21 agosto 2014

Startup de gestão Nibo recebe aporte de dois fundos

O investimento é dos fundos Redpoint e da Valor Capital Group

O Nibo, software de gestão financeira online para pequenas e médias empresas, anunciou hoje um novo aporte dos fundos Redpoint e.ventures e Valor Capital Group. Além disso, a startup lançou uma nova ferramenta para facilitar a comunicação entre empresários e contadores.

É a primeira rodada de investimento de serie A da startup; o valor do investimento não foi divulgado. Anteriormente, eles tiveram aporte de investidores-anjo. O capital investido será usado para reforçar a equipe comercial e de desenvolvimento da empresa.

Sobre a nova ferramenta voltada para facilitar a relação entre contadores e pequenos empresários, Gabriel Gaspar, CEO e cofundador do Nibo, conta que o objetivo é facilitar o trabalho dos dois lados. “Todos os documentos que os empresários anexam ficam disponíveis para o contador, eles podem trocar mensagens na plataforma e tudo isso é integrado ao sistema de contabilidade dele. Um processo que levava três dias pode levar bem menos tempo”, explica.

Fundada em 2012, no Rio de Janeiro, a empresa atende 50 mil empresas e 100 escritórios de contabilidade. A expectativa para o ano que vem é chegar a 300 mil empresas, sendo destas, 4,5 mil escritórios de contabilidade. Gaspar também adianta que estão trabalhando em um aplicativo móvel do software. Camila Lam, Leia mais em Exame 21/08/2014

21 agosto 2014



Petrobrás inicia processos para venda de ativos na Argentina

Dando sequência a sua estratégia de se desfazer de operações que não sejam tão rentáveis, a Petrobrás está retomando o plano de vender ativos na Argentina. Segundo reportagem do Valor Econômico, a estatal iniciará, em setembro, a entrega de proposta de possíveis interessados em suas operações no país vizinho.

A Petrobrás tem a meta de, até 2017, se desfazer de ativos avaliados em cerca de US$ 10 bilhões. A companhia começou a diminuir sua presença na Argentina em 2010, quando vendeu uma refinaria e estações de serviço por US$ 110 milhões a Cristóbal López, empresário local.

Em julho, a Petrobrás negou as especulações sobre uma possível venda de ativos de produção na província de Santa Cruz, na Argentina. Já no início de agosto, a estatal vendeu sua participação de 44,5% na boliviana Transierra para a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) por US$ 106,7 milhões. Leia mais em petronoticias 21/08/2014



20 agosto 2014

Infineon adquire fabricante de semicondutores de potência por US$ 3 bilhões

A fabricante alemã de chips Infineon Technologies anunciou nesta quarta-feira, 20, a aquisição da International Rectifier, fabricante de semicondutores de potência, por US$ 3 bilhões, a serem pagos em dinheiro, segundo informa o jornal britânico Financial Times. A transação deve ser concluída entre o fim deste ano e o início de 2015.

Conforme os termos do acordo, a Infineon comprará todas as ações em circulação da International Rectifier por US$ 0,40 a ação, o que representa um prêmio de 51% em relação ao preço dos papéis no fechamento de terça-feira, 19.

A Infineon acredita que a aquisição lhe dará know-how em sistema de conversão de energia, ao expandir sua experiência em semicondutores compostos e dirigir maiores economias de escala na produção. Consolidada no segmento de semicondutores de alta potência, que são usados em trens, por exemplo, a companhia passa a ofertar, com a compra da International Rectifier, chips de baixa potência, que podem controlar, por exemplo, a bomba de água em uma máquina de lavar. Leia mais em tiinside 20/08/2014

20 agosto 2014



Fundos de private equity podem ser a solução, diz advogado

A solução para resgatar usinas em recuperação judicial passa não somente por mudanças estruturais no mercado, como o fim do controle dos preços dos combustíveis, mas também pela atração de novos investimentos estrangeiros.

A opinião é do advogado Joel Thomaz Bastos, do escritório Dias Carneiro Advogados, que atualmente cuida de dezenas de processos do gênero.

A tendência, de acordo com ele, é que operações de fusões e aquisições envolvendo essas companhias sejam capitaneadas por fundos de private equity nacionais ou estrangeiros assim que forem esclarecidas as questões regulatórias do mercado de combustíveis no Brasil - controle dos preços da gasolina e um marco regulatório para a participação do etanol na matriz energética do país.

"No mercado, a expectativa é que o ambiente fique mais propício para esse tipo de operação a partir de 2016", diz Bastos. Neste momento, segundo ele, usinas não querem comprar outras usinas.

Outra saída para essas companhias é a ampliação do crédito à disposição. Falta aos bancos, na visão de Bastos, a percepção de que emprestar dinheiro para companhias em recuperação é um grande filão. "Além de poder emprestar a taxas de juros mais elevadas, os bancos têm, ao emprestar recursos pós-recuperação judicial, o direito de, em caso de falência, serem os primeiros a receber", afirma.

O advogado defende que o modelo de plano de recuperação baseado na conversão de dívida em ações é uma alternativa viável em alguns casos. Esse foi o perfil do plano aprovado pelos credores do grupo paulista Baldin, que entrou em recuperação em 2011. Os antigos proprietários da empresa foram diluídos e ficaram com 25% do negócio. Os 75% restantes foram "entregues" aos credores, que receberam um papel (bônus) conversível em ações da empresa.

Proposta semelhante foi feita aos credores da sucroalcooleira Aralco, que pediu recuperação judicial em março, menos de um ano após emitir US$ 250 milhões em bonds. A empresa, que detém quatro usinas de açúcar e etanol no interior de São Paulo, tem dívidas estimadas em R$ 1,2 bilhão.

Na proposta apresentada a credores, que deve ser avaliada em assembleia a ser marcada para o fim de setembro, a ideia é converter 60% da dívida em participação acionária em uma nova empresa, que seria criada para ficar com o controle dos ativos do grupo.

Sete "bondholders" (detentores dos bonds emitidos pela empresa), a maior deles fundos de investimentos americanos e europeus, contrataram o escritório Felsberg Advocacia para representá-los no plano de recuperação judicial. Nesta semana, o escritório deve entregar seu parecer sobre a proposta da Aralco, apurou a reportagem.

A empresa é encarada com certa desconfiança pelo mercado - em especial por alguns bondholders que se sentiram "enganados" pelos números da Aralco apresentados a investidores na ocasião da captação. Entre as questões, está a projeção de moer em 2013/14 6 milhões de toneladas de cana, quando, de fato, o volume foi muito baixo disso (5 milhões de toneladas).  (Valor Econômico) Leia mais em e-usinas 19/08/2014



Atividade de fusão e aquisição em 2014 é estável, diz PwC

Segundo a consultoria, foram realizadas 461 transações de fusão e aquisição durante o acumulado do ano

Foram realizadas 68 transações de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) no Brasil durante o mês passado, estima a PricewaterhouseCoopers (PwC).

Segundo a consultoria, o número é superior ao registrado no mês de julho nos últimos quatro anos.

Porém, no acumulado do ano, as operações estão estáveis em relação ao registrado no mesmo período no ano passado: entre janeiro e julho de 2014 foram efetuadas 461 transações.

Os fundos de Private Equity registraram 167 participações em transações de fusão e aquisição no País, encerrando o período de janeiro a julho com 36% de participação no mercado brasileiro de M&A.

Segundo a PwC, o perfil mais buscado no Brasil são as compras de participações majoritárias, que nos primeiros sete meses deste ano totalizaram 234 transações, ou 50,8% dos negócios efetuados.

A consultoria também pontuou em seu relatório que 59% das transações de compras de participação societária anunciadas no período tem investidores nacionais enquanto 41% receberam investimentos de origem estrangeira.

Setores

O setor de Tecnologia de Informação (TI) lidera as atividades de fusão e aquisição no País pelo sétimo mês consecutivo. Desde o começo de janeiro até o final de julho, 69 operações foram anunciadas nesta área.

No entanto, a PwC destaca em seu relatório que o movimento de M&A no Brasil continua tendo um perfil multissetorial.

De acordo com a consultoria, foram anunciadas 48 operações no setor de serviços auxiliares, 47 em serviços financeiros e 44 transações no varejo. Leda Samara, do Estadao | Leia mais em Exame 20/08/2014



Cade aprova com restrições operação entre BRF e Minerva

O acordo prevê a aquisição de unidades de abate de bovinos da BRF em Várzea Grande e Mirassol d'Oeste, no Mato Grosso, pela Minerva

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou com restrições, nesta quarta-feira, 20, a troca de ações entre BRF e Minerva, que foi acertada entre as empresas em novembro de 2013.

O acordo prevê a aquisição de unidades de abate de bovinos da BRF em Várzea Grande e Mirassol d'Oeste, no Mato Grosso, pela Minerva.

As empresas informaram, em 2013, que as unidades têm capacidade total de abate de 2.600 cabeças de gado por dia e receita líquida estimada de R$ 1,2 bilhão.

A operação se daria pelo repasse de 29 milhões de novas ações da Minerva à BRF. Com isso, a BRF atingiria uma participação acionária de cerca de 16,77% da Minerva.

O conselheiro relator Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo, resgatou parecer da Superintendência-Geral (SG) do Cade, que classificou que a operação geraria efeitos anticompetitivos nos mercados de quibes e almôndegas, processados de frango e frios saudáveis (peito de peru e blanquet).

Segundo a SG, a operação "confere à BRF, empresa com elevada participação de mercado no setor de processados em geral, uma influência relevante no capital da Minerva".

O relator, contudo, afirmou que a operação reforçava um player no mercado de frios e almôndegas.

A união da BRF com a Minerva, segundo Araujo, apresentou riscos ao mercado de processados.

As empresas, assim, acertaram acordo sigiloso com o Cade se comprometendo a "encontrar solução" sobre ativos de processados, quibes e almôndegas e frios saudáveis.

O presidente do Cade, Vinícius Marques de Carvalho, destacou a aprovação do acordo de restrições negociado com as empresas.

"Conseguimos fazer um acordo com as empresas que preservava o sentido central da operação", disse.

Restrições

Para assumir uma fatia de 16,77% da Minerva, a BRF terá de se desfazer de um pedaço de sua linha de processados de frango e frios saudáveis (peito de peru e blanquet).

A decisão foi acertada pela empresa com o Cade em um acordo firmado para que o tribunal aprovasse a entrada da BRF como sócia minoritária da Minerva.

O Cade identificou, durante a análise do ato de concentração aprovado hoje por unanimidade, que a fusão entre as companhias inclui a produtora de processados MDF - subsidiária da Minerva.

O colegiado do tribunal administrativo determinou, então, que para concretizar a fusão de capitais seria necessário que a BRF se desfizesse de ativos da mesma proporção dessa empresa do Minerva.

A BFR aceitou o acordo para garantir entrada na linha de abate bovino da Minerva.

O acordo tomou como base o Termo de Desempenho de Compromisso (TCD) firmado após a fusão das marcas Sadia e Perdigão, no qual a BRF aceitou uma cláusula que proibia novas aquisições ou associações que gerassem qualquer tipo de concentração de mercado.

A BRF segue, assim, proibida de crescer no mercado de processados por aquisições.

A companhia pode apenas fazer movimentos de ampliação na estrutura de produção resultante da fusão Sadia-Perdigão.

"A BRF não pode crescer por aquisições. Ela terá de vender os ativos (da Minerva) para um agente de mercado que vá continuar com a atividade (de processados)", afirmou o relator.

O acordo não revela o tamanho desses ativos no conjunto de atividades da BRF nem o prazo para que a venda seja concluída.

O sigilo dos detalhes é parte do acerto mediado pelo Cade para não causar a depreciação dos ativos por especulações de mercado, explicou o Araújo. Nivaldo Souza, do Estadao | Leia mais em 20/08/2014



Cade aprova compra pela Bunge de fatia da japonesa Itochu

Operação consiste na aquisição pela Bunge de cotas da JB BioEnergy, da holding japonesa Itochu Corporation, equivalentes a 20! do capital social de duas usinas

O Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela Bunge Açúcar & Bioenergia, da multinacional Bunge, das cotas que ainda não possuía em duas usinas de cana-de-açúcar da JB BioEnergy, segundo despacho publicado nesta quarta-feira do Diário Oficial da União.

A operação consiste na aquisição pela Bunge de cotas da JB BioEnergy, da holding japonesa Itochu Corporation, equivalentes a 20 por cento do capital social das usinas Agroindustrial Santa Juliana e Pedro Afonso Açúcar e Bioenergia. A Bunge passa a deter controle exclusivo dos ativos.

A usina Santa Juliana fica no Triângulo Mineiro e a Pedro Afonso, no Tocantins. Ambas têm a produção de açúcar e etanol como foco.

"A consolidação do controle das empresas alvo pela Bunge decorre da definição da sócia (Itochu) de se retirar do mercado de açúcar e bioenergia brasileiro em razão das incertezas de mercado atuais", afirma documento arquivado junto ao Cade. "Para a Itochu, a saída da parceria se deve às incertezas de rentabilidade futura do negócio, resultante das políticas governamentais adotadas para combate à inflação", acrescenta o documento.

Na época em que a parceria entre a Bunge e a Itochu foi anunciada em 2008, as empresas afirmaram que investiriam 800 milhões de dólares no projeto. O valor do último acordo não foi revelado. Reuters . Leia mais em exame 20/08/2014



Fusões e aquisições no setor de energia crescem 237%

Fusões e aquisições no setor de energia crescem 237%

O setor de Energia registrou 27 operações de fusão e aquisição no primeiro semestre deste ano, de acordo com a KPMG. O número representa uma expansão de 237,5% em relação às oito transações ocorridas no mesmo período do ano passado. A maior parte das operações, em um total de 17 ocorrências, envolveu apenas companhias brasileiras.

O levantamento semestral aponta também que foram realizadas seis operações envolvendo grupos estrangeiros que adquiriram companhias brasileiras de grupos nacionais no País. Outras três transações foram realizadas por empresas de capital majoritariamente estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, empresas instaladas no Brasil. Também ocorreu uma operação de compra de um ativo estrangeiro por empresa brasileira, em negociação com um grupo cujo capital era majoritariamente estrangeiro. Por André Magnabosco, Estadao | Leia mais em Yahoo 20/08/2014



Samba Tech compra parte da Edools

Com a aquisição do “Netflix” da educação à distância, a Samba Tech tenta se consolidar neste mercado

 A Samba Tech anunciou nesta semana a aquisição de parte da Edools, uma plataforma para cursos online. A compra, ao que tudo indica, estava sendo negociada desde o começo do ano e faz parte da estratégia da empresa de distribuição de vídeos para se consolidar no mercado de ensino à distância.

A Edools faz parte agora do Samba Group, que engloba ainda a própria Samba Tech, a Samba Ads e a Adstream Samba. “A educação à distância é composta de três fatores: conteúdo, professor e tecnologia. Nossa união com a Edools visa suprir justamente o último ponto dessa pirâmide”, diz Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, em comunicado à imprensa.

O mercado da Edools é o de LMS (Learning Management System), um sistema simplificado de criação de cursos para instituições de ensino e empresas. É possível, através das ferramentas da plataforma, criar e distribuir cursos online. Este sistema está sendo considerado pelo Samba Group como um “Netflix” da educação à distância, em que o usuário pode criar um portal e armazenar seus vídeos, cobrando mensalidades de quem tiver interesse em assistir.

No mercado desde maio do ano passado, a plataforma atende mais de 400 instituições atualmente e tem 10 mil alunos online.
O valor da transação não foi divulgado e os fundadores da startup permanecem como sócios majoritários e no comando da empresa.  Priscila Zuini, Leia mais em exame 20/08/2014




Neoenergia, CPFL e Cemig interessadas em ativos Energisa

Segundo fontes, ativos estão avaliados em R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão

Neoenergia e CPFL Energias Renováveis estão avaliando a compra de unidade de geração de energia da Energisa no Brasil, segundo duas pessoas com conhecimento do assunto.

A Companhia Energética de Minas Gerais, a empresa com sede em Belo Horizonte conhecida como Cemig, é outro potencial comprador, disse uma das pessoas.

A Electra Energy também está analisando dados, com uma lista de empresas a ser concluída até fim do mês, antes de uma segunda rodada de negociações, disse a outra pessoa.

Os ativos, que incluem PCHs, termelétricas, usinas de biomassa, energia solar e eólica, estão avaliados em R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão, disseram as pessoas, que não podem ser identificadas porque as negociações são privadas.

A Energisa contratou o Goldman Sachs Group Inc. para vender a geradora, disseram as fontes.

“Energisa sempre analisa opções para melhorar sua estrutura de capital, incluindo aumentos de capital e venda de ativos”, disse a companhia em resposta por e-mail a perguntas da Bloomberg.

A Cemig, a CPFL, a Electra e a Neoenergia não quiseram comentar sobre a possibilidade de uma transação com a Energisa. Michael Duvally, porta-voz do Goldman Sachs, se recusou a comentar o assunto, segundo resposta por e-mail. Cristiane Lucchesi, Paula Sambo e Jonathan Levin, Bloomberg | Leia mais em Exame 19/08/2014



Cade aprova compra de cotas de fundo da BR Properties por fundo de Michael Klein

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da totalidade das cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Comercial Progressivo II, da BR Properties, por fundo de investimento do empresário Michael Klein, segundo publicação no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

Klein realizou a aquisição por meio do Twinsk Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Multimercado, apesar de originalmente a compradora anunciada para a operação ter sido a Capital Brasileiro Empreendimentos Imobiliários, do Grupo CB.

A aquisição "faz parte da estratégia do Twinsk de estar presente nas cinco regiões do país, com imóveis bem localizados que, alugados a empresas atuantes em diversos mercados como varejo de bens duráveis ou de roupas, por exemplo, tragam boa rentabilidade para o Grupo", segundo documento arquivado no Cade.

O FII Comercial Progressivo tem 36 propriedades em 11 Estados do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Norte do país, mais o Distrito Federal.

Para a BR Properties, os recursos captados com a operação serão usados para reduzir a dívida líquida, em seu programa de recompra de ações e para pagamento de dividendo a acionistas.

Conforme divulgado em julho, quando anunciada a operação, a transação considera o valor de 418,6 milhões de reais e corresponde à diferença entre 606,6 milhões de reais e o saldo da dívida decorrente da emissão de CRI pelo fundo no valor de 188,1 milhões de reais. (Por Anna Flávia Rochas) Reuters | Leia mais em Uol 20/08/2014



Network1 passa às mãos da multinacional ScanSource em toda a AL

O acordo prevê a incorporação das operações da Network1 em toda América Latina, o que inclui o Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru.

A ScanSource, Inc., distribuidora global de produtos de valor agregado especializada em produtos de tecnologia, anunciou na sexta-feira, 15/08, a expansão de seus negócios de comunicações na América Latina por meio da aquisição da Network1, Intersmart Comércio Importação Exportação de Equipamentos Eletrônicos, S.A. (“Network1”), distribuidora de valor agregado de produtos e serviços de comunicações. O acordo prevê a incorporação das operações da Network1 em toda América Latina, o que inclui o Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru.

A estimativa de vendas líquidas da Network1 para o calendário de 2014 é de aproximadamente R$ 850 milhões (US$374 milhões), com margens operacionais consistentes com os negócios da operação de comunicações da ScanSource. A Network1 registra um crescimento de vendas de dois dígitos, que deverá continuar durante o período de quatro anos do acordo de earnout. A expectativa é de, já no primeiro ano após a aquisição, aumentar o lucro por ação (EPS) e retorno do capital investido (ROIC), excluindo os custos da aquisição.

Fundada em 2004 e sediada em São Paulo, a Network1 conta com cerca de 400 funcionários em toda a América Latina e oferece um portfólio de soluções de comunicações, que inclui comunicações unificadas e colaboração, networking e performance, data center e virtualização, cloud computing, segurança lógica, infraestrutura e segurança física. A empresa oferece um portfólio de mais de 65 fabricantes, entre eles, Avaya, Checkpoint, Dell, Extreme, F5, HP, Juniper, Polycom, Microsoft, Riverbed e Schneider-Electric.

"Entramos no mercado brasileiro de Automação Comercial em 2011, com a aquisição bem-sucedida da CDC Brasil, maior distribuidora de valor agregado de Automação Comercial da região”, diz Mike Baur, CEO da ScanSource, Inc.

Após o fechamento da transação, Rafael Paloni, CEO da Network1, conduzirá os negócios corporativos da ScanSource Communications na América Latina. A aquisição está sujeita ao cumprimento de diligência e aprovações regulatórias e deverá ser concluída até o final de 2014. Neste período, as empresas seguem suas operações normalmente, tanto para ScanSource, quanto para Network1. Leia mais em Ipnews 18/08/2014