27 junho 2017

Facebook bate marca de dois bilhões de usuários

O Facebook anunciou, nesta terça-feira, que alcançou a simbólica marca de dois bilhões de usuários ativos por mês.

A rede social chegou ao primeiro bilhão de usuários em outubro de 2012. "Isso é possível graças às milhões de comunidades e pessoas que compartilham e criam contribuições importantes no Facebook", afirmou o grupo americano em uma publicação.

De acordo com o Facebook, mais de um bilhão de pessoas usam os grupos e mais de 800 milhões curtem algo na rede social todos os dias.

"Nós estamos avançando para conectar o mundo e, agora, vamos deixar o mundo todo bem próximo", disse o cofundador e presidente do grupo, Mark Zuckerberg, em seu perfil na rede social. "É uma honra participar dessa jornada com você", completou.

Criado em 2004, o Facebook se tornou um gigante da internet.

No primeiro trimestre de 2017, registrou um lucro líquido de 3,06 bilhões de dólares, uma alta de 76,3% em um ano. AFP Leia mais em yahoo 27/06/2017

27 junho 2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 19 a 25/jun/2017

Anunciadas 23 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 19 a 25/jun/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 13 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                            
Principais transações

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • L'Oréal aceita aquisição da The Body Shop pela Natura. A Natura informou nesta terça-feira (20) que a L'Oreal, após consultar seu conselho de empregados, se posicionou a favor da venda da empresa de cosméticos britânica The Body Shop. A Natura noticiou a negociação que envolve - 1 bilhão de euros - 20/06/2017
"Market Movers” - Exterior
  • Nestlé compra participação em empresa de refeições saudáveis Freshly. A participação foi adquirida por US$ 77 milhões. A Nestlé anunciou nesta terça-feira, 20, que comprou uma participação minoritária na Freshly, empresa que vende refeições saudáveis nos EUA usando um modelo de assinatura. A participação foi adquirida por US$ 77 milhões. O presidente da Divisão de Alimentos da Nestlé nos EUA, Jeff Hamilton, terá um assento no conselho de administração da Freshly. A Nestlé e outras empresas do setor vêm enfrentando uma rápida mudança na preferência dos consumidores, que estão abandonando alimentos embalados e migrando para opções mais saudáveis. 20/06/2017
  • George Clooney vende sua marca de tequila por US$ 1 bilhão. A fabricante de bebidas Diageo fechou a negociação e soma a marca Casamigos ao seu portfólio. Dona da Johnnie Walker e Guinness, a britânica Diageo concluiu a negociação da compra da tequila Casamigos na tarde desta quarta-feira (21). A marca, fundada pelo ator George Clooney em 2013, junta-se ao portifólio da fabricante, que também é dona da José Cuervo (a mais vendida no mundo). 21/06/2017
  • Europcar compra a empresa espanhola Goldcar. O grupo francês de aluguel de carros Europcar anunciou nesta segunda-feira a compra da concorrente espanhola Goldcar, avaliada em 550 milhões de euros. A Goldcar está presente na Espanha, em Portugal, na França, Itália, Croácia e Grécia. Apresentada como "a empresa de aluguel de carros de baixo custo mais importante na Europa", a Goldcar faturou 240 milhões de euros em 2016 e registrou um lucro operacional ajustado de 48 milhões, segundo a Europcar.19/06/2017
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Estatais de energia podem atrair R$ 30 bi. Nova onda de privatização de ativos de empresas como Cesp, CEB, Cemig e CEEE mobiliza investidores nacionais e estrangeiros. Uma nova onda de “privatização” começa a ser colocada em curso no setor elétrico brasileiro, num movimento que pode atrair quase R$ 30 bilhões, apurou o ‘Estado’. Do ano passado para cá, estatais de vários Estados iniciaram processo para vender ativos de geração, transmissão e distribuição de energia. A lista inclui Cemig, de Minas Gerais; Cesp, de São Paulo; Copel, do Paraná; CEB, do Distrito Federal; e CEEE, do Rio Grande do Sul; além da companhia federal Eletrobrás. Na outra ponta estão investidores tradicionais do setor e estrangeiros com elevada liquidez que querem estrear ou aumentar a participação no País. Há, pelo menos, uma dúzia de multinacionais avaliando os negócios no setor, como as canadenses Hydro Quebec e os fundos CPPIB, Ontario Teachers e British Columbia; as europeias Iberdrola, Enel e Terna; e as chinesas State Grid, Huadian, China Three Gorges (CTG), State Power (SPIC), China Investment Corporation (CIC) e China Southern Grid. Entre as nacionais, a Equatorial é apontada como consolidadora.24/06/2017
  • Venda da Light pela Cemig pode atrair Enel, Equatorial e chineses. A Cemig pretendia negociar apenas a unidade de geração da Light, mas seu conselho aprovou a venda da totalidade da participação na empresa. Uma possível venda da elétrica Light por sua controladora, a estatal mineira Cemig, deverá atrair interesse de grandes investidores internacionais presentes no Brasil, como a italiana Enel e a chinesa State Grid, além de grupos locais, como a Equatorial, segundo analistas. A Cemig pretendia inicialmente negociar apenas a unidade de geração da Light, mas seu Conselho de Administração aprovou nesta semana a venda da totalidade da participação na empresa, que abrange também um braço de distribuição, responsável pelo fornecimento na região metropolitana do Rio de Janeiro.23/06/2017
  • Máquina troca dívida por controle. A Máquina de Vendas, dona da rede Ricardo Eletro e uma das maiores varejistas de eletroeletrônicos do país, negocia com bancos uma reestruturação de seus débitos que deve levar as instituições financeiras a terem o controle da empresa, apurou o Valor com fontes a par do assunto. O plano desenhado pela Máquina prevê a criação de uma nova holding que deve assumir cerca de R$ 1,4 bilhão das dívidas devidas aos bancos Bradesco, Itaú e Santander. Essa holding controlaria a Ricardo Eletro, que reúne os negócios de varejo do grupo. Com isso, segundo o plano em construção, os bancos passariam a ter controle indireto da varejista Ricardo Eletro, que ficaria "limpa" das dívidas, podendo retomar determinadas negociações com fornecedores. Há indústrias que restringiram contratos de fornecimento para a rede, considerando aumento do risco financeiro. Atualmente, a Ricardo Eletro é a principal bandeira de varejo do grupo. Com essa operação, deve permanecer na antiga holding apenas uma dívida menor, de R$ 203 milhões, segundo fonte.23/06/2017
  • J&F tem oferta de R$ 14 bilhões da Arauco pela Eldorado, diz fonte. Eldorado e Arauco concordaram com negociações exclusivas que durarão até meados de agosto, disse a pessoa. Celulosa Arauco y Constitucion fez uma oferta pela Eldorado Brasil Celulose, avaliando a empresa controlada pela família Batista em cerca de R$ 14 bi, incluindo dívidas, de acordo com uma pessoa com conhecimento direto do assunto. Dívidas totais da Eldorado são de R$ 9 bi, segundo dados compilados pela Bloomberg.23/06/2017
  • Cemig venderá participação total na Light. Depois de muita resistência, o conselho de administração da estatal mineira Cemig aprovou ontem a venda da totalidade da sua participação na carioca Light, em mais um passo para reduzir o endividamento. A notícia deve ter recepção positiva no mercado, tanto para a Cemig quanto para a Light - que ganhará a possibilidade de ter um controlador capitalizado para fazer os investimentos necessários. A Cemig tem, entre participação direta e indireta, cerca de 43% da companhia carioca. Embora admitisse abrir mão de uma fatia da companhia, a Cemig sempre insistiu que pretendia se manter no bloco de controle, por considerar a Light um "veículo de crescimento em distribuição de energia". 22/06/2017
  • JBS anuncia programa de venda de ativos para levantar R$ 6 bilhões. Com o objetivo de diminuir o endividamento do grupo, plano inclui a venda de participação acionária na Vigor, de laticínios, de fatia da unidade de frango e processados na Irlanda, a Moy Park, e também fazendas nos Estados Unidos e Canadá. Em meio à crise deflagrada após a delação do empresário Joesley Batista, um dos donos da companhia, a JBS S.A. informou ontem ao mercado que vai adotar um programa de venda de ativos. A meta é conseguir R$ 6 bilhões em recursos, que vão se somar ao montante de R$ 1 bilhão já anunciado na semana passada, resultante da venda das operações da empresa na Argentina, Paraguai e Uruguai. 20/06/2017
  • Alpargatas no alvo de fundos. A J&F Investimentos recebeu propostas pela Alpargatas de fundos de investimentos, incluindo Carlyle e Advent. De acordo com fonte a par das ofertas, a J&F recebeu "algumas" propostas, vindas principalmente de grupos que já negociaram a compra da calçadista em 2015. A J&F informou em maio que não contratou banco ou consultor para vender sua participação na Alpargatas. Ontem, o grupo não quis comentar o assunto.21/06/2017 
  • Petrobras avança com venda do campo de Azulão para fase de propostas vinculantes. Companhia anunciou em maio a abertura de um processo para vender 100% de sua participação no campo da Bacia do Amazonas. A Petrobras iniciou nova fase no processo de venda de sua participação no campo de Azulão, na Bacia do Amazonas, em que enviará cartas-convite para potenciais compradores habilitados, que poderão então mandar propostas vinculantes pelo ativo, segundo comunicado da petroleira na noite de segunda-feira. 20/06/2017 
  • Venda do Original pode esbarrar em dívida com FGC. O processo de venda do Banco Original pode esbarrar na dívida que os donos do frigorífico JBS, controladores da instituição, têm com o fundo garantidor de créditos (FGC). O valor atualizado da dívida, contraída em 2011 para financiar a aquisição do Banco Matone, é da ordem de R$ 3,5 bilhões, bem acima da avaliação esperada para o Original em uma eventual venda, segundo fontes. Procurados, o banco e o FGC não comentaram o assunto....20/06/2017
 M & A - COMPRA
  • Gigante da área da saúde negocia investimento no Hospital São Lucas. Hospital Care está investindo milhões de reais em hospitais do interior de São Paulo. A Hospital Care, holding da área da saúde com capitais nos fundos da Bozano e Abaporu, está em negociações finais para investir no Hospital São Lucas de Ribeirão Preto. A informação é do site Valor Econômico. Situado na Vila Seixas, o hospital ribeirãopretano contêm instalações para procedimentos médicos complexos e para casos mais simples. Atualmente, é dirigido por Pedro Palocci, irmão do ex-prefeito da cidade, Antônio Palocci. 22/06/2017
  • JDE mira mercado premium e avanço de 2 dígitos. Atenta a uma demanda que tem avançado nos últimos anos, a Jacobs Douwe Egberts (JDE), companhia global de cafés e chás, anunciou ontem o lançamento de novos blends de sua marca premium Café do Ponto no mercado brasileiro, o que deve contribuir para a meta da empresa de elevar em dois dígitos a receita no país este ano, disse a presidente da JDE Brasil, Lara Brans. Em 2016, a companhia, dona também das marcas de café torrado e moído Pilão, Caboclo, Seleto, Damasco e Pelé, teve uma receita de € 500 milhões no Brasil, 10% de seu faturamento global de € 5 bilhões. Questionada por jornalistas sobre possíveis novas aquisições no Brasil, Brans disse que a empresa está sempre atenta a oportunidades. A JDE é a segunda no mercado de café do Brasil, com uma fatia de 18,6% do total, atrás do Grupo 3corações, que tem 24% de participação, conforme a Nielsen.21/06/2017
  • Itaú Unibanco sai da disputa para comprar Banco Patagonia. Em comunicado nesta quarta-feira, o Itaú Unibanco disse que a decisão seguiu uma "análise cuidadosa" do acordo. O Itaú Unibanco decidiu não fazer oferta vinculante para comprar o controle do argentino Banco Patagonia. 21/06/2017
  • Questionada pela CVM, Suzano diz que se prepara para fusões. A Suzano foi questionada sobre a notícia de que contratou bancos para assessorá-la em oferta pela Eldorado.  Suzano: a empresa afirmou que "permanentemente avalia e se prepara para possibilidades de fusões e consolidação” A Suzano afirmou nesta segunda-feira que tem defendido o redesenho da indústria de papel e celulose e que isso pode envolver movimentos de fusão e aquisição por parte da companhia.19/06/2017
  • Oncoclínicas projeta receita de R$ 1 bilhão. A Oncoclínicas, rede de clínicas para tratamento de câncer controlada pelos fundos Victoria Capital e do Goldman Sachs, prevê encerrar o ano com uma receita de R$ 1 bilhão, o que representa uma alta de 40% em relação a 2016. "Desse crescimento, 30% virão de expansão orgânica e os demais 10% de aquisições de clínicas e parcerias com hospitais", disse Luis Natel, presidente da Oncoclínicas. 19/06/2017
PRIVATE EQUITY
  • Fundo Darby busca ativos de energia renovável no Brasil. O fundo de private equity montou uma joint venture com a geradora brasileira Servtec e avaliam oportunidades de aquisição para iniciar os investimentos. O fundo norte-americano de private equity Darby, da Franklin Templeton Investments, associou-se à geradora brasileira Serve, disse à Reuters o presidente da Servtec. As empresas montaram uma joint venture e agora avaliam oportunidades de aquisição para iniciar os investimentos, principalmente devido à incerteza que ainda existe em torno da realização de novos leilões para contratar novas usinas de energia no Brasil em meio à recessão, que impactou a demanda por eletricidade. 23/06/2017
  • Aqua Capital conclui novo fundo e reforça planos de aquisições. A Aqua Capital, gestora de fundos de participações em empresas com sede na capital de São Paulo, acaba de concluir seu segundo fundo de investimentos destinado ao agronegócio, desta vez no valor de US$ 370 milhões (cerca de R$ 1 bilhão). O montante representa mais que o dobro dos US$ 173 milhões levantados no primeiro fundo da gestora no país, em...  20/06/2017
IPO
  • Omega Geração decide prosseguir com IPO, dizem fontes . A companhia de energia Omega Geração tomou a decisão de prosseguir com a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo o Valor apurou. Depois de uma sondagem inicial com investidores nas últimas semanas, os banqueiros detectaram que o valor  atribuído à companhia ficava um pouco abaixo daquele inicialmente esperado por seus acionistas, mas que há demanda suficiente para concluir a operação.23/06/2017
  • Pesquisa mostra grau de conhecimento e vantagens das empresas brasileiras sobre a abertura de capital no Brasil. Estudo elaborado pela Deloitte em parceria com o IBRI aponta que 82% das empresas de capital fechado desconhecem processos para a oferta inicial de ações, enquanto 46% das empresas de capital aberto identificaram aumento em seu valor após o IPO. O mercado de capitais é reconhecido como um dos mais atrativos ambientes para a captação de recursos pelas empresas. Essa percepção é confirmada pela opinião de profissionais e gestores empresariais que participaram da pesquisa “Jornada da captação – Transformação financeira na busca de recursos”, desenvolvida pela Deloitte em conjunto com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e que contou com a participação de 97 empresas (79% de capital fechado e 21% de capital aberto). Para 47% das empresas de capital aberto participantes, o IPO (initial public offering, ou oferta pública inicial de ações) foi a melhor maneira de captar recursos que estava disponível no momento em que lançaram ações no mercado. 21/06/2017
  • Presidente da B3 não vê desistências de IPOs. Mesmo diante do atual cenário de instabilidade política e econômica, a B3 (antiga BM&FBovespa) não vê desistências nas intenções das empresas de realizar ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês). Segundo o presidente da bolsa, Gilson Finkelsztain, este ano, com três IPOs já realizados, além de ofertas subsequentes, é o melhor para oferta de ações nos últimos quatro ou cinco anos ...22/06/2017
  • Profarma estuda oferta de ações para ‘viabilizar crescimento orgânico’. A Profarma informou na noite desta quarta-feira que avalia alternativas de captação de recursos através de operação de mercado de capitais, inclusive, por meio de oferta pública subsequente de ações.  Segundo o documento enviado à Comissão de Valores...  22/06/2017
  • Processo para IPO é pouco conhecido por empresas no país, diz Deloitte. Aproximadamente 82% das companhias de capital fechado não conhecem ou conhecem apenas parcialmente os procedimentos necessários para a realização de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês),  aponta pesquisa realizada pela Deloitte em parceria com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).  “O Brasil está entre maiores economia do mundo, mas o mercado de capitais brasileiro ainda tem uma jornada para atingir a maturidade”, avalia o sócio líder da área de mercado de capitais da Deloitte, Fernando... 21/06/2017
  • Brasil pode ter mais de 20 IPOs ainda neste ano, diz presidente da B3. O presidente-executivo da B3, Gilson Finkelsztain, disse nesta quarta-feira que cerca de 15 a 20 empresas no Brasil estão se preparando para abrir o capital na bolsa ainda em 2017. "Nos contatos com executivos de bancos, sentimos que há chance de mais 15 a 20 IPOs (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) nos próximos seis meses, além daquelas que pediram ...21/06/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Israelense Frutarom compra 80% de grupo brasileiro SDFLC, de sorvetes e sobremesas, por R$110 mi. Objetivo da compradora é dar sequência à estratégia de penetração no "crescente mercado" latino-americano. A empresa israelense de sabor e ingredientes finos Frutarom Industries informou neste domingo que adquiriu 80 por cento do grupo brasileiro SDFLC, de preparados para sorvetes e sobremesas, por 110 milhões de reais (33 milhões de dólares). O grupo SDFLC, um dos principais produtores brasileiros no ramo de sorvetes e sobremesas, teve vendas de cerca de 22 milhões de dólares nos 12 meses encerrados em maio.  25/06/2017
  • Neoway recebe aporte de US$ 45 milhões para expandir para os EUA. Rodada foi liderada pelo QMS Capital e com participação da Accel, Monashees, Endeavor Catalyst, PointBreak e Pollux. A Neoway, startup que fornece dados e análises para empresas aqui no Brasil, anunciou hoje a captação de uma nova rodada, no valor de US$ 45 milhões, liderada pelo QMS Capital e com participação da Accel, Monashees, Endeavor Catalyst, PointBreak e Pollux. A quantia servirá para a Neoway expandir para o mercado norte-americano. A companhia de Florianópolis ajuda seus usuários a gerenciarem vendas, agregando e curando enormes quantidades de informações altamente detalhadas sobre potenciais clientes e uma variedade de mercados. A startup usa mais de 3 mil bases de dados de 600 fontes diferentes. 23/06/2017
  • Umicore compra divisão de catalisadores da Haldor Topsoe. Aquisição envolveu € 120 milhões e complementa capacidade tecnológica. A Umicore anunciou um acordo global de compra da unidade de catalisadores da Haldor Topsoe. A empresa dinamarquesa está entre as grandes fornecedoras de conversores catalíticos para aplicação em motores a diesel. A transação envolveu cerca de € 120 milhões e fortalece o posicionamento de mercado da Umicore, complementando a sua capacidade tecnológica. A negociação permitirá a expansão da linha de produtos da Umicore, sobretudo para aplicações em veículos pesados. A divisão de catalisadores da Haldor Topse tem cerca de 280 funcionários e plantas em Joinville (SC), Frederikssund (Dinamarca), Houston (Estados Unidos) e Tianjin (China). 22/06/2017
  • 'Startup' de microcrédito recebe aporte. Os modelos de negócios de impacto, que visam transformação social e não apenas o lucro, têm crescido no Brasil. A Avante, startup de soluções financeiras para microempreendedores, recebeu um aporte de R$ 38,6 milhões do Fiinlab, laboratório de inovação do grupo Gentera, e do fundo de impacto Vox Capital. "Procuramos investidores estratégicos, alinhados com nosso negócio", diz Bernardo Bonjean, presidente da Avante. O grupo Gentera trabalha com inclusão financeira e tem 3,7 milhões de clientes no México, Peru e Guatemala. A Vox Capital, que tem como sócio Antonio Moraes Neto, já era um investidor da startup, junto com a Omni Soluções Financeiras e a família Klein, da Casas Bahia.22/06/2017
  • Healthtech brasileira recebe investimento após superar marca de R$ 100 milhões. O Portal do Médico conta com 35.000 produtos diferentes listados que visam suprir todas as necessidades dos médicos no Brasil e já registra mais de 28.000 clientes fiéis. O marketplace de equipamentos de saúde Portal do Médico acaba de receber um novo aporte da Kick Ventures, fundo de capital venture que já investiu em mais de 70 startups. A empresa é uma das novidades do setor de saúde no Brasil e já superou o valor de R$ 100 milhões em negociações no portal desde seu lançamento, em janeiro de 2015. 21/06/2017
  • A DGF investe na startup Mosyle. A DGF Investimentos realizou um investimento não revelado no lançamento da edtech brasileira Mosyle, para estabelecer operações nos EUA.15/06/2017
  • Primatec adquire participação na TecSUS Tecnologías para a Sustentabilidade. Venture capital firm Primatec acquired a stake in the Brazilian technology-based startup TecSUS for R$3.8m. El pasado 31 de mayo, el Fundo de Investimento em Participacoes Inova Empresa MPE (Primatec), que invierte capital de riesgo en emprendimientos ligados a la tecnologia, adquirió el capital social de TecSUS Tecnologias para A Sustentabilidade S.A., una startup brasilena de base tecnológica, a traves de la emission de nuevas acciones suscritas por Primatec. 19/06/2017
  • Carglass adquire empresa de reparo automotivo e prevê dobrar faturamento. A Carglass, do grupo britânico Belron, adquiriu a brasileira Disk Reparo, focada em reparo automotivo a domicílio. O negócio abre uma nova linha de atuação para a empresa e trata-se do primeiro na gestão de Luiz Novaes, que assumiu a presidência após a consultoria da qual é sócio, a Advisia, firmar joint-venture com a marca no Brasil. O valor da aquisição não foi revelado. 25/06/2017
  • Grupo de mídia Vice assina parceria com Globosat no Brasil. Canais de televisão da emissora brasileira vão começar a distribuir conteúdo produzido pelo Viceland até o fim de 2017. Acordo prevê que a Globosat assumirá participação minoritária nas operações da Vice no Brasil. O grupo norte-americano de mídia Vice firmou parceria com a Globosat no Brasil, por meio da qual os canais de televisão da emissora brasileira vão começar a distribuir conteúdo produzido pelo Viceland até o fim de 2017, informou nesta quinta-feira a empresa norte-americana em comunicado ao mercado.22/06/2017
  • Cabify se une à Easy contra 99 e Uber. Embora as startups divulguem que o acordo se trata de uma fusão, fontes confirmam a EXAME Hoje que a operação se tratou de uma aquisição. A tão esperada consolidação no mercado de aplicativos de transporte no Brasil finalmente começou. A startup espanhola Cabify e a brasileira Easy uniram as operações em uma negociação que se arrastou por mais de um ano — começou em abril de 2016 — e havia sido adiantada por EXAME Hoje em janeiro. Embora as startups estejam tratando a negociação como uma fusão entre os aplicativos, fontes próximas ao acordo afirmaram a EXAME Hoje que, na prática, a Cabify comprou a operação da Easy. Criada em 2012 e presente em 170 cidades de 12 países, a Easy levantou mais de 77 milhões de dólares desde então e tinha como principal acionista o fundo alemão Rocket Internet. Já a Cabify recebeu cerca de 250 milhões de dólares em investimento desde 2011, principalmente da empresa japonesa Rakuten, e está com uma rodada de investimentos em aberto na tentativa de captar mais 200 milhões de dólares.21/06/2017
  • Randon firma joint venture no Peru com Epysa, do Chile. A Randon anuncia a criação de sua primeira joint venture, a Randon Peru, a partir de um contrato com o Grupo Epysa, do Chile, que prevê fábrica na capital peruana Lima para fabricação, montagem e distribuição de semirreboques da marca brasileira. O acordo prevê ainda o controle da Randon com 51% do negócio e com início da operação para o segundo semestre. As empresas não divulgaram o valor do investimento, limitando-se a informar que eles são proporcionais às participações acionárias.   Em fato relevante a companhia afirmou que o aporte inicial das duas sócias na Randon Peru será equivalente a US$ 1 milhão e 500 mil e poderá, a partir do terceiro ano, chegar a US$ 3 milhões, cabendo o controle do negócio à companhia brasileira, que deterá participação societária correspondente a 51% do capital social. A participação remanescente, de 49% do capital social, será de titularidade da Comercial Epysa Peru. 20/06/2017
  • Conselheiros da Wiz aprovam compra de empresa de seguros. Wiz Soluções e Corretagem de Seguros, nova denominação social da ParCorretora, celebrou memorando de entendimentos não vinculante visando a aquisição de 100% das quotas de emissão da Finanseg Administração e Corretagem de Seguros Ltda. A aquisição se dará pelo preço mínimo de R$ 240 milhões, sendo pago em parcelas, a primeira de  R$ 72 milhões na data do fechamento da aquisição, a segunda de R$ 48 milhões com vencimento em 6 meses da data de fechamento da aquisição e o restante em parcelas anuais com vencimento de 2018 a 2021. 05/05/2017
  • Globo compra participação na Órama e entra no segmento de aplicações financeiras. O Grupo Globo, dono da TV, do jornal e dos canais a cabo, anunciou hoje a compra de uma participação minoritária na Órama Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM). A distribuidora é responsável pelo site de investimentos Órama Investimentos, que distribui fundos e papéis de renda fixa. Com a medida, a Globo volta ao mercado financeiro, que deixou nos anos 1990 ao vender o Banco ABC Roma e a Seguradora Roma. O negócio mostra como está aquecido o mercado de veículos alternativos de investimento, puxado pelo crescimento da corretora XP, que atraiu o interesse do Itaú Unibanco. O aumento da concorrência das corretoras independentes com os bancos atrai grandes investidores interessados em participar desse mercado. 20/06/2017 
  • Weg assina contrato para compra da CG Power USA por US$37 milhões. Localizada em Washington, a CG Power USA é especializada na fabricação de transformadores de distribuição e de força; receita em 2016 foi de US$128 milhões. A WEG assinou contrato com a CG Power Systems Belgium para aquisição da CG Power USA por US$ 37 milhões, informou a fabricante de motores elétricos e tintas industriais em fato relevante nesta quarta-feira (21/06). A previsão é de que transação seja concluída até 31 de julho de 2017, após o cumprimento de determinas condições, de acordo com a companhia. 21/06/2017
  • L'Oréal aceita aquisição da The Body Shop pela Natura. A Natura informou nesta terça-feira (20) que a L'Oreal, após consultar seu conselho de empregados, se posicionou a favor da venda da empresa de cosméticos britânica The Body Shop. A Natura noticiou a negociação que envolve -1 bilhão no último dia 9, mas a transação dependia de consulta aos trabalhadores na França, além de aprovação pelas autoridades regulatórias, como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).  No início do ano, a francesa começou a buscar potenciais compradores para a The Body Shop, comprada em 2006 por 652 milhões de libras. - 20/06/2017
  • Nova competidora vai disputar mercado de galpões. O mercado brasileiro de locação de galpões passa a contar com um novo competidor. Trata-se de empresa, cujo nome ainda não foi divulgado, que vai desenvolver galpões logísticos e industriais e adquirir empreendimentos prontos, disputando clientes com a Global Logistic Properties (GLP), a Goodman Brasil Logística (GBL), a TRX e a Prologis CCP. A nova empresa é uma joint venture formada pela RB Capital e pela Macquarie Capital, ..20/06/2017 
  • Mandic adquire ativos da Ascenty e avalia mais alvos . A Mandic, empresa brasileira de serviços de computação em nuvem, comprou a área de serviços de tecnologia da Ascenty, de centro de dados. Com a operação, que não teve o valor revelado, a Mandic chegará a uma receita de R$ 100 milhões..20/06/2017
  • Triunfo vende fatia na Portonave para TIL por R$1,3 bi. A Triunfo Participações aceitou vender fatia de 50% no terminal portuário Portonave. A Triunfo Participações aceitou vender fatia de 50 por cento no terminal portuário Portonave para a TIL, do MSC Mediterranean Shipping, parceiro da empresa no empreendimento. Minutos após a Reuters publicar que a companhia fechou acordo para venda de sua fatia no negócio por 1,3 bilhão de reais, a companhia enviou fato relevante ao mercado confirmando o negócio.  20/06/2017
  • Grupo Prepara compra Microlins, People e SOS e passa a ser MoveEdu. O Grupo Prepara, rede de franquias do mercado educacional, anunciou a aquisição das marcas de ensino profissionalizantes Microlins, People e SOS. Com sete marcas de ensino, mais de 1,2 mil unidades e quase meio milhão de alunos, a rede passará a se posicionar como MoveEdu e deve se tornar a maior rede de franquias no segmento de educação profissional do País. Os valores da aquisição não foram divulgados. Assim, a MoveEdu será responsável pela unificação do grupo juntamente com as marcas Prepara Cursos (cursos profissionalizantes); Programas Educacionais Ensina Mais Turma da Mônica (apoio escolar); e as redes de idiomas para o público adulto e infantil English Talk e Pingu’s English. A rede fechou 2016 com um faturamento de R$ 300 milhões e, com a aquisição, dobra de tamanho.19/06/2017
  • Wise Up anuncia compra da escola de inglês Number One. A aquisição cria uma nova holding, a Wiser Educação, que além da Number One conta com a Wise Up e You Move. Um mês após anunciarem sociedade na rede de escola de idiomas Wise Up, os empresários Flávio Augusto da Silva e Carlos Wizard Martins informaram hoje a compra de 100% da rede Number One, que atua predominantemente em Minas Gerais. A aquisição cria uma nova holding, a Wiser Educação, onde Flávio Augusto detém 65% e Carlos Wizard e Charles Martins (filho de Carlos) ficam com 35%. Carlos Wizard ainda prometeu mais novidades e disse que está avaliando outras duas redes no País. A Number One é uma rede de escolas de idiomas criada em 1972 em Belo Horizonte. Atualmente, são 135 unidades e cerca de 2.500 funcionários. O faturamento global no ano passado foi de R$ 102,5 milhões. 19/06/2017
  • Francesa EDF assume controle de novo projeto solar no Brasil. Em março, o grupo francês já havia assumido o controle de outro projeto solar atualmente em construção e com capacidade de 191 megawatts. A francesa EDF Energies Nouvelle adquiriu da Canadian Solar participação de 80 por cento na usina solar fotovoltaica Pirapora II, localizada em Minas Gerais, que terá capacidade instalada de 115 megawatts quando concluída, informaram as empresas em nota nesta segunda-feira. O negócio, que não teve o valor divulgado, mostra o interesse de investidores estrangeiros por ativos de energia renovável no Brasil mesmo em meio ao acirramento da crise política. A EDF já possui ativos no Brasil, onde opera uma termelétrica e usinas eólicas, além de ter uma fatia majoritária na hidrelétrica de Sinop. Em março, o grupo francês havia assumido o controle do Pirapora I, um outro projeto solar atualmente em construção e com capacidade de 191 megawatts. 19/06/2017
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES 



Um quarto para dois: Intercity e DoisPontoZero se unem para ganhar escala

A Intercity Hotels e a DoisPontoZero estão em conversas finais para uma fusão que vai criar a terceira maior administradora de hoteis do País em número de quartos, depois da Accor e da Choice.

As conversas entre as duas concorrentes já duram cerca de seis meses.

A Intercity pertence ao empresário gaúcho Ernesto Corrêa da Silva Filho, que vendeu a GetNet para o Santander por R$ 1,1 bilhão em 2014.

Com cerca de 5.000 quartos, a Intercity já é a sexta administradora do País — maior que redes como Blue Tree, Windsor e Transamérica — e é dona de 35 hoteis de bandeira própria.

A DoisPontoZero— dona das bandeiras Arco e Zii e particularmente forte no interior de São Paulo — pertence à HSI Investimentos, gestora e desenvolvedora de ativos imobiliários.  Quando começou a desenvolver hoteis, a HSI criou a DoisPontoZero para verticalizar o negócio, evitando pagar royalties a outras bandeiras.

O BTG Pactual está assessorando a Intercity.

A transação vem num momento de vacância recorde no setor de hoteis, particularmente no segmento corporativo, em meio à recessão dos últimos anos. Geraldo Samor Leia mais em braziljournal 26/06/2017



Espanhol Bankia assume banco rival BMN por 825 milhões de euros

O banco espanhol Bankia assumiu integralmente o rival Banco Mare Nostrum (BMN) em um acordo que avalia a instituição em 825 milhões de euros (cerca de US$ 928,7 milhões... leia mais em valoreconomico 27/06/2017




Cade aprova compra da Car Rental pela brasileira Localiza

O negócio está estimado em 337 milhões de reais; A decisão foi publicada nesta terça-feira

Os clientes da Hertz que viajarem para o Brasil serão atendidos pela Localiza e vice-versa

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou sem restrições a compra da empresa norte-americana Car Rental Systems, do Grupo Hertz, pela brasileira Localiza. O negócio está estimado em 337 milhões de reais, montante que inclui dívidas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira.

A parceria entre as empresas permite o compartilhamento de marcas. Os clientes da Hertz que viajarem para o Brasil serão atendidos pela Localiza, que exibirá a marca “Localiza Hertz” em suas agências, proporcionando acesso, aos clientes Hertz, a uma rede mais ampla de distribuição e uma maior frota de veículos do que a oferecida atualmente pela Hertz Brasil. Leia mais em veja.abril 27/06/2017



Buffett sonha grande, mas se contenta com pequenas aquisições

Faz tempo que Warren Buffett não fecha um grande acordo, mas ele tem se contentado com troféus menores.

Na segunda-feira, foi divulgado que a holding do bilionário, a Berkshire Hathaway, deu um lance de US$ 377 milhões pelo fundo de investimento imobiliário Store Capital, focado em prestadoras de serviços, como academias e berçários...  Leia mais em bol.uol 27/06/2017



Indusval busca parceiro estratégico

O Banco Indusval & Partners (BI&P) resolveu adiar por até 90 dias a decisão sobre a oferta pública de aquisição de ações (OPA), segundo comunicado divulgado ontem pela instituição. O adiamento, de acordo com o Indusval, se deu porque o banco mantém neste momento tratativas confidenciais para parcerias estratégicas.

"Apesar de [essas tratativas] não envolverem a transferência de controle da companhia, poderão, caso sejam concretizadas, impactar a sua rentabilidade futura e a decisão do acionista com relação à adesão ou não à oferta [OPA]", disse o banco no fato relevante.

O Valor apurou com fontes próximas ao negócio que entre as alternativas em análise pelo Indusval estão a venda de uma participação ou parcerias envolvendo o próprio banco ou sua controlada Guide Investimentos, uma plataforma de investimentos criada em 2013. A preferência dos acionistas é por concretizar uma transação que envolva o banco, mas é a Guide que é considerada a "joia da coroa".

Investidores estratégicos e financeiros estão interessados na aquisição de supermercados financeiros, com plataforma aberta de distribuição de produtos. Só neste ano, pelo menos três negócios foram concluídos: a compra de participação na XP Investimentos pelo Itaú Unibanco, a aquisição de fatia da Easynvest pelo fundo de private equity Advent e a entrada do grupo Globo na Órama.

Segundo uma fonte do mercado, um investidor estrangeiro chegou a avaliar a compra de uma participação na Guide, mas o negócio não foi fechado em função do preço pedido pelo Indusval, que, segundo a fonte, teria sido acima de R$ 1 bilhão.

No ano passado, a Guide ampliou a área de assessoria financeira, com a compra da operação de gestão de patrimônio da Simplific Pavarini, no Rio, além de incorporar a carteira de clientes pessoas físicas da SLW Corretora.

Segundo o site da própria Guide, a empresa tem 40 mil clientes e R$ 11 bilhões sob custódia. A corretora ocupa a 20ª posição no ranking de negociação do mercado de ações, segundo dados do mercado.

A operação, porém, ainda é deficitária. Em 2016, a Guide registrou prejuízo de R$ 4,608 milhões e receita de intermediação financeira de R$ 12,859 milhões. O patrimônio líquido da empresa no fim de 2016 era de R$ 37,469 milhões.

Já o Indusval teve prejuízo de R$ 31,6 milhões no primeiro trimestre, ampliando em 34,3% a perda de igual período de 2016. O banco apresentava, ao fim do trimestre, patrimônio líquido de R$ 463,4 milhões, com índice de Basileia de 10,9%, próximo ao mínimo exigido pelo Banco Central. No ano passado, chegou-se a circular no mercado informações de que o grupo chinês Shanghai Pengxin estaria negociando a compra do Indusval, fato que foi negado pelo banco.

O Indusval tem entre seus acionistas Jair Ribeiro, fundador do antigo banco Patrimônio, o fundo de private equity Warburg Pincus e os executivos Manoel Felix Cintra Neto, Luiz Masagão Ribeiro e Roberto de Rezende Barbosa. Procurado, o Indusval informou, por meio da assessoria de imprensa, que não faria comentários além do que já tinha sido informado no fato relevante. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 27/06/2017



Vinci vende 5% de participação no Burger King Brasil

A gestora de recursos Vinci Partners fechou a venda de uma participação de 5% no Burger King Brasil para o escritório de gestão de fortunas de uma família americana. A transação, que foi concluída no fim da semana passada, atingiu pouco mais de R$ 100 milhões.

A Vinci tinha uma opção de vender mais 5% da empresa para o Capital Group, investidor que entrou na companhia em agosto do ano passado, quando adquiriu cerca de 27% em ações da BK Brasil e de outros acionistas.

A gestora, porém, decidiu ir a mercado para tentar uma venda acima do preço acordado com o Capital Group. Para a Vinci, o forte crescimento do Burger King no Brasil poderia atrair compradores a preços mais altos.

No fim, a proposta recebida de um "family office" americano superou o valor previsto, ao avaliar a companhia em cerca de R$ 2 bilhões, diz uma fonte.

Procurados pela reportagem, Vinci Partners e Burger King não comentaram a informação.
Além da Vinci, que segue com uma fatia de 32% na empresa, e do Capital Group, o Burger King tem como acionistas o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e a 3G. O Capital Group forma bloco de controle com a gestora Vinci desde o ano passado. A Restaurant Brands International, controladora da rede no exterior e controlada pela 3G Capital, tem 16% da empresa.

A entrada de novos sócios, de um ano para cá, tem ocorrido como forma para capitalizar a empresa - reduzindo alavancagem e ampliando recursos para investimento. E também levou à venda de ações de sócios da Vinci, que já foram diluídos em sua posição em 2016, quando o Capital Group virou sócio.

Dentro do plano traçado de crescimento da rede, há dificuldade em expandir sem aumento de despesas e dívidas, principalmente porque o crescimento orgânico tem sido acelerado (nos últimos cinco anos, a taxa de aumento anual na receita líquida foi superior a 20%). Nesse ritmo, em 2016 as despesas gerais e administrativas subiram 65% e as despesas financeira, 46%.

A busca por sócios, com injeção de capital no negócio, reduz esse impacto num momento em que o seu maior rival, o McDonald's, deve retomar a velocidade de expansão no Brasil, após um período de reestruturação.

O McDonald's finalizou processo de venda de ativos no país e, após anos, está colocando no mercado um projeto milionário de reformulação de lojas no país.

De acordo com as demonstrações financeiras de 2016, o Burger King Brasil apurou receita líquida de R$ 1,77 bilhão no Brasil, alta de 34,5%. Parte desse crescimento ocorreu graças ao ritmo mais forte de abertura de lojas - foram 73 inaugurações no ano passado, somando 601 restaurantes no país. Há cinco anos, a empresa tinha pouco mais de 200 pontos e receita de menos de R$ 600 milhões.
A empresa ainda apurou prejuízo de R$ 84,5 milhões no ano passado, 130% superior ao de 2015 - na linha de passivos, os prejuízos acumulados somam quase R$ 160 milhões (a companhia existe desde 2011).

A informação da transação foi publicada inicialmente por Lauro Jardim, no jornal "O Globo", e confirmada pelo Valor ontem. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 27/06/2017 -



Cade deveria fiscalizar pós-fusão, diz Alexandre Cordeiro

Para conselheiro, mercado está sempre à frente da legislação

O conselheiro Alexandre Cordeiro, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sugeriu que o órgão antitruste vá além da aprovação de fusões e aquisições, analisando também o que acontece com o mercado depois da aprovação do negócio pelo tribunal administrativo.

“Uma análise pós-fusão seria interessante para observarmos se o que previmos no julgamento se confirmou, e também para analisar como ficou o mercado naquele setor”, disse o conselheiro, que participou de um evento promovido pela Comissão de Estudos da Concorrência e Regulação Econômica da OAB-SP na sexta-feira (23/6).

Segundo Cordeiro, as inovações tecnológicas exigem que a legislação do direito econômico, principalmente o antitruste, precisam ser “flexíveis”, para acompanhar a evolução do mercado.

“Característica do direito econômico é ter mutabilidade, maleabilidade, o que nos leva a crer não que o direito regulado tem que ser regulado por leis duras, mas sim legislação mais elásticas. Mercado com certeza entrará na frente da lei”, disse Cordeiro.

Para ele, a leis flexíveis afastam a insegurança jurídica dos regulados. O Cade “tem que estar calibrando o que está descalibrado a todo momento”, na avaliação do conselheiro.

“Além das leis, vale lembrar que a regulação do dia a dia é feita caso a caso, com formação da jurisprudência, o que o caso já vinha decidindo sobre tal tema”, argumentou.

Hoje, o Cade não tem a prática de acompanhar o mercado depois de aprovar uma fusão, limitando-se a investigar eventuais práticas anticompetitivas previstas na Lei 12.529/2011. Ao mesmo tempo, o conselho vem reforçando sua área técnica, com a ampliação do Departamento de Estudos Econômicos (DEE), que eventualmente poderia absorver a função.

Cordeiro é um dos sete integrantes do tribunal administrativo no Cade. Na semana passada, foram nomeados dois novos conselheiros, o presidente Alexandre Barreto e Maurício Maia, que devem participar de sua primeira sessão na quarta-feira (28/6).

A atuação pós-fusão é defendida por muitos advogados do antitruste ouvidos pelo JOTA. Em especial porque a maioria das operações mais complexas são aprovadas pelo Cade com a imposição de restrições e medidas comportamentais, com o objetivo de evitar que a empresa resultante da operação ganhe poder demais no mercado. Guilherme Pimenta Leia mais em jota.info 26/06/2017



Takata venderá ativos por US$ 1,6 bilhão

Key Safety Systems confirmou que vai comprar parte da empresa.

Neste começo de semana, a história que ficou conhecida como “airbags mortais” e que acabou se transformando no maior recall da história da indústria automotiva ganhou mais um capítulo. A Takata confirmou que deverá vender uma boa parte dos seus ativos como parte do seu plano de recuperação judicial.

De acordo com as informações que foram confirmadas pela imprensa internacional, a empresa responsável por comprar parte da Takata é a Key Safety Systems (KSS). O valor da transação por parte da companhia é de US$ 1,6 bilhão. Os ativos da companhia que serão comprados são parte da produção de autopeças da Takata, com exceção da parte que fabrica os airbgs propriamente ditos.

"A combinação Takata/KSS formará "um fornecedor de primeira linha com 60.000 funcionários em 23 países", afirmou a KSS em um comunicado, que promete a manutenção do número de empregados da Takata e de fábricas no Japão.

Problemas e dívidas

O grande inferno da Takata começou com uma série de problemas e de falhas que foram identificadas nos airbags fabricados pela empresa. Como a companhia é uma das maiores fornecedores neste negócio em todo o planeta, praticamente todas as grandes montadoras tinham airbags da Takata em seus modelos. O problema causou o maior recall da indústria automotiva, atingindo cerca de 30 milhões de carros.

Takata venderá ativos por US$ 1,6 bilhão

As estimativas feitas pelas agências de notícias internacionais, especialmente as que são focadas em informações de economia, afirmam que a Takata deixa uma dívida de mais de um trilhão de ienes, o que equivale a mais de 8 bilhões de euros. Se estes números realmente forem confirmados, essa será a maior falência industrial no Japão após a II Guerra Mundial.

No mês de fevereiro deste ano, a empresa confirmou oficialmente um acordo feito com os órgãos norte-americanos no valor de US$ 1 bilhão como compensação as fabricantes de carros e também as vítimas dos acidentes que estão diretamente relacionados aos defeitos dos airbags. 16 pessoas morreram apenas nos Estados Unidos em virtude dos problemas. Leia mais em salaodocarro 26/06/2017
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Filial da Takata no Brasil não entrará em recuperação judicial 

A direção da empresa de autopeças Takata no Brasil informou ontem que as subsidiárias da companhia japonesa no Brasil e Uruguai estão fora do pedido de recuperação judicial do grupo.

Segundo a empresa, o pedido limita-se às operações nos Estados Unidos, Japão e México. .. Leia mais em valoreconomico 27/06/2017



Apple compra empresa especializada em rastrear movimento dos olhos

Ao que tudo indica, a Apple está se preparando para investir em um novo mercado. A empresa anunciou a aquisição da empresa alemã SensoMotoric, que tem como principal tecnologia um par de óculos capazes de monitorar o movimento dos olhos dos seus usuários.

A empresa afirmava que sua tecnologia de rastreamento ocular já tinha mais de 100 mil usuários, com seus óculos que monitoravam os olhos para uma gama grande de ações, incluindo a prática de esportes.

Mas o que a Apple tem a ver com isso? Há algum tempo já se especula que a empresa está para investir em realidade virtual, e para isso seria necessário lançar seu próprio visor. O rastreamento do movimento dos olhos é essencial para que a experiência seja realmente imersiva. Acompanhar o movimento da cabeça é o primeiro passo, mas não adianta muita coisa se você tentar olhar discretamente para o lado e a imagem permanecer estática.

Isso dito, a Apple nunca confirmou que trabalha com o desenvolvimento de ferramentas para realidade virtual; a empresa, no entanto, já começou a apresentar novidades no setor de realidade aumentada, com o ARKit revelado durante a WWDC realizado no início do mês. Além disso, nos últimos anos foram várias aquisições do tipo apontando para o mesmo ponto focal.

A Apple também não está sozinha no investimento em empresas de rastreamento ocular. O Google também adquiriu uma empresa, a Eyefluence, que tem exatamente a mesma especialização. Isso indica que as duas empresas estão seguindo para o mesmo lado, o que também aponta uma tendência da indústria para os próximos anos.  RENATO SANTINO Leia mais em olhardigital 26/06/2017



26 junho 2017

GM espera custos de US$5,5 bi com venda da Opel

A General Motors espera que os custos com a venda de seu braço europeu Opel para a Peugeot atinjam 5,5 bilhões de dólares, ante estimativa anterior de 4,5 bilhões de dólares, devido a despesas adicionais associadas ao negócio, disse um alto executivo na segunda-feira.

O diretor financeiro da GM, Chuck Stevens, também disse aos analistas em teleconferência que ... Leia mais em bol.uol 26/06/2017

26 junho 2017