27 novembro 2014

Distribuição de TI encolhe 5% em 2014

A camada de distribuição de tecnologia de informação no Brasil deverá fechar 2014 com um faturamento de R$ 12,6 bilhões. O desempenho representa uma queda de 5% em relação ao valor de R$ 13,3 bilhões registrado no ano passado.

“Copa do Mundo, eleições e instabilidade do câmbio refletiram em baixa no setor de distribuição de tecnologia da informação e informática”, relata a Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti).

O setor enfrenta uma queda gradativa nas vendas de hardware. De acordo com a Abradisti, a comercialização de equipamentos responderá por 71% das receitas dos distribuidores esse ano. Em 2013, o percentual ficou em 74%, e em 2012, em 81%.

O segmento de software cresceu para 12% nesse ano. Em 2013, apresentou 11%.
O que a Abradisti classifica como “outros produtos”, que responde por itens de informática que são destaque nos grandes magazines, responde por 16% dos resultados dos distribuidores brasileiros. A categoria de serviços manteve 1% de representatividade.

Em 2014, o atendimento ao mercado corporativo tornou-se uma realidade para as revendas, representando 51% do faturamento.

A pesquisa da associação estima que existam 30 mil revendas operando no mercado brasileiro, sendo que mais da metade delas (56%) fatura até R$ 500 mil por ano.

Do total, 25% possuem apenas um funcionário e outros 68% empregam até cinco pessoas. Além disso, apenas 16% delas têm alguma oferta de computação em nuvem.

Apesar da retração nas vendas dos distribuidores, os negócios envolvendo games aumentaram para 6% sua participação do faturamento total dessa camada, seguindo na contramão de todas as outras categorias que caíram ou mantiveram-se estáveis.

Principal produto de comercialização, os componentes recuram um ponto percentual e ficaram com 15%, enquanto os PCs e servidores também diminuíram de 14% para 13% no comparativo anual. Júlia Merker | Leia mais em baguete 27/11/2014

27 novembro 2014



BR Malls vende shopping Fashion Mall por R$175 mi

A administradora de shopping centers BR Malls anunciou nesta quinta-feira a venda do shopping Fashion Mall, no Rio de Janeiro, por 175 milhões de reais.

A BR Malls disse em comunicado que os recursos serão utilizados em novos investimentos de "rentabilidade superior". A empresa comprou o empreendimento em 2007, quando adquiriu o grupo In Mont, que incluiu participações em quatro ativos.

O site de relações com investidores da empresa informa que a BR Malls detém 100 por cento do empreendimento. (Por Juliana Schincariol; Edição de Luciana Bruno) Reuters  Leia mais em Bol.Uol 27/11/2014



Datum compra Lighthouse

A Datum, especializada em serviços de TI, comprou a LightHouse, uma startup de Porto Alegre focada no desenvolvimento de aplicativos móveis.

Com o negócio, que não teve o valor revelado, Fernando Fantini, CEO da LightHouse, passa a assumir o cargo de diretor de operações da Datum, dividindo as diretorias da empresa com dono Alexandre Zanetti, agora diretor de expansão.

A LightHouse foi fundada a um ano e meio por Fantini, um profissional com passagem pelas áreas de gerência de projetos de companhias como Walmart, CWI e HP.

A aquisição é parte dos planos de crescimento da Datum para 2015, quando a meta é atingir um faturamento de R$ 10 milhões por meio da nova linha de negócios e da expansão da filial em São Paulo. A empresa não revela o faturamento de 2013 ou a previsão para 2014.

Hoje, a LightHouse tem cinco colaboradores e o seu principal case de sucesso é o Beebaby, um aplicativo que permite aos pais de criança tirar fotos e compartilhar conteúdo sobre seus filhos em comunidades fechadas.

Parece algo simples, mas o app traz pré-configurados 460 momentos da vida de uma criança de até três anos (os primeiros passos, o primeiro sorriso e por aí vai), além de fazer um backup automático na Amazon.

Claro que a ideia da Datum não é entrar no disputado ramo de apps de bebês.
O Beebaby, que em três meses acumulou 18 mil usuários, é um exemplo do tipo de app que a empresa quer oferecer de maneira customatizada para clientes como agências de propaganda e departamentos de marketing de organizações.

Negociações já estão em curso para que uma marca use o Beebaby como um aplicativo no estilo white label. Estimativas é que os chamados branded apps respondam por 70% do total de aplicativos até 2015.

“Essa oferta é complementar os nossos negócios tradicionais de desenvolvimento e suporte de sistemas”, acredita Zanetti, destacando que um app bem sucedido tem elevados requisitos de segurança e pode envolver integrações complexas com sistemas corporativos.

Clientes corporativos são a praia da Datum, que atende diretamente organizações como Lojas Renner, Agiplan, Taurus e outros nomes de peso como Caixa, Globo e Vale através da HP (na origem, a Datum é uma spin off da Edisa, empresa gaúcha de automação adquirida pela multinacional).

A compra da LightHouse é uma forma de dotar a empresa do conhecimento característico do processo de criação de aplicativos, que segue uma lógica diferente do desenvolvimento de sistemas.
“Não existe um demanda clara do cliente. É preciso um processo de design thinking para chegar ao app, que, já na largada deve estar totalmente preparado para escalar rapidamente”, explica Fantini.  Maurício Renner Leia mais em Baguete 27/11/2014



Positivo Informática expande operação de joint venture para Ruanda

A Positivo Informática anunciou nesta quinta-feira que ampliou a joint venture com o grupo argentino BGH por meio de acordo para  produção e venda de aparelhos educacionais ao governo de Ruanda, na África.

O projeto vai envolver a construção de fábrica na capital de Ruanda, Kigali, que terá capacidade para 60 mil computadores e tablets por mês. Segundo a Positivo, o acordo com o governo africano prevê a contratação de um volume mínimo de 750 mil equipamentos, com cronograma de entrega distribuído ao longo de cinco anos.

Para 2015, a companhia espera que as entregas tenham início no primeiro semestre e que pelo menos 50 mil laptops educacionais sejam faturados até dezembro. "A operação buscará desenvolver novos clientes, projetos e mercados de atuação, acompanhando o amadurecimento do negócio", informou a companhia em comunicado ao mercado. Às 11h27, as ações da Positivo exibiam alta de 0,37 por cento, a 2,71 reais. O Ibovespa, índice do qual não faz parte, subia 0,98 por cento no mesmo momento. Reuters Leia mais em ultimoinstante 27/11/2014



Semapa faz aliança com Apax e Bain para comprar PT Portugal visando fatia de até 10%

O conglomerado Semapa firmou um memorando de entendimento com os fundos Apax Partners e Bain Capital para comprar os ativos portugueses da PT Portugal da Oi, podendo ficar com entre 5 a 10 por cento do capital da companhia portuguesa de telecomunicações, anunciou a Semapa.

A Semapa é dona da segunda maior cimenteira portuguesa, a Secil, e de 81 por cento da produtora de papel Portucel.

O conglomerado afirmou em comunicado divulgado no site do regulador do mercado CMVM que o memorando foi celebrado na véspera.

"A participação que a Semapa poderá vir a deter no investimento em questão, ainda a definir, deverá ficar entre 5 a 10 por cento", disse.

A PT Portugal é totalmente detida pela brasileira Oi.
Em 12 de novembro, os fundos de investimento Apax e Bain avançaram com uma oferta conjunta de 7,075 bilhões de euros pelos ativos portugueses da PT Portugal, um valor mais elevado que o da proposta de 7,025 bilhões de euros da francesa Altice.

A empresária Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) geral sobre a PT-SGPS, oferecendo 1,35 euro por ação, visando manter a unidade da empresa portuguesa ao travar a venda dos ativos portugueses de telecomunicações da PT Portugal.
A PT-SGPS tem 25,6 por cento da Oi. (Por Sérgio Gonçalves) Reuters Leia mais em Yahoo 27/11/2014



Investimentos no sistema Rumo-ALL

Somente após concluir as questões regulatórias da fusão dos ativos da Rumo Logística e da concessionária de ferrovias ALL é que a nova companhia começará a buscar os recursos para realizar os investimentos no negócio de logística, de até R$ 9 bilhões nos próximos dez anos, afirmou, ontem, em São Paulo, o presidente do grupo Cosan, Marcos Lutz.

Segundo Lutz, há duas etapas a serem cumpridas antes de buscar os recursos. A primeira é a aprovação da operação - fechada em maio - pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), cuja análise está ocorrendo em tempo superior ao que desejava a Cosan, pois envolve muitos agentes. A segunda etapa, que começará após aprovação pelo Cade, é a da renovação da concessão ferroviária pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

"Apenas depois de terminadas todas essas etapas, é que vamos sentar com o BNDES para desenhar o modelo de financiamento do projeto de investir até R$ 9 bilhões em logística ao longo da próxima década", disse o executivo, durante o "Cosan Day", realizado ontem com analistas.

Sobre eventual escassez de recursos no BNDES, Lutz disse que se houver necessidade a companhia pode partir para um aumento de capital. "Poderíamos buscar negociação com fundos soberanos para uma eventual capitalização a um valor acima do atual, para não diluir os atuais acionistas", considerou. Ele observou, no entanto, que 100% dos investimentos dependem da aprovação do Cade e da renovação da concessão da ferrovia.

O presidente da Cosan afirmou também que a companhia não tem como foco a sinergia de seus negócios, como ocorria no passado, quando a empresa era apenas um grupo de açúcar e etanol, que tinha a Rumo para ganhar eficiência no transporte de açúcar.

"O foco era sinergia, hoje o nível é menor. Com Comgás, por exemplo, não há sinergia. A interface da Comgás com a Rumo é muito pequena", disse. Para ele, a cisão dos negócios não reduz a sinergia justamente porque já era pequena. "A maior relação hoje existe entre a Rumo e a Raízen. Ainda assim, o transporte de açúcar dela representa muito pouco do total movimentado pela empresa logística."  Fonte: Valor Econômico Leia mais em portalntc 27/11/2014



SABMiller, Coca-Cola e empresa local criarão engarrafadora na África

A SABMiller, a The Coca-Cola Company e a Gutsche Family Investments (GFI) estão combinando suas operações de engarrafamento de refrigerantes no sul e leste da África para criar um grupo com US$ 2,9 bilhões (R$ 7,28 bilhões) em receita e que atua em 12 mercados de rápido crescimento.

A nova companhia, cuja sede ficará na África do Sul, será 57% detida pela cervejaria SABMiller, dona de marcas como Castle e Pilsener. A GFI, que é a principal proprietária da Coca-Cola Sabco, terá 31,7%, enquanto a The Coca-Cola Company ficará com os 11,3% restantes, disseram os grupos nesta quinta-feira (27).

"A oportunidade é significativa, com demografia favorável e o desenvolvimento econômico apontando para excelentes perspectivas de crescimento", disse Alan Clark, presidente-executivo da SABMiller.

"Isso também significa um fortalecimento de nossa relação estratégica com a The Coca-Cola Company." (Por Paul Sandle) Reuters  Leia mais em Bol.Uol 27/11/2014



Cade aprova compra de fatia em 18 negócios da PDG por fundos da HSI e Petra

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra de participação indireta em 18 sociedades de propósito específico (SPEs) do Grupo PDG por fundos geridos pela Hemisfério Sul Investimentos (HSI) e Banco Petra para desenvolvimento de empreendimentos imobiliários residenciais.

O aval foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

Segundo documento submetido ao Cade pelas partes, os fundos de investimento em participações HSI High YieldCo-Investment II, da HSI, e FLA I, do Petra, comprarão 51 por cento de 15 SPEs, além de 25 por cento de outras três SPEs.

A participação restante nas sociedades, que são constituídas como empresas com um objetivo específico, continuará sendo detida pelo Grupo PDG.

De acordo com o documento, os empreendimentos desenvolvidos pelas sociedades em questão localizam-se em diversos municípios nos Estados de Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

As companhias não informaram valores para a transação, tratando detalhes sobre as SPEs como informação confidencial.

"Para os fundos, a parceria com a PDG representa uma boa oportunidade de investimento no setor imobiliário brasileiro, que tem apresentado boas taxas de crescimento ao longo dos anos, e atenderá às expectativas de retorno de seus investidores", disse trecho do documento. (Por Marcela Ayres) Reuters  Leia mais em Bol.Uol 27/11/2014



26 novembro 2014

Fundo do Vale do Silício compra empresa de SC

O fundo de investimento Accel Partners, o maior do Vale do Silício, Califórnia, junto com o fundo brasileiro Monashees e o Fundo da Endeavor (Catalist) compraram 100% das ações da empresa Neoway Tecnologia, do polo tecnológico de Florianópolis.

A companhia fundada por Jaime de Paula atua com Bigdata (grande armazenamento de dados e maior velocidade), tem soluções para inteligência de vendas, prevenção de perdas e recuperação de ativos. O valor do negócio não foi revelado e, quando os novos sócios assumirem, a gestão será realizada por um executivo de mercado.

A Neoway conta com mais de 300 engenheiros e é a empresa do Brasil que mais tem patentes de software de inteligência artificial e de plataformas Bigdata. A Accel é investidora de grandes empresas do Vale do Silício como o Facebook, Linkeding, Dropbox e outras. Agora à frente da Neoway, pretende internacionalizar ainda mais os negócios da empresa catarinense que já abriu filiais em Palo Alto, Washington DC e, em 2015, abrirá filiais no Chile e no México.

Com a mudança, a empresa passa a ter no conselho nomes mundiais do setor de TI e empresários brasileiros. A lista inclui Kevin Efrusy, da Accel; Eric Archer, da Monashees; Allen Taylor, da Endeavor Catalist; Cesar Gomes Jr, da Portobello; Mauro Muratorio, ex-presidente da Microsoft do Brasil; Emilio Umeoka, VP da Splunk-CA e ex-presidente da Microsoft Asia. Leia mais em cliprbs 26/11/2014

26 novembro 2014



Danone estaria estudando venda de participação na Yakult

Danone, a maior fabricante de iogurtes do mundo, está considerando vender sua participação de 20 por cento na produtora japonesa de bebidas lácteas Yakult Honsha Co., segundo fontes do setor.

A Danone, com sede em Paris, manteve discussões internas sobre uma possível venda, disseram as fontes, que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos.

As deliberações se encontram em uma etapa inicial e não foi tomada nenhuma decisão final, disseram. O valor de mercado da Yakult, com sede em Tóquio, é de cerca de 1,2 trilhão de ienes (US$ 10 bilhões), com o qual a participação valeria cerca de US$ 2 bilhões.

A venda colocaria um ponto final no acordo vigente há dez anos entre a empresa francesa e a Yakult, cujas bebidas lácteas pró-bióticas e fermentadas são similares a produtos da Danone.

A venda também poderia levantar fundos para potenciais aquisições, pois a empresa procura crescer após o anúncio de sua primeira queda anual de lucros em mais de uma década no ano passado.

O valor de qualquer negociação vai depender do que a Danone for fazer com o dinheiro, disse Jeff Stent, analista do Exane BNP Paribas.

“Juntamente com a atual especulação sobre o negócio da saúde, a Danone potencialmente monetizará muitos ativos”, disse Stent. Uma eventual venda de sua participação na Yakult “ajudará a alimentar a especulação de que eles adotarão uma atitude mais aquisitiva”, disse ele.

Mead Johnson

A diretoria da Danone discutiu possíveis alvos em uma reunião no mês passado, entre eles a fabricante americana de alimentos para bebês Mead Johnson Nutrition Co., avaliada em US$ 20,5 bilhões, disse uma fonte do setor.

As ações da Yakult subiram 26 por cento neste ano, batendo um recorde, e neste mês a empresa elevou sua meta de lucro líquido para o ano completo.

As ações da Danone ganharam 7,4 por cento no mesmo período, avaliando a empresa em 36 bilhões de euros (US$ 45 bilhões).

A fabricante do iogurte Activia e da água Evian antes tinha tentado aumentar sua participação na Yakult, mas a companhia japonesa se opôs a essa medida.

A Danone não reforçou sua participação na Yakult, apesar da renovação do acordo no ano passado, que removeu um limite para o tamanho de sua participação.

Representantes da Danone e da Yakult não quiseram comentar.

A Danone também está discutindo a venda da sua unidade de nutrição médica com potenciais compradores, entre eles a Fresenius SE e várias empresas de aquisições, disseram fontes do setor. Ruth David, da Bloomberg - Manuel Baigorri e Jacqueline Simmons, da Bloomberg Leia mais em Exame 26/11/2014



Conselho da CPFL aprova criação de empresa comercializadora varejista de energia

O conselho de administração da CPFL aprovou em reunião realizada nesta quarta-feira a criação de empresa de comercialização varejista de energia do grupo.

O conselho também ratificou compras de energia elétrica de fonte convencional pela comercializadora.

Procurada, a companhia informou que a aprovação serve para dar mais clareza dentro do braço de comercialização de energia do grupo, a CPFL Brasil, sobre os contratos acertados no segmento varejista. A nova unidade vai aproveitar a estrutura já disponível na CPFL Brasil, informou a empresa.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou a figura do comercializador varejista de eletricidade em julho do ano passado. Qualquer consumidor de energia pode participar da modalidade, mas a tendência é que os pequenos, como comércio, tenham mais peso diante das complexidades de gestão de contratos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Segundo a CCEE, os comercializadores varejistas atuam como agregadores de carga de diversos clientes, podendo fechar contratos de longo prazo com geradores, o que facilita a participação do mercado livre na expansão da oferta de energia no Brasil. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters  Leia mais em 26/11/2014



Publicis anuncia AG2.Nurun

A AG2.Nurun coloca o Grupo Publicis na liderança do chamado pós-digital no Brasil. Com a fusão de AG2, Digitas e Razorfish, agências nativas digitais da Publicis Worldwide (PWW), e a inclusão nesse grupo da Dialog, especializada em competências como live e shopper marketing, a empresa de DNA digital já nasce como uma das mais fortes do mercado brasileiro no que se refere à construção de experiências entre marcas e pessoas.

Sob o comando do CEO Cesar Paz, a AG2.Nurun atuará como o braço da marca global Nurun, a qual concentrará as operações digitais da PWW – conforme anunciado internacionalmente no dia 17 de novembro.  A Nurun conta com 4 mil especialistas distribuídos em 30 escritórios espalhados por 14 países. Entre eles, Alemanha, França, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, África do Sul, Índia, Turquia e México.

“Temos a meta de liderar a mudança para nossos clientes e para nós mesmos. Com a AG2.Nurun, estaremos melhor equipados para cumprir essa missão. A empresa terá o melhor de dois mundos: uma enorme e ampliada oferta digital e o acesso à liderança criativa e estratégica representada pela Publicis Worldwide”, comenta Arthur Sadoun, CEO global da PWW.

“A AG2.Nurun tem o digital como base, mas vai muito além dele. A proposta da empresa é acompanhar as pessoas em toda a sua jornada de consumo, explorando ao máximo a criação de experiências e as possibilidades de interação com as marcas”, complementa Paulo Giovanni, Chairman da PWW no Brasil.

Em sua linha de frente, a AG2.Nurun terá como lideranças estratégicas: Luciana Bazanella no Planejamento, Daltro Martins em Operações, Luciano Almeida na Tecnologia, Rachel Casmala e Camila Alvarenga no Atendimento. Dividem as responsabilidades executivas no time de Criação, Rodrigo Esteves, Cristiano Fernandes e Paulo Aguiar. Alessandro Martinelli, que comandava a Dialog, assume a responsabilidade por desenvolvimento de negócios e responderá ainda pelas contas globais da nova empresa.

Os colaboradores das quatro agências que agora se integram foram absorvidos pela AG2.Nurun, a qual terá operações em São Paulo e no Rio de Janeiro, além do centro de desenvolvimento e tecnologia de Pelotas, cidade no interior do Rio Grande do Sul. A nova empresa soma 300 funcionários e em seis meses inaugura uma nova sede em São Paulo para unificar fisicamente as equipes. O projeto da AG2.Nurun foi idealizado pelo ex-Chairman da PWW no país e atual CEO da Natura, Roberto Lima.

Definida como a primeira “people centric experience company” do Brasil, a AG2.Nurun inicia suas operações baseada nesses conceitos. As agências que compõem a nova empresa registram cases de sucesso na comunicação digital e têm equipes que são verdadeiras referências em desenvolvimento de plataformas interativas e user experience (Ux).

Além dos clientes atendidos pela AG2, como BRF, Toyota, Vale, Petrobrás, Comitê Olímpico Brasileiro, Nestlé, Natura e Bradesco, outras marcas importantes passam a ser atendidas pela AG2.Nurun. É o caso de Michelin, Azul Linhas Aéreas, P&G, NET, Centauro e Senac. Trata-se, portanto, do surgimento de uma grande operação digital brasileira que amplia sua oferta de serviços agregando competências antes focadas exclusivamente em operações de live marketing. Leia mais em grandesnomesdapropaganda 26/11/2014