pode se tornar mais desafiador daqui em diante, pois a empresa terá de voltar a fazer investimentos que, no plano original, estariam a cargo da nova dona, a Kroton.

Consolidação. O grupo está conversando com bancos para buscar ativos no mercado e voltar a crescer, após a fusão ter sido barrada pelo Cade. Outras empresas, como Kroton e Ser Educacional, devem fazer o mesmo movimento. Segundo uma fonte do mercado financeiro, todos os grupos de educação estão olhando ativos.

A Advent voltou à área de educação em 2015, dois anos após ter vendido suas ações da Kroton, com a compra do Centro Universitário da Serra Gaúcha, de Caxias do Sul (RS). Segundo fontes, o fundo estaria disposto a investir até R$ 900 milhões para ficar com ativos que a Kroton teria de vender se a união fosse aprovada pelo Cade. Como a fusão foi barrada, essa munição desse se voltar à compra de ações da Estácio, garantem pessoas familiarizadas com o assunto. Cátia Luz e Monica Scaramuzzo, Leia mais em OEstadodeS.Paulo 18/08/2017



Grupo liderado pela Energy Capital deve comprar elétrica Calpine por US$5,6 bi

A geradora norte-americana de energia elétrica Calpine Corp disse nesta sexta-feira que será comprada por um grupo de investidores liderado pela Energy Capital Partners por 5,6 bilhões de dólares, com a empresa endividada lidando com preços baixos de commodities.

A oferta em dinheiro de 15,25 dólares por ação representa um prêmio de 13 por cento sobre o preço de fechamento dos papéis da Calpine na quinta-feira.

A companhia detém cerca de 80 unidades de energia nos Estados Unidos e no Canadá.

Os produtores de energia dos EUA foram atingidos por baixos preços no atacado devido ao gás natural barato, ao crescimento de energia renovável e à energia nuclear subsidiada em certos Estados.

    A Calpine, que depende principalmente do gás natural para gerar energia, disse em julho que estava buscando alternativas estratégicas, incluindo uma venda, depois de revelar perdas por três trimestres consecutivos. (Por John Benny, em Bangalore) Reuters Leia mas em dci 18/08/2017



Viasoft adquire a Siglo

A Viasoft, empresa de software de gestão de Pato Branco, no Paraná, acaba de anunciar a incorporação da Siglo, empresa curitibana especializada em soluções para logística. O valor da negociação não foi divulgado.

“Hoje, muitas vendas têm migrado para o e-commerce, e garantir que os consumidores recebam seus produtos por meio de um planejamento logístico de excelência, com estratégias eficientes e precisas de distribuição, é essencial”, destaca Itamir Viola, presidente da Viasoft.

A Siglo tem mais de 14 anos de atuação e um portfólio de produtos que engloba manutenção de equipamentos, gestão de transportes (TMS), planejamento operacional, gestão de armazém (WMS), portal web (portaria), gestão da distribuição (cross-docking), gestão de pátio container e pátio físico.
Com o negócio, a equipe técnica da Siglo será mantida em Curitiba, enquanto as áreas comerciais serão integradas pela Viasoft.

Na incorporação, os membros que formavam a direção da Siglo - Gustavo Frederico Landal, Rodrigo Nunes Oliveira e Renata de Souza Salvia - assumem as funções de gestor de serviços, gestor técnico e gestora comercial da empresa.

Esta é a 5ª aquisição da Viasoft em menos de dois anos. Em abril, a companhia anunciou a aquisição da JetPDV, com o objetivo de aprimorar a solução da companhia para o setor supermercadista.
No ano passado, a empresa comprou a Korp, uma companhia de Curitiba especializada em software para o setor industrial.

Com isso, o faturamento projetado da Viasoft para 2017 ultrapassa os R$ 40 milhões, com crescimento de 30%.

“Novas incorporações estão sendo negociadas e a empresa pretende continuar num processo acelerado de crescimento. Queremos ser uma empresa que realmente sabe fazer incorporações”, completa o presidente.

A Viasoft está no mercado de tecnologia de informação desde 1990. Com mais de 350 colaboradores, a companhia atende mais de 45 mil usuários no Brasil. Júlia Merker  Leia mais em baguete 18/08/2017




Google compra empresa de inteligência artificial para processamento de imagens

A gigante tecnológica comprou a AIMatter, criadora da aplicação Fabby e especialista em tecnologia de inteligência artificial focada no reconhecimento e processamento de imagens.

A AIMatter foi responsável por criar a aplicação Fabby, capaz de analisar, processar e editar uma fotografia com grande precisão. Com a app era possível alterar o formato da cara, a cor do cabelo, reconhecer o género da pessoa fotografada, entre outras funcionalidades que recorriam à inteligência artificial para o fazer.

Agora, a Google mostrou-se interessada e adquiriu a empresa, que anunciou a aquisição na página inicial da AIMatter com uma simples frase: "Estamos contentes por anunciar que nos vamos juntar à equipa da Google". Até agora a aplicação Fabby foi descarregada mais de dois milhões de vezes para iOS, somando entre 100 mil e 500 mil downloads para Android, plataforma onde só chegou no passado mês de março.

A Google e a AIMatter não adiantaram nenhum tipo de valores da compra da empresa de inteligência artificial. Também não se sabe quais os planos futuros para esta nova parceria mas acredita-se que não seja uma aposta apenas numa aplicação de sucesso mas em algo mais.

A inteligência artificial vai, certamente, estar presente em quase toda a área tecnológica do futuro apesar das preocupações que levanta para alguns grandes nomes da indústria. Leia mais em tek.sapo 17/08/2017





Unimed compra prédio e equipamentos da Casa de Saúde por R$ 19 milhões

Leilão aconteceu no TRF na tarde desta quinta-feira (17), em São Carlos (SP). Parte do dinheiro será usado para pagar fornecedores, impostos e dívidas trabalhistas.

O prédio da Casa de Saúde de São Carlos (SP) e os equipamentos remanescentes foram comprados pela Unimed durante o leilão realizado no Tribunal Regional Federal (TRF), nesta quinta-feira (17). Parte do valor de 19.028.319,81 será usado para pagar fornecedores, impostos e dívidas trabalhistas.
A Unimed alternou lances com o Grupo São Franscico e, após 32 ofertas, ofereceu o maior valor pelo prédio de 744 metros quadrados e seus equipamentos. O valor foi R$ 8 milhões a mais em relação ao inicial.

A Justiça avaliou o edifício em R$ 16.530.794,82, conforme laudo técnico disponibilizado pelo TRF. Os medicamentos, equipamentos e móveis foram avaliados em R$ 1.849.738,20, totalizando R$ 18.380.533,02.

A Unimed informou que a diretoria irá se reunir na manhã desta sexta-feira (17) para discutir o que será feito com o prédio.

Entenda o caso
Em julho do ano passado, a instituição interrompeu os serviços afirmando que não tinha verba para pagar os salários atrasados dos funcionários. De acordo com o sindicato da categoria, na época, a dívida com os trabalhadores chegava a R$ 2 milhões.

A empresa também integra processos relacionados à demissão sem aviso prévio de 72 funcionários em 2015 e responde uma ação movida por uma companhia que aluga equipamentos hospitalares. A contratada informou que, após o fechamento, foi ao prédio buscar os aparelhos, que custavam cerca de R$ 100 mil, e eles haviam sumido. O valor do contrato era de R$ 200 mil. Leia mais em g1.globo 17/08/2017



Unimed-Rio “vende” clientela para sanar dívidas

A operadora de planos de saúde Unimed-Rio está oferecendo seu principal ativo para reduzir seu endividamento: os clientes. A empresa negocia o seu balcão para a venda de seguros. Já há conversas em andamento, mas nenhum contrato de exclusividade foi fechado. As candidatas a levar são seguradoras que operem, sobretudo, no segmento de varejo.

A operadora também está em busca de parcerias com players estratégicos em saúde como, por exemplo, hospitais e laboratórios. A Unimed-Rio exige uma fatia do negócio e, em troca, oferece clientela para o estabelecimento. Com conversas em andamento, dois ou três negócios podem sair já neste ano. A busca por parcerias faz parte da reestruturação da cooperativa, que está sendo assessorada pelo Santander. Procurados, a Unimed-Rio não retornou e o Santander não comentou. (com Dayanne Sousa) Leia mais em colunadobroad.estadao 18/08/2017



‘É um ritmo medíocre, mas é uma retomada’

O economista Maílson da Nóbrega está mais otimista que a média do mercado financeiro em relação à retomada da economia brasileira. Enquanto analistas ouvidos pelo Banco Central preveem crescimento de 2% para o País em 2018, Maílson cita uma taxa de 2,8%. Ontem, o Banco Central informou que seu Índice de Atividade (IBC-Br) fechou o segundo trimestre deste ano com expansão de 0,25%. Ex-ministro da Fazenda do governo de José Sarney e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Maílson prevê a aceleração da retomada neste segundo semestre, principalmente pela recuperação do consumo. “Agora, um crescimento mais robusto só virá quando começarmos um novo ciclo de investimentos”, afirmou. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Está havendo uma retomada da economia?

Todos os indicadores de produção e renda sinalizam isso. É um ritmo lento, medíocre, mas é uma retomada. Além da influência da safra, da inflação caindo mais do que se esperava, o que tem aberto espaço para um ciclo de política monetária mais intenso do que qualquer analista projetava há alguns meses, temos bons indicadores antecedentes, como o despacho de papel ondulado, o tráfego nas estradas, o crescimento do crédito à pessoa física e a queda do desemprego formal. Assim, já se pode afirmar com razoável dose de convicção que a recessão ficou para trás.

A recuperação acelera no segundo semestre?

Tudo indica que sim, porque teremos também, neste contexto de melhoria da renda e do emprego, que são os motores do consumo, uma recuperação da confiança, com retomada do consumo via crédito. Nada brilhante. Isso acontece não porque existe um novo ciclo de investimentos, mas porque se aproveita a capacidade ociosa da economia. A indústria estava com mais de 30% de capacidade ociosa. Tudo indica que o crescimento se firma e acelera no segundo semestre. Talvez o País vire o ano já com crescimento em ritmo superior a 2%. Para 2018, a expectativa é de avanço de 2,8%. Mas um crescimento mais robusto só virá com um novo ciclo de investimentos.

O sr. está otimista?

Acho que sim, porque a inflação vai continuar abaixo da meta. Mesmo que o BC não reduza a taxa básica de juros no próximo ano e a mantenha em torno de 7%, a confiança vai continuar se recuperando. A parte mais relevante do efeito da recuperação da renda e do emprego se dará no próximo ano. Portanto, essa taxa de crescimento será explicada pela aceleração do consumo, e não do investimento. - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 18/08/2017



Economia tem alívio após três anos de crise

Os indicadores econômicos de junho surpreenderam positivamente, dando força à tese de que a recessão iniciada há três anos está finalmente sendo deixada para trás.

O ponto de inflexão parece ter sido o segundo trimestre do ano, período no qual os dados da produção industrial, do varejo e dos serviços mostraram alguma força.

Os analistas, no entanto, seguem cautelosos, monitorando o ambiente político interno e, sobretudo, a hipótese de uma aceleração do ritmo de aumento dos juros nos Estados Unidos.

"Levando em consideração a turbulência política nos últimos meses, acreditamos que a economia teve um desempenho razoável [no segundo trimestre], sugerindo que a recessão de quase três anos do país acabou", diz Fabio Ramos, do UBS.

Ramos diz que o resultado ainda fraco do IBC-Br, indicador do Banco Central que antecipa o PIB (Produto Interno Bruto), não desapontou.

No segundo trimestre, o indicador subiu 0,3%, mas os dados até maio sugeriam um desempenho ainda pior.

Em relatório, Ramos diz que os dados do segundo trimestre reforçam a previsão do UBS de alta de 0,5% para o PIB de 2017 e que uma melhora no segundo semestre dependeria de reformas e medidas fiscais adicionais.

Flavio Serrano, economista do Haitong, diz que o desempenho dos indicadores de junho reduz a probabilidade de uma leitura negativa do PIB do segundo trimestre.

A surpresa maior, diz ele, veio do comércio varejista, com alta bem acima das projeções em junho.

Ainda que a atividade do segundo trimestre venha negativa, diz Serrano, é possível dizer que a economia chegou num "ponto de inflexão". "Mas isso não quer dizer que vamos explodir de crescimento. A situação é de transição".

A Rosenberg destaca a expansão de 1,3% da receita com serviços em junho.

Na avaliação da Rosenberg, o setor de serviços não vai encerrar o ano em terreno positivo, mas a queda será menor do que 2016 (-5%).

No geral, diz a consultoria, o avanço de 1% do PIB do primeiro trimestre e uma expectativa de estabilidade para o segundo seriam indicativos "auspiciosos" de que o país deixa a recessão para trás.

Após a divulgação dos indicadores da indústria, do varejo e de serviços em junho, o Itaú melhorou a projeção para o PIB do segundo trimestre, de uma queda de 0,2% para estabilidade.

Para o Itaú, o PIB do segundo trimestre será o oposto do observado de janeiro a março, cuja alta foi muito concentrada na agropecuária.

Embora o resultado agregado previsto para o segundo trimestre ainda seja fraco, a alta dos componentes do PIB será mais disseminada.

O banco destaca também os dados do mercado de trabalho. Ainda que o recuo da taxa de desemprego nos três meses até junho seja consequência do aumento da informalidade, a equipe ressalta que o trabalho informal também contribui para a alta da massa salarial, impulsionando o consumo das famílias.

O Banco de Tokyo avalia que há boas perspectivas para uma maior recuperação da atividade econômica no segundo semestre, diante de uma melhora contínua das condições do mercado de trabalho, inflação baixa e reduções da taxa Selic gradualmente transmitidas para os empréstimos bancários.

"Mas a recuperação está longe de ser consolidada, uma vez que valores mensais ainda mostram altos e baixos de atividade econômica."  - Folha de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 18/08/2017 



17 agosto 2017

Surteco adquire 100% do Grupo Português Probos

A Surteco SE , um dos principais fabricantes mundiais de materiais de superfície decorativos e produtora de extrusões à base de plásticos,  informou ao mercado que está adquirindo empresa Global Abbasi SL, Espanha,  empresa-mãe do Grupo Probos.

O Grupo Probos se especializou na produção e venda de orlas termoplásticas em ABS, PVC , PP e PS/B . Em 2016, a empresa faturou 66,5 milhões de euros com aproximadamente 470 funcionários e e margem EBITDA: 16,6%. Compreende as empresas de produção Probos Plásticos SA em Portugal e Proadec Ltda. no Brasil, bem como as empresas  Edging Plus Inc. nos Estados Unidos, a Proadec UK Ltd. no Reino Unido, a Proadec Deutschland GmbH na Alemanha e a Chapacinta SA de CV no México. Leia mais em notifix 27/06/2017

17 agosto 2017



BRF eleva fatia na Banvit para 91,7%

A BRF informou nesta quinta-feria que sua subsidiária TBQ Foods concluiu a oferta pública para aquisição das ações detidas pelos acionistas minoritários da Banvit, na Turquia, passando a deter 91,71 por cento das ações da companhia. (Por Aluísio Alves; Edição de Tatiana Ramil) Reuters  – Leia mais em ultimoinstante 17/08/2017



Oferta de ações da Via Varejo em bolsa pode ser saída para Pão de Açúcar

Uma oferta subsequente de ações (follow on) pode ser a alternativa para o Grupo Pão de Açúcar (GPA) vender sua participação na Via Varejo, empresa dona das Casas Bahia e do Pontofrio. Diante da dificuldade em encontrar um único comprador para os 43,3% que detém da rede, o GPA tem sido instado por assessores a colocar na mesa uma proposta de venda de forma pulverizada dos papéis da sua subsidiária.

A ideia inicial levada ao grupo por bancos é a de converter as ações preferenciais da Via Varejo em ordinárias, para lançar a companhia no Novo Mercado, segmento de maior governança corporativa da B3. Foi assim com a Renner em 2005, em uma operação que levou à pulverização do controle da empresa, que antes pertencia ao grupo americano J.C. Penney.

Origens
Se o plano avançar e o pacote de ações do GPA terminar sendo vendido para vários investidores, a Via Varejo poderia ter como seu maior acionista o empresário Michael Klein, herdeiro do fundador das Casas Bahia. Klein tem 27% da empresa, um porcentual que poderia garantir o poder de apontar nomes para cargos executivos. Optando pela oferta, o GPA conseguiria aproveitar ainda a alta no preço das units da Via Varejo neste ano.

Tic-tac
Uma das razões para o Grupo Pão de Açúcar se preocupar em acelerar a venda da Via Varejo tem natureza contábil. Ativos à venda podem ser declarados nos balanços das companhias como uma “operação descontinuada” por apenas um ano. No caso do GPA, essa forma de contabilização passou a ser usada no final de 2016 e ajudou a melhorar os resultados. Outra questão é que a reconsolidação da companhia afetaria, ainda, os covenants – cláusulas contratuais de títulos de dívida – do Casino, controlador do GPA.

Outro lado
Hoje o Grupo Pão de Açúcar negou que exista qualquer tipo de estudo para a realização do follow on como forma de vender a sua participação na Via Varejo. Ontem, quando foi procurada, a empresa afirmou apenas que o “processo está sendo conduzindo de forma a buscar o melhor equilíbrio entre ‘timing’ e maximização de valor para os seus acionistas”. (com Dayanne Sousa) Leia colunadobroad.estadao 17/08/2017



Logitech finaliza compra marca de headsets Astro Gaming

A Logitech G, uma marca da Logitech International, é líder mundial em equipamentos para jogos de PC.

A Logitech anunciou a finalização da compra da fabricante de fone de ouvido de alto desempenho Astro Gaming em um acordo de US$ 85 milhões. A Logitech G fornece produtos gamers de todos os níveis com teclados, mouses, fones de ouvido, entre outros.

Através de comunicado, a Logitech disse que a aquisição iria trazer inicialmente mais custos para a empresa à medida que a marca Astro Gaming fosse integrada e ampliada para igualar o alcance internacional da Logitech. O movimento é visto como parte de um esforço mais amplo da Logitech para se expandir para além do mercado de computadores e para a casa dos gamers de console.

“ASTRO é o principal player para fones de ouvido de console premium e é o fone de ouvido preferido para atletas esportivos de console. É um complemento perfeito para o foco da Logitech G em jogos de PC e não podemos estar mais entusiasmos. Nós amamos a equipe, a marca e os produtos. Juntos, queremos fazer o jogo ainda mais divertido para os jogadores em todos os lugares”.

A marca Logitech G é patrocinadora de várias organizações de esportes, incluindo Cloud9, TSM e NRG Esports. Além disso, a empresa já firmou parceria com clubes na China, como Invictus Gaming e Royal Never Give Up.

“Toda a equipe da ASTRO sempre manteve os produtos Logitech e Logitech G no mais alto padrão, então estou ansioso para unir forças”, disse o presidente da Astro Gamer Jordan Reiss.
Por RafaelaPozzebon Leia mais em oficinadanet 16/08/2017





Senior Solution: Novo Mercado abre porta para nova emissão de ações

A migração da Senior Solution do segmento Bovespa Mais da B3 para o Novo Mercado, que acontece nesta quinta-feira (17), vai abrir portas para uma nova oferta de ações da companhia, na avaliação de Thiago Rocha,  diretor de relação com investidores da empresa de softwares e serviços para o setor financeiro.

Segundo o executivo, o valor da oferta pode chegar a R$ 180 milhões, três vezes o valor captado no IPO em 2013. "Isso porque a companhia está três vezes maior em relação àquele momento", disse hoje, durante evento na B3. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Azimut Brasil conclui aquisição da distribuidora FuturaInvest

Depois de dois anos, a Azimut Brasil Holding concluiu o processo de a aquisição total da distribuidora de valores mobiliários (DTVM) FuturaInvest.

A compra faz parte da estratégia da empresa para entrar em novos segmentos do mercado. Sem citar valores, o CEO da Azimut Brasil, Giuseppe Perucci, diz que a quantia paga "não foi muito relevante" e acrescentou que "o investimento para fazer a empresa crescer será maior". Em breve, a distribuidora deve mudar de nome. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Movida anuncia compra da Fleet Services, de locação de veículos de luxo

A Movida, empresa de locação de veículos do grupo JSL, anunciou a compra da Fleet Services. O contrato foi celebrado nesta quarta-feira, 16 de agosto com a BVHD Locação de Veículos e Serviços LTDA, dona da marca no segmento de locação corporativa de veículos premium. A frota é de 153 veículos de luxo, tais como Audi, BMW, Mini, Jaguar, Land Rover e Porsche, que, segundo comunicado, geram receita por carro cinco vezes maior do que um modelo popular.

O valor da transação é de R$ 22 milhões, com subtração de dívidas financeiras da Fleet Services, estimadas em R$ 17 milhões, resultando então no preço de compra de R$ 5 milhões.

A Movida diz que o objetivo com a aquisição está relacionado “ao direito que lhe foi assegurado, com exclusividade e pelo prazo mínimo de cinco anos, de poder manter em cada uma das concessionárias da Rede EuroBike (presentes e futuras) estrutura que lhe propicie oferecer locações personalizadas aos clientes”.

A companhia diz que assim inicia atuação em um nicho de mercado diferenciado, de maior valor agregado, inclusive em novas linhas de negócio, e cita o serviço Movida Mensal Flex, de carro por assinatura, lançado em abril passado.

A efetivação da compra está condicionada a determinadas obrigações e condições, como aprovação em assembleia geral extraordinária e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As acionistas será assegurado direito de retirada, com o reembolso de suas ações apurado com base no valor patrimonial, a ser informado, e com base na posição acionária em 16 de agosto. Estadão  Leia mais em istoe 17/08/2017



Cade aprova compra de parte do Citi pelo Itaú

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem, com restrições, a compra de parte das operações do Citi no Brasil pelo Itaú Unibanco. A aprovação foi condicionada ao cumprimento de um acordo que prevê, entre outros pontos, que o Itaú não poderá adquirir instituições financeiras nem operadores de consórcio pelo prazo de 30 meses.

A aquisição da unidade de varejo do Citi no Brasil, área voltada para pessoas físicas, foi anunciada em outubro, em um negócio de R$ 710 milhões. O banco desbancou o espanhol Santander, que era apontado como favorito.

A compra é a 26.ª aquisição da história do Itaú. Depois dela, o banco já arrematou 49,9% da XP Investimentos, cujo pedido no Cade também já foi protocolado.

O Itaú afirmou que ainda depende do aval do Banco Central (BC) para poder integrar a operação. Após o sinal verde do BC, o banco trará para dentro de casa 71 agências do Citi e cerca de 315 mil clientes correntistas, com R$ 35 bilhões entre depósitos e ativos sob gestão (valores brutos na data-base de 31 de dezembro de 2015), além de 1,1 milhão de cartões de crédito e R$ 6 bilhões de carteira de crédito.

O relator do processo, Paulo Burnier, destacou que a fusão apresenta poucas preocupações concorrenciais, por causa da baixa participação de mercado do Citibank. De 13 mercados analisados, apenas o de cartão de crédito apresentava indícios de uma concentração mais elevada. “A operação não representa riscos à concorrência, diferentemente da operação HSBC/Bradesco, que teria condições de retirar agências do mercado nacional”, afirmou.

Ainda assim, para afastar qualquer preocupação, o relator seguiu a recomendação da superintendência geral do Cade e condicionou a aprovação à assinatura de um acordo, que foi sugerido pelas próprias empresas. O acordo tomou como base as restrições impostas na compra do HSBC pelo Bradesco, em que este último também foi proibido de fazer novas aquisições por 30 meses.

Também foram impostas ao Itaú medidas para melhoria de indicadores relacionados à portabilidade da conta salário, operações de crédito e qualidade, divulgação de informações sobre o cadastro positivo, treinamento e capacitação de pessoal interno para reduzir índices de reclamações e observação de regras de compliance. Há ainda previsão de multas por descumprimento do acordo.

Depois de duas reprovações em casos em que não foi possível chegar a um acordo com as empresas – nas fusões Kroton/Estácio e Ipiranga/Alesat – o presidente do Cade, Alexandre Barreto, ressaltou que o Itaú Unibanco e o Citibank endereçaram, desde a primeira proposta, os problemas concorrenciais identificados pelo Cade. Nos dois casos reprovados recentemente, as empresas foram acusadas de não terem feito propostas relevantes a tempo de negociá-las. “Isso vai na linha do que venho dizendo, de ser responsabilidade dos requerentes trazer as informações necessárias”, destacou Barreto.  - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 17/08/2017



Lucro de empresas de capital aberto cai 51%

O lucro de 312 empresas de capital aberto no segundo trimestre deste ano totalizou R$ 21,50 bilhões, uma queda de 51% ante igual intervalo de 2016, quando os ganhos totalizaram R$ 43,9 bilhões, de acordo com um levantamento feito pela Economática.

A consultoria também trouxe cálculos nos quais excluiu os resultados de Eletrobras, Vale e Oi, uma vez que, argumenta, a grande variação do lucro dessas companhias no período distorce o estudo geral. Nesse caso, o lucro foi de R$ 24,4 bilhões, valor 13,2% menor que o do mesmo período de 2016 (R$ 28,1 bilhões).

Setores

O setor com maior lucro acumulado no período, com 23 instituições, é o de bancos, cujos ganhos somados atingiram R$ 16 bilhões, crescimento de R$ 851 milhões ou 5,6%.

Seis setores tiveram prejuízo consolidado no segundo trimestre de 2017. O setor de Construção, com 21 empresas, registra R$ 1,56 bilhão de perdas, seguido por Transportes e Serviços, que acumulou prejuízo de R$ 654,4 milhões.

Dos 25 setores avaliados, 12 mostraram queda de lucratividade. O de Papel e Celulose, com cinco empresas, é o que tem a maior queda: prejuízo de R$ 399,8 milhões ante lucro de R$ 2,94 bilhões na mesma comparação. O setor com maior crescimento nominal de lucratividade é o de Siderurgia, com 18 empresas, teve ganho de R$ 107,4 milhões de abril a junho, contra prejuízo de R$ 792,3 milhões em igual intervalo de 2016. /Estadão Leia mais em DCI 17/08/2017



16 agosto 2017

Como a Estre, gigante do lixo, foi parar na Nasdaq

A Estre Ambiental, a maior empresa de serviços ambientais do País, está sendo capitalizada em US$ 370 milhões, numa operação que reduz dramaticamente sua dívida e lista a companhia numa Bolsa americana, a Nasdaq.

O capital para a Estre está vindo do Boulevard Acquisition Corp II, um veículo de aquisição de propósito específico — ou SPAC, na terminologia em inglês — listado na Nasdaq e cujo chairman é Marc Lasry, o fundador e CEO da Avenue Capital Group, uma firma de investimentos que administra cerca de US$ 10 bilhões em Nova York. Lasry e sua sócia, Sonia Gardner, fizeram seu nome e fortuna investindo em empresas altamente endividadas.

A Avenue Capital captou os recursos do Boulevard há dois anos, vendendo 37 milhões de units a US$ 10 cada. A transação anunciada hoje faz a fusão da Estre com o Boulevard, listando a companhia brasileira na Bolsa americana quando a operação for concluída, o que deve acontecer no quarto trimestre.

Como parte da transação, todos os atuais acionistas da Estre serão diluídos mas continuarão sócios da empresa. O fundador e chairman da Estre, o empresário Wilson Quintella Filho, ficará com uma participação minoritária e será um consultor estratégico da companhia. (Outros acionistas da Estre incluem o BTG Pactual, um fundo administrado pela Angra Partners, e os empresários Gisele de Moraes e Wilson de Lara.)

Comuns nos EUA e inexistentes no Brasil, os SPACs são o equivalente ao IPO de um cheque em branco. Os criadores do SPAC levantam recursos junto a investidores com a promessa de encontrar um ativo rentável. Por exemplo, em 2012, um SPAC chamado Justice Holdings — levantado pelo gestor Bill Ackman, da Pershing Square — fundiu-se com o Burger King, trazendo a rede de hambúrgueres de volta para a Bolsa.

O Boulevard precisava de um bom ativo, e a Estre precisava de dinheiro. No final de 2016, a Estre tinha uma dívida líquida de R$ 1,5 bilhão — a maior parte rodando a CDI — e uma geração de caixa de R$ 400 milhões naquele ano. A empresa tem crescido seu faturamento a 7% nos últimos 4 anos, um período no qual não fez aquisições.

A transação dá à Estre um valor de mercado inicial de US$ 816 milhões e um valor da firma (o que inclui a dívida) de US$ 1,1 bilhão, o que dá um múltiplo de 7,7 vezes sua geração de caixa estimada para 2018. Do capital que entra, US$ 200 milhões serão usados para reduzir a dívida líquida, que cairá de 5,2 para 2,2 vezes a geração de caixa anual. Com o saldo, a Estre deve retomar aquisições.

Fundada por Quintella e sua sócia Gisele de Moraes em 1999, a Estre é dona de 13 aterros sanitários, tem outros cinco em desenvolvimento, e faz a coleta de lixo em 15 cidades brasileiras.

A transação de hoje abre um novo capítulo numa trajetória empresarial ambiciosa que foi atropelada pela inadimplência do setor público, o alto endividamento da companhia e o fechamento do mercado de capitais na crise do impeachment, num momento em que a taxa de juros disparou.


Com o sonho de criar uma ‘Ambev do lixo’, entre 2008 e 2013 Quintella comprou sete empresas, começando pela operação de lixo perigoso da multinacional Veolia, que estava saindo deste business do Brasil.

Sua primeira grande aquisição veio em 2010, quando a Estre comprou a Cavo Ambiental da Camargo Correa por R$ 610 milhões. O BTG Pactual financiou 100% da compra com um empréstimo, e mais tarde injetou capital na empresa, gradualmente chegando a uma participação de 35%, que agora será diluída.

Em seguida, a Estre comprou duas operações de aterro e coleta de lixo: a Leão Leão, de Ribeirão Preto, e a Viva, que opera em Salvador, Feira de Santana, Maceió e Taboão da Serra.

Em maio de 2015, o BTG e Quintella instalaram Sergio Pedreiro como CEO da Estre, e Quintella assumiu a presidência do conselho. Pedreiro — um executivo experiente que passou pela GP Investimentos, foi CFO da ALL e, mais tarde, da empresa global de cosméticos Coty — já era conselheiro da Estre desde 2011. O novo CEO começou a profissionalizar a empresa, cortou custos e introduziu critérios de meritocracia na remuneração dos executivos.

No início de 2016, com a água pelo nariz, a Estre sentou-se com os três bancos que mais lhe davam crédito: o BTG, Itaú e Santander. O primeiro tinha R$ 900 milhões de exposição ao crédito da Estre; os dois últimos, cerca de R$ 250 milhões cada. Os bancos concordaram em restruturar a dívida: alongaram o perfil e pediram a venda de ativos ou uma injeção de ‘equity’. A Estre optou pela segunda alternativa.

O negócio do lixo ainda tem um vasto potencial de crescimento no Brasil, onde grande parte da população ainda não é atendida por serviços de coleta e quase metade dos resíduos vão para ‘lixões’ em vez de aterros sanitários. Há ainda muito que as empresas podem fazer no que o setor chama de 'valorização do lixo' (a reciclagem) e na geração de energia a partir do lixo. O volume de resíduos sólidos tem crescido 4% ao ano.

As possibilidades de consolidação são gigantescas. Nos EUA, as duas maiores empresas do ramo, a Republic Services e a Waste Management, recebem 50% de todo o lixo final. No Brasil, a Estre, a maior de todas, recebe 8%. (Republic e Waste Management negociam a 10x EV/EBITDA de 2018, e entre 21 e 24 vezes o lucro do ano seguinte.) Na França, as duas maiores — a Suez e a Veolia — têm 80% do mercado, e são ambas listadas. Geraldo Samor  Leia mais em braziljournal 16/08/2017
(Balanços patrimoniais)

16 agosto 2017



Atividade de fusão e aquisição recua no 1º semestre, segundo Anbima

A atividade de fusão e aquisição de empresas recuou no primeiro semestre deste ano na comparação com igual período de 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Em volume financeiro, a queda foi de 46,8%, para R$ 32,7 bilhões. Em quantidade, a retração ficou em 25,5%, para 44 transações.

O maior número de operações se deu na faixa de negócios entre R$ 20 milhões e R$ 99 milhões, que representaram 43,2% do total. É o maior patamar atingido pelo menos desde 2012.

Em relação ao tipo de comprador, a Anbima mostra que a maior movimentação ocorreu entre empresas brasileiras, cujos negócios somaram R$ 12,5 bilhões. A cifra considera, porém, a reestruturação societária da Valepar, que somou R$ 7,36 bilhões.

As aquisições entre companhias estrangeiras atingiram R$ 8,5 bilhões. Depois, ficaram as empresas estrangeiras comprando ativos brasileiros, com R$ 8,3 bilhões, e as locais comprando internacionais, com R$ 3,4 bilhões. Leia mais em jornalfloripa 16/08/2017



Warren Buffett negocia a compra da maior resseguradora da América Latina

É parte da Oferta Pública Inicial feita pelo IRB Brasil Resseguros e na qual os acionistas procuram arrecadar US$ 920 milhões.

A Berkshire Hathaway, a empresa dirigida pelo investidor bilionário Warren Buffett, está em negociações para comprar uma participação na maior resseguradora da América Latina, o IRB Brasil Resseguros, após uma Oferta Pública Inicial (IPO), de acordo com duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

A aquisição poderá ser feita através da unidade General Re da Berkshire, de acordo com os informantes que enfatizaram também que o JPMorgan Chase está assessorando o IRB, com sede no Rio de Janeiro.

Os atuais acionistas venderão participações na OPI, que poderá arrecadar até R$2,900 bilhões (US $ 920 milhões). Os vendedores incluem o governo brasileiro, que detém uma participação de 27%; as seguradoras BB Seguridade Participações e Bradesco Seguros, cada uma com 20,4%, e Itaú Unibanco, com 15%. Referência: La República Leia mais em capitólio 16/08/2017



Fusão entre Fibria e Suzano volta ao campo de avaliação

Em meio à profusão de informações e rumores sobre o processo de venda Eldorado Brasil, produtora de celulose de eucalipto da J&F Investimentos, outro movimento de consolidação já levantado como potencialmente positivo pelo mercado e pela indústria voltou à cena: uma possível fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria, as duas maiores produtoras mundiais da matéria-prima. Leia mais em valoreconomico 16/08/2017



Uber conquista 4 investidores mas disputa trava negócio

Uber Technologies está em negociações exclusivas para alinhavar financiamento com quatro investidores,  mas um acordo, que pode atingir até US$ 12 bilhões, depende do resultado de uma briga de tribunal entre dois membros do conselho.

O financiamento viria do SoftBank e do gigante chinês Didi Chuxing, juntamente da Dr... Leia mais em bol.uol 16/08/2017



Boulevard Acquisition Corp. II irá se associar à Estre Ambiental S.A., Maior Empresa de Gestão de Resíduos

Boulevard Acquisition Corp. II irá se associar à Estre Ambiental S.A., Maior Empresa de Gestão de Resíduos na América Latina

Após a transação, a Estre será listada na Nasdaq, o que deverá Melhorar sua Flexibilidade Financeira e Consolidar sua Liderança de Mercado de forma a Sustentar o Crescimento Futuro

A Boulevard Acquisition Corp. II (NASDAQ: BLVD) ("Boulevard"), uma empresa sem objeto social patrocinada por uma filial do Grupo Avenue Capital ("Avenue"), e a Estre Ambiental S.A. ("Estre"), a maior empresa de gestão de resíduos no Brasil e América Latina, anunciaram hoje que firmaram um acordo definitivo no qual a Boulevard se associará à Estre. Como resultado da transação, a Estre se tornará uma empresa de capital aberto com ações listadas na NASDAQ e um valor de mercado inicial previsto de aproximadamente US$ 1,1 bilhão, pressupondo um múltiplo de 7,7x do EBITDA Ajustado estimado para 2018.

A Estre oferece uma gama completa de serviços ambientais relacionados à gestão de resíduos para mais de 31 milhões de pessoas diariamente, em sete estados brasileiros, onde cerca de 50% da população brasileira está concentrada. A empresa, que deve gerar uma receita de US$ 466 milhões e um EBITDA Ajustado de aproximadamente US$ 132 milhões em 2017 (câmbio USD/BRL de US$ 1,00 para R$3,19), é especializada na coleta, tratamento e disposição final de resíduos não perigosos e perigosos para clientes municipais, industriais e comerciais. Com um consistente crescimento da receita e atuando em um mercado em expansão, a Estre está posicionada de forma favorável para liderar uma indústria fragmentada, com o crescente suporte regulatório em prol do descarte ambientalmente correto de resíduos.

Hoje, a Estre atua como uma empresa ambientalmente responsável, transparente e com foco em compliance. As operações de aterros da Estre, atualmente concentradas em 13 aterros sanitários, destinam adequadamente 6 milhões de toneladas de resíduos por ano. A empresa também deve adicionar cinco novos aterros às suas operações nos próximos anos. A infraestrutura de gestão de resíduos da Estre conta também com duas instalações de geração de energia através do biogás, com capacidade instalada de cerca de 14 MW e potencial de geração de 80 MW, além de três instalações de tratamento de resíduos perigosos e resíduos de serviços de saúde.

A equipe de administração da Estre, liderada pelo diretor executivo Sérgio Pedreiro, vai permanecer na liderança da empresa após a conclusão da transação. O conselho de administração da empresa terá nove membros, incluindo cinco diretores independentes com extensa experiência em serviços ambientais e em compliance.

Stephen Trevor, diretor executivo da Boulevard, disse: "Estamos animados para trabalhar em conjunto com a forte e disciplinada equipe de liderança da Estre para que a líder brasileira da indústria de gestão de resíduos possa crescer de forma orgânica e explorar novas oportunidades. A equipe da Estre é conhecida por sua atuação de alto desempenho e também por se diferenciar na América Latina pelo foco em suas práticas sustentáveis e na implementação de um forte programa de compliance desde que a atual administração assumiu a empresa".

Sérgio Pedreiro, Diretor Executivo da Estre, disse: "A Estre vai continuar trabalhando duro para se diferenciar como uma das principais empresas de gestão de resíduos da América Latina. Com o volume de resíduos sólidos no mercado brasileiro crescendo 4% ao ano de forma consistente ao longo dos últimos anos e uma estrutura regulatória favorável, esta operação vai fornecer à Estre os recursos necessários para que possa continuar crescendo e investindo em oportunidades de aquisição. Estamos ansiosos para iniciar essa parceria com a Boulevard para acelerar nossa estratégia de crescimento".

Marc Lasry, presidente da Boulevard, disse: "Estamos fazendo esse investimento com um valor de mercado atraente no que acreditamos ser um ponto de inflexão no cenário macroeconômico do Brasil e com a consolidação e institucionalização da indústria de resíduos sólidos no país".

Principais Termos da Transação

Nos termos da transação, uma nova Companhia Holding nas Ilhas Cayman ("Holdco") será constituída e, antes da efetivação da fusão das empresas, todos ou quase todos os acionistas da Estre farão a troca de suas ações da Estre por ações da Holdco, por um valor de US$ 10,00 por ação e, sendo assim, a Estre se tornará uma subsidiária da Holdco. No fechamento, a Boulevard também se tornará uma subsidiária da Holdco, que será uma companhia de capital aberto com ações listadas na NASDAQ, e as ações em circulação da Boulevard serão convertidas em ações da Holdco, na proporção de um para um. Os direitos de subscrição de ações da Boulevard se tornarão direitos de subscrição para as ações da Holdco, com preço de exercício de US$ 11.50 por ação.

A HoldCo deverá ter um valor de mercado inicial previsto de aproximadamente US$ 1,1 bilhão, pressupondo um múltiplo de 7,7x do EBITDA Ajustado estimado para 2018.

Os acionistas da Estre não receberão qualquer compensação financeira na transação, exceto as ações da nova Companhia Holding de capital aberto. Após a efetivação da transação, e considerando que não haverá resgates pelos atuais acionistas da Boulevard, os atuais acionistas da Estre deterão 43% das ações da nova empresa e os atuais acionistas da Boulevard deterão o restante das ações. O caixa mantido sob custódia da Boulevard (atualmente US$ 370 milhões) será usado para amortizar US$ 200 milhões da dívida atual da Estre, considerando um desconto no montante total, e para financiar os planos de crescimento da companhia e sua necessidade de capital de giro, assim como para arcar com as despesas da transação.

A transação, que foi aprovada pelos Conselhos de Administração da Boulevard e da Estre, deverá ser concluída no quarto trimestre de 2017. A conclusão está sujeita à aprovação dos acionistas da Boulevard e ao cumprimento de outras condições habituais de fechamento da transação.

Greenberg Traurig LLP e Demarest Advogados atuaram como consultores jurídicos da Boulevard. Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Machado, Meyer, Sendacz e Ópice Advogados atuaram como consultores jurídicos da Estre.

Uma descrição completa dos termos da transação será fornecida na declaração de registro do Formulário F-4 que será apresentado à U.S. Security and Exchange Commission ("SEC") que incluirá um relatório aos acionistas da Boulevard e, também, apresentará um prospecto preliminar da Holdco.

A Boulevard reitera para que os investidores, acionistas e outras pessoas interessadas leiam, quando for disponibilizado, o relatório aos acionistas/prospecto, e também os demais documentos submetidos à SEC, pois esses documentos conterão informações importantes. Quando a declaração de registro for efetivada, o relatório aos acionistas/prospecto definitivo, que deve ser anexado à declaração de registro, será enviado aos acionistas da Boulevard, assim como uma data a ser estabelecida para votar a fusão proposta. Os acionistas também poderão obter uma cópia da declaração de procuração, gratuitamente, através de uma solicitação enviada para: Boulevard Acquisition Corp. II, 399 Park Avenue, 6th Floor, Nova York, NY 10022. Os relatórios aos acionistas/prospecto preliminar e definitivo, inclusos na declaração de registro e no relatório aos acionistas definitivo, quando disponibilizados, também poderão ser acessados gratuitamente no site da SEC (http://www.sec.gov).
Sobre a Estre Ambiental S.A.

A Estre é a maior empresa de gestão de resíduos do Brasil e América Latina. A companhia oferece uma gama completa de serviços ambientais relacionados à gestão de resíduos para mais de 31 milhões de pessoas diariamente, em sete estados brasileiros, onde cerca de 50% da população brasileira está concentrada. As operações de aterros da Estre, atualmente concentradas em 13 aterros sanitários, destinam adequadamente 6 milhões de toneladas de resíduos por ano. A empresa também deve adicionar cinco novos aterros às suas operações nos próximos anos. A infraestrutura de gestão de resíduos da Estre conta, também, com duas instalações de geração de energia através do biogás com capacidade instalada de cerca de 14 MW e potencial de geração de mais de 80 MW, além de três instalações de tratamento de resíduos perigosos e resíduos de serviços de saúde. Mais informações sobre a Estre estão disponíveis em http://www.estre.com.br/en/.

Sobre a Boulevard Acquisition Corp. II - A Boulevard é um veículo de investimento formado pelo Grupo Avenue Capital com o objetivo de realizar fusão, aquisição de ativos, compra de ações, reorganização ou combinação de negócios com uma ou mais empresas. A Boulevard concluiu sua oferta pública inicial em setembro de 2015, arrecadando US$ 370 milhões em recursos.
Os diretores da Boulevard e alguns de seus conselheiros são associados ao Avenue Capital Group.  A Avenue é uma empresa global de investimentos alternativos fundada em 1995. O foco principal da Avenue é investir no mercado de crédito e outros fundos especiais nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A Avenue tem aproximadamente US$ 10 bilhões em ativos sob sua administração, posição em 31 de julho de 2017.  Mais informações sobre Boulevard estão disponíveis em www.boulevardacq.com.

Participantes na Solicitação A Boulevard, a Estre e a Holdco (quando estabelecida) e seus respectivos conselheiros e alguns de seus respectivos diretores executivos podem ser considerados participantes na solicitação à fusão proposta e descrita neste comunicado à imprensa, de acordo com as regras da SEC. Informações sobre os conselheiros e diretores da Boulevard constam em seu Relatório Anual no Formulário 10-K para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2016, submetido à SEC em 21 de fevereiro de 2017.
As informações sobre as pessoas que podem, de acordo com as regras da SEC, serem consideradas participantes na solicitação dos acionistas em relação à fusão proposta serão incluídas no relatório aos acionistas quando submetidos à SEC no Formulário F-4. Esses documentos podem ser obtidos gratuitamente nas fontes indicadas acima.
Não Solicitação
Este comunicado à imprensa não é um relatório aos acionistas nem um pedido de procuração, consentimento ou autorização em relação a quaisquer valores mobiliários ou em relação à transação proposta e não deve constituir uma oferta de venda ou uma solicitação de oferta de compra de valores mobiliários da Boulevard, Holdco ou Estre, nem haverá a venda de tais valores mobiliários em qualquer estado ou jurisdição, sendo que tal oferta, pedido ou venda seria ilegal antes do registro ou qualificação nos termos das leis de valores mobiliários de tal estado ou jurisdição. Nenhuma oferta de valores mobiliários deve ser feita, exceto por meio de um prospecto cumprindo os requisitos da Seção 10 da Lei de Valores Mobiliários de 1933 dos Estados Unidos da América (Securities Act of 1933), conforme alterado. FONTE Boulevard Acquisition Corp. II  PR Newswire Leia mais em broadcast.estadao 16/08/2017
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Espanhola Acciona mira aquisição de empresas e PPPs em saneamento

No meio do maior escândalo de corrupção do Brasil, a espanhola Acciona faz planos para ampliar os negócios no País. Além de novos contratos, a multinacional quer comprar empresas no setor de infraestrutura e construção para melhorar a base de clientes e conhecimento em algumas áreas. Ao mesmo tempo, está de olho em oportunidades de Parcerias Público-Privada (PPPs) na área de saneamento básico e iluminação pública.

A companhia atua no Brasil desde 1996 e detém a concessão da chamada Rodovia do Aço (BR-393). Na construção civil, a empresa participou das obras do Porto do Açu, no Rio de Janeiro, e toca dois lotes do Rodoanel Norte, em São Paulo. Além disso, detém os contratos da Linha 2 do Metrô de São Paulo e de Fortaleza - ambos aguardam ordem de serviço governos locais. No total, a carteira de projetos da companhia, que emprega 2,6 mil funcionários, soma hoje R$ 3 bilhões.

Apesar da crise, o presidente da companhia, André Clark Juliano, ex-executivo da construtora Camargo Corrêa, diz que está otimista com a recuperação do País - e de certa forma, com as lacunas deixadas pelas construtoras envolvidas na Operação Lava Jato. "Pelo menos, hoje temos condições de competir", destaca Clark, que assumiu a empresa no ano passado. Desde então, ele selecionou alguns ativos que poderiam interessar ao grupo espanhol. Sete empresas foram avaliadas, mas, por enquanto, nenhum negócios foi fechado.

O executivo não quis revelar os nomes das empresas, mas afirmou que o orçamento para uma aquisição no País está entre ¤ 30 milhões e ¤ 100 milhões (entre R$ 112 milhões e R$ 372 milhões). "Para nós, o que interessa é uma empresa que acrescente know how, capacidade técnica e carteira de clientes", disse Clark, explicando que a empresa tem interesse em ativos de concessão e prestadoras de serviço de construção e manutenção na área de energia.

No mercado, fontes afirmam que não faltam oportunidades de negócios, especialmente entre as construtoras envolvidas na Operação Lava Jato. Um executivo do setor afirma que há muitos bons ativos disponíveis na praça.

Clark afirma que tem percebido uma ligeira melhora na demanda. Nos últimos meses, a empresa recebeu oito pedidos de propostas que somam cerca de R$ 4,5 bilhões em obras, especialmente de concessionárias de serviço público em São Paulo e Rio de Janeiro. "Ainda não sabemos se vamos ganhar os contratos, mas é uma boa sinalização de que os negócios estão voltando aos poucos."

A Acciona também tem planos de expandir os negócios no setor de saneamento, área carente de investimento no Brasil. Atualmente, há três projetos no setor que interessam à empresa. Um deles é um projeto de dessalinização em Fortaleza, no qual a companhia teria condição de aplicar as técnicas que usou na estação de Adelaide, na Austrália, afirma Clark.

Outro é a gestão de perdas para uma concessionária no Nordeste e uma PPP, que será lançada pela Sabesp, para aproveitamento de biogás para geração de energia e secagem térmica do lodo. "No Brasil, fomos pioneiros neste tipo de projeto, com a realização da ETE Arrudas, para a Copasa, em MG." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadão Leia mais em DCI 16/08/2017



Boehringer Ingelheim triplica vendas em saúde animal após fusão

A Seis meses após concluída a fusão com a Merial, fabricante do parasiticida para cães e gatos Frontline, a Boehringer Ingelheim viu as vendas de sua área de saúde animal triplicarem globalmente, para 2,1 bilhões de euros.

A ideia é levar a companhia à liderança mundial no mercado de saúde animal, que abrange não só os pets, mas todo o universo relacionado à produção animal. No Brasil, a Boehringer Ingelheim tem fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia, no Estado de São Paulo, com foco em produtos para a saúde humana e animal, respectivamente. Leia mais em colunadobroad.estadao 16/08/2017




Cade aprova com restrições compra do Citi pelo Itaú

O Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) aprovou com restrições a venda dos negócios de varejo do Citi para o Itaú. Para isso, a operação a autoridade antitruste proibiu o Itaú de comprar outras instituições financeiras por 30 meses.

Foram definidas também medidas em quatro grandes linhas: comunicação e transparência, treinamento, indicadores de qualidade e compliance. Nesse sentido, o banco deverá adotar ações, por exemplo, para melhorar a disponibilidade de informações sobre a portabilidade de crédito.... Leia mais em valoreconomico 16/08/2017



Decolar faz pedido para abrir capital nos EUA

A agência de viagens online Decolar.com, com sede na Argentina, apresentou ontem um pedido de abertura de capital na Bolsa de Nova York. A companhia pretende levantar até US$ 100 milhões com a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e realizar a operação até o fim deste ano, segundo documentos entregues à reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos, a Securities and Exchange Comission (SEC).

A Decolar.com fatura cerca de US$ 4 bilhões por ano, com o Brasil sendo responsável por metade desse valor. O faturamento total da companhia é aproximadamente 45% superior ao da CVC, maior agência de viagens do País.

No ano passado, quando o site de viagens Expedia comprou 20% da Decolar.com, a empresa foi avaliada em US$ 1,4 bilhão, segundo fontes do mercado.

Segundo os documentos apresentados a SEC, a companhia pretende abrir capital com a sigla DESP. Entre os coordenadores do IPO estão instituições financeiras como Morgan Stanley, Citigroup, Itaú BBA e UBS, informou a empresa em comunicado. Ainda não há uma data confirmada para o IPO.

História. Fundada em 1999 e controlada pelo fundo de investimento norte-americano Tiger Global Management, a Decolar.com é um dos poucos unicórnios da América Latina – nome dado a startups que valem mais de US$ 1 bilhão. Entre as companhias que também fazem parte deste grupo, estão as argentinas MercadoLibre (conhecida como Mercado Livre no Brasil) e Patagon.

Além da Tiger, a Decolar.com tem entre seus investidores o Expedia e fundos de investimento como General Atlantic, Sequoia e Insight Venture Partners. A Tiger também possui outros investimentos no Brasil, como o Nuban, de cartão de crédito, e a Netshoes.- O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 16/08/2017



15 agosto 2017

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 07 a 13/ago/2017

Anunciadas 15 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 07 a 13/ago/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                    
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • CI&T compra agência nos EUA. CI&T é uma empresa de tecnologia nascida no polo industrial de Campinas com atuação nos cinco continentes. Acaba de comprar a Comrade, uma agência, nos EUA. "Estamos conectando a compra da Comrade com o Marketing Studio, que já faz esse tipo de trabalho aqui no Brasil, ampliando na CI&T a visão de dados, comunicação e marketing digital”.
"Market Movers” - Exterior
  • Nielsen adquire a vBrand, startup de marketing esportivo baseado em IA. Plataforma de aprendizado de máquina da startup será integrada à Nielsen Sports, o que deve proporcionar maior velocidade e escala de distribuição aos principais produtos esportivos da empresa A transformação digital e a competitividade do mercado aumentam a exigência por resultados da área de TI. Neste cenário, o CIO passa a criar vínculos com as áreas de negócios da empresa e a possuir papel importante como fonte de inovação.03/08/2017
  • Toyota compra fatia da Mazda e anuncia fábrica conjunta nos EUA. A transação, de 50 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,4 bilhões), marca o início de uma parceria tecnológica entre as duas montadoras. A Toyota anunciou nesta sexta-feira (4) a aquisição de uma fatia de 5,05% das ações da também japonesa Mazda. A transação, de 50 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,4 bilhões), marca o início oficial de uma parceria tecnológica e para a produção conjunta de veículos das duas marcas nos Estados Unidos.04/08/2017
  • SoftBank investe US$1 bi em empresa de comércio eletrônico esportivo Fanatics. O SoftBank Group está investindo 1 bilhão de dólares na Fanatics como parte de uma rodada de investimento que valoriza a empresa de comércio eletrônico esportivo em 4,5 bilhões de dólares, segundo fontes familiarizadas com o assunto. O novo investimento deve ser encerrado no final deste mês, disse uma das fontes. A Fanatics não falou sobre o assunto e o SoftBank não comentou. 08/08/2017
  • Thai Beverage compra lojas da KFC na Tailândia por US$ 340 milhões. A Thai Beverage fechou acordo para comprar as lojas da rede de fast food KFC na Tailândia da Yum Restaurants International (Thailand), por 11,3 bilhões de baht (US$ 339,6 milhões. O negócio inclui mais de 240 lojas existentes e outras que estão em desenvolvimento no país. A aquisição, que deve ser concluída até o fim deste ano, será financiada com recursos próprios e empréstimos bancários, disse a Thai Beverage.08/08/2017
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • BES: Liquidatários do GES põem à venda empresa brasileira Luzboa. A comissão liquidatária da Rio Forte, empresa que pertencia ao Grupo Espírito Santo (GES), pôs à venda a empresa brasileira Luzboa, que tem barragens hidroelétricas. A informação que consta da página na Internet da Espírito Santo Insolvencies dá conta do lançamento formal do processo de venda, referindo que "é esperado que os contactos com potenciais investidores aconteçam na segunda quinzena de agosto”. Em causa está a participação de 97,77% que a Euroamerican Finance, uma subsidiária da Rio Forte, em quatro empresas brasileiras que se designam todas Luzboa (Luzboa Um, Luzboa Dois, Luzboa Três e Luzboa Quatro).11/08/2017
  • Indonésia April oferece R$ 16 bi pela Eldorado. A companhia indonésia April ofereceu R$ 16 bilhões pela compra da Eldorado, empresa de celulose controlada pelo grupo J&F, de Joesley Batista. É o maior lance até o momento. A chilena Arauco já havia oferecido R$ 14 bilhões pelo negócio. No páreo está ainda o grupo brasileiro Fibria. ..  11/08/2017
  • Movida e Unidas em conversas avançadas para uma fusão A Movida e a Unidas estão em conversas avançadas para uma fusão, um movimento que criaria um No. 2 forte num mercado de locação ainda pulverizado e reduziria o ‘gap' com a Localiza. Segundo fontes a par do assunto, as companhias já fizeram bastante progresso na discussão da relação de troca de ações, e a distância que separa as partes de um acordo é pequena. A negociação agora está focada nas demais condições e na governança. Ainda assim, como em toda operação do tipo, não há garantias de que as partes chegarão a um acordo final. 10/08/2017
  • Aliansce diz estar preparada para vender ativos. O vice-presidente da Aliansce, Rafael Sales, disse nesta quinta-feira (10) em teleconferência de resultados que a companhia está preparada para venda ou “reavaliar ativos” sem “retorno diferenciado”. A empresa também terá “processo mais formal de reavaliação estratégica”, disse diretor, sem dar detalhes. Segundo informações que circulam no mercado, a venda de negócios tem como objetivo sair de operações com baixa participação ou retorno abaixo do esperado, em que a empresa não possa gerir o investimento ou não tenha .. 10/08/2017
  • Odebrecht está pronta para vender duas represas no Peru. A Odebrecht está preparada para vender, nos próximos 45 dias, duas importantes represas que tem no Peru, como parte de seu plano de se desfazer seus projetos no país, disse a empresa à AFP. Ainda que a empreiteira não diga o montante dos negócios, agentes do mercado estimam que a primeira delas, Chaglla, na região central do Peru, valha cerca de 1,5 bilhão de dólares. Na segunda, Chavimochic III (norte), avaliada em 500 milhões de dólares, a empresa brasileira participa com 70% da construção e 70% da concessão do serviço.08/08/2017
  • Previ está mais perto de vender Sauípe. A Previ, maior fundo de pensão do país, está mais próxima de vender o complexo hoteleiro Costa do Sauípe, na Bahia, apurou o Valor. De acordo com fontes com conhecimento do assunto, a entidade prepara um memorando de entendimentos para ser assinado com a Rio Quente Resorts, de Goiás, visando concluir as negociações, que já duram alguns meses. Ao mesmo tempo, a fundação dos funcionários do Banco do Brasil tenta na Justiça uma indenização R$ 242 milhões da Odebrecht por defeitos e erros na ..08/08/2017
  • Transmissão pode ter investimento recorde de R$ 23 bi, diz Aneel. O segundo leilão de linhas de transmissão previsto para 2017, a ser realizado entre outubro e novembro, deve oferecer projetos que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos. Se todos os lotes forem arrematados, o segmento baterá recorde de contratação de novos projetos em um ano, alcançando R$ 23 bilhões em abril, R$ 12,7 bilhões foram contratados. Essa projeção é feita por técnicos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Confirmada a expectativa de contratação de novas linhas este ano, o segmento terá superado em mais de 20% o volume de R$ 18,9 bilhões dos projetos negociados nos leilões do ano passado. Os certames de 2016 são responsáveis, até agora, pelo maior volume de investimento anual em transmissão registrado na série histórica do órgão regulador. 07/08/2017
 M & A - COMPRA
  • Lítio ganha holofotes e vira a noiva de investidores. Pouco observada até agora, ao menos no Brasil, a indústria de lítio deverá atrair investidores após a reforma do Código da Mineração, que acabou com algumas incertezas e desburocratizou investimentos. Mundialmente, o setor ganha os holofotes por conta de sua funcionalidade: é indispensável para o funcionamento de baterias de carros elétricos e de eletrônicos de alta tecnologia. No Brasil há três fabricantes relevantes, Falcon Metais, Sigma Mineração e CBL.Hoje, o País possui 0,4% das reservas de lítio do mundo. A estimativa é de que, em 2019, diante de potenciais descobertas, responda por 8%, tornando-se o 5º em reservas mundiais, segundo estimativas do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Atualmente, o Brasil produz 1% do mineral em uso no mundo, o que equivalente a 48 mil toneladas. 13/08/2017
  • Sem Estácio, Kroton focará em fusões com empresas de educação básica. A Kroton buscará oportunidades para fusão e aquisição no setor de educação básica a partir da compra de escolas e “flagships”, escolas de maior nome no setor....  11/08/2017
  • Anima realiza mudanças no alto escalão “Nossa estratégia prevê abertura de unidades perto das estações de metrô e crescimento orgânico das instituições de ensino com marca reconhecida em suas respectivas regiões”, disse Bueno. O executivo disse ainda que a companhia continua analisando aquisições e que aumentou a oferta de ativos com boas marcas.  11/08/2017
  • Executivos da Kroton tiveram uma hora para lamentar fracasso na fusão: agora é pensar no futuro. Após fracasso na fusão, Kroton foca em pequenas compras e em tecnologia ... 11/08/2017
  • Mitsui negocia a compra de parcela de 30% da Algar Agro. A subsidiária brasileira do grupo japonês Mitsui está em negociações avançadas para a compra de uma participação de 30% na Algar Agro, braço agrícola da companhia mineira de telecomunicações, apurou o Valor. Com duas unidades de processamento de grãos e 17 armazéns localizados em diversas regiões do país, o braço agrícola estava em busca de investidores há alguns meses, diante do cenário adverso no segmento de commodities e da dificuldade da empresa para crescer no mercado. Segundo fontes do setor, esses esforços foram intensificados após a saída de Murilo Braz Sant’anna da presidência da Algar Agro, em abril. O executivo havia assumido o cargo em janeiro de 2015 e foi substituído por Douglas Waldemar Vanderlei Ribeiro.11/08/2017
  • Após aquisição da Pelissari, Cast se prepara para dobrar de tamanho até 2021.  Com a meta de dobrar de tamanho e atingir um faturamento de R$ 1 bilhão até 2021, com vistas à abertura de capital, a Cast group, empresa brasileira de consultoria de TI e outsourcing de desenvolvimento, iniciou há quatro anos uma estratégia de aquisições para complementar seu portfólio. Desde então, a companhia comprou cinco empresas. Além da Meta, SUM, PowerLogic, as três primeiras empresas adquiridas pela Cast, nos últimos seis meses, o grupo arrematou também a HRDevelopers, desenvolvedora de software para gestão do capital humano (HCM), e a Logix, de Belo Horizonte, que atua na área de robótica e mantém uma fábrica em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. 10/08/2017
  • PetroRio espera fechar novas aquisições neste semestre . Depois da aquisição da Brasoil, no início deste ano, a PetroRio está otimista quanto a novas aquisições de ativos no segundo semestre. Segundo o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da petroleira, Blener Mayhew, a companhia fechou junho com saldo final de caixa de R$ 678 milhões, "disponível" para aquisições...11/08/2017
  • Grupo Ultra mantém estratégia de expansão no país. O Ultra segue atento a oportunidades de aquisição no país e não vai mudar seu foco, ou direcionar a estratégia de expansão para o mercado internacional, por causa do veto do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à compra da Alesat pela Ipiranga, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores da Ultrapar, André Pires. O órgão antitruste barrou a transação no dia 2 deste mês e também analisa a aquisição da Liquigás por outra empresa do grupo, a Ultragaz. Ao mesmo tempo, o grupo mantém investimentos orgânicos planejados e segue avaliando outras oportunidades de aquisição "que façam sentido do ponto de vista estratégico ou de geração de valor", acrescentou. O executivo disse que a estratégia de expansão internacional sempre está em análise e a Oxiteno, braço de especialidades químicas do grupo, é o caminho mais natural para essa finalidade 11/08/2017
  • Engie negocia aquisição de projeto eólico da Renova Energia. A elétrica Engie Brasil Energia está em negociações avançadas para a aquisição de um projeto de usinas eólicas da Renova Energia , na Bahia, de acordo com documento das empresas visto pela Reuters nesta terça-feira. A negociação é pelo complexo Umburanas, que vendeu a produção em um leilão promovido pelo governo em 2014. A construção do parque ainda não começou. Mas o complexo poderia estar em funcionamento em 2019, propuseram as empresas, caso o negócio receba aprovação da agência reguladora Aneel. Segundo o documento, que não cita valores, já há um processo de due dilligence em andamento.08/08/2017
  • Kroton disposta a pagar R$ 5 bi pela Somos. A Kroton sinalizou à Tarpon que está disposta a ofercer até R$ 5 bilhões pela Somos Educação, um prêmio de 33% sobre o valor de mercado atual, de R$ 3,75 bilhões. Sempre que perguntada, a Tarpon tem dito ao mercado que ainda está só no início de seu trabalho de geração de valor na Somos, mas o prêmio embutido na proposta está fazendo a gestora pensar no assunto. As conversas entre os dois lados — que ainda não resultaram numa oferta firme — acontecem depois da Kroton ter sido impedida pelo CADE de concluir a compra da Estácio.08/08/2017
PRIVATE EQUITY
  • Estrangeiros voltam a investir no País. Os investidores estrangeiros estão, aos poucos, voltando a olhar o Brasil com interesse, depois de terem deixado o País por causa da crise econômica. O movimento é cauteloso - uma vez que a incerteza política ainda não foi embora - mas já aparece de forma mais clara na economia. A presença deles quase dobrou nas operações de abertura de capital e emissões de ações na Bolsa de Valores no primeiro semestre; os estrangeiros também tiveram participação relevante, de 44%, na compra de empresas e fusões de companhias - dois dos principais termômetros para medir o apetite dos investidores. Esse retorno que começa a se desenhar é explicado, em parte, pela recuperação de indicadores econômicos: tanto a inflação quanto a taxa básica de juros estão em queda. Mas isso não é tudo. O cenário internacional também está jogando a favor. ?A volta (dos investidores) é muito em função do mercado externo. O cenário internacional é o mais benigno desde 2008. Há uma melhora da economia em vários países, sobretudo dos EUA e Europa?, diz Ricardo Lacerda, sócio do banco de investimentos BR Partners. 13/08/2017 
  • Fundos miram companhias em crise  Depois de os fundos de private equity terem investidos bilhões no Brasil nos últimos anos para comprar empresas que tirariam proveito do crescimento econômico, começa a surgir na indústria uma nova safra de produtos voltados para a aquisição de companhias em crise financeira. Pelo menos três gestoras - Starboard Reestructuring Partners, IG4 Capital e Laplace Finanças - estão em processo de captação de fundos que podem investir quase R$ 2 bilhões na compra de ações e dívidas de empresas alavancadas, que estejam à beira ou já em processo de recuperação judicial características que costumam apavorar investidores mais tradicionais.   10/08/2017 
  • Fundos de médio porte devem impulsionar consolidação em educação. Há hoje, no Brasil, mais de 1,8 mil universidades que, ao menos por enquanto, não estão nas mãos dos grupos “top five” de ensino do País e que devem atrair fundos de private equity de médio porte, segundo estudo da consultoria Parthenon-EY. Os grandes fundos, com elevados cheques para investimento, tendem, no entanto, a ficar de fora desse nicho, que ainda tem espaço para consolidação. 09/08/2017
  • IG4 Capital, de ex-sócio de Ricardo K, capta fundo de ativos problemáticos. A IG4 Capital, de Paulo Mattos, ex-sócio da RK Partners e da GP Investimentos, está captando um novo fundo de private equity de ativos com problemas financeiros. Por enquanto, já levantou US$ 105 milhões. A ideia é alcançar US$ 450 milhões para investir nos chamados créditos podres. O primeiro fundo da IG4 Capital, de R$ 410 milhões, foi constituído para adquirir o controle da Cab Ambiental, atual Igua Saneamento. A IG4 Capital, responsável por apresentar oportunidades para a Cerberus em parceria com o Ricardo K, é a nova designação da RKP Investimentos.  09/08/2017
IPO
  • Banco Intermedium prevê 1 milhão de clientes em 2018 e já mira IPO. O Banco Intermedium planeja multiplicar por 10 sua base de clientes para atingir um milhão até o fim de 2018, quando pretende ter adiantado os planos para listagem em bolsa, disse à Reuters o principal executivo do banco mineiro. Criado há três anos, o banco digital de varejo é parte dos planos da família fundadora da construtora MRV Engenharia de potencializar o banco para ser um braço financeiro da construtora. 09/08/2017
  • Eneva apresenta à CVM pedido de registro de oferta pública de ações. Eneva tem um parque de geração térmica com 2,2 GW de capacidade instalada e é a terceira maior empresa em capacidade térmica do País. A elétrica Eneva ENEVA apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias após o Conselho de Administração aprovar o movimento nesta terça-feira, informou a companhia em um comunicado.08/08/2017
  • Tivit retoma processo para oferta de ações. A Tivit, companhia brasileira de tecnologia da informação (TI), retomou o processo para fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO), segundo dados disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com uma fonte a par do assunto, a operação pode movimentar até R$ 1,5 bilhão.... 08/08/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Global ID adquire Analitus. The Global ID Group, plataforma líder no mercado de soluções para segurança e qualidade alimentar, anunciou a aquisição da Analitus Análises Biotecnológicas (“Analitus”), um dos maiores laboratórios de teste de segurança alimentar, com sede no Rio Grande do Sul, Brasil. Os termos financeiros da operação não foram divulgados. Criada em 2013 após uma cisão da EcoCerta Laboratory, a Analitus acrescenta à Global ID uma variedade complementar de recursos de teste e análise para alérgenos, detecção de espécies específicas em animais, transgênicos, pesticidas, micotoxinas, resíduos e contaminantes com enfoque no Brasil e na América Latina.11/08/2017
  • Sovos compra Paperless. A Sovos, multinacional inglesa de software de relatórios e conformidade fiscal, acaba de adquirir a chilena Paperless, especializada em software de documentos eletrônicos, em um negócios com repercussões no Brasil. A Paperless abriu sua operação por aqui em 2002, no mesmo ano em que foi criada no Chile, e trabalhava com toda a linha de softwares para atender as exigências fiscais do governo brasileiro, incluindo NFC-e, CF-e SAT, SAT, NF-e e outras. 11/08/2017
  • Baby Beef compra o La Pulperia. Um dos mais tradicionais restaurantes baianos, o Baby Beef Alvarez comprou o conceituado La Pulperia. Com a aquisição, a gestão do Baby Beef vai ganhar o reforço de Anderson Souza, sócio do restaurante de carnes do Acupe de Brotas, que se juntará a Quinho Alvarez e ao maître Santana, que também virou sócio do negócio. Com isso, os dois restaurantes de carnes fortalecerão ainda mais suas operações. Nos planos dos novos gestores está o de estender os pratos clássicos do Baby Beef para o La Pulperia e vice-versa. Esta é a primeira ação agressiva do recém criado Grupo BBA que planeja expandir os negócios com franquias do La Pulperia e a criação de empórios para comercializar produtos das duas marcas.  12.08.2017
  • J&F capitaliza Banco Original com R$ 490 mi. A J&F, holding da família Batista, capitalizou o Banco Original, que pertence ao grupo, com aporte de R$ 490 milhões, sendo R$ 245 milhões por meio de transferência de ações da JBS e o restante em dinheiro. Procurada pelo Valor, a J&F disse que se trata de  "uma operação de rotina do banco" e informou que a transferência de ações se deu porque a holding comprou uma carteira de crédito do Original.... 11/08/2017
  • Vale obtém US$178 mi com venda de 2 navios e negocia outros 2. A mineradora brasileira Vale obteve 178 milhões de dólares na terça-feira com a venda de dois navios do tipo VLOC, com capacidade de 400 mil toneladas, informou a companhia em um comunicado nesta quarta-feira. A companhia também está negociando a venda dos outros dois navios VLOC remanescentes, "o que é consistente com a sua estratégia de fortalecer o balanço e focar nos ativos 'core' (essenciais)", disse a Vale no comunicado.  O comprador foi uma empresa de leasing, a Bank of Communications Finance Leasing. 10/08/2017
  • Grupo francês EDF compra 80% de projeto de central fotovoltaica no Brasil. A filial do grupo francês EDF especializada em energias renováveis anunciou nesta quinta-feira (10) a compra de 80% de um projeto de central fotovoltaica de 92 megawatts no Brasil da Canadian Solar - A filial do grupo francês EDF especializada em energias renováveis – a EDF Energies Nouvelles – anunciou nesta quinta-feira (10) a compra de 80% de um projeto de central fotovoltaica de 92 megawatts no Brasil da Canadian Solar. A EDF EN já se associou à Canadian Solar para construir outras duas centrais solares na mesma região, Pirapora 1 e 2, as quais devem produzir 191MW e 115MW, respectivamente. 10/08/2017
  • Santander compra 70% da gestora de créditos em atraso Ipanema . O Santander fechou a compra de uma participação de 70% na gestora Ipanema Investimentos, que atua na recuperação de créditos inadimplentes. A informação consta no balanço da unidade brasileira do banco espanhol e foi confirmada pelo presidente da instituição, Sergio Rial, em entrevista à agência “Bloomberg”. O valor da operação, realizada em julho, não foi divulgado. Os atuais sócios da Ipanema continuam à frente da gestão do negócio.  08/08/2017
  • GGR Covepi Renda adquire imóvel por R$ 50,0 milhões. GGR COVEPI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO comunica que em 01 de junho de 2017 o referido Fundo de Investimento Imobiliário adquiriu 100% do imóvel consistente na planta industrial da empresa MD PAPÉIS LTDA, Fábrica de Papéis, situado em zona industrial, no distrito e município de Caieiras, pelo valor de R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais). 01/06/2017
  • Aqua Capital adquire controle da Agro100. O fundo de investimento em agronegócio e logística Aqua Capital adquiriu o controle acionário da empresa distribuidora de insumos agrícolas e grãos Agro100, sediada em Londrina. O negócio, que passará agora pela avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), é mais um caso que aponta a tendência de concentração do setor observada já nas indústrias. O Aqua Capital fará aporte de capital com o objetivo de acelerar a expansão da Agro100 com a abertura de novas lojas e silos, além de ampliar a oferta de produtos e serviços à carteira de mais de quatro mil clientes atendidos nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. Atualmente a empresa, de completou 21 anos, fatura R$ 1 bilhão anuais com a sua estrutura que compreende 24 lojas de insumos, 13 unidades de recebimento de grãos e 512 funcionários.09/06/2017
  • A WatchGuard Technologies adquire a Datablink. A WatchGuard Technologies, líder em soluções para segurança wireless e segurança avançada de redes, anunciou hoje que fechou a aquisição da Datablink, uma fornecedora líder de soluções de autenticação avançada e de soluções de eBanking para instituições financeiras brasileiras. Esta aquisição estende o portfólio de segurança da WatchGuard para além da segurança wireless e de rede, permitindo que a empresa forneça autenticação avançada para qualquer empresa, independentemente do tamanho ou da especialidade técnica.08/08/2017
  • Accenture compra mais uma empresa digital no Brasil. A Accenture  fez mais uma aquisição no país: comprou a Concrete Solutions, empresa brasileira especializada na utilização de metodologias Lean e Agile no desenvolvimento de soluções móveis e aplicativos web baseados em cloud computing. O objetivo da consultoria é melhorar sua capacidade de ajudar os clientes a utilizar tecnologias emergentes para atender às suas necessidades de transformação digital, melhorar o desempenho de suas empresas e criar novas oportunidades de crescimento.08/08/2017
  • Contraktor capta R$ 450 mil via EqSeed. A Contraktor, startup curitibana de tecnologia jurídica, acaba de concluir sua primeira rodada de captação na plataforma EqSeed. Ao todo, foram investidos R$ 450 mil na empresa. A captação també obteve o maior ticket médio já registrado pela plataforma: R$ 15 mil por investidor. A Contraktor é focada em gestão de contratos. Esse é um mercado em que os investidores têm visto potencial, pois o Brasil conta com 6,5 milhões de pequenas e médias empresas, 100 mil escritórios de advocacia e mais de 1 milhão de advogados. Hoje, startup gerencia mais de R$100 milhões em contratos. 04/08/2017
  • Italiana Indel B fecha acordo para comprar parte da Elber. A indústria italiana Indel B anunciou que fechou um contrato preliminar para a aquisição de 40% das ações da empresa brasileira Elber Indústria de Refrigeração por um correspondente a cerca de 3,455 milhões de euros, sujeito a variações com base em mecanismos de earn-out ligados ao desempenho futuro da empresa adquirida.   Já a Elber atua na produção de geladeiras para utilização em veículos, embarcações e transportes especiais com um faturamento, em 31 de dezembro de 2015, de cerca de 5,9 milhões de euros. (ANSA) 11/04/2017
  • Priner adquire participação no capital da Smartcoat. A Priner Serviços Industriais S.A. concluiu, em 28 de julho de 2017, a aquisição de 75% do capital social da Smartcoat - Engenharia em Revestimentos S.A. A PRINER atua em montagem e manutenção industrial, prestando serviços de acesso, pintura industrial, isolamento térmico e habitáculo pressurizado, com sólida base de clientes no ambiente onshore e offshore. A SMARTCOAT é especializada em serviços de preparação de superfície e pintura, com destacada atuação no mercado offshore. 02/08/2018
  • CI&T compra agência nos EUA. Porque? Qual o significado para o mercado? CI&T é uma empresa de tecnologia nascida no polo industrial de Campinas com atuação nos cinco continentes. Acaba de comprar a Comrade, uma agência, nos EUA. O que está acontecendo com a CI&T? O que está acontecendo com nosso mercado? O CEO da empresa, Cesar Gon, revela com exclusividade para ProXXIma um pouco dessa nova realidade, que é da CI&T mas reflete toda a nossa indústria. A pegada da CI&T pode ser sintetizada em dois conceitos: Lean Digital Transformation é o geralzão, o conceito guarda-chuva que incorpora claramente a metodologia e os processos Lean, ou seja, a dinâmica que lança mão de Canvas para planejamento, seguido de sprints rápidos que transformam longos processos de desenvolvimento em tiros curtos de módulos menores; protótipos são testados e aprovados antes de serem efetivamente colocados em mercado; e um outro, que quem visita o Prisma, sede-mater da empresa, pode ler na parede, na forma de uma hashtag … #amazinglyfast, ou seja, incrivelmente rápida. 07/08/2018
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES


15 agosto 2017