27 agosto 2015

O hambúrguer milionário do Madero

O fundo de investimentos HSI fez um aporte de 88 milhões de reais na rede curitibana de restaurantes Madero, especializada em hambúrgueres.

Criado há uma década pelo empresário Júnior Durski, o Madero tem 50 restaurantes no Brasil, e planeja chegar a 85 até o fim de 2016 – incluindo uma unidade em Miami.

Esse é o primeiro investimento em empresas da HSI, que nos últimos oito anos se especializou em investimentos imobiliários. O Madero e a HSI não comentam | Lucas Amorim Leia mais em primeirolugaronline.Exame  27/08/2015

27 agosto 2015



Fórum Abrafati mostra cenário difícil e prevê retomada do crescimento só a partir de 2017

Evento apontou queda nas vendas este ano e estagnação em 2016, destacando os desafios e as oportunidades existentes.

No último dia 26 de agosto, 120 executivos e lideranças da cadeia de tintas participaram do 10o Fórum ABRAFATI, debatendo a situação atual e as perspectivas do setor. A conclusão que emergiu foi a de que, depois de um 2015 com significativa retração, virá mais um ano com baixo ou nenhum crescimento.

O ex-ministro Mailson da Nóbrega destacou que a economia não melhorará muito nos próximos três anos. Para 2016, previu crescimento de 0,1% do PIB. “A situação não é nada brilhante, mas está longe de ser catastrófica. Nosso desafio principal são as reformas para ganhar produtividade”, afirmou.

No que se refere ao mercado de tintas, Antonio Lacerda, presidente do Conselho Diretivo da ABRAFATI e vice-presidente sênior da BASF, previu queda de 4% nas vendas neste ano e desempenho um pouco melhor em 2016, quando se espera crescer, mas menos de 1%.

Na construção civil, tema de apresentações de Eduardo Zaidan, vice-presidente do Sinduscon-SP, e Claudio Conz, presidente-executivo da Anamaco, a situação também é complicada. Porém, enquanto a queda na produção de imóveis em 2016 é dada como certa, o varejo espera seguir crescendo com as compras de materiais para manutenções e reformas.

Para fazer frente a essa conjuntura complexa, Lacerda destacou a necessidade de investir em produtos cada vez melhores e mais sustentáveis. Esses temas também estiveram presentes no painel sobre os desafios da indústria de tintas, com participação de João Roberto Benites (vice-presidente da Valspar), Jaime Dal Farra (diretor-geral da Resicolor) e Douver Martinho (diretor-presidente da Universo), no qual foram destacadas ainda outras oportunidades para o setor avançar: rapidez na obtenção e processamento de informações, aumento da produtividade e oferta de serviços com qualidade superior.

“Foi mostrado um cenário muito desafiador, ao mesmo tempo em que se chamava a atenção para o potencial existente. As palestras, o painel e as manifestações do participantes fornecem informações muito ricas para o planejamento”, afirma Dilson Ferreira, presidente-executivo da ABRAFATI. Leia mais em abrafati 27/08/2015



Dilma estuda a fusão do Serpro com a Dataprev

Na reforma administrativa que a presidenta Dilma Rousseff vem estudando há uma proposta de fusão entre o Serpro, hoje vinculado ao Ministério da Fazenda e a Dataprev, subordinada ao Ministério da Previdência.

Entretanto, a nova estatal ficaria sob o comando do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, sob forte influência do DEST – Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, que entre outras atribuições, hoje fixa os... Leia mais em exponews 27/08/2015



Startup goiana goGeo recebe aporte de R$ 5 milhões

Com investimento feito pela PA Latinoamericana, goGeo estima faturar R$ 75 milhões até 2020 com a comercialização da ferramenta para setores como telecom, financeiro e governo

A startup goiana goGeo não sabe o que é crise. Com o início das operações ocorrido no último mês de março, a empresa se lançou no mercado com uma plataforma que torna possível a uma empresa explorar, num único dia, grande volume de dados em tempo real com o Big Data Geoespacial. Voltada inicialmente para o segmento bancário, a aplicação que leva o nome da companhia deve representar, a partir do investimento, um faturamento de R$ 1 milhão já neste primeiro ano, R$ 6 milhões para 2016 e previsão R$ 75 milhões até 2020.
O aporte é da PA Latinoamericana, empresa brasileira dedicada ao apoio na gestão estratégica de companhias nacionais e internacionais, que entre outros trabalhos foi responsável por todo o processo de venda da PC Sistemas para a TOTVS (uma transação de R$ 95 milhões). O investimento na startup, de R$ 5 milhões, serão divididos em duas rodadas. Além disso, com a internacionalização da PA para Houston, no Texas, a goGeo abre uma nova frente de negócios nos Estados Unidos, tendo despertado interesse de investidores e empresas americanas com a apresentação da solução.
A goGeo foi fundada pelo PHD em Ciência da Computação Vagner Sacramento, com o diferencial de oferecer um custo cinco vezes menor e gerar resultados 50 vezes mais rápido que outras tecnologias de geolocalização disponíveis no mercado. Com tecnologia 100% desenvolvida no Brasil, a plataforma consegue oferecer alto desempenho porque usa algoritmos de processamento distribuído e paralelo, explorando o poder computacional de servidores de baixo custo num cluster computacional. “Em outras palavras, ao invés de investir em licenças caras e em servidores de grande porte, nossa plataforma torna possível processar grande volume de dados usando dezenas ou centenas de servidores de baixo custo que, em conjunto, oferecem poder computacional maior que qualquer outro servidor do mercado”, diz Vagner.

Na prática, a aplicação substitui a planilha por um mapa para analistas desse setor, permitindo que bancos, seguradoras e empresas de meio de pagamentos digitais possam analisar geograficamente os dados transacionais de seus clientes como pagamentos, saques, transferência, sinistros, chamadas de suporte, entre outros. “No dia a dia, a aplicação permite que a empresa possa analisar, de forma geolocalizada, os dados transacionais de pagamentos ou dados de uso de um serviço para entender o que está sendo consumido, onde, qual a frequência e o montante”, explica Sacramento.

Ao avaliar, num mapa, a base de clientes instalada em relação à cobertura de penetração de mercado por segmento de cliente (restaurante, hotel, etc.), tipo de pagamento (débito, crédito) ou tipo de transação, será possível entender o padrão de consumo de cada microrregião para melhorar serviços de detecção de fraude, implementar estratégia de retenção de clientes ou expansão em novos territórios.

Sobre a goGeo
Com sede em Goiânia, a goGeo é uma startup 100% brasileira especializada no desenvolvimento de soluções Geoespaciais para diversos segmentos do mercado. Fundada por Vagner Sacramento, Ph.D. em Ciência da Computação, a empresa conta com uma equipe de especialistas em computação distribuída com a finalidade de construir uma plataforma de Big Data Geoespacial 50 vezes mais rápida e cinco vezes mais acessível que as concorrentes do mercado global.

Mais sobre a goGeo. http://gogeo.io

Sobre a PA Latino Americana
A PA atua em serviços de consultoria, representação e apoio na conquista de mercados para empresas de TI e grupos privados em geral, com soluções de planejamento estratégico, marketing, estratégias go to market, programas de canais e alianças, recrutamento, seleção e gestão de revendas e de operações, fusões e aquisições, gerenciamento compartilhado, turnaround, entre outros. Para governo, a empresa presta serviços de gerenciamento compartilhado de projetos, pesquisas de mercado, ações de promoção e plano estratégico de exportação de empresas brasileiras. Leia mais em maxpressnet 27/08/2015



Cielo investe R$ 82,7 mi para elevar participação na Multidisplay

A Cielo vai aumentar sua participação em sua controlada direta Multidisplay Comércio e Serviços Tecnológicos. A participação da Cielo passará de 50,10% para 91,44% do capital total, em um investimento de R$ 82,7 milhões. A Multidisplay é controladora da M4U.

Segundo a Cielo, a M4U, além de ser um dos principais players de recarga de celulares no Brasil, possui expertise em plataformas mobile, tendo atuado como braço de desenvolvimento de soluções móveis para a companhia. "A atual solução "Cielo Mobile" é um exemplo bem-sucedido da sinergia entre ambas as companhias", afirma a Cielo.

O objetivo da Cielo é consolidar sua "posição de liderança em plataformas tecnológicas que incentivem a adoção do mobile payment no País". "Além disso, o aumento de participação representa um maior controle sobre as decisões estratégicas da empresa, permitindo maiores sinergias e direcionamento para atender as necessidades da Cielo", informa a empresa.

A conclusão da operação precisa de autorizações do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

No negócio, a Cielo comprou a totalidade da participação acionária da Interprint, subsidiária da Valid Soluções e Serviços de Segurança em Meios de Pagamento e Identificação, na Multidisplay. A Interprint detinha 30% no capital social da Multidisplay, negociado pelo valor total, à vista, de R$ 60 milhões.

"Com tal desinvestimento, a Valid dá continuidade à sua estratégia de concentrar seus investimentos, cada vez mais, em negócios em que sua participação seja majoritária, e que mais se adequem ao atual portfólio de produtos e soluções que a companhia oferece a seus clientes", informou a empresa. Por Fátima Laranjeira | Estadão Leia mais em yahoo 27/08/2015



Camisaria Colombo fecha acordo para fusão de US$ 330 milhões

Camisaria colombo: com sede em São Paulo, o Grupo Colombo é focado em roupas masculinas e tem mais de 400 lojas no país

A Garnero Group Acquisition Company (GGAC) e a rede de lojas de vestuário masculino Grupo Colombo anunciaram nesta quinta-feira acordo para fusão em uma transação avaliada em aproximadamente 330 milhões de dólares.

De acordo com o comunicado das empresas, a companhia combinada permanecerá listada na Nasdaq e será chamada Garnero Colombo.

Com sede em São Paulo, o Grupo Colombo é focado em roupas masculinas e tem mais de 400 lojas no país. A empresa teve receita líquida de 550 milhões de reais em 2014.

Após a conclusão da operação, os acionistas atuais do Grupo Colombo terão aproximadamente 25 por cento da companhia combinada.

Mario Garnero continuará sendo presidente executivo do Conselho da Garnero e Álvaro Jabur Jr, presidente-executivo do Grupo Colombo, será indicado como membro do conselho da companhia combinada, mantendo o cargo de presidente-executivo na nova empresa. Da REUTERS Leia mais em exame 27/08/2015



Bunge anuncia compra do Moinho Pacífico

A divisão brasileira da gigante do agronegócio Bunge anunciou nesta quinta-feira que fechou acordo para comprar o Moinho Pacífico, localizado em Santos (SP), uma das principais empresas de processamento de trigo no país.

A operação está sujeita à aprovação de autoridades regulatórias, disse a Bunge em comunicado à imprensa, sem revelar valores da transação.

O empresário Lawrence Pih, proprietário do Moinho Pacífico, disse à Reuters em 2009 que foi procurado pela Bunge na época para vender a empresa, mas que o negócio não prosperou devido a uma diferença de 10 por cento nos valores envolvidos.

A compra do Pacífico, que possui capacidade de moagem anual de centenas de milhares toneladas de trigo, dá à Bunge posição de dominância no maior mercado consumidor no Brasil, do Estado de São Paulo.

A Bunge já conta com outros sete moinhos de trigo em Suape (PE), Brasília (DF), Santa Luzia (MG), Rio de Janeiro (RJ), Tatuí (SP), Santos (SP) e Ponta Grossa (PR).

"O mercado brasileiro de processamento de trigo é altamente competitivo e, com essa aquisição, reforçamos nossa posição em São Paulo. O Estado demanda cerca de 28 por cento da farinha de trigo comercializada no país", disse em nota o vice-presidente de Alimentos & Ingredientes da Bunge Brasil, Filipe Affonso Ferreira. (Por Gustavo Bonato)  (Reuters) - Leia mais em Bol.Uol 27/08/2015
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Bunge adquire Moinho Pacífico

Investimento, ainda sujeito à aprovação do CADE, é um passo a mais na estratégia de crescimento da empresa no mercado de farinhas de trigo para panificação, indústria e uso doméstico na região sudeste

São Paulo, 27 de agosto de 2015. A Bunge Brasil, subsidiária integral da Bunge Limited (NYSE: BG) e uma das maiores empresas de agronegócio e alimentos do país, anuncia que assinou acordo de compra do Moinho Pacífico, localizado em Santos, SP. A operação está sujeita à aprovação de autoridades regulatórias.

Com essa aquisição, a Bunge mantém o foco na sua estratégia de crescimento no fornecimento de farinhas de trigo e pré-misturas para os mercados industrial, doméstico e de panificação. “O trigo faz parte do DNA da Bunge, estamos neste mercado, no Brasil, há 110 anos. Este setor é uma de nossas prioridades e temos o desafio de aumentar a participação do negócio de Alimentos & Ingredientes em nossos resultados globais e essa aquisição vem confirmar essa estratégia”, destaca Raul Padilla, presidente e CEO da Bunge Brasil.

Hoje, a empresa é uma das maiores produtoras de farinha de trigo do País. “O mercado brasileiro de processamento de trigo é altamente competitivo e, com essa aquisição, reforçamos nossa posição em São Paulo. O Estado demanda cerca de 28% da farinha de trigo comercializada no País, o que o faz um dos maiores e mais diversificados mercados. A padaria paulistana é uma referência nacional”, afirma Filipe Affonso Ferreira, vice-presidente de Alimentos & Ingredientes da Bunge Brasil.

Atualmente, a Bunge conta com sete moinhos de trigo estrategicamente localizados de norte a sul do país: Suape (PE), Brasília (DF), Santa Luzia (MG), Rio de Janeiro (RJ), Tatuí (SP), Santos (SP) e Ponta Grossa (PR).

Sobre a Bunge

Presente no Brasil há 110 anos, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e a terceira maior exportadora do País. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas de trigo, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. Eleita seis vezes empresa mais sustentável do agronegócio pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a Bunge conta com cerca de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 17 estados e no Distrito Federal. Marcas como Delícia, Salada, Soya, Salsaretti, Primor, Cardeal e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais. Leia mais em bungue 27/08/.2015



JHSF cancela compra de fatia em shopping em SP com piora do cenário econômico

A JHSF Participações informou nesta quinta-feira que encerrou as tratativas com a Fundação Conrado Wessel para possível compra de participação no shopping Pátio Higienópolis em São Paulo.
A companhia fez acordo em dezembro de 2012 que previa a compra da participação da fundação no empreendimento.

"A decisão da companhia decorre da mudança do cenário macroeconômico brasileiro em relação ao verificado na data da assinatura do contrato, do foco em priorizar investimentos nos ativos existentes, bem como de ainda não ter concluído o processo de due dilligence de forma satisfatória", disse a JSHF, em comunicado ao mercado. (Por Juliana Schincariol) (Reuters) - Leia mais em yahoo 27/08/2015



Estapar compra rival baiana WellPark

A Estapar, maior operadora de estacionamentos do país, comprou a WellPark, com sede em Salvador e 90 operações em seis Estados do Nordeste. Essa aquisição integra o plano de expansão da companhia controlada pelo BTG Pactual, que planeja fechar 2015 com receita bruta de R$ 960 milhões, um aumento de 25% em relação a 2014.

“Estamos crescendo dentro da meta”, disse o presidente da Estapar, André Iasi. Segundo ele, a compra da WellPark, que conta com 32 mil vagas de estacionamento, compõe o plano de investimentos previstos para este ano, de R$ 200 milhões, volume 30% superior ao investido em 2014. O executivo não revelou o valor da aquisição.

Iasi afirma que a transação consolida a presença da Estapar no Nordeste ­ agora, a região passa a concentrar 12% das vagas da companhia. “Os sócios da WellPark serão nossos executivos no Nordeste, para prospectar novos negócios e oportunidades de expansão”, acrescentou o executivo, referindose a Jorge Novaes, ex­controlador da companhia baiana, que atua ainda em Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

O negócio será pago com troca de ações e dinheiro, disse Iasi. A Estapar mantém a estrutura de capital. O BTG segue com cerca de 67,7% da companhia. O Bozano tem 16,4%& 894; o Templeton outros 8,7%, e demais acionistas somam 7,2% das ações.

O presidente da Estapar disse que a empresa não vai fazer novas aquisições no médio prazo. Segundo ele, após as últimas compras ­ da Multivagas, de Campinas (SP), em 2012, e da Minas Park, em 2013 ­, a empresa assumiu uma posição de mercado que permite focar na expansão orgânica.

“Somos agora os maiores operadores em todas as regiões. Nosso crescimento será orgânico, por meio de contratos de longo prazo em infraestrutura ou de grandes clientes”, afirmou.

O crescimento da receita de 25% projetado para este ano e 2016 será, segundo Iasi, resultado do plano desenhado há três anos, com foco em projetos de infraestrutura. Esse foi o caso da operação no aeroporto de Salvador, que a Estapar assumiu em 2013, investindo R$ 32 milhões para operar o estacionamento do terminal aéreo soteropolitano por 20 anos.

“Os contratos de longo prazo demandam mais investimento, mas permitem melhores margens e crescimento mais sustentável”, disse o executivo. A companhia está presente também em outros aeroportos, como os de Recife, João Pessoa e Vitória.

Para fazer esses investimentos, a Estapar reforçou o caixa. No fim do ano passado a companhia recebeu aumento de capital, de R$ 200 milhões, do BTG Pactual. E no mês passado, emitiu R$ 260 milhões em debêntures simples, com prazo de cinco anos. “Em um momento de crise, tivemos provas de confiança de nosso controlador e dos bancos”, afirmou Iasi, que não detalhou os custos das debêntures. “Posso dizer que os papéis foram comprados por três bancos.”

Outra aposta da Estapar para seguir crescendo 25% ao ano está nos contratos de grandes clientes, como o Grupo Pão de Açúcar (GPA), que acabou de acertar com a gestora de estacionamentos a operação das vagas de carros em 64 supermercados. “Nosso crescimento orgânico prevê ganhar até 80 novas operações a cada ano”, disse Iasi.

Segundo o executivo, a Estapar vai fechar este ano com uma carteira de mais de 360 mil vagas, em 900 estacionamentos, que comportam uma demanda de 15 milhões de veículos por mês, em 75 cidades brasileiras.

Segundo o presidente da Estapar, a companhia vai seguir elevando o percentual da receita gerada nas operações classificadas como de infraestrutura ­ que incluem as garagens de aeroportos e de Zona Azul nas cidades. Esse segmento de negócios já representa metade do faturamento do grupo. Há três anos, os contratos de longo prazo eram menos de 30% e as garagens tradicionais respondiam por 70%.

“Também temos um grande potencial de expansão para crescer nas concessões de Zona Azul”, disse o presidente da Estapar, que opera hoje as vagas públicas para as prefeituras de 17 cidades ­ incluindo municípios como os de Piracicaba, Vila Velha (ES) e Juiz de Fora (MG). Essa unidade de negócio responde por cerca de 10% da receita da Estapar.

A Estapar crê que depois dos corredores de ônibus e das ciclofaixas, o próximo passo das grandes cidades na busca por ganhos de eficiência na mobilidade urbana passa pelo aperfeiçoamento das vagas de rua. “A gestão correta gera rotatividade que aumenta o uso de uma mesma vaga”, afirma Iasi. Por João José Oliveira | De São Paulo Valor Econômico – SP Leia mais em sbvc 27/08/2015



Intel investe US$ 60 milhões em fabricante chinesa de drones

A Intel está investindo mais de US$ 60 milhões na Yuneec International, fabricante chinesa de drones com sede em Xangai, com parte da estratégia da empresa para fortalecer seu posicionamento no mercado de veículos aéreos não tripulados (Vants) para fins comerciais. Recentemente, a gigante dos semicondutores anunciou investimentos nas fabricantes de drones AirWare e PrecisionHawk.

Nos últimos tempos fundos de capital de risco e companhias de tecnologia estão investindo em drones na expectativa de que veículos aéreos não tripulados tragam inúmeros benefícios a consumidores e empresas. A Amazon.com e o Google estão desenvolvendo drones para entrega produtos aos consumidores. A rival chinesa da Yuneec, a SZ DJI Technology levantou US$ 75 milhões com o fundo Accel Partners, em maio.

"Na Intel acreditamos em um mundo inteligente e conectado. E uma das melhores maneiras de trazer esse mundo inteligente e conectado a todos e em todos os lugares tem sido o drones ", disse o CEO da Intel, Brian Krzanich em um vídeo anunciando o investimento da Intel Capital, segundo a Bllomberg. "Temos drones no nosso roadmap, pois eles estão realmente mudando o mundo e revolucionando a indústria de Vants".

A Intel e a Yuneec irá trabalhar no desenvolvimento de produtos. A fabricante chinesa produz drones para consumidores e clientes industriais, bem como aeronaves tripuladas. Intel se recusou a fornecer mais detalhes sobre a colaboração.

O aporte da Yuneec se encaixa com a estratégia da Intel de investir em empresas que desenvolvem produtos com potencial para expandir o mercado de semicondutores, em decorrência principalmente da desaceleração mercado de PCs, até então o maior consumidor de chips. Leia mais em tiinside 26/08/2015



Ingresso.com, da B2W, é oferecida a estrangeiros

A decisão da B2W, controlada pela Lojas Americanas, de se desfazer da Ingresso.com levou a empresa a buscar compradores no exterior, especialmente na Europa, apurou o Valor. Foi sondada, por exemplo, a alemã CTS Eventim, uma das maiores do mundo, e que tem planos de ampliar seus negócios, em mercados como o brasileiro, até as Olimpíada de 2016. Procurada, a CTS não se manifestou. A B2W reúne marcas como Americanas, Submarino e Shoptime.

Na noite de terça­feira, a empresa informou, em nota, que está em negociações confidenciais para possível venda da Ingresso.com. No comunicado, a B2W ressalta que não há, até o momento, “nenhum documento de caráter vinculante celebrado entre a companhia e eventuais proponentes”. O posicionamento foi uma resposta à Comissão de Valores Mobiliários para a forte valorização dos papéis da empresa nesta semana. Na segunda­feira, os papéis da B2W subiram 11,37% e na terça, 3,88%. Ontem, caíram 4,7%.

Há dez dias, a B2W foi questionada por um analista, durante teleconferência de resultados do segundo trimestre, sobre plano de vender novos negócios. A empresa negou. “Acreditamos que estamos muito perto da estrutura que precisamos e não temos quaisquer outras operações sob nosso radar, como B2W Viagens”, respondeu, na ocasião, Fabio Abrate, diretor de relações com investidores. Em maio, a B2W se desfez da B2W Viagens por R$ 80 milhões para a CVC, já dentro dessa estratégia de reorganizar o seu portfólio.

Apesar da negativa, fontes do setor consideravam a hipótese provável. Há cerca de dois meses, começaram a circular informações no mercado de que a empresa havia colocado o negócio à venda.

Além da Ingresso.com, outra empresa que também estudaria opções, como a venda da operação, é a Ingresso Fácil, que encolheu consideravelmente nos últimos meses, mas já tem alguma estrutura implantada, como operação em pontos de venda e de atendimento a clientes.

No caso da B2W, a venda da Ingressos.com era considerada possível pelo mercado porque a empresa está se desfazendo de negócios que estão fora do foco de atuação da companhia, atualmente o “market place” (shopping virtual).

A questão central, no caso da empresa de ingressos, está em buscar compradores num setor em fase difícil. No Brasil, grandes grupos (como Tickets for Fun) perderam força com fracos resultados e o encolhimento do segmento de entretenimento. No exterior, o escândalo da venda irregular de tíquetes para a Copa do Mundo colocou grandes grupos (como a Match) em complicada situação na Justiça. O principal atrativo por aqui é o potencial do segmento de esportes, com a construção das arenas, e dos grandes musicais e shows.

A Ingresso.com tem cerca de 6 milhões de clientes cadastrados. Registrou lucro líquido de R$ 1,8 milhão de janeiro a junho de 2015 e patrimônio de R$ 26 milhões. Em dezembro de 2014, o lucro foi de R$ 1 milhão.  Por Adriana Mattos | De São Paulo Valor Econômico – SP Leia mais em sbvc 27/08/2015



Governo quer vender fatia de 10% em aeroportos para salvar Infraero

"Estamos com estudo concluído pelo Banco do Brasil, o ministro Nelson Barbosa [Planejamento] já aprovou", diz o ministro Eliseu Padilha

Em um esforço para salvar a Infraero, o governo federal planeja vender fatias da participação que a estatal em aeroportos concedidos à iniciativa privada. Segundo a Folha de S. Paulo, o prejuízo da Infraero em 2015 chegará a R$ 450 milhões.

O ministro Eliseu Padilha (Secretaria de Aviação Civil) afirma que a intenção é que sejam vendidos cerca de 10% dos aeroportos de Guarulhos, Brasília, Confins, Galeão e Viracopos (Campinas), onde a Infraero tem 49%.

"Estamos com estudo concluído pelo Banco do Brasil, o ministro Nelson Barbosa [Planejamento] já aprovou. É perfeitamente viável", diz Padilha. Entretanto, essa proposta ainda tem que ser levada para análise da presidente Dilma Rousseff.

As vendas de participação devem acontecer a partir do ano que vem. Padilha ainda explicou que o Orçamento para 2016 já contemplará as receitas resultantes do negócio. Ele, porém, não revelou quanto o governo espera levantar com a venda. Apenas disse que o negócio resolveria o problema financeira da estatal, que, segundo ele, é "momentâneo". Leia mais em noticiasaominuto 27/08/2015