01 agosto 2015

Nova rodada de financiamento avalia Uber em US$ 51 bilhões

A empresa de transporte compartilhado Uber fechou uma nova rodada de financiamento que avaliou a companhia em cerca de US$ 51 bilhões, segundo informou nesta sexta-feira o jornal "The Wall Street Journal".

De acordo com o jornal, o Uber arrecadou cerca de US$ 1 bilhão na rodada.

A companhia, com sede em San Francisco, conecta passageiros com motoristas de veículos registrados em seu serviço através de um aplicativo móvel.

A Microsoft e o braço de investimento do conglomerado midiático indiano Bennett Coleman aparecem entre os investidores nesta nova rodada, acrescentou o "The Wall Street Journal"..

A avaliação do Uber alcança assim o valor que o Facebook tinha em 2011, quando o banco de investimento Goldman Sachs ofereceu a seus clientes endinheirados fora dos Estados Unidos ações da empresa que assumiam uma valorização de US$ 50 bilhões.

O Facebook tinha então sete anos e o Uber, que opera em mais de 300 cidades, acaba de completar cinco.

Entre os investidores do Uber estão o Estado do Catar, vários fundos de investimento de alto risco, Jeff Bezos, o fundador da Amazon, e o braço de investimento do Google.

O Uber anunciou nesta semana que planeja investir US$ 1 bilhão na Índia nos próximos nove meses. EFE  Leia mais em Bol.Uol 31/08/2015

01 agosto 2015



31 julho 2015

Transferência de controle acionário indireto - Companhia Providência Indústria e Comércio

Companhia Providência Indústria e Comércio  FATO RELEVANTE

COMPANHIA PROVIDÊNCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO, companhia aberta, com sede na cidade de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, na Rodovia BR 376, nº 16.900 (“Companhia” ou “Providência”), líder na fabricação e comercialização de nãotecidos no Brasil, com significativa presença nas Américas e atuação global, em atendimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”), e na Instrução nº 358 da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), de 03 de janeiro de 2002, comunica aos seus acionistas, ao mercado e ao público em geral que foi divulgado nesta data, por sua acionista controladora indireta, Avintiv, Inc. (“Avintiv”), fato relevante arquivado perante a Securities and Exchange Commission (“SEC”) informando o quanto segue:

• Em 31 de julho de 2015, Avintiv e Berry Plastics Group, Inc (“Comprador”) assinaram um Acordo e Protocolo de Incorporação nos termos do qual a Avintiv será a incorporadora e sociedade sobrevivente de uma incorporação a ser realizada com uma subsidiária integral do Comprador (“Incorporação”);

• Em consequência da Incorporação, a Companhia tornar-se-á subsidiária indireta do Comprador;

• O preço a ser pago em decorrência da Incorporação pelo Comprador, de US$ 2,45 bilhões, será pago à vista; e

• A Incorporação está sujeita a condições usualmente aplicáveis a este tipo de transação, bem como à obtenção das autorizações regulatórias aplicáveis.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado devidamente informados sobre qualquer fato relevante acerca da Aquisição, nos termos da legislação aplicável. São José dos Pinhais, 31 de julho de 2015. Hermínio Vicente Smania de Freitas Diretor Presidente, Financeiro e de Relações com Investidores  Leia mais em providencia 31/07/2015



31 julho 2015



Após fusão, Bysoft e NSI anunciam criação da holding Comex-B

Após divulgarem a fusão de suas operações em abril passado, a Bysoft e a NSI, especializadas em soluções para gerenciamento de processos de comércio exterior, anunciaram nesta sexta-feira, 31, a criação Comex-B, holding que será responsável pela gestão das ações e movimentações aduaneiras.

A estratégia da Comex-B, diante da crise econômica que assola o Brasil, será traçar estratégias para driblar a estagnação e oferecer soluções ainda mais completas aos clientes. A expectativa da empresa é crescer mais 30% já neste ano.  Conforme explica a CEO da Comex-B e da Bysoft, Edneia Moura Chebabi, o propósito da unificação é centralizar as operações objetivando o aumento do grupo e do portfólio de clientes, a internacionalização dos sistemas e soluções integradas.

A partir da fusão, a holding atuará em 60% do mercado brasileiro de softwares para movimentações aduaneiras. "A Bysoft e a NSI apresentam tecnologia compatível com os métodos propostos atualmente pelo governo federal. Isso facilita muito nosso desenvolvimento e entrega final para o mercado", ressalta André Barros, diretor de operações da Comex-B e diretor de produtos da NSI.

Rumo à internacionalização

Com vistas à internacionalização da marca, a Comex-B está investindo na estruturação para ampliar sua área de abrangência em outros países. Para isso, a empresa oferece suporte técnico trilíngue aos seus clientes. "A estratégia traçada para o grupo, visa fortalecer a expansão e o fornecimento de soluções para a cadeia logística internacional", salienta Edneia.

Como forma de agregar valor à marca, a empresa mantém parceria com a australiana Wise Tech Global como distribuidora do CargoWise On no Brasil que fornece a logística mais sofisticada e abrangente do mundo e constitui um elo integrante da cadeia de abastecimento global.

O novo modelo de atuação entre os negócios de interesses das empresas conta com uma carteira de 1,5 mil clientes atendidos por mais de 200 profissionais especializados e 18 parceiros de negócios. Leia mais em tiinside 31/07/2015



Recuperação judicial só deve ser requerida como recurso extremo, diz Artur Lopes & Associados

Com a economia brasileira em crise, empresas sentem os reflexos da desaceleração e começam a cortar custos para superar o mau momento do país. Demissões, diminuição de despesas e reestruturação interna são algumas das medidas adotadas por muito empresários. Em muitos casos, porém, essas ações já não surtem mais efeito. As dívidas com os credores só aumentam e por outro lado as vendas teimam a diminuir.

É por conta desse sufocamento financeiro que muitos empresários estão recorrendo à recuperação judicial como forma de salvar suas companhias. De acordo com a Serasa Experian, no primeiro semestre de 2015 foram requeridos 492 pedidos, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2014. Em nove anos, o crescimento foi de 275%.

No entanto, essa medida, se for isolada, não significa que a empresa sairá da crise. "O processo de recuperação judicial é um meio pelo qual o empresário pode se valer para reestruturar sua companhia, resgatar o negócio e recobrar a saúde financeira do empreendimento", explica o advogado Artur Lopes, da Artur Lopes & Associados. De acordo com ele, todo processo de reestruturação tem a finalidade de modificar as variáveis existentes com o objetivo de deprimir custos e aumentar receitas.

Vista a partir dessa ótica, segundo Lopes, a recuperação judicial deve ser usada apenas e tão somente  como uma das medidas do arsenal para combater a crise, mas com pouco ou nenhum efeito prático se não vier acompanhada da efetiva colocação de ordem na casa. "Não se pode decidir pela recuperação judicial de forma precipitada. Ela é um recurso extremo. É preciso se certificar se há condições de negociação dos passivos no âmbito administrativo e, sobretudo, de forma equilibrada", afirma.

Pequenas empresas
A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco. Esse ditado popular pode muito bem ser aplicado ao dia a dia das micro e pequenas empresas em períodos de crise. São elas que mais sofrem com as oscilações da economia. Tanto que, de acordo com o levantamento da Serasa Experian, as micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial de janeiro a junho de 2015, com 255 pedidos, seguidos pelas médias (147), e pelas grandes empresas (90). Leia mais em portalneo1 31/07/2015



Reputação corporativa da Cielo vale US$ 11 bilhões

Reputação corporativa da Cielo vale US$ 11 bilhõesFoto: DivulgaçãoReputação corporativa da Cielo vale US$ 11 bilhões

A Cielo foi eleita a empresa com melhor reputação corporativa no Ranking Brasil 2015, organizado pela Reputation Dividend, consultoria britânica especializada em análise quantitativa de reputação. O estudo incluiu 34 empresas de capital aberto e teve como base os mais altos valores de mercado, liquidez e cobertura de analistas. As vinte melhores reputações corporativas no Brasil listadas no ranking correspondem a US$ 130 bilhões em valor para os acionistas. A reputação da Cielo corresponde a US$ 11 bilhões e 45% do valor de mercado da companhia.

A Cielo S.A. (Bovespa: CIEL3 OTC: CIOXY) é a empresa líder em soluções de pagamentos eletrônicos na América Latina e uma das maiores do mundo em seu segmento. Responsável por credenciar os estabelecimentos comerciais a aceitarem pagamentos com cartões, além das outras etapas da cadeia - captura, transmissão, processamento e liquidação financeira das transações -, a Cielo captura as principais bandeiras do Brasil e do mundo. Em 2014, passaram pelas máquinas da companhia 5,7 bilhões de transações.

Com um posicionamento multisserviço, multibandeira e multicanal - presente seja no ponto de venda, no mobile ou no e-commerce -, a Cielo tem como missão ser referência internacional no que ela faz. Uma empresa de serviços que tem a inovação em seu DNA, orientada para resultados, a Cielo entrega um portfólio de produtos e soluções que agregam valor ao negócio dos lojistas, microempreendedores e profissionais liberais - além da maior força comercial do mercado, atendimento de qualidade e logística eficiente, premissas da excelência para o cliente. A companhia investe continuamente em tecnologia e conta com o parque de equipamentos mais moderno do mercado, distribuído em 1,7 milhão de pontos de venda ativos em todos os seus canais - comércio físico ou virtual, pela máquina, pelo celular ou pela internet, presente de ponta a ponta em toda a cadeia de pagamentos eletrônicos.
por Pamella Cajano | Leia mais em Agência IN 31/07/2015



Altus é a 1ª do Bovespa Mais Nível 2

A Altus, empresa gaúcha com mais de 30 anos no segmento de soluções para automação industrial e controle de processos, passou a ser listada nesta semana no Bovespa Mais Nível 2, segmento especial de acesso para companhias de pequeno e médio porte.

Primeira do país a ser listada na nova modalidade, lançada pela BM&FBovespa e regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no segundo semestre de 2014, a empresa poderá, além de conceder a emissão de ações ordinárias, lançar novas ações preferenciais, que dão a seus possuidores direito a voto em matérias específicas.

De acordo com a Bovespa, o primeiro quanto o segundo níveis do Bovespa Mais são direcionados a empresas que procuram crescer e se desenvolver no mercado nacional, prospectando investimentos de médio e longo prazos.

Para isso, as companhias interessadas em acessar o programa devem se comprometer em: adotar elevados padrões de governança corporativa, buscar aumento de liquidez de suas ações e assumir postura proativa para atração de novos investidores.

Conforme explica Fabiano Favaro, diretor de relações com investidores da Altus, a mudança para o novo nível é mais uma adequação a regulamentações do que um sinal de maiores movimentações no mercado de ações.

"Como o BNDESPAR faz parte de nosso corpo de acionistas, faz parte de nosso modelo estar sempre adequado à novos modelos de governança, e isso veio naturalmente em nossa operação. Na verdade, tivemos a felicidade de ser a primeira empresa deste novo modelo na Bovespa, mas várias deverão receber a certificação em breve", revelou Favaro.

A empresa fechou o ano passado com uma alta de 9,3% na sua receita bruta, atingindo R$ 117,4 milhões. O resultado representa uma recuperação frente ao ano anterior, no qual a receita havia caído 4,5% Leandro Souza // Leia mais em Baguete 31/07/2015



Iguatemi adquire 3,75% do Pátio Higienópolis por R$ 51,5 milhões

A administradora de shopping centers Iguatemi informou nesta sexta-feira que seu conselho de administração aprovou a ... Leia mais em Valor Economico‎ 31/07/2015
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IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A.
FATO RELEVANTE

A IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A., (“Iguatemi”), em atendimento às disposições da Instrução CVM 358/02, vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral, que em Reunião do Conselho de Administração da Companhia, realizada em 31/07/2015 foi aprovada a aquisição, pela Companhia, de sociedade de propósito específico, detentora de 3,75% (três vírgula setenta e cinco por cento) dos imóveis que compõem o Condomínio Comercial Shopping Patio Higienópolis I (SPHI). O valor total da participação imobiliária adquirida é de R$51.500.000,00 (cinquenta e um milhões e quinhentos mil reais).  São Paulo, 31 de julho de 2015. Cristina Anne Betts Diretora de Relações com Investidores Leia mais em estadao 31/07/2015



IPO de BR Distribuidora pode ocorrer ainda em 2015, diz CEO da Petrobras

A abertura de capital da BR Distribuidora poderá acontecer ainda este ano, caso as condições de mercado sejam favoráveis, e os bancos que vão contribuir com a operação ainda estão sendo definidos, disse nesta quinta-feira o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, em evento na sede da empresa no Rio de Janeiro.

O executivo afirmou ainda que a companhia espera recuperar todos os mais de 6 bilhões de reais que foram identificados por ela como desviados em corrupção, na esteira da Operação Lava Jato. (Por Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier) Reuters Leia mais em Bol.Uol 31/07/2015



Brasil já investiu US$ 1,9 bilhão na Colômbia

A Procolombia, organização governamental focada em promover o turismo, as exportações e os investimentos da Colômbia em diversos países, destaca o crescimento do interesse das companhias brasileiras naquele país. No período compreendido entre 2000 e 2014, o Brasil registrou um valor acumulado de investimentos diretos na Colômbia de US$ 1,9 bilhão, o que posiciona o país como o segundo maior investidor dos países de América do Sul na Colômbia. O investimento estrangeiro direto na Colômbia no PIB em 2014 foi de 4,3% no total. A taxa de investimento interno, também conhecida como formação bruta de capital em relação ao PIB, foi de 30%.

Há vários fatores que incentivam as empresas brasileiras a investirem na Colômbia. Um deles é a capacidade de pensar cenários ao longo prazo - graças à inflação colombiana desde 2000, uma taxa que, nos últimos cinco anos, não ultrapassou 3,6%. Além disso, o crescimento econômico na Colômbia nos últimos 10 anos atingiu 4,8% e significou um aumento da classe média de 30% da população total.

A classe média vem apresentando padrões de consumo de bens e serviços, que têm atraído brasileiros para se instalarem no país vizinho, que eles veem como oportunidades de negócios no crescimento da demanda para a nova classe média colombiana, cujo padrão de consumo tem semelhanças com a Nova Classe C brasileira: novas casas, eletrodomésticos, televisão a cabo, smartphones, carros, motos, educação e entretenimento - o que se traduz em um maior número de empréstimos bancários, um fluxo significativo de consumidores nos centros comerciais de cidades de médio porte, entretenimento e restaurantes.

No primeiro semestre de 2015, também foram observados novos investimentos de empresas nacionais: uma do setor de manufaturas, dedicada à produção de aço, na cidade de Villavicencio, e um fundo de investimento, em Bogotá. Em 2013, outras cinco empresas brasileiras aportaram seus valores em projetos de energia, BPO, tecnologia e fundos de investimentos.

No mundo

Os acordos permitiram um crescimento médio de 3,5% entre 2010 e 2014 das exportações não minerais da Colômbia para os Estados Unidos. Enquanto em 2012, o ano em que o acordo entrou em vigor, totalizaram US$ 3,416 milhões. Já em 2013, foram de US$ 3.424 milhões. E no ano passado chegou a US$ 3,796 milhões. Similar resultado se vê com a União Europeia. As exportações não minerais para o bloco econômico em 2013 totalizaram US$ 1,936 milhão. Em 2014, totalizaram US$ 2,335.3 milhões. O crescimento dessas vendas para a Europa foi de 20,6%.

Grandes marcas

Fora os segmentos já citados, o país também vem recebendo o interesse cada vez maior das indústrias de cosméticos, bebidas, bens de consumo e petrolíferas. Atualmente, há 50 empresas nacionais operando no país, entre os destaques estão nomes como Marcopolo, Duratex, Contax, Camargo e Correa, Dafiti, Votorantim, O Boticário e Eurofarma.

De acordo com FDI Markets, em 2014, o fundo de investimento Pátria Investimentos anunciou o início das operações na Colômbia, onde espera investir cerca de US$ 500 milhões em capital de empresas envolvidas no setor imobiliário, infraestrutura e setores empresariais. Em 2015, registrou-se a chegada ou o interesse em investir na Colômbia de seis empresas: DreamShaper, Tripda, Minerva Foods, Inoar e Weg.

Recentemente, a multinacional belgo-brasileira AmBev, maior fabricante de bebidas da América Latina, assinou um acordo para a aquisição da cervejaria artesanal colombiana Bogotá Beer Company (BBC). Há alguns meses, a fabricante de equipamentos e multinacional brasileira WEG também anunciou a compra da Transformadores Suntec, com sede em Medelín.

Entre as cidades de instalação das companhias, Bogotá e Medellín ocupavam até pouco tempo o posto de preferidas no país. Mas, desde 2014, aumentou o interesse em outros destinos como Barranquilla, Cali ou Montería. Leia mais em Uol 28/07/2015
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AmBev assina acordo para comprar cervejaria artesanal colombiana

A empresa de Bogotá não informa valores nem percentual que a brasileira terá no negócio
 
A multinacional brasileira AmBev, maior fabricante de bebidas da América Latina, assinou um acordo para a aquisição da cervejaria artesanal colombiana Bogotá Beer Company.

"A AmBev porá à disposição os recursos necessários para potencializar os planos de crescimento e inovação da cervejaria colombiana no médio e no longo prazo na Colômbia, uma das economias mais pujantes da América Latina", informou a Bogotá Beer Company nesta segunda-feira (4) em comunicado.

A nota não deu detalhes sobre o montante da operação nem que porcentagem de ações adquirirá a brasileira, mas confirmou que o acordo inclui a aquisição de uma fábrica situada na cidade de Tocancipá, situada 20 quilômetros ao norte de Bogotá, e 27 pontos de venda próprios da Bogotá Beer Company.

Além disso, o comunicado garantiu que o fundador e atual gerente geral da Bogotá Beer Company, Berny Silberwasser, "continuará no comando da empresa, junto com a equipe de mestres cervejeiros e todos os colaboradores e funcionários (...) que continuarão com suas tarefas frequentes".

A fabricante de bebidas AmBev integra a lista das 30 companhias de capital aberto mais lucrativas da América Latina em 2014, segundo um estudo divulgado em abril passado pela empresa de consultoria brasileira Economática.

A Bogotá Beer Company, fundada em 2002, desenvolveu 13 variedades de cervejas com receitas "inspiradas em estilos clássicos europeus e com ingredientes tradicionais e naturais", segundo o comunicado. EFE Leia mais em R7 05/05/2015



Cade aprova aquisição de negócios de vacinas da GlaxoSmithKline pela Pfizer

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição de negócios relacionados a vacinas da GlaxoSmithKline Biologicals (GSK) pela Pfizer Ireland Pharmaceuticals, conforme despacho publicado Diário Oficial da União (DOU). A operação abrange as vacinas meningocócicas conjugadas quadrivalentes (ou tetravalentes), Nimenrix e Mencevax.

As empresas informaram ao Cade que a "operação representa o cumprimento dos compromissos impostos pela Comissão Europeia para a aprovação da aquisição do negócio mundial de vacinas da Novartis AG pela GSK, com exceção das vacinas para gripe humana, entre outras particularidades".

Com o acordo, a Pfizer Ireland incluirá no seu portfólio duas novas vacinas. Segundo a empresa, as vacinas "Nimenrix e Mencevax são complementos perfeitos aos produtos atuais do Grupo Pfizer" e "sua aquisição renderá uma melhor posição ao grupo para competir com a GSK nesse importante mercado".Por Luci Ribeiro | Estadão Leia mais em Yahoo 30/07/2015



Cade aprova contrato entre Fibria e Klabin

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, o contrato entre a Fibria e a Klabin para fornecimento de celulose de eucalipto de fibra curta, que será produzida na fábrica da Klabin - Projeto Puma - atualmente em construção na Cidade de Ortigueira, no Paraná. A decisão consta de despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

O início da operação da fábrica está previsto para 2016. A unidade terá capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão de celulose de fibra curta.

Pelo acordo, a Fibria se compromete a adquirir o volume mínimo de 900 mil toneladas anuais de celulose de fibra curta, que serão vendidas com exclusividade pela empresa em países fora da América do Sul. O volume adicional produzido pela nova fábrica será comercializado diretamente pela Klabin, sendo a celulose de fibra curta nos mercados do Brasil e da América do Sul, e a celulose de fibra longa e fluff no mercado global.

O período do contrato será de seis anos, sendo quatro anos com volume mínimo de 900 mil toneladas e dois anos de redução gradual do volume do contrato (phase out). Os volumes do quinto ano e do sexto ano serão equivalentes a, respectivamente, 75% e 50% do volume entregue no quarto ano do contrato.

O volume de vendas previsto em contrato poderá ser reduzido a qualquer tempo, mediante prévio aviso, em até 250 mil toneladas para eventual futura integração em papéis para embalagem (waiver). O contrato poderá ser renovado mediante acordo das partes.

As empresas destacam, em documento enviado ao Cade, que o negócio "agregará eficiência logística à operação das empresas". Enquanto a Klabin atua na área florestal e industrial, a Fibria tem experiência comercial na venda de celulose, inclusive para o mercado externo.Por Luci Ribeiro | Estadão Leia mais em Yahoo 31/07/2015



EDP comemora compra de Pecém por valor inferior a venda de Pantanal

A aquisição da fatia de 50% detida pela Eneva na térmica de Pecém impulsionou o resultado de segundo trimestre da EDP Energias do Brasil e foi comemorada pelo presidente Miguel Setas. O executivo, em entrevista concedida a jornalistas na manhã desta quinta, 30, destacou que o valor pago, de R$ 300 milhões por uma capacidade instalada de 360 MW, foi inferior aos R$ 390 milhões movimentados com a venda da Pantanal Energética, de 51 MW.

"Esses R$ 390 milhões ajudam a financiar a compra da usina de Pecém e dão uma ideia do bom negócio que fizemos na compra de Pecém e na venda da Pantanal", afirmou Setas, após salientar que a venda da Pantanal se mostrava necessária por si só. A EDP Energias do Brasil deixou de capturar sinergias no Estado após se desfazer de uma distribuidora que operava localmente, em 2009.

A venda da Pantanal foi anunciada neste mês e será concluída apenas no início de 2016. A aquisição da fatia de 50% da Eneva, por sua vez, foi concluída em maio deste ano e resultou em um impacto positivo de R$ 885 milhões no balanço do segundo trimestre.

A diferença é explicada por dois fatores, cada um com impacto equivalente a cerca de R$ 400 milhões. A avaliação do ativo, feita pela E&Y e por outras consultorias externas, estabeleceu que o valor era de R$ 1,6 bilhão, acima dos R$ 1,17 bilhão em livro. Além disso, havia uma diferença entre a precificação dos 50% de Pecém e o valor justo. "Em síntese, esses mais de R$ 800 milhões decorrem da diferença entre o que pagamos e o que estava registrado nos livros e da diferença entre o valor contábil e o 'fair value", salientou Setas.

O vice-presidente financeiro da EDP Energias do Brasil, Henrique Freire, destacou que o ganho registrado no segundo trimestre não se repetirá no terceiro trimestre, dado que a transação foi concluída em maio. Por outro lado, os balanços do segundo semestre devem refletir o efeito positivo obtido por Pecém - no segundo trimestre, o impacto ficou restrito a apenas 45 dias, a partir da conclusão da compra.

A taxa de disponibilidade da usina no primeiro semestre atingiu 87,5%, acima do número de 76% registrado no ano passado. Para o acumulado de 2015, o número médio deve ficar na casa de 90%, reiterou Setas. "Esta usina, que durante dois anos nos deu algumas dores de cabeça, vemos que, neste momento, está atingindo aquilo que é seu objetivo de performance. A partir de agora acreditamos que a usina atingiu sua estabilidade comercial", complementou o executivo. Pecém responde neste momento por 26% de toda a capacidade instalada de geração da EDP, ou 700 MW de um total de 2.700 MW.

GSF
O presidente da EDP Energias afirmou ainda que a proposta para o déficit de geração hídrica (GSF) em análise dentro do Ministério de Minas e Energia (MME) deve garantir a proteção aos geradores. Assim como ocorreu com os distribuidores de energia, que precisaram de socorro externo e foram protegidos pela conta ACR, os geradores também devem ter recursos para que o impacto do GSF não chegue aos balanços trimestrais.

Como o tema ainda está em discussão em Brasília, Setas destacou que as sugestões ainda estão em fase de análise. "As propostas das empresas caminham para uma solução semelhante, a partir da qual seria construído um ativo regulatório que daria garantia na demonstração das contas financeiras", afirmou.

Esse ativo regulatório seria securitizado e permitiria, ao mesmo tempo, que o impacto do GSF não fosse repassado ao consumidor de energia de imediato.

A proposta também prevê que a concessão das geradoras seria expandida, em troca de maiores investimentos. No início deste mês, o ministro de Minas e Energia Eduardo Braga sinalizou que exigiria das empresas uma ampliação de 5% na capacidade instalada. "O sistema elétrico nacional necessita de investimento adicional para suprir a demanda", concordou Setas.

Contratação
No aguardo de uma solução para o GSF, a EDP Energias do Brasil decidiu manter um volume grande de energia descontratada a partir de 2016. Esse volume, correspondente a 19% da disponibilidade da empresa, pode ser utilizado com um hedge natural para períodos mais desfavoráveis de hidrologia. Em 2015, o déficit hídrico tem se mantido em 19%, de forma a obrigar as geradoras a comprarem energia no mercado spot para o cumprimento de contratos. "A partir de 2016, a companhia estaria coberta a esse risco de maneira natural", ressaltou Setas.
Essa modelagem pode ser revista caso a solução do governo
federal para o GSF torne atrativa a venda da energia descontratada. Outro fator que pode determinar a política da EDP Energias do Brasil em 2015 é o ritmo de construção da hidrelétrica Cachoeira Caldeirão. Setas reafirmou hoje que o projeto deve estar concluído entre seis e 12 meses antes da previsão.

O prazo foi mantido apesar do incidente ocorrido na hidrelétrica, o qual resultou no alagamento parcial da cidade de Ferreira Gomes. Discute-se, neste momento, a abrangência da interdição da obra na usina e as condições das indenizações a serem dada à comunidade local.

"Tivemos um custo de aproximadamente R$ 9 milhões às famílias, mas o tema ainda está sendo avaliado", disse Setas. A companhia alega que o volume de água que atingiu a cidade é inconsistente com o volume de água liberado na usina. Abaixo da usina Cachoeira Caldeirão estão outras duas. A despeito da discussão sobre a responsabilidade do alagamento, Setas salientou que o seguro da empreiteira responsável pela obra deve assumir o valor integral da indenização.

A construção da hidrelétrica é prioritária para a EDP Energias do Brasil. O executivo reiterou hoje que o foco da companhia, até 2018, está na construção da Cachoeira Caldeirão e da usina São Manoel.

Dividendos futuros
Miguel Setas afirmou também que a palavra prudência deve continuar a determinar a estratégia da companhia em relação à distribuição de dividendos. No ano passado, a companhia determinou um payout de 25%, abaixo dos 100% distribuídos nos anos anteriores e também da política de distribuição mínima da EDP, de 50% do lucro.

"Os efeitos das chuvas e a retração das margens não nos permitia praticar um payout de 100% como fizemos nos anos anteriores. E, embora ainda não estejamos em momento de tomar essa decisão, mas em face do cenário atual, nossa visão é que devemos voltar a ter uma perspectiva prudente em relação à distribuição de dividendos", afirmou Setas. "Neste momento, a palavra certa é prudência", complementou. Por André Magnabosco | Estadão Leia mais em Yahoo 30/07/2015