28 julho 2014

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 21 a 27/jul/14

Foram anunciadas com destaque pela imprensa 13 operações de Fusões e Aquisições na semana de  21 a 27/jul/14.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 7 setores.

ANÁLISE DA SEMANA 
Principais transações.


Destaque para a transação em que a Equinix compra o controle total da Alog Data Centers por US$ 225 milhões.
 TOPs - MAIORES TRANSAÇÕES EM VALOR
A MAIOR

  • Equinix compra controle total da Alog Data Centers por US$ 225 milhões.  A Equinix  fornecedora global de serviços de data center e interconexões, adquiriu os 47% restantes da Alog Data Centers do Brasil em transação comercial de US$ 225 milhões. 

 NEGÓCIOS DA SEMANA 
"Market Movers" - Brasil 

  • Grupo Ser Educacional compra Faculdade Santa Emília por R$ 9,7 milhões. O grupo Ser Educacional, das faculdades Uninassau, Maurício de Nassau e Joaquim Nabuco, adquiriu a Faculdade Santa Emília (Fase), de Olinda. A compra foi realizada pelo valor de R$ 9,7 milhões.21/07/2014
  • Cade aprova compra indireta da Avebom pela JBS Aves. A JBS Aves Ltda. obteve aprovação do  Cade, sem restrições, para  comprar a DBF Participações Societárias Ltda., dona da Avebom Indústria de Alimentos Ltda..  Com a aquisição, a empresa  do grupo J&F amplia sua capacidade de abate de frangos, a partir da fábrica da Avebom, que fica em Jaguapitã, no Estado do Paraná.  23/07/2014

"Market Movers” - Exterior 

  • Vizury recebe aporte de US$ 16 milhões da Intel Capital. A Vizury, empresa indiana de soluções de marketing digital, recebeu uma nova rodada de investimentos de US$ 16 milhões, Série C, liderada pela Intel Capital, braço de investimentos estratégicos da fabricante de chips. O aporte também teve a participação da Ascent Capital, um dos maiores fundo de investimentos privados da Índia, e dos investidores Nokia Growth Partners e Inventus Capital Partners. 21/07/2014
  • Facebook compra fabricante de óculos de realidade virtual por US$ 2 bi. Pouco mais de um mês depois de anunciar sua maior aquisição, o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, por US$ 19 bilhões, o Facebook fechou mais um negócio bilionário: a compra da fabricante de óculos de realidade virtual Oculus, por US$ 2 bilhões. A Oculus é uma start-up (empresa iniciante) que recebeu uma injeção de US$ 75 milhões no ano passado por parte de investidores. 21/07/2014
  • Google compra empresa de transmissão de jogos ao vivo Twitch por US$ 1 bilhão. De acordo com fontes da indústria de tecnologia, o Google fechou um acordo para a aquisição da Twitch - empresa de transmissão de jogos ao vivo - pelo valor de US$ 1 bilhão. Os rumores em torno da "união" entre as duas companhias remotam desde maio. Ao que tudo indica, o Google está de "olho" no crescente mercado de competição de jogos (e-sports), em que atrai cada vez mais público para as transmissões online.25/07/2014
  • LinkedIn adquire plataforma de marketing digital B2B por US$ 175 milhões. O site de contatos profissionais LinkedIn anunciou nesta terça-feira, 22, que chegou a um acordo para adquirir a Bizo, plataforma de marketing digital B2B (business to business) que ajuda anunciantes a atingir clientes potenciais. O negócio, que deve ser concluído no terceiro trimestre, está avaliado em US$ 175 milhões, no qual 90% será pago em dinheiro e 10% em ações, segundo informações do blog de tecnologia TechCrunch.22/07/2014
  • Google compra 3D drawElements por US $ 10 Milhões. Em um esforço para aumentar as suas capacidades gráficas 3D, o Google adquiriu 3D graphics firm drawElements. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas Arcticstartup está relatando que o preço da venda foi de US $ 10 milhões.24/07/2014
  • Dassault Systèmes compra Quintiq por EURO 250 milhões. A Dassault Systèmes empresa de origem francesa especializada em softwares, protótipos digitais e plataformas 3D para gerenciamento de ciclo de vida do produto (PLM, na sigla em inglês), que ontem informou a aquisição da Simpack (leia aqui), anunciou hoje novo negócio. Desta vez, a Dassault comprou a Quintiq, uma das principais provedoras de software para cadeia de suprimentos e planejamento e otimização de operações em nuvem ou localmente. A negociação envolveu aproximadamente € 250 milhões.25/07/2014
  • Yahoo compra startup Flurry por mais de US$ 300 milhões. A Flurry analisa dados de usuários de smartphones para ajudar os desenvolvedores a entender melhor seu público. A Yahoo! Inc. está aumentando sua linha móvel com a aquisição da empresa de análise Flurry Inc. A Yahoo pagará mais de US$ 300 milhões pela startup com sede em São Francisco, de acordo com fontes do setor, que solicitaram anonimato porque as negociações são confidenciais.22/07/2014
  • CBS Outdoor compra unidade da Van Wagner por US$690 mi. CBS Outdoor Americas disse nesta segunda-feira que irá comprar o negócio de outdoors da Van Wagner Communications [VWCOM.UL], uma empresa privada com anúncios na Times Square, em Nova York, e ônibus em Las Vegas, por 690 milhões de dólares em dinheiro. 21/07/2014
  • BSkyB pagará US$9 bi para criar Sky Europe. A britânica BSkyB concordou em pagar 9 bilhões de dólares para comprar as companhias de TV paga do magnata Rupert Murdoch na Alemanha e na Itália, levando sua caça por crescimento para a Europa ao criar uma gigante de mídia com 20 milhões de consumidores. A BSkyB, que tem a 21st Century Fox de Murdoch como sua maior acionista, irá pagar pelo acordo usando dinheiro, dívida, sua fatia em um canal de TV e uma colocação de ações que representa cerca de 10 por cento de seu capital em ações emitidas.25/07/2014
  • Lafarge vende negócio de cimento no Paquistão por US$329 mi. A francesa Lafarge disse que vendeu seu negócio de cimento no Paquistão por um valor de empresa de 329 milhões de dólares à BestWay Cement, listada em Karachi. A venda da fatia de 76 por cento na Lafarge Pakistan Cement vai "contribuir com o objetivo de redução de dívida líquida da Lafarge", disse a companhia em um comunicado nesta quinta-feira.24/07/2014

 HUMORES & RUMORES 
 M & A - COMPRA

  • Uma pausa para o café. Uma notícia curta para a hora do cafezinho: a trading asiática Olam pretende anunciar em até três meses a aquisição de uma torrefadora de café no Brasil. O grupo é dono da Seda Solubles, líder na produção de cafés solúveis na Espanha.  21/07/2014
  • Cargill e IndoAgri disputam usina Goiasa. Dois gigantes do setor de alimentos, a americana Cargill e a indonésia IndoAgri, estão metidos numa disputa por uma usina de açúcar e álcool brasileira — a Goiasa, do conglomerado paulista Construcap. A aquisição custará cerca de meio bilhão de reais. A Cargill é dona de 19 fábricas no Brasil. A IndoAgri estreou no país em janeiro de 2013, ao comprar 50% da sucroalcooleira Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA).21/07/2014
  • Estácio deve fazer mais duas a três aquisições até o final do ano. A companhia de educação Estácio Participações deve fazer de duas a três aquisições de pequeno ou médio portes até o final deste ano e espera obter os primeiros resultados da integração com a Uniseb já no segundo semestre. "As aquisições pequenas e médias seguem no seu ritmo. Tradicionalmente fazemos entre três e cinco compras anuais, e acredito que devem se manter por aí", disse à Reuters o presidente da companhia, Rogério Melzi.23/07/2014
  • Quem ficar fora do leilão 4G pode virar alvo de aquisição.  Qualquer operadora de telefonia móvel no Brasil que ficar de fora do leilão da faixa de 700 MHz para o 4G enfrentará pressão de aquisição por outras empresas do setor, disse em entrevista à Reuters nesta quarta-feira o superintendente de competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri. 23/07/2014

M & A - VENDA

  • Eike estrutura operação para salvar mineradora. Um dos mais prováveis desenhos da operação de salvamento da empresa é a venda isolada da subsidiária MMX Sudeste, que engloba a mina de Serra Azul, em Minas Gerais, principal ativo do grupo. Na operação, a MMX S.A, que tem 59,3% das ações nas mãos de Eike, seria transformada em uma holding de participações. Enquanto tenta atrair um sócio estratégico para a mina, a empresa busca alternativas financeiras como a venda de energia elétrica e dos direitos minerários em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. 21/07/2014
  • Holcim e Lafarge recebem mais de 100 manifestações de interesse por ativos. As fabricantes de cimento Holcim e Lafarge receberam mais de 100 manifestações de interesse por ativos que têm de vender antes de sua planejada fusão, disse o presidente-executivo da companhia suíça nesta segunda-feira. Os dois grupos cimenteiros estão buscando compradores para operações na Áustria, Hungria, Romênia, Sérvia, Grã-Bretanha, Filipinas, Maurício e Brasil para responder a preocupações de reguladores de competição sobre seu poder combinado de mercado. 21/07/2014 
  • Syngenta aposta em consolidação do setor de cana no Brasil. O setor sucroenergético brasileiro deve passar por um novo processo de consolidação. Em entrevista o diretor global de cana-de-açúcar da Syngenta, Daniel Bachner, afirmou que pequenos e médios grupos tendem a ser incorporados por empresas maiores, em virtude das dificuldades financeiras.
  • 'Em 2013 chegamos ao limite de nossa moagem. Não temos mais como atender qualquer aumento de demanda. Acho que devemos entrar muito rapidamente em uma nova onda de crescimento', disse ele.24/07/2014 
  • Fusão é tendência para setor de distribuição de insumos. Em busca de mais profissionalização e competitividade no mercado, uma das principais tendências para o setor de distribuição de insumos agrícolas é a fusão e aquisição entre empresas. Segundo o presidente executivo da Associação dos Distribuidores de Insumos Agropecuários (Andav), Henrique Mazotini, o segmento movimentou R$ 64 bilhões na safra 2013/2014 e deve crescer entre 6% e 9% para o período de 2014/2015, com a colaboração de fundos de investimento estrangeiros que vêm atraídos pelo aumento na profissionalização das organizações. 25/07/2014

PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL


RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • 01 - CYLK recebe aporte de capital e nomeia Carlos Carnevali Jr. como presidente. O Grupo IHC, que engloba as empresas InLearn, HighCast e CYLK, com atuação nas áreas de serviços profissionais, integração de sistemas e treinamento em TI & Telecom, acaba de ser alvo de uma primeira rodada de investimentos e nomeia Carlos Carnevali Jr. como presidente da operação. A negociação, envolvendo valores não divulgados, combina a injeção de recursos nas empresas do grupo sob o comando de Carnevali Jr., que aposta na expansão também em novos mercados verticais, como saúde, varejo e serviços e geografias – contemplando também a abertura de operações na América Latina.21/07/2014
  • 02 - Grupo Ser Educacional compra Faculdade Santa Emília por R$ 9,7 milhões. O grupo Ser Educacional, das faculdades Uninassau, Maurício de Nassau e Joaquim Nabuco, adquiriu a Faculdade Santa Emília (Fase), de Olinda. Com a aquisição, o grupo conta agora com 30 unidades de ensino superior, distribuídas em 20 cidades, de 11 estados. A Faculdade Santa Emília tem 1.500 alunos e será incorporada às Faculdades Joaquim Nabuco – que tem duas unidades no município de Paulista e uma em São Lourenço da Mata. A compra foi realizada pelo valor de R$ 9,7 milhões.21/07/2014
  • 03 - Inerco adquire companhias no Brasil, México e Portugal. A empresa espanhola de engenharia Inerco anunciou acordo com a seguradora Mapfre para adquirir a divisão internacional de sua filial tecnológica Itsemap, uma firma de referência nas áreas da segurança industrial e meio ambiente no Brasil, México e Portugal. A Inerco, empresa de engenharia e consultoria tecnológica, informou em comunicado que desta forma avança em sua expansão internacional e precisa que já têm presença em 40 países. A Itsemap é uma sociedade com 30 anos de experiência na prestação de serviços técnicos no campo da segurança e meio ambiente.22/07/2014
  • 04 - Cade aprova compra indireta da Avebom pela JBS Aves. A JBS Aves Ltda. obteve aprovação do  Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sem restrições, para  comprar a DBF Participações Societárias Ltda., dona da Avebom Indústria de Alimentos Ltda..  Com a aquisição, a empresa  do grupo J&F amplia sua capacidade de abate de frangos, a partir da fábrica da Avebom, que fica em Jaguapitã, no Estado do Paraná. A JBS ficará com a totalidade das quotas representativas do capital da DBF, empresa não operacional pertencente a duas pessoas físicas 23/07/2014
  • 05 - Bureau Veritas adquire a Sistema PRI. O Bureau Veritas anuncia a aquisição da empresa brasileira Sistema PRI, especializada em serviços de gerenciamento de projetos e obras. A PRI (Planejamento Real e Integrado) dispõe de um avançado  sistema informatizado de gerenciamento,  voltado para projetos de construção e infraestrutura, com eficiência comprovada tanto no  setor público como no setor  privado. Entre os principais serviços oferecidos pela PRI estão o gerenciamento de projetos construtivos, supervisão de obras, planejamento, estudos técnicos e consultoria técnica. Fundada em 1982, a Sistema PRI tem sede em São Paulo, escritórios regionais em importantes pólos econômicos do país e emprega cerca de 800 funcionários. No último ano, a empresa registrou receita liquida aproximada de R$ 120 milhões.22/07/2014
  • 06 e 07 - Bebê Store adquire a Baby.com.br. A loja online de itens para bebês e crianças Bebê Store anunciou a aquisição da Baby.com.br, sua principal concorrente. De acordo com a assessoria, a negociação se deu ao longo dos últimos meses e foi concluída na última segunda-feira. O valor da compra não foi divulgado. Além disso, a empresa acaba de receber a terceira rodada de investimento de 500 mil dólares da Catalyst, fundo de investimento da Endeavor. Fundada em 2009, pelos empreendedores Leonardo Simão e Juliana Della Nina, a Bebê Store faz parte do grupo BB Box. Além desta marca, o grupo controla as lojas Toy Store, Mommy Store e Kids Store.  Com a aquisição, a empresa passa a oferecer mais de 55 mil itens para bebês e crianças. Em março do ano passado, a Bebê Store recebeu um aporte de 30 milhões de reais dos fundos de investimento W7 Venture Capital e Atomico.  25/07/2014 
  • 08 - Aprovada compra de 49,99% da Rio Linhas Aéreas por Correios. O Cade aprovou, sem restrições, a compra da 49,99 por cento da empresa de transporte aéreo de cargas Rio Linhas Aéreas pelos Correios, conforme despacho publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. No início de maio, os Correios tinham anunciado a intenção de adquirir participação relevante no negócio, após o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União terem recomendado alternativas para o modelo de transporte aéreo de carga postal da companhia, que usava 13 linhas aéreas contratadas na Rede Postal Noturna, a RPN. Em documento submetido ao Cade, as partes informaram que a Rio Linhas Aéreas é detida pela WSF Investimentos e Participações, com fatia de 71,14 por cento, e pela MGB Participações e Consultoria, com 28,86 por cento. Após a transação, a MGB sairá do negócio e a WSF permanecerá com 50,01 por cento da empresa. O valor da operação não foi divulgado. 25/07/2014
  • 09 - Blumpa recebe aporte da NH Investimentos. A Blumpa, startup para contratação online de serviços de limpeza, recebeu seu primeiro aporte da NH Investimentos, fundo de venture capital focado em negócios digitais em estágios iniciais. O valor do investimento não foi revelado. Segundo o fundador Eduardo Giglio, a startup vai usar o aporte para expandir o negócio para outras cidades. Hoje a empresa opera na grande São Paulo e agora vai para Campinas e Curtitida.  A Blumpa foi criada em 2013 e hoje já realiza quatro mil faxinas por mês e tem uma faixa de três mil clientes fixos. O serviço da Blumpa pode ser feito pela internet. A empresa conta com mais de 700 profissionais autônomas para realizar os serviços. 24/07/2014
  • 10 - Catarinense Ordemilk compra operação no Brasil da Boumatic. A Ordemilk Ltda (Treze Tílias/SC), concluiu a aquisição das operações da unidade brasileira da fabricante norte-americana de equipamentos para a cadeia do leite Boumatic. Com isso, a Ordemilk ganha fôlego para acelerar o seu processo de expansão nacional e ampliação da linha de produtos, especialmente voltados para médios e grandes produtores de leite. O negócio envolve investimentos iniciais de R$ 5 milhões.  O negócio também dá condições para a Ordemilk acelerar o seu processo de atuação nacional. 24/07/2014
  • 11 - Guide compra a consultoria BullMark e expande área atendida. A Guide Investimentos segue com seu plano de expansão nacional. Após comprar a paranaense Omar Camargo em fevereiro e anunciar uma associação com a mineira Geraldo Corrêa na semana passada, a corretora do banco B&IP anuncia hoje a aquisição da consultoria BullMark. 23/07/2014
  • 12 - Equinix compra controle total da Alog Data Centers por US$ 225 milhões.  A Equinix, Inc. (Nasdaq: EQIX), fornecedora global de serviços de data center e interconexões, anuncia a assinatura de um acordo definitivo para aquisição total da Alog Data Centers do Brasil em transação comercial de US$ 225 milhões. Em abril de 2011, a Equinix e a Riverwood Capital compraram, em parceria, a maior parte das ações da Alog – a plataforma global era detentora de 53% da organização e, agora, adquire os 47% restantes, pertencentes à Riverwood Capital e outros acionistas minoritários e integra a empresa ao grupo Equinix. Um estudo do Banco Mundial, realizado em abril de 2014, aponta o Brasil como a 7ª maior economia do mundo e 2° país com maior demanda por Tecnologia da Informação (TI) entre os emergentes – atrás apenas da China. 25/07/2014
  • 13 - Fusão de empresas de pesquisa e eventos cria Grupo Onni.  Foi anunciada oficialmente a formação o Grupo Onni, uma associação de empresas das áreas de pesquisa de mercado e organização de eventos. O novo grupo empresarial já nasce com um faturamento anual da ordem de R$ 5 milhões e projeta um crescimento de 30% para o primeiro ano. O Grupo Onni concentra, a princípio, quatro empresas, nas áreas de pesquisa de mercado (Potencial Pesquisas), organização de eventos (Bazza), decoração de eventos customizada (Bonic Decor) e comunicação via mobile (ComunicaMobi)."O nosso foco inicial será no mercado imobiliário, onde as empresas já possuem expertise e uma vasta carteira de clientes", disse Fernando Barros, um dos diretores do novo grupo e fundador da Potencial Pesquisas, o braço de pesquisa mercadológica do Grupo Onni. A ideia de se juntar em um grupo empresarial partiu justamente de trabalhos em conjunto desenvolvidos pela Potencial Pesquisas e pela Bazza Produções e Eventos, atendendo algumas das principais construtoras do mercado de São Paulo.28/07/2014

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.   

28 julho 2014



Apple negocia a compra do aplicativo para streaming de músicas Swell

A Apple estaria disposta a pagar até US$ 30 milhões para adquirir o aplicativo para streaming de músicas Swell, de acordo com rumores que circulam no mercado. O app permite ao usuário escutar músicas gratuitamente em seu celular. Também disponibiliza podcasts da NPR, ABC, ESPN, BBC, CBC, entre outras emissoras.

O Swell levantou até agora US$ 7,2 milhões em uma rodada de investimentos da qual participaram os fundos de capital de risco Google Ventures, Draper Fisher Jurvetson e InterWest Partners, entre outros. A ideia da empresa é adicionar o Swell aos serviços de streaming de música iTunes e Podcast.

Conforme os termos do acordo de compra e venda, o CEO da Swell, Ram Ramkumar, que era arquiteto-chefe de busca visual, da Amazon, e outros membros-chave de sua equipe serão incorporados à Apple.

Apesar de ser um serviço de interface simples, eficiente e gratuito, o Swell tem encontrado dificuldades em aumentar seu número de usuários. Se a compra for realmente efetivada, o aplicativo Swell será encerrado como parte do acordo, visto que a Apple já conta com seu próprio aplicativo de podcasts, informa o site re/Code. Leia mais em tiinside 28/07/2014



Teradata compra empresas para acelerar inovação em Big data

Aquisição da Revelytix e Hadapt estenderá portfólio de big data e a capacidade da Teradata Unified Data Architecture.

A Teradata, plataforma de dados analíticos, aplicações de marketing e companhia de serviços, anunciou hoje duas aquisições que pretendem acelerar o crescimento da capacidade de negócios com Big data.

No dia 16 de julho, a Teradata adquiriu a Revelytix, uma líder de produtos de gerenciamento de informação para big data que detém uma tecnologia única de gerenciamento de metadados e profunda experiência em integrar informações de diversas áreas da empresa. No dia 17 de julho, a Teradata adquiriu os ativos da Hadapt, incluindo profissionais experientes em big data e propriedade intelectual.

“Nós damos boas vindas aos funcionários da Relelytix e a Hadapt na Teradata e suas contribuições ajudarão a Teradata Labs em acelerar a entrega de soluções de big data para os nossos clientes”, afirmou Scott Gnau, presidente do Teradata Labs.

Atualmente, a governança de dados e o entendimento sobre metadados em Hadoop é um dos grandes desafios atualmente. A aquisição da Revelytix incorpora na Teradata novas ferramentas de gerenciamento e preparação de dados em Hadoop, entregando metadados integrado, lineage e tratamento de dados, todos em uma única solução de software. O time da Revelytix integrando a Teradata têm uma profunda história em soluções de gerenciamento de metadados. Com a Hadapt, a Teradata ganha um time de engenharia experiente com profundo conhecimento em big data, que será aproveitado para incrementar, melhorar e avançar a arquitetura unificada de dados da Teradata (Teradata Unified Data Architecture).

Tanto os times quanto as propriedades intelectuais adquiridas dessas empresas serão parte do Teradata Labs, centro de pesquisa reconhecido e líder da indústria mantido pela Teradata. Mas, os termos do acordo não podem ser divulgados.

Explorar todos os dados disponíveis tem se tornado uma estratégia primordial para o sucesso das empresas. O investimento da Teradata em tecnologias de big data, incluindo investimentos em Teradata Aster e Hadoop, complementam as ofertas de data warehouse que é líder de mercado da Teradata, suportando os cliente a extrairem o valor real do big data. Leia mais em ipnews 28/07/2014



Reestruturação de dívidas cresce com economia lenta

A economia em ritmo lento e a falta de perspectivas de uma melhora significativa em 2015 têm aumentado a procura pelos serviços de reestruturação de dívidas prestados por butiques financeiras e bancos de investimentos. O movimento é encabeçado por empresas que se alavancaram nos últimos anos contando com projeções de mercado que não se concretizaram. Em muitos casos, são companhias que tiveram alta de custos e sentiram o baque da redução nas vendas.

“Há dois anos, não tínhamos clientes com esse objetivo. Agora, temos visto demanda de empresas procurando alongar dívidas e melhorar a estrutura de capital”, afirma Marina Corrêa Lemos, responsável pela área de finanças corporativas na Capitânia Investimentos.

Esse também é o caso da butique financeira Greenhill, dos Estados Unidos, que abriu as portas no Brasil no ano passado. Embora o foco seja prestar assessoria a processos de fusões e aquisições, um dos mandatos conquistados por ela até agora é de uma empresa com necessidade de reestruturação. “As companhias brasileiras apostam na volta do mercado de capitais há um tempo. Algumas trouxeram investimentos de private equity, mas outras entraram em endividamento caro”, afirma o presidente da Greenhill no Brasil, Daniel Wainstein.

A má notícia para as empresas é que a situação tende a piorar. “No segundo semestre, vai ter muita gente com aperto”, estima Renato Carvalho, sócio da consultoria Íntegra Associados, especializada em reestruturação corporativa e que já atuou em casos de companhias como Parmalat, Daslu e Grupo Coimex. Carvalho afirma que o número de consultas começou a aumentar há cerca de quatro meses e tende a subir com o fim da Copa do Mundo e do período de férias. Segundo ele, a Íntegra está trabalhando em um processo e tem outros em negociação.

Para capturar uma parcela desse mercado, que cresce em momentos de atividade mais fraca, os bancos de investimento Brasil Plural e BR Partners estão montando equipes com foco em serviços de reestruturação.

Em entrevista recente ao Valor, o presidente do Brasil Plural, Rodolfo Riechert, disse que a menor oferta de crédito nos bancos abre oportunidades. A instituição planeja atuar em duas frentes. De um lado, prestando assessoria a empresas em dificuldades. De outro, montou um fundo que vai investir em ativos considerados “podres”.

Na BR Partners, está prevista a contratação de três pessoas para atuar em reestruturação de dívida. O banco também tem apostado em estruturas como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos de recebíveis (FIDCs) para oferecer aos clientes em meio a uma oferta de crédito menor.
Não há dados disponíveis sobre o mercado de assessoria a processos de reestruturação porque esse tipo de trabalho costuma ser sigiloso. Porém, o advogado Marcelo Ricupero, do Mattos Filho, diz que o número atual de casos é o maior da história do escritório. “É inegável que há uma demanda muito maior de empresas em situação de pré-insolvência ou insolvência por processos de reestruturação em geral”, afirma.

Segundo Ricupero, isso se deve, em parte, à existência de mais recursos hoje – como a lei de recuperação de empresas – do que em outros momentos de baixa atividade econômica no Brasil. “As companhias sabem que estar em dificuldade não significa a morte”, observa.

Ter à disposição o instrumento da recuperação judicial não significa, entretanto, que as companhias recorram a ele. Especialmente empresas de grande porte, mais profissionalizadas, têm recorrido a serviços de assessoria financeira justamente para evitar um processo na Justiça – que tende a ser demorado e pouco flexível.

Segundo dados da Serasa Experian, 414 empresas pediram recuperação judicial entre janeiro e junho deste ano, o que representa queda de 10% na comparação com igual período de 2013. A recuperação judicial tem sido usada com mais frequência por empresas de menor porte ou cujas dívidas não sejam garantidas por cessão fiduciária.

No caso das grandes, é um recurso para casos extremos, como os da petroleira OGX e do estaleiro OSX, em que houve estrangulamento de caixa e boa parte dos credores são detentores de bônus. As companhias de Eike Batista foram inicialmente assessoradas pelo BTG Pactual. Num segundo momento, as negociações foram assumidas pela Angra Partners, especializada em reestruturação de empresas.

Em grande medida, correr fora da raia judicial é possível porque os empréstimos bancários ainda são a esmagadora maioria do financiamento a empresas no Brasil. Representaram 81% do volume total no ano passado, segundo levantamento da Greenhill.

Não raramente, os próprios bancos preferem alongar prazos e renegociar as operações a empurrar a empresa para um processo de recuperação judicial, diz fonte de uma instituição financeira. Quando o caso vai parar na Justiça, os pagamentos são suspensos por seis meses e o banco tem de provisionar o crédito em seu balanço, acrescenta esse interlocutor.

A Lupatech, fabricante de equipamentos para o setor de petróleo, é um exemplo disso. A empresa e seus credores optaram por um processo de recuperação extrajudicial, que envolve um acordo formal mas sem a intermediação da Justiça. A estratégia da companhia é ceder seu controle acionário mediante a conversão de cerca de R$ 1,1 bilhão em dívidas, conforme plano apresentado no fim de novembro.
Para representá-los, os credores contrataram a assessoria da butique americana BroadSpan Capital.

Outra companhia que tem sido bem-sucedida em seu processo de reestruturação financeira sem recorrer a uma recuperação judicial é a Marfrig. No ano passado, o frigorífico colocou em marcha um plano – que inclui venda de ativos e pré-pagamento de dívidas mais caras – para reduzir a alavancagem. Nesse processo, foi assessorada pelo Goldman Sachs, que não retornou os pedidos de entrevista.
Fonte: Valor Econômico | Leia mais em felsberg 28/07/2014



Google mais que triplica gastos com aquisições no primeiro semestre

O Google mais que triplicou os gastos com aquisições no primeiro semestre deste ano, que totalizaram US$ 4,2 bilhões, ao mesmo tempo em que planeja aumentar os investimentos para expandir seus serviços. No mesmo período do ano passado, a empresa desembolsou US$ 1,3 bilhão em aquisições.

Em janeiro, o gigante das buscas comprou a Nest Labs, fabricante de dispositivos domésticos inteligentes tais como sensores, termostatos e detectores de fumaça, por US$ 3,2 bilhões, e mais US$ 1 bilhão em outras aquisições nos primeiros seis meses deste ano.

A cifra total exclui os mais de US$ 1 bilhão que o Google está pagando pela fabricante de câmeras de segurança Dropcam, pela qual desembolsou US$ 55 milhões, e a Skybox Imaging, fabricante de pequenos satélites que captam imagens detalhadas da Terra em alta resolução, pela qual pagou US$ 1 bilhão.

A escalada de gastos do Google faz parte de sua estratégia corporativa para fortalecer seu negócio de venda de publicidade nos resultados de buscas e expandir a atuação para novos mercados, tais como mobilidade, telecomunicações e automóveis autônomos. Tanto que a empresa realizou aquisições menores este ano, como a da empresa Titan Aerospace, especializada em drones alimentados por energia solar, para levar acesso à internet a locais remotos e explorar publicidade em vídeo.

"Essas aquisições geralmente aumentam a amplitude e a profundidade de nossa experiência em engenharia e outras áreas funcionais, às nossas tecnologias e às nossas ofertas de produtos", disse a empresa em apresentação feita neste domingo, 27. Leia mais em tiinside 28/07/2014



Easy Taxi recebe aporte de R$ 90 milhões de fundo russo

A plataforma para chamada de táxi via celular ou internet Easy Taxi recebeu nova rodada de investimentos de US$ 40 milhões (quase R$ 90 milhões), Série D, liderada pelo fundo russo Phenomen Ventures e com participação da Tengelmann Ventures, empresa de investimentos do grupo varejista alemão Tengelmann.

Segundo a empresa, os recursos serão utilizados para continuar sua trajetória de crescimento nos mercados existentes, avançar sua tecnologia e escala de suas operações, além de melhorar o seu serviço para mais audiências e geografias. "A experiência de nossos novos investidores se alinha com nossa ambição de aumentar ainda mais nossa participação de mercado na Ásia e consolidar a liderança na América Latina", afirmou Dennis Wang, co-CEO da Easy Taxi.

Com o novo aporte, a Easy Taxi já acumula R$ 145 milhões em investimentos. No ano passado, a empresa havia recebido um aporte de R$ 30 milhões do fundo de capital de risco Latin America Internet Holding (LHI), para reforçar a estratégia de expansão no Brasil e em diversos países e R$ 15 milhões aplicados pelo fundo de investimentos alemão Rocket Internet em parceria com a holding iMena para a expansão em países do Oriente Médio e Norte da África. O primeiro aporte, de R$ 10 milhões, foi feito em 2012, também pela Rocket Internet e foi utilizado para ampliação do serviço no Brasil.

Com a adição de mais de 150 mil motoristas à rede da companhia em 2013, a Easy Taxi conta agora com 185 mil motoristas. Leia mais em mobiletime 28/07/2014




Fusão de empresas de pesquisa e eventos cria Grupo Onni

Grupo nasce com faturamento de R$ 5 milhões ao ano e projeta crescimento de 30% para os primeiros 12 meses

Na semana passada, foi anunciada oficialmente a formação o Grupo Onni, uma associação de empresas das áreas de pesquisa de mercado e organização de eventos. O novo grupo empresarial já nasce com um faturamento anual da ordem de R$ 5 milhões e projeta um crescimento de 30% para o primeiro ano. O Grupo Onni concentra, a princípio, quatro empresas, nas áreas de pesquisa de mercado (Potencial Pesquisas), organização de eventos (Bazza), decoração de eventos customizada (Bonic Decor) e comunicação via mobile (ComunicaMobi).

"O nosso foco inicial será no mercado imobiliário, onde as empresas já possuem expertise e uma vasta carteira de clientes", disse Fernando Barros, um dos diretores do novo grupo e fundador da Potencial Pesquisas, o braço de pesquisa mercadológica do Grupo Onni. A ideia de se juntar em um grupo empresarial partiu justamente de trabalhos em conjunto desenvolvidos pela Potencial Pesquisas e pela Bazza Produções e Eventos, atendendo algumas das principais construtoras do mercado de São Paulo.

Por enquanto, o Grupo Onni vai ter presença nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mas planeja abrir unidades em Belo Horizonte, Curitiba e Brasilia. "Sentimos que a demanda em Minas, Paraná e no Distrito Federal é muito grande, por isso queremos expandir já no primeiro ano de atuação", disse Fabíola Aguiar, diretora do Grupo Onni. Mais informações em www.grupoonni.com.br. PR Newswire do Brasil | Leia mais em dci 28/07/2014




JBS fecha compra de negócios de aves da Tyson Foods no Brasil e México por US$575 mi

A empresa de alimentos JBS, maior processadora de carnes do mundo, fechou acordo para comprar os negócios de aves da norte-americana Tyson Foods no Brasil e no México por 575 milhões de dólares, em mais um passo na expansão da sua carteira de ativos no segmento.

Em fato relevante, a companhia informou nesta segunda-feira que 400 milhões de dólares referem-se à operação no México, que será adquirida pela Pilgrim's Pride, cujo acionista majoritário é JBS USA Holdings. Já a operação brasileira da Tyson será comprada por 175 milhões de dólares pela JBS Foods.

A investida reforça o investimento da JBS no segmento, após a brasileira adquirir duas unidades de processamento de aves do Grupo Céu Azul por 246 milhões de reais, neste mês. Recentemente, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica também aprovou a compra da indústria de alimentos Avebom, no Paraná, pela JBS.

Com a compra da Tyson de México, que conta com três unidades de processamento e 5.400 empregados, a Pilgrim's Pride estima uma geração adicional de receita de cerca de 650 milhões de dólares por ano.

Já a Tyson do Brasil deverá incrementar a receita anual da JBS Foods em cerca de 350 milhões de dólares, disse a JBS. Fundada em 2008, a empresa possui três unidades de processamento completamente integradas, sendo duas em Santa Catarina e uma no Paraná.

"Ao concluir a transação, a JBS e a Pilgrim's esperam manter as operações funcionando com a capacidade necessária para conservar a mão de obra empregada, preservando os contratos trabalhistas em ambos os países", afirmou a JBS.

O anúncio acontece pouco tempo depois de JBS e Tyson se enfrentarem na disputa pela aquisição da fabricante norte-americana de salsichas Hillshire Brands. A batalha foi encerrada no começo de junho, quando a Tyson propôs 8,55 bilhões de dólares pela Hillshire.

Em comunicado à parte, a Tyson Foods informou que a transação, que ainda está sujeita à aprovação das autoridades regulatórias, será paga em dinheiro, com expectativa de ser completada até o final deste ano.

"Embora estes sejam bons negócios com excelentes membros de equipe, não tivemos a escala necessária para ganhar participação de liderança nesses mercados", disse o presidente-executivo da Tyson Foods, Donnie Smith.

"No curto prazo, vamos usar os recursos da venda para pagar a dívida associada à aquisição de Hillshire Brands. No longo prazo, continuamos comprometidos com nosso negócio internacional e continuaremos explorando oportunidades para ampliar nossa presença internacional", completou o executivo. (Por Marcela Ayres) Reuters | Leia mais em msn 28/07/2014





XP compra Clear Corretora para se fortalecer no mercado "online"

A XP Investimentos anunciou  nesta segunda-feira (28) a aquisição da Clear Corretora. Dessa forma, a instituição focada no conceito de "shopping center financeiro" pretende reforçar seu posicionamento no pouco explorado mercado online de corretoras, principal qualidade da Clear - a corretora paulista como principal base de clientes os "traders", que em geral operam por conta própria no mercado.

Os valores da operação não foram revelados, mas o pagamento será feito por por meio de troca de ações entre as empresas. Vale mencionar que mesmo com a incorporação as duas marcas permanecerão atuando de forma 100% independente. Além disso, a operação ainda precisa da aprovação do Banco Central para ser finalizada.

Para a XP, o reforço do posicionamento no mundo de internet ajudará a construir uma segunda marca para competir no mercado brasileiro, explica em comunicado. Além disso, a "independência" de cada uma das companhias propiciará estratégias comerciais complementares, podendo resultar em um potencial maior de ganho de participação de mercado.  Ela manterá sua estratégia de shopping financeiro baseada em dois canais: distribuição por meio da sua rede de agentes investimento e também pela internet (diretamente pelo seu site).

Já a Clear, que possui pouco mais de 2 anos de vida, espera aproveitar a troca de "know how" para se fortalecer ainda mais no cliente self-service, característica que está no seu DNA. A corretora paulista reforça ainda que permanecerá com a mesma estrutura, equipe e marca. "O que muda é que contaremos com a força do Grupo XP para acelerar o nosso crescimento e a consolidação da nossa marca", afirma Roberto Lee, sócio-fundador da Clear, que permanecerá a frente da operação.

"A Clear tem o modelo online mais eficiente do mercado e a que oferece a melhor experiência para o cliente de internet que opera Bolsa. Sem dúvida, foi a corretora que mais cresceu neste segmento nos últimos anos. Temos certeza que o potencial de crescimento deles é gigantesco", afirma Guilherme Benchimol, CEO da XP Investimentos.

"Não éramos só mais uma corretora"
Através da sua página no Facebook, Fernando Góes, membro da equipe de análise técnica da Clear e sócio minoritário da corretora, aproveitou a conclusão da parceria para exaltar o sucesso do modelo de negócios da Clear em um momento exatamente contrário do mercado - onde vemos mais corretoras fechando as portas do que iniciando as atividades.

"Eu já sabia que a Clear não era mais uma corretora, iríamos abrir um sistema de negociação inovador, uma corretora voltada para o trader, com controle de margem diferente, operações automatizadas online que sempre foram por telefone etc [...]. A brir uma empresa do zero não é fácil, a comemoração da primeira ordem, o primeiro cliente, os primeiros 10 clientes [...] e aí quando você menos espera o 'break even' é batido e a história é um sucesso", disse Góes na rede social.

O analista, que possui mais de 15 anos de Bovespa, comemorou a manutenção da marca "Clear" mesmo após a aquisição, sendo esta a "a maior prova de que o nosso caminho estava 100% correto".  "Criar uma área de análise do zero e construir o 'Team Clear' com os melhores analistas gráficos do mercado foi uma das conquistas mais legais da minha vida", conclui Góes. InfoMoney Leia mais em uol 28/07/2014
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XP fecha a compra da Clear por R$ 90 milhões

A XP Investimentos formaliza hoje a compra da corretora paulista Clear, em uma transação que pode alcançar os R$ 90 milhões e que vai envolver principalmente troca de ações , mas também contará com uma parte em dinheiro .

A holding da XP assume 100% da Clear e os cinco sócios da casa adquirida passam a deter ações da empresa. Autor: Vinculado ao valor.com Leia mais em ecofinancas 28/07/2014



Controlador da Cacique de Café Solúvel anuncia intenção de fazer OPA

A Companhia Cacique de Café Solúvel, fabricante do café Pelé, informou nesta segunda-feira que seu controlador anunciou intenção de realizar oferta pública de aquisição de ações (OPA) com o objetivo de adquirir todos os papéis ordinários e preferenciais em circulação.

No âmbito da oferta, o controlador Horácio Sabino Coimbra - Comércio e Participações oferecerá 11,70 reais por ação da empresa, em operação que visa o cancelamento do registro de companhia aberta e de negociação das ações de emissão da Cacique.

O valor representa um prêmio de 79,7 por cento sobre o fechamento da ação ordinária na sexta-feira. O último negócio na Bovespa realizado com esse papel foi no início de junho.

Sobre a ação preferencial, o preço proposto é 31,5 por cento acima dos 8,90 reais no fechamento de 25 de julho. O papel, que tem baixísssimo volume de negócios, disparava 13,26 por cento nesta manhã, a 10,08 reais, buscando se aproximar do valor da OPA.

A OPA envolverá ações representativas de cerca de 13 por cento do capital da companhia, sendo que a data da liquidação financeira do leilão ainda será definida, conforme edital que será publicado após registro da operação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com informações disponíveis no site da Bovespa, há 3,31 milhões de ações ordinárias e preferenciais da Cacique que não pertencem ao controlador. Assim, se houver adesão total à OPA, o giro financeiro da oferta será de quase 39 milhões de reais.

O Safra National Bank Of New York é o maior acionista minoritário, com 11,61 por cento das ações preferenciais da Cacique, que representam cerca de 8 por cento do capital total da companhia, segundo o site da Bovespa.

A intenção do controlador da Companhia Cacique de Café Solúvel de realizar a OPA segue anúncio de uma série de empresas brasileiras para operação do mesmo tipo neste ano.

Fazem parte do grupo companhias como a Autometal, de componentes e acessórios para a indústria automotiva, Cremer, de produtos para primeiros socorros e higiene, e Brookfield, de incoporação imobiliária. (Por Marcela Ayres) Reuers | Leia mais em yahoo 28/07/2014



Cade aprova joint venture entre Weg e Copel para parque eólico

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições uma joint venture entre a Weg e a empresa paranaense de energia Copel para implementação de um parque eólico, conforme despacho publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

Em documento submetido ao Cade, as partes informaram que a sociedade de propósito específico, batizada de Usina Eólica Palmas II, terá capacidade não inferior a 4,2 MW. O parque será localizado na cidade de Palmas (PR).

"A operação se justifica por representar a continuação do desenvolvimento sustentável da Copel no setor de geração de fontes renováveis de energia elétrica", disse trecho do documento.

"Para a Weg, trata-se de uma oportunidade de negócio no contexto de sua estratégia de desenvolvimento de aerogeradores eólicos, atividade nova em seu portfólio, sendo este o primeiro projeto neste mercado."

A fabricante de equipamentos elétricos e tintas industriais Weg deterá 87 por cento da joint venture, com a Copel ficando os 13 por cento restantes. Os investimentos no negócio não foram revelados. (Por Marcela Ayres) Reuters Leia mais em uol 28/07/20140



Hospira negocia compra de unidade da Danone

A farmacêutica norte-americana Hospira surgiu como uma candidata à compra da unidade de nutrição médica da Danone, afirmou uma pessoa com conhecimento do assunto. Segundo a fonte, a oferta pode chegar a cerca de US$ 5 bilhões.

Se houver um acordo, a Hospira poderá mover a sede da empresa para o exterior e se beneficiar de uma estrutura tributária mais favorável. Para isso, os acionistas da Danone precisariam receber ao menos 20% das ações da nova companhia. Isso significa que a Hospira, com um valor de mercado de US$ 8,6 bilhões, precisaria financiar uma parte considerável de qualquer oferta pela Danone com ações. As conversas ainda estão em curso, acrescentou a fonte.

Na quinta-feira da semana passada, o presidente Barack Obama criticou as fusões com motivos tributários. Ele argumentou que as realocações de empresas para o exterior prejudicam a economia norte-americana e insistiu que o Congresso aprove rapidamente uma legislação para bloquear essas operações.

Em março, fontes também afirmaram que a Nestlé e a Fresenius discutem separadamente com a Danone uma oferta para comprar parte ou toda a divisão de nutrição médica, mas não está claro se as negociações permanecem. Fonte: Dow Jones Newswires. Leia mais em atarde.uol 28/07/2014