10 dezembro 2016

Allergan adquire Chase Pharmaceuticals

A Allergan, indústria farmacêutica com sede em Dublin (Irlanda), anunciou a aquisição da Chase Pharmaceuticals, empresa biofarmacêutica com foco no desenvolvimento de tratamentos para distúrbios neurodegenerativos.

A transação foi avaliada em US$ 125 milhões. Ainda está previsto um novo aporte para viabilizar a regulamentação e as vendas do CPC-201, carro-chefe da Chase Pharmaceuticals, que está em fase de testes e promete aprimorar o combate ao mal de Alzheimer. O investimento adicional à aquisição pode chegar a US$ 875 milhões.

“Estou muito animado com o reconhecimento da Allergan em relação ao valor clínico de nossos programas”, afirma Douglas Ingram, CEO da Chase Pharmaceuticals.

O CPC-201 é uma terapia protegida por patente, que combina os componentes donepezil e solifenacina. A Chase espera que a combinação envolvendo doses mais elevadas de donepezil resulte em um tratamento mais eficaz contra doenças neurodegenerativas, com lançamento previsto para 2020.

“Esta aquisição nos permite iniciar e adicionar ao nosso portfólio a terceira fase de um programa para o tratamento do Alzheimer”, revela o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Allergan, David Nicholson. A empresa já possui em seu pipeline 13 programas de medicamentos voltados ao tratamento do sistema nervoso central. Leia mais em  Panorama Farmacêutico 09/12/2016

10 dezembro 2016



Para avançar em biometria, Gemalto compra negócios de gestão de identidade da 3M

A 3M, donas das fitas adesivas Scotch e do Post-it confirmou hoje, 9 de dezembro, que está negociando suas unidades de gestão de identidade com a Gemalto, de segurança digital. O valor do negócio é de US$ 850 milhões. Farão parte da Gemalto: a 3M Cogent ; que provê soluções amplas de biometria comercial, controle de fronteiras e segurança pública, a 3M Document Reader; de captura digital e gestão de documentos; e a Secure Materials Businesses.

O negócio reforçará a área de soluções para governo da Gemalto. A unidade de identidade da 3M tem vendas de cerca de US$ 215 milhões anuais e lucro de operações em torno de US$ 58 milhões, com vários órgãos oficiais de diversos países como clientes. A aquisição deve ser completada no meio do ano que vem.

A unidade da 3M tem cerca de 450 especialistas. Entre suas soluções estão algoritmos biométricos para reconhecimento de digital, face, íris e outras características físicas que servem como identificação de uma pessoa.

Num momento em que o mundo discute fronteiras, controle de imigração e maior controle dos imigrantes, a Gemalto acredita que a aquisição deve “contribuir para reforçar a segurança nacional” dos países. “No lado comercial, como as transações on-line e móveis estão crescendo, com novas formas de autenticação e identificação multi-fator tornando-se necessárias”, aponta o comunicado oficial.

O negócio Gemalto Government Programs teve receitas de 391 milhões de euros em 2015 (aproximadamente US$ 416 milhões). Leia mais em noticias.r7 09/12/2016




















Grupo chinês HNA fecha aquisição da Carlson Hotels

O grupo chinês HNA fechou o negócio de compra da Carlson Hotels, que havia sinalizado já este ano. Com a transação, o HNA também adquiriu uma participação de 51,3% no Rezidor Hotel Group, que até então pertencia à Carlson. As informações foram divulgadas por uma reportagem do site Skift.

Os termos do negócio ainda não foram divulgados pela HNA, que não comenta a transação até o momento, de acordo com a publicação. A reportagem aponta ainda que o grupo deverá decidir até 4 de janeiro de 2017 o que será feito com a participação adquirida no Rezidor. As opções são vender a fatia ou adquirir toda a empresa.

Questionado sobre qual será o futuro da empresa, o vice-presidente e CFO do Rezidor, Knut Kleiven, demonstrou incerteza. "Eu não tenho idéia. É impossível para mim comentar sobre isso porque o Rezidor não foi parte dessa transação. O negócio está entre a Carlson e o HNA e nós não somos parte dele", afirmou ao Skift.

Em outubro, o grupo HNA se tornou o maior acionista da Hilton Worldwide com a compra de 25% das ações da rede hoteleira. O conglomerado chinês também possui participação nas companhias aéreas Azul e Tap. Brunna Castro Leia mais em panrotas 09/12/2016



09 dezembro 2016

Crescimento do mercado de seguros pode ficar entre 9% e 11% em 2017, diz CNseg

Entre as apostas estão os segmentos de automóveis populares, previdência privada, garantia para obras públicas e seguro rural

 O mercado de seguros, sem considerar o segmento de saúde, deve acelerar o ritmo de crescimento no próximo ano, podendo ficar entre 9% e 11%, de acordo com o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano. "Ainda estamos fechando os números para 2017, mas esperamos que o Brasil tenha algum avanço em termos de fundamentos e recuperação no próximo ano", afirmou ele, em conversa com jornalistas, no período da tarde desta sexta-feira, 9.

Até outubro, o mercado de seguros cresceu 7,89% em relação ao mesmo período do ano passado. Diante desse desempenho, a CNseg acredita, conforme Coriolano, que o segmento deve apresentar expansão mais próxima dos 9% em 2016, centro do guidance divulgado no início do ano, de alta de 8% a 10%. "Podemos até ficar um pouco acima dos 9%", acrescentou o presidente da confederação.

Se confirmado o patamar, o mercado apresentará desaceleração ante 2015, quando o segmento, sem considerar saúde, cresceu 10,33%. Coriolano destacou que o desempenho do setor foi afetado pela crise na indústria automobilística, mas que esse efeito tende a ser minimizado pelo seguro auto popular, que permite a utilização de peças utilizadas e genéricas. O potencial, segundo ele, é de 20 milhões de veículos, com idade entre 5 anos e 20 anos.

"Esperamos que o seguro auto popular mitigue um pouco o impacto da queda das vendas de automóveis novos, possibilitando que ao menos consigamos manter os segurados dentro do mercado de seguros", acrescentou o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges.

Além do seguro auto popular, o desempenho do setor securitário tende a continuar a ser impulsionado pelo segmento de previdência privada, em meio à reforma da aposentadoria social, e ainda novos produtos esperados há anos pelo segmento: seguro garantia para obras públicas de 30% do valor da obra, universal life, que combina seguro de vida com previdência e o potencial é de 125 milhões de beneficiários, e ainda o seguro rural diante do potencial da área com 61,5 milhões de hectares não segurados. Estadão Leia mais em DCI 09/12/2016

09 dezembro 2016



TV britânica Sky recebe oferta de compra da 21st Century Fox (Sky)

A companhia americana 21st Century Fox apresentou uma oferta de aquisição da Sky por um preço preliminar acordado pela cúpula de ambas as empresas, informou nesta sexta-feira a operadora de televisão britânica.

"Após um período de negociações, os diretores independentes da Sky e 21st Century Fox alcançaram um acordo sobre uma oferta de 10,75 libras por ação", informou Sky em um comunicado.

Este preço situaria o valor da empresa em 18,5 bilhões de libras (23,2 bilhões de dólares). AFP Leia mais em bol.uol 09/2/2016



Endividados e com pouca carga, terminais portuários estão à venda

Alavancados financeiramente ou com dificuldades operacionais - em alguns casos as duas coisas -, grupos portuários foram ao mercado no último ano em busca de parceiro para o negócio ou para venda integral dos ativos. Mas, por motivos diferentes, nada foi consumado até agora. Preço alto, queda de carga e insegurança jurídica explicam por que alguns deles chegaram, inclusive, a suspender o processo.

Ageo e Ageo Norte, Deicmar, Ecoporto, Embraport - todos terminais em Santos (SP) - e Sepetiba Tecon, em Itaguaí (RJ), são alguns empreendimentos colocados à venda em 2015 ou neste ano.

Um dos casos mais recentes é o da Ageo e Ageo Norte, dois terminais de movimentação de granéis líquidos. O Valor apurou que o grupo busca atrair um parceiro estratégico e ao mesmo tempo resolver uma dívida que tem com o banco Santander - que coordena a transação.

O negócio é considerado atraente e tem interessados de peso. O consumo de derivados de petróleo no Brasil está acima da capacidade de refino interno, o que estimula as importações e a necessidade de armazenamento em tanques; os terminais estão localizados no maior porto da América Latina; e ambos os contratos de arrendamentos foram renovados, sendo válidos até 2040 (Ageo Norte) e 2041 (Ageo). Segundo fontes, os ativos estão avaliados entre 12 e 15 vezes o Ebitda.

"Qualquer ativo que envolva tancagem hoje é interessante. O que está sendo disputado é o longo prazo. Quem não se posicionar neste momento lá na frente vai ficar em desvantagem. A Ageo se torna um ativo menos econômico e mais estratégico", afirma Fabrizio Pierdomenico, sócio-diretor da consultoria Agência Porto.

Outra companhia que avalia propostas é a TCP, que administra o terminal de contêineres de Paranaguá. O terminal é um dos mais movimentados do país, o único de contêineres do Paraná, e prepara uma expansão física. Em novembro, a agência de classificação de riscos Fitch atribuiu rating de 'AA-(bra)' às três séries da 1ª emissão de debêntures do terminal, no valor de R$ 588 milhões, para financiar a ampliação. A Fitch diz que o rating reflete "o perfil adequado de geração de receitas da companhia" e que "a expansão está planejada de forma adequada, com o requerimento de financiamento 100% obtido."

A TCP é 50% do fundo Advent e a leitura do mercado é que a venda está inserida numa estratégia de alienar o ativo ainda com Ebitda alto antes que a entrada de um concorrente roube receita e tire valor do negócio. O projeto mais estruturado é o do Porto Pontal, um terminal de uso privado que para sair do papel tenta derrubar ações na Justiça que apareceram depois de o projeto vir a público.

Segundo fontes do setor, há vários grupos interessados no negócio da TCP, incluindo estrangeiros que querem entrar no Brasil ou aumentar sua posição. Mas há uma avaliação de que o preço do ativo, de R$ 5 bilhões, está alto.

"Os investidores estão olhando infraestrutura no Brasil, o país está barato e há dinheiro sobrando", diz Luiz Felipe Valerim, sócio do escritório VPBG. "O interesse no porto de Santos é natural. Santos tem demanda reprimida, apesar de não haver agora. Tirando ali, é outra lógica, são ativos onde a carga é especificamente estratégica naquela região", diz.

Também a Odebrecht Transport , controlada de infraestrutura do grupo Odebrecht, negocia a venda de sua participação no terminal de contêineres Embraport, no porto paulista, para a Dubai Ports World , sua sócia no empreendimento.

Com falta de carga e espaço de sobra nas instalações de contêineres de Santos, os dados operacionais da Embraport estão aquém das expectativas. Hoje, o faturamento da empresa é insuficiente para fazer frente à dívida. A Embraport fechou 2015 com receita líquida de R$ 220 milhões e dívida financeira de R$ 2,03 bilhões. O prejuízo líquido foi de R$ 821,8 milhões.

Apesar dos números ruins, a Odebrecht relutava em se desfazer do ativo. A razão da venda teria menos a ver com as condições operacionais do terminal e mais com a necessidade de o grupo reduzir endividamento e compromissos de investimentos, com a piora do cenário após entrar na Lava-Jato.

A situação em Santos esvaziou a "corrida ao ouro" por terminais de contêineres que existia até pouco tempo atrás. E a combinação de concorrência intraporto e retração econômica complicou a vida das instalações pequenas, que já não são mais viáveis para receber navios grandes.

É o caso do Ecoporto, da EcoRodovias, que contratou em 2015 o Credit Suisse para sondar interessados, mas, com a configuração atual do terminal, o negócio não prosperou. Os números operacionais do Ecoporto se deterioraram. O Ebitda é seguidamente negativo frente um endividamento alto. Neste ano a EcoRodovias fez baixa contábil de R$ 545 milhões no Ecoporto e suspendeu a venda. Ficará com o ativo até que demanda e oferta convirjam em Santos.

Paralelamente, busca renovar o contrato de arrendamento por mais 25 anos, processo em fase final de análise no Ministério dos Transportes que, se aprovado, tende a valorizar o terminal para uma futura venda.

Um passo além seria a reconfiguração do cais do Saboó, onde o Ecoporto está localizado, em que as áreas vizinhas com contratos precários ou com liminares (o prazo original e a respectiva renovação já venceram) sejam aglutinadas para formar um único lote para ir a leilão. Nesta hipótese, o Ecoporto poderia arrematar a gleba e adensá-la ao seu contrato, perfazendo um grande terminal.

A empresa de logística Deicmar também procurou parceiro, depois de um 2015 complicado nos fluxos de comércio internacional do país. Contratou no início do ano uma butique para assessorá-la na busca por interessados no terminal portuário especializado no embarque e desembarque de cargas rolantes em Santos e no Centro Logístico Industrial Aduaneiro (Clia), onde são adiantados processos de comércio exterior em contêineres. A venda seria para ambos os ativos, estimados em R$ 200 milhões, mas não vingou.

O Clia, principal negócio da Deicmar, fica na retroárea do porto. Como outras instalações do tipo, sofreu queda de carga na medida em que os grandes terminais de cais, com mais espaço devido à crise, disputaram a armazenagem com preços competitivos. Pesou ainda a insegurança jurídica do contrato do terminal portuário, que venceu em 2014 e, pelo atual arcabouço, não pode ser renovado. A empresa opera sob liminar.

Sob nova gestão, a Deicmar iniciou uma reorganização operacional e financeira que resultou em alta de 35% no faturamento bruto no segundo semestre frente a primeira metade do ano. Com base nesses resultados, suspendeu a venda. "Os planos então especulados no início do ano de 2016 não mais se aplicam ao cenário atual ou objetivos de nossa empresa", disse em nota.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é outra que mudou a estratégia e congelou a venda neste ano de uma parcela do capital do terminal de contêineres Sepetiba Tecon, em Itaguaí, para o qual buscava um sócio desde 2015. Os preços ficaram abaixo do que Benjamin Steinbruch, o dono da siderúrgica, gostaria. As propostas não superaram R$ 1 bilhão e a companhia queria entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Além disso, a CSN não quer mais sair do negócio e o preço do minério subiu, o que tirou pressão sobre a venda ativos.

Procuradas, as empresas não se manifestaram sobre o assunto. Fonte: Valor Leia mais em portosenavios 08/12/2016



BB prepara venda de ações do Patagonia, diz Caffarelli

O Banco do Brasil está preparando uma oferta pública de ações de pelo menos uma fatia de sua participação majoritária no banco argentino Patagonia como parte da iniciativa de vender ativos para levantar capital.

"Achamos que conseguiremos um preço melhor por meio da oferta adicional de ações", disse o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, na quinta-feira, em entrevista em São Paulo. A venda pode ocorrer já no ano que vem, dependendo das condições de mercado, disse ele.

O banco vem considerando uma oferta secundária de ações do Patagonia ou uma venda para outra instituição financeira à medida que tenta aumentar sua rentabilidade por meio do fechamento de agências e do incentivo à aposentadoria de seus funcionários. Caffarelli classificou a decisão sobre a operação do banco na Argentina, com valor de mercado de US$ 1,7 bilhão, como uma "espécie de escolha de Sofia", em referência ao romance de 1979 de William Styron no qual uma mulher polonesa à caminho de um campo de concentração alemão é forçada a decidir qual de seus filhos permaneceria vivo.

Na oferta secundária, o Banco do Brasil poderia vender recibos equivalentes a ações (ADRs, na sigla em inglês) do Banco Patagonia em Nova York e ações da unidade na Bolsa de Buenos Aires, diz Bernardo Rothe, diretor de relações com investidores, na mesma entrevista.

BBVA, Itaú

Se o Banco do Brasil decidir vender sua participação a outro banco, o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, que busca aquisições na Argentina, estará entre os potenciais compradores.

"Não há dúvida de que as operações deles são perfeitamente compatíveis com as nossas", disse Martín Zarich, CEO da unidade argentina do BBVA Banco Francés, em 23 de novembro, sobre o Patagonia. "Nós estudaremos os detalhes, o que ainda não fizemos porque não está confirmado que o negócio está na mesa."

O Itaú Unibanco está entre os bancos que estudam adquirir o Patagonia, disseram pessoas com conhecimento do assunto em outubro, em uma aquisição que poderia alcançar cerca de US$ 1,5 bilhão, 2,5 vezes seu valor contábil. O Patagonia, que tem sede em Buenos Aires, atualmente é negociado em cerca de 3,1 vezes seu valor contábil, segundo dados compilados pela Bloomberg. Instituições locais como o Banco de Galicia Y Buenos Aires e o Banco Macro também são potenciais compradores do Patagonia.

Os bancos buscariam um desconto em relação ao valor de mercado devido à inflação na Argentina, disseram as pessoas.

O Banco do Brasil, que tem sede em Brasília e é o maior banco da América Latina em ativos, contratou o JPMorgan para ajudá-lo a vender sua participação de 58,6 por cento no Patagonia, disseram pessoas com conhecimento do assunto em agosto.

"O Patagonia é o sexto maior banco da Argentina, com cerca de 200 agências, por isso precisamos analisar, juntamente com os outros acionistas, a melhor oportunidade e precisamos esperar pelo momento certo para vendê-lo", disse Caffarelli. Cristiane Lucchesi e Francisco Marcelino (Bloomberg) -- Leia mais em bol.uol 09/12/2016



Grupo de oncologistas adquire hospital vera cruz em BH e pode levar mais 3

A Health Invest, comandada por fundadores e dissidentes da Oncoclínica, fechou a compra do hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, a primeira de outras três aquisições em andamento em Minas Gerais.

A transação foi baseada na assunção pelo comprador das dívidas do Vera Cruz, de gestão familiar. Além disso, a Health Invest tem acordo de confidencialidade com pelo menos um outro hospital e conversas muito adiantadas com mais dois.

Privates atentos
A criação de uma nova plataforma hospitalar no Estado pela Health Invest já teria chamado a atenção de fundos de private equity. Mas o sucesso dos fundos de private não é tão óbvio, já que os sócios da Health Invest se desligaram da Oncoclínica, onde o fundo Victoria Capital Partners é investidor.
Consolidação

As consolidações regionais no setor hospitalar vão disparar, dizem consultores e privates. Depois da varredura feita nas capitais por Rede D’Or e Amil, o foco são os centros menores. Um outro hospital, em Campinas, também chamado Vera Cruz, vinha sendo olhado pela Finvest e pelo Bozano Investimentos. Leia mais em Coluna do Broad 09/12/2016



BRF estuda oferta pela Banvit, da Turquia

A BRF avalia oferta pela produtora de frango turca Banvit como parte de seu processo de expansão nos mercados muçulmanos, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

A Banvit está trabalhando com o banco local Yapi Kredi na busca por potenciais compradores, afirmaram as pessoas, que pediram sigilo porque a informação é privada. A Banvit também conversou com outros potenciais compradores além da BRF, segundo uma das pessoas ouvidas. Nenhum acordo foi assinado até o momento e não está claro se as conversas continuam, disseram as pessoas.

Omer Gorener, presidente da Banvit, e representantes da BRF e do banco Yapi Kredi preferiram não comentar.

A companhia informou na quinta-feira que estava em contínuas negociações com potenciais investidores, o que havia anunciado em março, e que não havia avanços a divulgar.

A BRF está trabalhando com Morgan Stanley e Bank of America na abertura de capital da subsidiária Sadia Halal, segundo disseram em setembro pessoas familiarizadas com o assunto.

Título em inglês: BRF Said to Weigh Bid for Turkish Poultry Producer Banvit

--Com a colaboração de Gerson Freitas Jr. e Taylan Bilgic - , Patricia Xavier - Ercan Ersoy, Dinesh Nair e Ruth David (Bloomberg) -- Leia mais em bol.uol 09/12/2016



08 dezembro 2016

AX4B compra Basis IT e entra em SAP

A paulista AX4B, especialista em plataformas da Microsoft, acaba de adquirir a Basis IT, uma consultoria de Porto Alegre especializada em administração de ambientes SAP Netweaver.

O valor do negócio não foi revelado.  Com a aquisição, a AX4B pretende colocar o pé no mercado SAP, focando inicialmente em projetos com um viés mais técnico, como migração de clientes da base da multinacional alemã para o novo novo software de gestão S/4.

No longo prazo, nada impede a AX4B de diversificar sua oferta. A companhia é uma pioneira no mercado brasileiro para o software de gestão AX e tem também negócios com CRM, licenciamento e nuvem da Microsoft.

“SAP e Microsoft estão se aproximando. Nós estamos numa posição única para aproveitar essa chance”, aponta o CEO da AX4B, Antônio Felix, citando como o exemplo o recente acordo entre as empresas para rodar o S/4 na nuvem Azure.

Fundada em 2006, a AX4B começou no mercado trabalhando exclusivamente com AX, o que hoje representa um terço do faturamento.

No começo do ano, a companhia reforçou seu lado de licenciamento Microsoft com a compra da  integradora de sistemas Gripho por R$ 4 milhões.

A Basis IT seguirá como um escritório em Porto Alegre, com a missão adicional de levantar negócios na vertente Microsoft.

A empresa é formada por um time técnico experiente, com cerca de 20 funcionários.

A Basis IT foi fundada por Thiago Gugliano que trabalhou com a tecnologia Netweaver na IBM, HP e Sonda, junto com Tiago Oliveira (ex-IBM) e Jeverson Anderle, um especialista em Netweaver com passagem pela IBM, Meincol e Randon.

No final do ano passado a Basis adquiriu o Grupo Contexto, incluindo entre seus sócios Carlos Vinkler, um ex-gerente de projeto da consultoria SAP Fusion.

A AX4B fechou o ano de 2015 com faturamento de R$ 25 milhões, alta de 25% em relação ao valor conquistado em 2014.

Com 120 funcionários, a empresa a1tende a clientes como Cinemark, Rede Unimed, BM&FBovespa, Grupo Pearson, Webmotors e Sttutgart Porsche.

No ano passado, a A AX4B foi a primeira parceira da Microsoft na América Latina e uma das dez parceiras globais a receber a certificação “Microsoft Gold Cloud Platform”. Maurício Renner // Leia mais em baguete 08/12/2016

08 dezembro 2016



Microsoft fecha a compra do Linkedin por US$ 26,2 bilhões

A Microsoft fechou nesta quinta-feira da rede social de uso profissional Linkedin por US$ 26,2 bilhões, depois de a União Europeia (UE) ter aprovado a operação, a maior do setor tecnológico deste ano.

"Hoje é um grande dia que estou esperando desde junho. Fechamos o acordo para comprar o Linkedin e começamos um novo caminho juntos", disse a executiva-chefe da Microsoft, Satya Nadella, em mensagem publicada no blog oficial da rede social.

Segundo o acordo, a Microsoft pagará US$ 196 em dinheiro por cada uma das ações de Linkedin. A operação representa o principal investimento da empresa de software fundada por Bill Gates e Paul Allen nos anos 1970.

"Como já antecipamos há seis meses, nossa prioridade principal será acelerar o crescimento do Linkedin, acrescentando valor a cada um de seus membros", disse Nadella ao dar alguns detalhes do novo plano de integração.

A Microsoft está há anos fazendo grandes compras para diversificar seu negócio, umas com melhores resultados que outras, como os US$ 7,5 bilhões que chegou a pagar em 2014 pela divisão de telefones celulares da Nokia.

Três anos antes, a empresa investiu US$ 8,5 bilhões para comprar o Skype. Mais recentemente, pagou outros US 2,5 bilhões pelo estúdio de jogos Mojang, que produziu o popular Minecraft.

O Linkedin, que conta na atualidade com mais de 430 milhões de membros e escritórios em 200 países, fechou o ano passado com perdas de US$ 166 milhões e faturamento de US$ 2,9 bilhões. Leia mais em bol.uol 08/12/2016



Novo Radar FintechLab – Já são mais de 200 empresas!!!

O mercado de fintechs nacional não para de crescer. Já são mais de 200 iniciativas que estão facilitando a vida das pessoas e empresas e/ou criando condições para que o ecossistema evolua, colocando o Brasil à frente de todos os seus irmão da América Latina!

Esta edição do Radar FintechLab introduz uma nova radial para o mercado de Câmbio. Dentro do ecossistema brasileiro, o setor de Pagamentos ainda é o que possui maior quantidade de iniciativas, seguindo do setor de Gerenciamento Financeiro. Leia mais em fintechlab  set/2016