10 fevereiro 2016

Cade aprova aquisição de ativos da ARM Telecom pelo Grupo Oi

Oi: a operação permitirá à Serede adquirir os ativos necessários à instalação e manutenção de rede às suas subsidiárias Telemar, Oi e Oi Móvel

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição dos ativos e passivos da ARM Telecom Serviços de Engenharia pela Serede, empresa do Grupo Oi que se dedica à implantação e manutenção de redes de telecomunicações com atuação nos Estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul.

A decisão do Cade está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A ARM, que já era contratada pelo Grupo Oi para prestação de serviços de instalação e manutenção de rede de telecomunicações, é sediada na cidade de Fortaleza (CE) e tem como principal atividade a construção de estações e redes de telecomunicações.

A empresa tem atuação nos Estados do RS, PR, SC, SP, BA, SE, AL, PE, RN, PE, PB, PI, MA, PA, AM, AP e RR.

As empresas informaram ao Cade que a operação permitirá à Serede adquirir os ativos necessários à prestação dos serviços de instalação e manutenção de rede de telecomunicações às suas subsidiárias Telemar, Oi e Oi Móvel. "A operação irá permitir ao Grupo Oi, além da redução de custos, um maior controle sobre serviços secundários que impactam diretamente os índices de qualidade dos serviços de telecomunicações desenvolvidos pelas operadoras pertencentes ao seu grupo econômico".

Com o negócio, serão transferidos à Serede funcionários da ARM, equipamentos ferramentais e demais materiais em estoque da ARM em Estados não divulgados pelas empresas. A Serede também assumirá posições contratuais da ARM em alguns contratos vigentes, além de adquirir ferramental de telecomunicações e técnico para prestação de serviços em determinados Estados.Luci Ribeiro, do Estadão Leia mais em exame 10/02/2016

10 fevereiro 2016



Japonesa Asahi oferece 2,5 bilhões de euros por marcas da SAB Miller

A Anheuser-Busch InBev AB InBev anunciou nesta quarta-feira que vai negociar com exclusividade a venda de marcas da SABMiller para o japonês Asahi Group, como parte da estratégia das duas companhias de se desfazerem de alguns ativos para concluir a fusão das cervejarias, estimada em US$ 108 bilhões.

A oferta do Asahi Group avalia em 2,55 bilhões de euros (US$ 2,86 bilhões) as marcas Peroni, Grolsch, marcas da família Meantime e os negócios na Itália, Holanda, Reino Unido. As companhias agora vão trocar informações sobre os negócios para uma potencial compra das marcas e empresas, hoje pertencentes à SABMiller.

A AB InBev concordou em dar um período de exclusividade para o Asahi Group, enquanto esse processo de avaliação dos negócios está em andamento. A oferta do Asahi Group, se for aceita pela AB InBev, está condicionada à conclusão da compra da SABMiller pela AB InBev.

Em nota, o presidente da AB InBev, Carlos Brito, disse que a companhia está satisfeita por ter recebido a oferta do Asahi Group.

Para essa negociação, o Lazard e o Deutsche Bank vão atuar como consultores financeiros da AB InBev. A Freshfileds Bruckhaus Deringer será consultora legal da AB InBev no processo.

Desde o fim de 2015, a AB InBev e a SABMiller anunciaram que buscavam compradores para as marcas europeias Peroni, Grolsch e marcas da família Meantime. A venda tem como objetivo reduzir a participação das duas empresas em alguns mercados, para evitar conflitos com órgãos antitrustes, que podem se mostrar contrários à fusão.

A Thai Beverage, da Tailândia, e a San Miguel Corp, das Filipinas, estão entre as empresas que demostraram interesse em comprar as marcas. Valoronline Leia mais em bol.uol 10/02/2016



Empresas chinesas oferecem US$ 1,2 bi por Opera Software

Internet: a Opera se transformou nos últimos anos em um serviço de publicidade móvel

Um grupo de empresas chinesas fez uma oferta em dinheiro pela desenvolvedora norueguesa do navegador de Internet Opera, avaliando a companhia em 10,5 bilhões de coroas, ou 1,23 bilhão de dólares, disse a empresa nesta quarta-feira.

Os compradores, que incluem a empresa listada em Nova York Qihoo 360, de busca na Web e segurança, e a Kunlun Tech, de distribuição de jogos online e móveis, fizeram uma oferta de 71 coroas norueguesas (8,29 dólares) por ação, um prêmio de 45,6 por cento sobre o preço de fechamento de sexta-feira.

As negociações das ações da Opera Software foram suspensas na sexta-feira depois dos papéis terem subido para 48,77 coroas.

Os papéis subiram em antecipação a um prometido anúncio sobre o futuro da companhia após a Opera dizer no ano passado que buscava ser vendida.

O presidente do conselho de administração da Opera, Sverre Munck, disse nesta quarta-feira que era essencial que a empresa encontrasse parceiros para se desenvolver.

Os compradores também incluem as empresas chinesas não listadas Golden Brick Silk Road (Shenzhen) Equity Investment Fund e Yonglian Investment.

A Opera se transformou nos últimos anos em um serviço de publicidade móvel, pelo qual a empresa agora obtém a maior parte de sua receita.

A companhia previu nesta quarta-feira lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) de entre 100 milhões e 125 milhões de dólares em 2016, sob receita de 690 milhões a 740 milhões de dólares.

A divisão encarregada pelo browser de Internet agora é especializada em compressão de dados para minimizar tempos de download e custos para os usuários, especialmente durante exibição de vídeo, o que torna o Opera popular em mercados emergentes onde a banda de dados pode ser restrita.

"Queremos ser um ecossistema com um bilhão de usuários", disse o presidente-executivo da Opera, Lars Boilesen, à Reuters, acrescentando que o acordo ainda precisa ser aprovado por autoridades chinesas. Da REUTERS Leia mais em exame 10/02/2016



Uma em cada 3 corretoras independentes está no vermelho

2015 no vermelho: na lista completa de 166 corretoras independentes, 55 tiveram resultados negativos

Atingidas pelo cenário de recessão econômica, escândalos de corrupção em companhias abertas e uma série de fechamentos de capital em curso no país, as corretoras de valores devem enfrentar mais um ano de vacas magras.

Em 2015, a Bolsa fechou aos 43.395 pontos - recuando ao patamar de sete anos atrás - e amargou queda de 41,9% em valor de mercado.

O cenário se refletiu na última linha dos balanços das corretoras. Entre as 50 corretoras independentes com maior patrimônio líquido pesquisadas a partir de dados do Banco Central, 34% (17) ficaram no vermelho no acumulado de janeiro a setembro de 2015, último dado disponível. Desse total, 13 amargaram prejuízo na casa dos milhões.

Na lista completa de 166 corretoras independentes, 55 tiveram resultados negativos no mesmo período. O ranking dos prejuízos é encabeçado por Gradual (com perdas de R$ 18,9 milhões), Novinvest (R$ 17,7 milhões), SLW (R$ 17,6 milhões), Souza Barros (R$ 17,4) e Coinvalores (R$15,5 milhões).

Mais antiga corretora do mercado, a Souza Barros está encerrando suas atividades. No lado positivo, a XP Investimentos lidera com lucro de R$ 66,5 milhões, seguida de H.H. Picchioni (R$ 49,6 milhões), JGP DTVM (R$ 17,7 milhões), Mirae Asset CTVM (R$ 17,3 milhões) e Sul America Invest (R$ 15 milhões).

Fontes do mercado não veem perspectiva de melhora significativa do quadro em 2016, em especial porque não há sinais de aquecimento no mercado de ações e muito menos de redução da taxa básica de juros, a Selic.

"Temos taxas de juros altíssimas, o que inviabiliza (o investimento em) ativos de risco. O contexto é muito adverso, o mercado de capitais não cresce e as corretoras não têm como se isolar disso", diz Caio Villares, presidente da Ancord, associação que reúne corretoras e distribuidoras de títulos, valores mobiliários e câmbio.

Renda fixa

Sem poder contar apenas com as ordens de bolsa, a saída encontrada por muitas corretoras tem sido diversificar a atuação e olhar para a renda fixa. A lista de produtos financeiros que ganham espaço inclui títulos do Tesouro Direto, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

"As corretoras independentes que adotaram o modelo de levar a Bolsa ao cliente, como um supermercado de serviços financeiros, são as que têm se destacado", diz Luis Santacreu, analista sênior de instituições financeiras da Austing Rating.

O principal exemplo disso é a XP Investimentos. Com R$ 7,5 bilhões de ativos sob gestão e 100 mil clientes ativos, a corretora está no topo do ranking das independentes tanto em patrimônio líquido quanto em resultado. "Viver de corretagem deixou de ser viável até pela concorrência com as corretoras de grandes bancos, que não precisam dessa receita e oferecem grandes pacotes de serviços", reforça o advogado Renato Ximenes, sócio do Mattos Filho.

Após três anos de resultados negativos a Easynvest registrou lucro em 2015 (R$ 3,7 milhões até setembro). Para Marcio Cardoso, sócio-diretor da corretora, o resultado reflete a maturação de investimentos em tecnologia, dentro da estratégia de se tornar uma plataforma de investimentos com foco no varejo. Nascida como uma corretora típica, a empresa hoje tem apenas 20% de seu faturamento atrelado a operações em bolsa.

Com 44 anos a corretora SLW teve que abrir mão de uma carteira de 4 mil clientes, transferida à Guide Investimentos em março passado. "Não estávamos conseguindo ser eficientes. O volume de (negócios na) bolsa é cada vez menor, mas os custos de operação continuam subindo e há uma canibalização de preços entre as corretoras na busca por clientes", resume o diretor-geral da empresa, Antonio Milano Filho.

A opção da SLW foi se reinventar, tendo como focos a atuação como agente fiduciário, a administração de fundos de investimento, corretora de câmbio e realização de operações estruturadas como fusões e aquisições. A empresa encolheu de um faturamento anual de R$ 35 milhões para cerca de R$ 9 milhões, mas espera fechar o ano no azul.

Nos nove primeiros meses de 2015, a SLW acumulava prejuízo de R$ 17,6 milhões, atribuído por Milano às dificuldades de mercado, além de custos com o fechamento do negócio e o pagamento de cerca de R$ 10 milhões na adesão ao Refis proposto às corretoras pelo governo.

A adesão ao programa de refinanciamento de débitos, em 2015, pesou para muitas delas. O Refis veio solucionar uma disputa que remonta à desmutualização das bolsas, resultando na criação da BM&FBovespa em 2008.

As corretoras associadas à BM&F e à Bovespa tiveram seus títulos patrimoniais trocados por ações da nova bolsa e a Receita entendeu que deveria cobrar impostos sobre a transação.

A Ancord aponta que os custos regulatórios pesam muito, em especial para corretoras menores. Segundo Villares, há estudos para evitar a sobreposição de exigências por parte dos reguladores do segmento como Bolsa, Cetip, Anbima e a própria associação. A ideia é dividir a fiscalização entre eles.

Outra iniciativa para reduzir custos é o compartilhamento de infraestrutura e serviços comuns. Segundo Villares, há quatro corretoras no projeto, entre elas a Planner e a Concórdia, em que atua. A expectativa é de um corte de 20% nos gastos em um primeiro momento.

Consolidação

Diante desse cenário, cresce a tendência de consolidação do segmento no país. A PwC contou dez operações de fusão e aquisição de corretoras em 2014 e seis em 2015. No fim do ano passado foram anunciadas operações entre Talarico e Planner, XP e Um Investimentos e WinTrade e Brasil Plural.

"Acreditamos em novos movimentos até por uma questão de sobrevivência das empresas. Esperamos entre seis e dez operações em 2016", diz Alessandro Ribeiro, sócio da área de fusões e aquisições da PwC.   Mariana Durão, do Estadão Conteúdo com colaboração de Idiana Tomazelli, do Estadão Leia mais em exame 10/02/2016



09 fevereiro 2016

FUSÕES E AQUISIÇÕES: 47 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JANEIRO/16

   Foram realizadas 47 transações no mercado brasileiro de fusões & aquisições no mês de janeiro/2016, correspondendo a um investimento da ordem de R$ 8,8 bilhões. Representa uma  queda de 57% em relação ao número de operações do mês anterior e de uma  redução de 65% dos montantes investidos. Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 15 setores. O valor médio das transações em jan/2016 cresceu 3,4%.
   Os setores de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI), OUTROS e ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO  foram os mais ativos no mês de janeiro.
   O maior apetite no mês ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 34 operações (72,3%). Sob a ótica do país de origem do investidor, os de origem Nacional predominaram com 70,2% das operações e 72,3% dos montantes investidos. O Reino Unido, com 5 operações  foi o  país com maior número de operações.
   A maior transação no mês foi a Cubico, uma empresa formada pelo Banco Santander e dois fundos de pensão canadenses, comprando duas usinas eólicas no Nordeste do Brasil por 2 bilhões de reais, incluindo assunção de dívidas.
  Quanto às Percepções de Mercado, merece destacar: (i) Em Davos, 'Brasil pela metade do preço' atrai interesse de investidor. (ii)  Metade das empresas do Ibovespa perde mais de 50% do valor de mercado. (iii) Fechamento de empresas é o maior em dez anos.  (iv) Especialistas em reestruturação miram Brasil em 2016.

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no decorrer do mês de JANEIRO de 2016.

ANÁLISE DO MÊS 

Setores mais ativos - Os 5 setores mais ativos responderam por 66,0% do total das operações e  48,0% do valor total dos investimentos.
Foram divulgadas com destaque pela imprensa no mês de JANEIRO, 47  transações em 15  setores da economia brasileira, registrando um queda de 56,9% em relação ao mês anterior ( 109 operações).


Evolução nos últimos 4 anos  - Depois de dois anos de queda, o mês de janeiro/2016 apresenta crescimento de 17,5% no comparativo do número de transações realizadas.



Maiores apetites x maiores quedas. O segmento com maior apetite  neste mês foi o de TI, com a realização de 9 transações representando 19,1% do total.  Os 5 setores com maior números de aquisições, no acumulado do ano, representaram 66,0% das transações.

Acumulado volume de transações dos últimos doze meses mantém o ciclo de crescimento - O mês sinaliza um crescimento de 0,8% do número de transações de M&A acumuladas nos últimos doze meses -  janeiro de 2016, com  849 operações, comparativamente com o mesmo período do mês anterior.

No gráfico do acumulado dos 12 meses, pode-se inferir ciclos distintos de crescimento e queda do número de transações. Vale ressaltar que desde dez/14, está sinalizando um ciclo de crescimento do número de transações, considerando que o período é marcado sobretudo por expectativas negativas, por conta da inflação crescente, forte alta do dólar ( volatilidade do câmbio), limitação do crédito e aumento dos juros, redução dos investimentos  e PIB em queda. Ou seja um ciclo em que o mercado está se contraindo. De um lado, a combinação ou fusão de negócios são saídas para enfrentar uma concorrência mais acirrada num mercado menor, com custos mais elevados, de outro, a venda de ativos contribuem injetar recursos auxiliando no pagamento de dívidas. Correndo por fora, estão as operações resultantes  da Operação Lava Jato, onde grupos controladores, sobretudo de empreiteiras,  se viram obrigados a negociar ativos, como forma de pagar as dívidas e se manter operando.



Operações de pequeno porte são maioria nos últimos 3 anos. Nos últimos três anos as operações de pequeno porte são maioria no mês de janeiro.




Porte das transações: 66% das transações são do porte de até R$ 50 milhões - Das 47 transações apuradas,  31 são de porte até R$ 49,9 milhões -  66,0% do total e responderam por 5,5% do seu valor.
 

Cerca de 6% das operações  respondem por 56% dos montantes envolvidos - No topo da pirâmide foram apuradas 3 transação em janeiro, com porte acima de R$ 1,0 bilhão, representando 6,4% do número de operações e responderam por  55,6% do valor das transações.

Queda de 65% do montante em relação ao mês anterior. Quanto aos montantes dos negócios realizados em janeiro de 2016, estima-se o total de R$  8,8 bilhões, representando uma queda de 65% em relação ao mês anterior - considerando Valores Divulgados ( 82,8%) e Não Divulgados (17,2%).


Valor médio das transações em jan/2016 cresceu 3,4%. Quanto ao valor médio das transações realizadas em janeiro/16, pulou de R$ 181 milhões em jan/2015, para R$ 187 milhões em 2016, com crescimento de 3,4%. No quadro abaixo  estão classificados os valores médios das operações em função do porte.


Investidores estratégicos estão com maior apetite - O maior apetite em janeiro ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 34 operações (72,3%), e responderam por 54,0% dos montantes investidos.
Predomínio dos investidores Nacionais. Os investidores de Capital Nacional foram responsáveis por 33 operações, enquanto os investidores de Capital Estrangeiro realizaram 14 operações.
Por país, o Reino Unido, com 5 operações  foi o maior investidor.


Maior transação do mês  -  A maior transação em jan/16, foi a compra, pelo Santander e fundos canadenses, de eólicas no Brasil por R$2 bi. A Cubico, uma empresa formada pelo Banco Santander e dois fundos de pensão canadenses, fechou a compra de duas usinas eólicas no Nordeste do Brasil por 2 bilhões de reais, incluindo assunção de dívidas.  11/01/2016

“PERCEPÇÕES” DO MERCADO - notícias que se destacaram: 
Em Davos, 'Brasil pela metade do preço' atrai interesse de investidor. Quando estava no carro em direção a Davos, o empresário americano George Logothetis recebeu um telefonema do diretor de seu Libra Group no Brasil. Ele informava que tinha fechado enfim o acordo para construir um hotel numa das principais capitais do país por US$ 24 milhões. "É o projeto que custava US$ 55 milhões três anos atrás?", indagou o empresário. O funcionário confirmou, explicando que o Brasil estava agora pela metade do preço. "O investimento em dólar ficou baixo e estamos olhando mais negócios no Brasil'', disse Logothetis ao Valor.  As fusões e aquisições têm sido a área "mais vibrante" no Brasil nos últimos tempos. É algo que surpreendeu Martin Sorrell, presidente-executivo da WPP, e o levou a indagar ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa se o governo estava preocupado com uma mudança de atitude de empresários brasileiros, de zelosos de sua independência a dispostos, agora, a vender o negócio. 25/01/2016
Metade das empresas do Ibovespa perde mais de 50% do valor de mercado. Um total de 28 das 57 empresas que compõem o Ibovespa perderam mais de 50% em valor de mercado desde os dias em que atingiram suas cotações máximas históricas até ontem, segundo pesquisa da consultoria Economatica. Dessas companhias, quatro são.. 19/01/2016
Fechamento de empresas é o maior em dez anos. Em linha com a alta das demissões e a retração forte da economia, o ano de 2015 contabilizou o maior número de fechamento de empresas em mais de uma década. De janeiro a outubro do ano passado (último dado disponível), 302,7 mil firmas deram baixa em seus registros nas juntas comerciais. Mesmo sem os dados do último trimestre, esse é o contingente mais alto da série publicada pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), com início em 2000. O total de companhias que fechou as portas representou 77,9% do universo de 388,5 mil empresas abertas no mesmo período de 2015. Embora a quantidade de novas firmas ainda supere a de fechamentos, essa relação já foi bem mais favorável à expansão do empreendedorismo. Em 2010, por exemplo, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%, 617,9 mil empresas foram criadas, quase o triplo das 215 mil extintas. 21/01/2016
Especialistas em reestruturação miram Brasil em 2016. Os especialistas em reestruturação estão planejando ir para o Rio em 2016. Muitas empresas brasileiras estão com problemas, tendo em vista que a Standard & Poor's rebaixou a nota soberana do país para junk em meio à sua pior crise econômica em um século. Em 2015, 12 empresas brasileiras perderam o grau de investimento e foram rebaixadas para junk, encabeçadas pela Petrobras, de acordo com um relatório da S&P. Foi o maior número de rebaixamentos para qualquer país do mundo, atrás apenas da Rússia. Para completar, o escândalo de corrupção na Petrobras se espalhou para outras empresas da região. A S&P tem uma perspectiva negativa para o Brasil em 2016. "Há uma comunidade de reestruturação muito, muito vibrante agora no Brasil”.29/01/2016

SUMÁRIO DOS DESTAQUES DO MÊS - FUSÕES E AQUISIÇÕES
A ordem da relação das transações de Fusões e Aquisições segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e/ou  postadas no blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. e podem ser localizadas nos endereços abaixo.

DESTAQUES DA:
 • SEMANA DE 25 a 31/jan/16
 • SEMANA DE 18 a 24/jan/16
 • SEMANA DE 11 a 17/jan/16
 • SEMANA DE 04 a 10/jan16
 • SEMANA DE 28/dez/15 a 03/jan/16

DESTAQUES DO MÊS ANTERIOR

 • FUSÕES E AQUISIÇÕES: 842 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM 2015. Crescimento de 14,9%
 • TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em 2015 - crescimento de 14,2%

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.  

09 fevereiro 2016



Cenário levará ratings corporativos do Brasil para grau especulativo, diz Fitch

A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou nesta segunda-feira (8) que questões econômicas, fiscais e políticas, junto com a trajetória de queda nos preços das commodities, levarão ratings corporativos do Brasil para o grau especulativo neste ano. A informação consta de um relatório da Fitch, intitulado "Brazilian Corporate Credit Indicators - Carnival Provides Relief from Misery".

"O fluxo de caixa das operações deve recuar a níveis não vistos na última década", disse Debora Jalles, diretora da Fitch, em comunicado da agência. Segundo ela, a queda na demanda, o aumento do desemprego, a persistente alta inflação e as taxas de juros, os preços fracos das commodities, a volatilidade cambial e o aperto nos mercados de crédito se somaram "para criar uma tempestade perfeita", em meio à qual as empresas brasileiras se veem.

De acordo com a Fitch, apenas 19% dos emissores tem uma capacidade forte para suportar os desafios de 2016 sem uma piora significativo em seus perfis de crédito. A previsão é que os rebaixamentos superem as elevações de rating em uma proporção de 10 para 1 neste ano entre as empresas do País, comparado com uma proporção de 4,4 para 1 em 2015, de 2,8 para 1 em 2014 e de 0,5 para 1 no período entre 2004 e 2013.

A Fitch diz que 53% de seu portfólio corporativo brasileiro tem perspectiva negativa. Por outro lado, apenas 6% dele tem perspectiva positiva. Estadao Leia mais em jcrs 08/02/2016



Empresa japonesa adquire fabricante brasileiro de cápsulas médicas Genix

A companhia japonesa Qualicaps, subsidiária da Mitsubishi Chemical, adquiriu o fabricante brasileiro de cápsulas Genix com o objetivo de estabelecer suas operações no crescente mercado farmacêutico latino-americano.

A Qualicaps, o maior fabricante de cápsulas médicas do Japão com uma fração de mercado de 50%, adquiriu a companhia brasileira em uma operação que custou 5 bilhões de ienes (US$ 43 milhões), informou a companhia em comunicado.

Com a aquisição da Genix Indústria Farmacêutica, que aglutina a metade do mercado brasileiro, a Qualicaps quer adentrar nos mercados centro-americano e sul-americano para fortalecer suas operações em nível mundial.

O mercado farmacêutico na América Latina é avaliado em cerca de US$ 72 milhões, e se estima que sua taxa de crescimento anualizado seja de entre 5% e 8% até 2019, detalhou a Qualicaps no texto.

Com a aquisição, a empresa japonesa se tornará o principal fabricante do setor na região, o terceiro mais forte na América depois de Estados Unidos e Canadá, e o oitavo no mercado mundial. EFE
Leia mais em bol.uol 09/02/2016



08 fevereiro 2016

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 01 a 07/fev/16

Na semana de  01 a 07/fev/26, foram anunciadas 15 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa. Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 10 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
Principais transações.


NEGÓCIOS DA SEMANA
"Market Movers" - Brasil
  • Santa Cruz compra Pan Pharma e passa a faturar R$ 13 bilhões. A família Mayer, fundadora e controladora da Santa Cruz Distribuidora, concluiu a aquisição das operações da alemã Celesio AG no Brasil, reforçando a liderança da empresa no segmento de distribuição de medicamentos do país. A SantaCruz passa a ter cerca de R$ 13 bilhões em receita líquida, participação de mercado na faixa de 15% e quase o dobro do quadro de funcionários atual. 
"Market Movers” - Exterior
  • Governo português recompra 50% da companhia aérea TAP por US$ 2,1 bilhões. O governo de Portugal assinou neste sábado um memorando de entendimento com o consórcio Gateway, que tinha fechado com o Executivo anterior a compra da companhia aérea TAP, para recuperar 50 % do capital da companhia por 1,9 milhões de euros (US$ 2,1 bilhões, ou R$ 8 bilhões). O acordo garante que o Estado português manterá 50% do capital da TAP, contra os 34% que previa o acordo assinado com o Executivo conservador de Pedro Passos Coelho, e que a gestão da companhia ficará a cargo do consórcio Gateway. O empresário português Humberto Pedrosa, que faz parte do consórcio Gateway, disse que "a boa vontade de ambas as partes permitiu que a negociação terminasse em acordo" e acrescentou que "o importante é que está garantida a continuidade da gestão privada da TAP e seu plano estratégico”. O consórcio Gateway, integrado por Pedrosa e pelo brasileiro-americano David Neeleman, comprou a TAP em novembro por mais de R$ 1,2 bilhão, valor que poderia subir 30% em função dos resultados da companhia aérea. 06/02/2016
  • Cisco compra Jasper interessada na segurança de IoT. A aquisição, por 1,4 mil milhões de dólares, concentra uma série de ofertas, mas coloca dúvidas sobre a parceria com a Erissson. A Cisco anunciou um acordo para a compra da Jasper Technologies, por 1,4 mil milhões de dólares. A fusão pode tornar mais fácil desenvolver construir em torno de serviços baseados em IoT, em vez de produtos. Grande parte do negócios da Jasper está baseado na interligação de produtos às redes móveis. A sua tecnologia é implantada entre as empresas fornecedoras e os operadores, fazendo o trabalho complicado de ligar as aplicações de IoT a conexões de rede. 04/02/2016
  • Empresa chinesa compra a Syngenta por US$ 43 bilhões. ChemChina supera a norte-americana Monsanto, que vinha tentando adquirir a companhia suíça de sementes e defensivos. A Syngenta informou nesta quarta-feira (3/2) ter aceito uma oferta de compra de US$ 43 bilhões feita pela chinesa ChemChina. O valor equivale a US$ 465 por ação da companhia. A expectativa é que o negócio seja concluído até o fim do ano. A compra da Syngenta pelos chineses é um revés para a norte-americana Monsanto, que tentava adquirir a companhia suíça de sementes e defensivos. Uma das propostas chegou a US$ 46 bilhões. Marca também um importante passo na consolidação no setor de agroquímicos. Em dezembro passado, DuPont e Dow Chemical anunciaram a intenção de se unir.  03/02/2016
  • Em processo de mudança, IBM compra três agências digitais em menos de duas semanas. A IBM anunciou nesta quarta-feira, 3, a compra da agência digital alemã Ecx.io. Sem revelar o valor da transação, a companhia disse que vai absorver todos os cerca de 200 funcionários da agência. Esta é a terceira aquisição feita pela IBM de uma empresa de publicidade e design digital em menos duas semanas. Nesta terça-feira, 2, ela já havia adquirido outra agência alemã, a Aperto, empresa com mais de 300 empregados que tem em carteira clientes como a Airbus, Volkswagen e Siemens. Na semana passada, comprou a Resource/Ammirati, agência digital fundada em 1981 e que teve a Apple como seu primeiro cliente.
HUMORES & RUMORES
M & A - VENDA
  • Petrobras venderá terminal de gás em pacote com térmicas. Segundo pessoas ligadas à estatal, porém, a venda das unidades reduz o risco para interessados em adquirir as térmicas. No esforço para viabilizar seu programa de desinvestimentos, a Petrobras decidiu incluir terminais de importação de gás natural na lista de ativos à venda. O terminal tem capacidade para importar 14 milhões de metros cúbicos de gás por dia.O segundo pacote terá o terminal de gás do Ceará e as usinas Termoceará e a Usina Termelétrica Jesus Soares Pereira. No esforço para viabilizar seu programa de desinvestimentos, a Petrobras decidiu incluir terminais de importação de gás natural na lista de ativos à venda. Eles serão oferecidos em pacotes que incluem usinas termelétricas. A Folha apurou que o primeiro pacote, com o terminal da baía de Guanabara e as usinas Governador Leonel Brizola, Barbosa Lima Sobrinho e Baixada Fluminense, já foi oferecido ao mercado. As três usinas ficam no Rio. Juntas, têm potência de 1.900 megawatts (MW). O terminal tem capacidade para importar 14 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O segundo pacote terá o terminal de gás do Ceará e as usinas Termoceará e a Usina Termelétrica Jesus Soares Pereira. O terminal tem capacidade para importar 7 milhões de metros cúbicos por dia, e as térmicas, potência de 543 MW. Um terceiro pacote incluirá térmicas na Bahia, onde também há terminal de importação de gás natural. A estratégia de incluir os terminais resolve um entrave que dificultava a venda das térmicas: as usinas têm contrato de suprimento de gás com a Petrobras, em termos desfavoráveis para a estatal. 06/02/2016
  • Cencosud estuda vender ativos para melhorar lucro. A chilena Cencosud, quarto maior grupo de varejo de alimentos do Brasil, estuda vender ativos não essenciais, para manter foco em negócios estratégicos e tentar melhorar rentabilidade, conforme informou ao Jornal Valor Econômico desta sexta-feira (5), em comunicado sobre investimentos globais.  No Brasil, a rede é dona dos supermercados Bretas, Prezunic, G.Barbosa, Mercantil Rodrigues e Perini, com 222 lojas. As vendas, pelo conceito "mesmas lojas" (abertas há mais de 12 meses), caíram 6,5% de janeiro a setembro no Brasil - em parte pela desvalorização do real. 05/02/2016
  • Ativo Invepar no Peru atrai interesse de Brookfield e CPPIB. A Brookfield Asset Management e o Canadian Pension Plan Investment Board têm mostrado interesse em adquirir uma concessão de rodovia da empresa brasileira Investimentos e Participações em Infraestrutura no Peru, segundo duas pessoas com conhecimento direto do assunto. A Invepar contratou o Santander e o Banco do Brasil para vender a concessão da Línea Amarilla em Lima, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque as discussões não são públicas. A companhia espera obter cerca de R$ 2,3 bilhões (US$ 584 milhões) com a venda do ativo do Peru, segundo as pessoas.04/02/2016
  • Rossi estuda venda de ativos para reestruturação, não tem acordo para EntreVerdes. A construtora Rossi informou nesta quinta-feira que segue analisando "variadas possibilidades" de reestruturação da empresa, o que inclui venda de ativos para obtenção de caixa, mas que não tem acordo acertado para venda da loteadora EntreVerdes. "A EntreVerdes é só um dos variados ativos da companhia e que podem vir a ser alienados no âmbito de uma reestruturação (...) A companhia não é parte de qualquer documento vinculante envolvendo a venda da EntreVerdes e não há qualquer garantia de que o ativo será alienado", afirmou a Rossi em comunicado ao mercado. 04/02/2016
  • Duke Energy diz que poderá vender parcial ou totalmente usinas no Brasil. A norte-americana Duke Energy Corp poderá vender a totalidade ou parte de seus negócios no Brasil, segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira pela subsidiária brasileira da companhia, Duke Energy Brasil. A empresa, que controla hidrelétricas em São Paulo em um total de 2,2 gigawatts em potência, disse que seu acionista controlador "pretende dar início a um processo que pode ao final resultar na venda da totalidade ou de uma parte das ações”. "A preparação desse processo pela Duke encontra-se em fase preliminar e nenhuma oferta vinculante ou não vinculante foi submetida ou solicitada", explicou a companhia.04/02/2106
  • Oi pode ser alvo de aquisição com novo marco regulatório. Oi: novo marco deve atrair investimentos estrangeiros e estimular movimentos de fusão e aquisição no país, segundo ministro das Comunicações. A Oi, operadora de telefonia que está lutando para sair de uma montanha de dívida, está perto de conseguir uma tábua de salvação do governo. André Figueiredo, ministro das Comunicações, disse em entrevista que daria apoio a uma mudança no Marco Regulatório que mude o foco para a universalização da banda larga, eliminando as obrigações relacionadas à expansão da telefonia fixa de concessionárias como a Oi. O novo marco deve atrair investimentos estrangeiros e estimular movimentos de fusão e aquisição no país, segundo ele. “O nosso marco regulatório está extremamente defasado”, disse Figueiredo. O ministro Nelson Barbosa e a presidente Dilma Rousseff apoiam a ideia de submeter ao Congresso um projeto de lei para o novo marco até o final de março, segundo o ministro. 02/02/2016
  • Anglo American tenta vender seus negócios no Brasil, incluindo Sistema Minas-Rio. Na semana passada quando o blog informou aqui sobre a suspensão temporária das atividades da empresa finlandesa Wärtsilä, junto ao Porto do Açu, fontes ligadas à empresa FerroPort, joint-venture entre as empresas Prumo e Anglo American, no "Sistema Minas - Rio" para exportação de minério de ferro pelo porto, repassaram informações sobre as preocupações com a manutenção dos negócios, diante da relação entre o preço no mercado internacional x custos de extração e logística, com a entrega de minério de ferro pela empresa, em outros continentes. As informações falavam da hipótese de demissões de trabalhadores e de negociação da empresa, ou mesmo suspensão temporária das atividades. No mercado de minério se sabe que a paralisação das atividades tem um custo enorme que pode interferir na retomada do negócio adiante.O blog do Ancelmo Gois hospedado no Globo deu a nota abaixo: "Bye, bye, Brasil” "A mamute e centenária mineradora Anglo American receberá propostas, dia 15, para vender todos os ativos no Brasil, e não só os de fosfato e nióbio. Estão à venda: Minas Rio, de minério de ferro; Barro Alto, de níquel; e Coperbras, de fosfato e nióbio. Negócio de US$ 3 bilhões. 02/02/2016
  • Ainda vale a pena investir no Brasil? A combinação de uma economia recessiva e uma moeda depreciada deixou os ativos brasileiros com preços muito atrativos. Diante das expectativas consideradas para 2015 e seu desfecho real, poderíamos projetar um ano de 2016 ainda marcado por problemas econômicos e PIB em queda de mais de 5%. Neste cenário, muitos investidores perguntam: afinal, o que aconteceu com os fundamentos da economia? A combinação de uma economia recessiva e uma moeda depreciada deixou os ativos brasileiros, das mais diversas classes e segmentos, com preços muito atrativos. Fundos com ciclos de investimentos para 10 anos ou corporações com planos estratégicos de longo prazo são candidatos a aproveitar este período obscuro (para a maioria da população) da economia. Também não subestime as recompensas! Conhecimento profundo de negócios e capital suportando conhecimento local pode ser a chave para obter retornos ajustados por risco em um mercado de 200 milhões de habitantes como o Brasil.  02/02/2016
  • Sem acordo por ativos de energia da Queiroz Galvão. Na rua há pelo menos seis meses, a venda de um pacote de usinas hidrelétricas e eólicas da Queiroz Galvão Energia não sai do papel. Diversos grupos já chegaram a avaliar os ativos – como os chineses da CTG e a Tractebel –, mas não fecharam negócio. O problema é o preço: a Queiroz Galvão quer pelo menos 1 bilhão de reais, excluindo os investimentos necessários para colocar de pé projetos ainda não concluídos. Além disso, não aceita o pagamento mais esticado: as proponentes querem pagar a maior parte do valor mais à frente, para não correr o risco de perder dinheiro caso o grupo controlador entre com pedido de recuperação judicial, o que pode comprometer a transação 01/02/2016
M & A - COMPRA
  • Pátria negocia compra das farmácias Melhor Preço, de Sergipe. A gestora de investimento em participações Pátria está em negociação avançada para fechar aquisição da rede de farmácias Melhor Preço, com sede no Estado Sergipe. Segundo o Valor apurou com fonte a par do assunto, a transação deve ser concluída nas próximas semanas e envolve uma fatia majoritária da varejista de medicamentos. A Melhor Preço pertence a fundos de investimento, sendo o maior deles um family office do Rio Grande do Sul. Fundada em 2010 por uma família de Aracaju, que não está mais a frente do negócio, a Melhor Preço tem hoje 18 lojas e pretende abrir mais dez até o fim do ano. Apesar da constituição recente, a companhia tem gestão profissionalizada e já é auditada pela Ernest & Young, uma das quatro maiores firmas de auditoria do mundo. Constituída como uma sociedade anônima de capital fechado desde a sua fundação, a Melhor Preço faturou R$ 70 milhões no ano passado. 04/02/2016
  • Italiana Enel vê oportunidades em distribuição de energia no Brasil. A italiana Enel acredita que haverá oportunidades de aquisição no segmento de distribuição de energia elétrica do Brasil e está atenta para aproveitá-las, afirmou uma porta-voz da companhia nesta terça-feira, em nota. A afirmação veio em resposta a questionamento da Reuters sobre eventual interesse da companhia em comprar uma fatia na distribuidora de energia Light, controlada pela mineira Cemig, que já anunciou que busca um parceiro para o negócio. A Light atende parte do Rio de Janeiro, Estado em que a Enel atua em distribuição por meio da Ampla. A companhia italiana também controla no Brasil a Coelce, responsável pelo fornecimento no Ceará, e tem ativos em geração e transmissão. "Uma série de ativos de distribuição está à venda no Brasil no momento e é amplamente conhecido que a Enel está interessada em agarrar oportunidades tanto no país quanto na distribuição", afirmou a Enel. 02/02/2016
PRIVATE EQUITY
  • Fundos De Investimentos Aumentam Procura Por Empresas Em Crise. Investir em empresas ou ativos que pertencem a companhias em dificuldades financeiras ou em processo de reestruturação pode ser um bom negócio. Uma das consultorias de “turnaround” mais ativas neste mercado prevê que 2016 será o ano de consolidação dos investimentos feitos pelos fundos de “distress” ou especializados nas empresas em crise. “Por meio da Corporate Finance Investimentos e Participações, estamos atendendo novos fundos interessados naquelas empresas com necessidade de gestão e capital que possam ser transformados em grande business”, assinala o presidente da Corporate Consulting, economista Luís Alberto de Paiva. A empresa injeta capital, assume a gestão interina e implementa programas de reestruturação financeira. Também renegocia dívidas com os credores e elabora plano dentro da Lei de Recuperação Judicial. “Um dos objetivos é sanear e preparar as companhias na obtenção de maior valor de mercado, quando vendidas”, destaca Paiva. O volume de investimentos conhecidos por “distressed investing” pode superar R$ 1 bilhão neste ano nos fundos que atende, prevê Paiva.  05/02/2016
  • Fundos mantêm suas apostas para 2016. Empresas focadas em inovação e tecnologia continuam avançando. A crise econômica, que vem assustando o País inteiro, pode passar ao largo de empresas inovadoras e de tecnologia, que continuarão recebendo aportes dos fundos de investimentos neste ano. Essas empresas, geralmente startups ou de negócios tradicionais, mas com forte apoio tecnológico, vêm sendo incorporadas ao portfólio de vários fundos de private equity e venture capital, voltados em grande parte para as pequenas e médias, confiantes no bom desempenho que poderão ter em 2016. O otimismo com a possibilidade de resultados positivos neste ano também já se instalou entre os gestores dos fundos, que esperam repetir o desempenho do ano passado. "Na minha opinião, 2016 será um excelente ano para se investir e tenho ouvido isso de vários investidores com quem converso", afirma Newton Campos, professor do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas (GVcepe). Segundo ele, há boas condições para que isso ocorra.29/01/2016
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Norueguesa Scatec compra fatia em usinas solares no Piauí. A norueguesa Scatec Solar assinou contrato com a espanhola Gransolar para comprar uma fatia majoritária em duas usinas solares fotovoltaicas que serão construídas no Piauí, em um total de 78 megawatts em potência instalada, segundo comunicado da companhia nesta segunda-feira. Os projetos foram viabilizados pela Gransolar em leilão promovido pelo governo federal em agosto de 2015 e deverão exigir um investimento de 418 milhões de reais. A Scatec terá 70 por cento nas usinas e a Gransolar ficará com os 30 por cento restantes. As companhias não informaram o valor da transação.01/02/2016
  • Farmacêutica americana Abbott adquire Alere por US$ 5,8 bilhões. A farmacêutica americana Abbott anunciou hoje a aquisição da fabricante de produtos para diagnósticos Alere, pelo valor de US$ 5,8 bilhões.... 01/02/2016
  • Startup marQ Systems recebe aporte de R$ 1 milhão de investidor anjo. Um ano após iniciar suas operações no mercado, a marQ Systems, startup especializada no desenvolvimento de tecnologias vestíveis (wearables) para monitoramento de animais de estimação, crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais, anunciou nesta segunda-feira, 1º, que recebeu aporte de R$ 1 milhão, realizado por um investidor anjo ligado ao setor de telecomunicações, cujo nome não foi revelado. O objetivo para este ano, segundo a empresa, é elevar o investimento em até R$ 5 milhões.
  • Santa Cruz compra Pan Pharma e passa a faturar R$ 13 bilhões. A família Mayer, fundadora e controladora da Santa Cruz Distribuidora, concluiu no domingo acordo para aquisição das operações da alemã Celesio AG no Brasil, reforçando a liderança da empresa no segmento de distribuição de medicamentos do país. A SantaCruz passa a ter cerca de R$ 13 bilhões em receita líquida, participação de mercado na faixa de 15% e quase o dobro do quadro de funcionários atual. As negociações envolveram a compra da PanPharma, segunda maior distribuidora de medicamentos no mercado brasileiro, e a Oncoprod, distribuidora de produtos médicos oncológicos, segundo comunicado da Celesio AG publicado ontem. A empresa não informa o valor da transação. É a maior negociação de compra e venda relacionada a este setor já realizada no país.A Santa Cruz é a maior companhia do segmento, com receita líquida anual de R$ 8 bilhões, e com a operação, se isola na liderança. A PanPharma soma receita de R$ 4 bilhões e a Oncoprod, cerca de R$ 1,5 bilhão (valores líquidos). O quadro total de funcionários da SantaCruz passa de 4,5 mil para 8,6 mil com a aquisição. A operação foi feita por meio da holding SC Participações Empresariais.
  • Lara compra projeto de ouro em Tocantins. A Lara Exploration informou nesta segunda-feira (1) que assinou um acordo com a Brazil Americas Investments & Participation Mineração para adquirir o projeto de ouro Tocantins, em Conceição do Tocantins (TO). A mineradora canadense vai assumir os custos do projeto e pagar 50% à Brazil Investments de qualquer receita obtida em caso de venda futura do ativo.  01/02/2106
  • DEKRA conclui aquisição de 100% da Jopema. A DEKRA, especializada em inspeção e testes veiculares, anunciou a incorporação de 100% da Jopema Reguladora de Sinistros. Neste processo da empresa, que passou a fazer parte do Grupo DEKRA Brasil em 2011, o então presidente da companhia, José Roberto Macéa e o Diretor Operacional, Claudio Romagnolo, transferiram suas cotas de acionistas para a matriz da multinacional alemã no Brasil, que a partir de agora passa a deter a totalidade das ações. Dentro do processo de aquisição, os serviços de Regulação de Sinistros realizados pela Jopema, passam a ser referenciados por DEKRA Sinistros e representados na sua totalidade pela DEKRA, sob a responsabilidade de Mário Cassio Maurício, CEO do Grupo no Brasil. 02/02/2016
  • Farmoquímica compra Melora, de cosméticos. O grupo FQM, dono dos laboratórios Farmoquímica e Herbarium, comprou a divisão brasileira da Melora, fabricante de dermocosméticos do grupo espanhol IFC. O valor do negócio não foi informado. O grupo FQM é formado por três divisões de negócio: farmacêutica, especializada na venda de medicamentos como o xarope Abrilar e o anticoncepcional Anitta? nutricional, com a marca de Invictus? e dermatológica, com produtos para o tratamento de cicatrizes e acne, por exemplo. A empresa terá uma quarta divisão depois da compra da Melora, a de dermocosméticos. O faturamento da FQM somou R$ 736 milhões em 2015, alta de 12% em relação aos 12 meses anteriores. A linha de dermatologia, sem considerar a aquisição, representa 15% das vendas, superando R$ 100 milhões, e cresceu 29% no ano passado. A Melora faturou R$ 25 milhões em 2015, alta de 10%. 05/02/2016
  • WTorre desfaz sociedade com grupo australiano em empresa de galpões. Quatro anos depois de criar, com a australiana Goodman, uma empresa que pretendia liderar a construção e gestão de galpões logísticos no País, o grupo WTorre decidiu desfazer a sociedade e seguir sozinho neste mercado. A separação das duas empresas e o fim da WT Goodman devem ser oficializados até o dia 15 de fevereiro, segundo apurou o ‘Estado’. De 2012 para cá, as duas empresas entregaram juntas quatro condomínios logísticos nas cidades de Cajamar (SP), Itupeva (SP),Duque de Caxias (RJ)e Campo Grande (RJ) – num total de 335 mil m². O portfólio de empreendimentos e terrenos será dividido meio a meio entre as duas, que também devem embolsar uma parcela em dinheiro, ainda não definida, mas que pode chegar próximo de R$ 100 milhões. Quando fecharam a parceria, em 2012, a empresa brasileira entrou com os terrenos e a australiana aportou R$ 355 milhões. 05/02/2016
  • GfK adquire Netquest, especialista em painéis digitais. A GfK anuncia a aquisição da Netquest, líder em painéis online com forte presença na Espanha, Portugal e América Latina. O acordo, concretizado em 4 de fevereiro, inclui ainda a subsidiária Wakoopa, líder em tecnologia de medição passiva multi-dispositivos. A transação permitirá à GfK expandir o seu portfolio global de painéis digitais de alta qualidade, agilizar a ampliação da sua plataforma Crossmedia Link na América Latina e internacionalizar as atividades da Netquest e da Wakoopa.05/02/2016
  • Cremer faz acordo com grupo Henry Schein para cisão parcial. A empresa de produtos para cuidados com a saúde Cremer disse que seu controlador, FIP Tambaqui, celebrou acordo de investimento com a HS Aquisições Holding, do grupo Henry Schein, que prevê uma cisão dos ativos da companhia voltados para o mercado odontológico, de acordo com comunicado divulgado na madrugada desta sexta-feira. O grupo Henry Schein comprará ações representativas de 94,32 por cento do capital da CMN. De acordo com a Cremer, 100 por cento das ações da CMN, equivalentes a 90,28 por cento da Dental Cremer, foram avaliadas por 239,2 milhões de reais.05/02/2106
  • Just Eat compra rivais da Rocket Internet. Rocket Internet: a Just Eat permite que clientes comprem comida para viagem de restaurantes locais em sua plataforma online. A empresa de pedidos de alimentos online Just Eat concordou em comprar rivais na Espanha, Itália, Brasil e México que eram propriedade de Rocket Internet e foodpanda, em um acordo de 125 milhões de euros que amplia a liderança no crescente setor nos quatro países. 05/02/2016
  • AR Metallizing Group adquire Málaga Produtos Metalizados. A AR Metallizing adquiriu as operações da Málaga Produtos Metalizados, a qual será agora administrada em conjunto pela AR Metallizing e pela família Málaga. A aquisição não tem qualquer impacto no emprego dos 164 funcionários da empresa.A AR Metallizing, que atua na produção de papel metalizado para rótulos e adquirida recentemente pela Nissha Printing, do Japão, adquiriu a Málaga Produtos Metalizados, fabricante brasileiro de papéis metalizados, estruturas laminadas, entre outros substratos utilizados pela indústria de conversão de papéis e filmes flexíveis.06/02/2016
  • UP Group adquire Vale Mais. O Group Up reforça sua participação na América Latina com a aquisição da Vale Mais. Este é o segundo investimento no Brasil, pelo UP Group,  em menos de um ano, após a aquisição do Plano Vale, agora UpPlan, em junho de 2015. A Vale Mais é uma companhia brasileira fundada em 2001 por Irany de Paula Vargas Junior. A empresa é líder regional na emissão de cartões alimentos, refeições e vouchers de gasolina no Estado do Espírito Santo. Leia mais em up-group 04/02/2016
  • BR Pharma volta a buscar bancos. Sem nenhuma demanda de investidores para comprar novas ações da Brasil Pharma, o resultado da oferta de papéis da companhia foi que o BTG Pactual consolidou-se no controle da empresa, diluindo os demais acionistas. Apenas o banco apareceu na operação, injetando R$ 400 milhões na empresa e elevando sua fatia de 37% para 96% das ações. O dinheiro vai ser usado para resgatar 99,8% das debêntures da terceira emissão da companhia, que estão exclusivamente nas mãos de veículo do próprio BTG. O BTG "trocou dívida por ações" ou reduziu sua posição como credor e aumentou a fatia acionária na empresa. Mesmo depois dessa redução de endividamento, o BTG ainda renegocia com outros cinco bancos credores mais R$ 404 milhões em dívidas da companhia. A BR Pharma queria captar na oferta R$ 800 milhões para equacionar suas dívidas. Quando lançou a operação, em janeiro, afirmou que sem o aumento de capital e a consequente desalavancagem provavelmente não conseguiria gerar caixa suficiente para cobrir "investimentos, despesas, obrigações de pagamento da dívida, e outros valores a serem pagos no futuro próximo". A desalavancagem foi conquistada, mas apenas na metade do pretendido e a empresa ainda sinaliza dificuldades de capital de giro. 04/02/2016
  • Alliar e Delfin vão unir operações. Os grupos de medicina diagnóstica Alliar e Delfin Imagem estão negociando uma fusão, que deverá ser desenhada por meio de troca de ações. Ambos possuem fundos de participações como acionistas relevantes. A Alliar foi criada pelo Pátria Investimentos há cerca de cinco anos e nesse período cresceu por meio de mais de 20 aquisições. O Delfin recebeu um aporte do Kinea, gestora do Itaú Unibanco, em novembro de 2012. Procurados pelo Valor, Delfin e Alliar confirmaram que protocolaram no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) "um acordo de associação para unificar as operações das duas companhias". Conforme a nota, a consumação da operação está sujeita às condições precedentes usuais neste tipo de negócio, incluindo a aprovação do Cade.01/02/2016
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES 

08 fevereiro 2016



Shell anuncia corte de 10 mil empregos e pretende vender US$ 30 bilhões em ativos

Em meio ao agravamento da crise, as grandes petroleiras vêm adotando medidas de austeridade e o cenário não é diferente para a Shell. A companhia anglo-holandesa vem reduzindo seu quadro de funcionários e confirmou nesta quinta-feira (4) que pretende cortar um total de 10 mil empregos, em redução que continuará a ser feita ao longo deste ano. Com foco na obtenção de caixa para aliviar suas finanças, a empresa também projeta desinvestimentos de US$ 30 bilhões em suas operações.

O momento é de reestruturação, mas o cenário ainda é tomado pelo pessimismo. A companhia, que recentemente adquiriu a britânica BG, também divulgou hoje seus resultados acumulados de 2015, registrando sua menor receita anual em mais de uma década. A queda foi de 87%, com uma soma de US$ 1,94 bilhão.

A Shell tomará mais decisões impactantes para superar a queda no preço do petróleo, caso as condições exijam isso”, afirmou em comunicado o CEO da empresa, Ben van Beurden (foto). No quarto trimestre de 2015, o lucro da Shell chegou a US$ 1,8 bilhão, valor que representa queda de 57% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Leia mais em petronoticias 05/02/2016



Odebrecht pode vender parte de empresa responsável pelo FSO de Libra

O momento não é dos mais fáceis para a Odebrecht, que segue reavaliando seus investimentos no mercado brasileiro de óleo e gás. A companhia assinou um contrato por meio do qual pode vender suas ações e abrir mão do controle da OOGTK Libra, join-venture formada com a Teekay que é responsável por construir e operar o primeiro FPSO do campo de Libra. Com a nova cláusula contratual, a Odebrecht poderá exigir que a parceira compre suas ações e se torne única controladora da empresa, na qual cada uma detém 50% de participação.

A sinalização, firmada no último mês de dezembro, pode acarretar mudanças na operação do FPSO Pioneiro de Libra, que será destinada ao consórcio liderado pela Petrobrás na exploração do campo. A embarcação, que soma um investimento de quase US$ 1 bilhão, se encontra hoje em processo de construção no estaleiro Jurong, em Cingapura. Em agosto do ano passado, a joint-venture fechou um financiamento de US$ 807,3 milhões com bancos internacionais para o navio, que deverá ser operado por 12 anos.

Além de permitir a venda das ações, o novo contrato firmado entre as duas partes libera a Odebrecht para recomprar sua parte vendida no futuro. A cláusula surge em um momento de reestruturação das operações da empresa, que recentemente teve um contrato rescindido pela Petrobrás para o afretamento e operação de sondas. O cancelamento, anunciado no último mês de dezembro, é referente à unidade ODN TAY IV, que opera em Campo dos Goytacazes, na Bacia de Campos. Leia mais em petronoticias 05/02/2016



É um bom momento para olhar para o Brasil, diz sócio de fundo americano

Quem diz é Geoff Lewis, sócio do Founders Fund, fundo de investimento em tecnologia que ...  Leia mais em FolhadeSP 07/02/2016



Aumentam fusões e aquisições de negócios em recuperação judicial

Investidores brasileiros e estrangeiros intensificaram a compra de empresas em recuperação judicial, segundo um relatório ainda inédito da consultoria Deloitte. Foi no fim do ano passado que grupos … Leia mais e FolhadeSP 08/02/2016