20 novembro 2017

Adianta recebe aporte de R$ 5 milhões

A Adianta, fintech da área de antecipação de recebíveis e inteligência de crédito, obteve um aporte no valor de R$ 5 milhões da Osher Tech, divisão de investimentos da Osher Investimentos e Participações, especializada em crédito e com forte atuação no mercado de FIDCs (fundos de investimento em direitos creditórios).

Com isso, a Oster se soma à Yellow Ventures como sócia da Adianta. Na ativa desde março deste ano, a fintech tem foco em PMEs e oferece ao mercado um serviço digital em que a inteligência de crédito é feita internamente e a análise de risco é personalizada para cada operação.

A empresa conta com uma tecnologia proprietária baseada em machine learning e big data. A startup também teve acesso a todo o banco de dados da investidora, com mais de 1,6 milhão de notas fiscais, e informações estratégicas para análise de crédito, como históricos, score e processos.

De acordo com a companhia, a aporte de dados acelerou em pelo menos dois anos a estruturação do motor de decisão da Adianta, ao permitir a identificação de pontos fundamentais para a modelagem adequada do modelo de negócio, como fraudes e formas de combatê-las, além de reduzir os custos e o tempo da curva de aprendizado.

“No setor de fintechs é a primeira vez que vemos um player estabelecido apoiar um player do futuro, com transferência efetiva de inteligência para que cresça rapidamente e se torne líder de mercado. É um casamento perfeito entre um player tradicional e o novo mundo de crédito viabilizado pelas fintechs”, assinala Marco Rennó, sócio da Osher.

O alvo da Adianta são empresas com faturamento anual entre R$ 2 milhões e R$ 50 milhões.
“Quando fazemos a análise por operação e não por cliente, estamos proporcionando uma situação mais justa para o pequeno e médio empresário. As PMEs geralmente não têm acesso a crédito competitivo, mas essas empresas podem vender para companhias com bom histórico de pagamentos que deveriam ter patamares de risco diferentes”, analisa Marco Camhaji, CEO da Adianta.
Atualmente a startup opera como correspondente bancário e possui 150 clientes ativos. Em sua fase inicial, já descontou mais de 5 mil notas.

“Conseguimos, por exemplo, estabelecer relações de essencialidade entre fornecedores e compradores e isso nos ajuda a oferecer taxas cada vez melhores a um baixo risco. Com o investimento da Osher esperamos alcançar, até junho do ano que vem, R$ 50 milhões em valor de títulos antecipados”, finaliza Camhaji.

Camhaji já fez parte do time de gestão de empresas como Movile, Apontador e Netmovies. Mais recentemente, atuou no fundo de venture capital Redpoint eVentures e foi membro do conselho da Xerpa. Júlia Merker // Leia mais me baguete 20/11/2017

20 novembro 2017



Cosan Limited faz oferta de recompra de US$ 200 milhões em ações

A Cosan Limited faz oferta para recompra de US$ 200 milhões em ações classe A nos Estados Unidos, com preço entre US$ 9,23 e US$ 9,65 por ação.

No fechamento da última sexta-feira (17), as ações eram negociadas na Nyse a US$ 8,39, com ... Leia mais em valoreconomico 20/11/2017



Grupo hoteleiro Barceló propõe fusão ao NH na Espanha

A rede hoteleira Barceló propôs à rival NH Hotel Group uma fusão para criar a maior cadeia do setor na Espanha.

Pela oferta, a família Barceló controlaria 60% das ações da nova empresa e estaria disposta a pagar 7,08 euros por ação, um prêmio de 27%,, considerando o preço médio dos últimos três meses, que foi de 5,56 euros. A NH foi avaliada em 2,2 bilhões de euros. Leia mais em valoreconomico 20/11/2017






Diaverum adquire a Ameneg

LexLatin .@veiranoadv asiste a Diaverum y adquiere la brasileña de servicios renales #Ameneg #Brasil #NoticiasTranslate from Spanish.. Leia mais em twitter 11/10/2017



Assurant adquire The Warranty Group em uma transação avaliada em US$ 2,5 bilhões

A Assurant, Inc. (NYSE: AIZ), fornecedora líder mundial em soluções de gerenciamento de risco, o The Warranty Group, um dos principais prestadores globais de planos de proteção e programas relacionados, e uma empresa gestora de portfólios da TPG Capital anunciaram hoje que chegaram a um acordo definitivo para combinar operações - com os acionistas da Assurant mantendo a participação maioritária da sociedade formada. A transação está avaliada em cerca de US$ 2,5 bilhões e deve ser fechada no primeiro semestre de 2018, sujeito às aprovações de acionistas e reguladores, e outras condições habituais de fechamento.

A transação irá alavancar, de modo significativo, a estratégia da Assurant no mercado de estilo de vida global, com um portfólio atraente de clientes e produtos, um perfil de crescimento diversificado e uma pegada mundial mais profunda. Com receita anual superior a US$ 1 bilhão registrada em 30 de junho de 2017 1 , o The Warranty Group irá aumentar a escala e a presença do mercado da Assurant em seus negócios de proteção de veículos, contratos de serviço estendidos e serviços financeiros em 35 países. A pegada geográfica resultante também irá proporcionar recursos para acelerar a estratégia móvel da Assurant em mercados-chave, como é o caso da Ásia-Pacífico. O negócio de proteção de veículos nos Estados Unidos do The Warranty Group também irá promover novas parcerias de clientes e canais de distribuição, incluindo redes de revendedores e contas nacionais, e posicionar a Assurant para capitalizar as tendências emergentes no mercado automotivo, como os comerciantes varejistas de automóveis digitais.

"A aquisição do The Warranty Group por parte da Assurant reforça nossa posição como um dos principais provedores mundiais no setor de proteção de veículos e está bem alinhada com nossa estratégia de crescimento do mercado de estilo de vida, ajudando os consumidores a proteger seus aparelhos eletrodomésticos, automóveis, dispositivos móveis e eletrônicos", afirmou Alan Colberg, presidente e CEO da Assurant. "Juntos, acreditamos que podemos aprofundar nossa pegada global e acelerar o crescimento lucrativo em importantes mercados já presentes no roteiro estratégico da Assurant, ao mesmo tempo em que realizamos sinergias operacionais substanciais, gerando receitas mais diversificadas e previsíveis e promovendo a inovação de produtos em uma escala global."

Nelson Chai, presidente e CEO do The Warranty Group, disse: "Esta transação reúne dois negócios com conhecimentos altamente alinhados sobre os mercados ao redor do mundo inteiro. Acreditamos que esta combinação melhora nossa capacidade de oferecer melhores produtos e serviços, além de fornecer novas oportunidades a nossos clientes, parceiros, funcionários e outras partes interessadas importantes".

Eric Leathers, sócio da TPG Capital, comentou: "Esta parceria estratégica é um resultado excelente tanto para a Assurant quanto para o The Warranty Group, posicionando a empresa combinada rumo ao sucesso contínuo. Desde a aquisição do The Warranty Group, damos apoio à equipe de gerenciamento da empresa, à medida que expandiram seus negócios globais de contratos de serviços através de caminhos atrativos para o crescimento. Esta combinação se baseia nessas iniciativas e nós, da TPG, estamos empolgados com a criação de valor futuro que será fruto disso".

1 A quantidade é baseada na política do The Warranty Group de reportar uma parcela de sua receita líquida de determinados custos; a apresentação para a empresa combinada será revisada para se adequar à política da Assurant de registrar receita em termos brutos com compensação das despesas.

ESTRUTURA E DESTAQUES FINANCEIROS
A transação avalia o The Warranty Group em US$ 1,9 bilhão em valor patrimonial, ou US$ 2,5 bilhões em valor de empresa, incluindo sua dívida existente. Segundo o acordo de transação, a Assurant, Inc. irá se tornar uma subsidiária integral da TWG Holdings Limited, cujo nome será alterado para a Assurant Ltd. Os acionistas da Assurant serão proprietários de aproximadamente 77% da entidade combinada, já que as ações existentes da Assurant, Inc. são convertidas em ações da Assurant Ltd. em uma base de um para um. A TPG e suas afiliadas serão proprietárias dos restantes 23%, com valor igual a 16 milhões de ações da Assurant, ou aproximadamente US$ 1,5 bilhão no preço de fechamento de ontem. A Assurant também irá pagar aproximadamente US$ 372 milhões em dinheiro para a TPG.

Após o fechamento, as ações da Assurant Ltd. serão negociadas na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo AIZ. A equipe de gerenciamento sênior da Assurant irá liderar a organização combinada.

A Assurant pretende financiar a contraprestação em dinheiro e o reembolso de aproximadamente US$ 591 milhões da dívida existente do The Warranty Group através de nova dívida e os títulos preferenciais que se espera que sejam emitidos após o fechamento. A Assurant assinou uma carta de compromisso para um empréstimo-ponte no valor de US$ 1 bilhão.

A estimativa é de que a transação seja modestamente acretiva à receita operacional por ação da Assurant em 2018 com base na taxa de desempenho. No final de 2019, a Assurant espera gerar US$ 60 milhões em sinergias operacionais antes de impostos ao otimizar as operações globais.

A transação será tributável para os acionistas da Assurant nos EUA e em algumas outras jurisdições.

Sobre a Assurant - A Assurant (NYSE: AIZ) é uma fornecedora líder mundial em soluções de gerenciamento de risco, ajudando a proteger o local onde as pessoas vivem e os bens que compram. Milhões de consumidores contam com os produtos inovadores, serviços e suporte técnico da Assurant para grandes compras, como casas, carros, eletrodomésticos, dispositivos móveis e funerais. A Assurant é parceira de importantes empresas que fazem, vendem ou financiam essas compras para cuidar bem de seus clientes e ajudar no crescimento de seus negócios. Membro da Fortune 500, a Assurant tem presença de mercado em 16 países. Em 30 de junho de 2017, a empresa possuía US$ 30 bilhões em ativos e US$ 6 bilhões em receita anual. Saiba mais em assurant.com ou siga-nos no Twitter: @AssurantNews .

Sobre o The Warranty Group - Com mais de 50 anos de liderança na indústria, o The Warranty Group é um dos principais prestadores mundiais de soluções de garantia e benefícios relacionados, com operações em mais de 35 países e mais de 1,6 mil funcionários. Com a Virginia Surety Company e a London General Insurance como nossas companhias de seguros de propriedade integral, o The Warranty Group é uma solução de fonte única que fornece expertise em subscrição, administração de sinistros e marketing para alguns dos principais fabricantes, distribuidores e revendedores mundiais de bens de consumo - incluindo automóveis, casas, eletrodomésticos de consumo, eletrônicos e móveis -, bem como produtos e serviços de seguros especializados para instituições financeiras. Para mais informações, acesse www.thewarrantygroup.com .

Sobre a TPG - A TPG é uma empresa líder global no setor de ativos alternativos, fundada em 1992, com mais de US$ 73 bilhões em ativos sob administração e escritórios em Austin, Boston, Dallas, Fort Worth, Houston, Nova York e San Francisco (EUA), Hong Kong, Londres, Luxemburgo, Melbourne, Moscou, Mumbai, Pequim, Seul e Singapura. As plataformas de investimento da TPG estão em uma ampla gama de classes de ativos, incluindo private equity, empreendimento de crescimento, bens imóveis, crédito e patrimônio público. A TPG pretende criar produtos e opções dinâmicos para seus investidores, ao mesmo tempo que institui disciplina e excelência operacional em toda a estratégia de investimento e desempenho de seu portfólio. Para mais informações, acesse www.tpg.com. http://www.businesswire.com/news/home/20171018005629/pt/ .. Leia mais em terra 18/10/2017
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#NOTICIAS BMA - Barbosa Müssnich Aragão asistió a The Warranty Group en la venta de 79 % del capital social de sus subsidiarias en #Brasil a #Assurant Inc., empresa estadounidense que provee soluciones de gestión de riesgo en todo el mundo, representada por #PinheiroNeto Advogados, como parte de un acuerdo global por un monto de USD 2.500 millones. Conozca aquí cuáles fueron las otras firmas involucradas.
#Transacciones #LawFirm #BarbosaMüssnichAragão #LexLatin
#Notícias Bma-Barbosa Müssnich Aragão assistiu ao the versão group na venda de 79 % do capital social das suas subsidiárias no #Brasil a #possãvel inc., empresa americana que fornece soluções de gestão de risco em todo o Mundo, representado por #pinheironeto advogados, como parte de um acordo global por um montante de us $ 2.500 milhões. Conheça aqui quais foram as outras firmas envolvidas.
Assurant adquiere filiales brasileñas de The Warranty Group - LexLatin
Assurant Inc., empresa estadounidense que provee soluciones de gestión de riesgo en todo el mundo, adquirió 79 % del capital social de las subsidiarias… leia mais em facebook.permalink 02/11/2017














Steag duplica mercado de O&M na América do Sul após comprar ativos da Statkraft

Empresa com origem alemã assumirá 1 GW em contratos de operação e manutenção de usinas

A empresa alemã Steag concluiu o processo de aquisição dos contratos de operação e manutenção (O&M) da Enex, empresa que pertence a Statkraft Energias Renováveis. Em razão de um acordo de confidencialidade, o valor da operação não foi divulgado. De acordo com Juracy Monteiro, CEO da Steag Energy Services do Brasil, as negociações começaram em 2016 quando a Statkraft decidiu sair do negócio de prestação de serviços de O&M para terceiros.

"Em geral, esse é um mercado bastante atrativo para uma empresa como a nossa", afirmou Juracy. "A Steag sempre foi uma empresa interessada em ampliar sua participação no fornecimento de serviços para energias renováveis. A nossa empresa tem grande interesse nisso e já estamos fazendo esse movimento há algum tempo."

O serviço de operação e manutenção é um componente estratégico para um ativo de geração, pois está relacionado diretamente à disponibilidade da usina. A maioria dos empregados Enex passará a fazer parte do quadro de funcionários da Steag e continuarão alocados aos contratos de O&M nos respectivos empreendimentos nos quais já prestavam serviços. No total, serão absorvidos 90 funcionários.

"A Steag absorveu todos os contratos de O&M com terceiros da Statkraft. Estamos falando de mais um 1 GW de contratos de operação e manutenção para parques eólicos, pequenas e médias centrais hidrelétricas", disse a executiva, que afirmou que a Steag praticamente dobrou seu mercado de O&M na América do Sul após a aquisição.

No Brasil há 15 anos, a Steag Energy Services possui experiência na prestação de serviços de engenharia e O&M para o setor de energia na América do Sul e passará a contar também com um Centro de Monitoramento e Operação Remota. "Vimos na operação de aquisição dos contratos da Enex uma oportunidade de entrar mais rapidamente nesse mercado de operação de renováveis, com isso a gente vai montar um centro de monitoramento e operação no Rio de Janeiro, que vai fazer a operação remota e o monitoramento das usinas conectadas ao sistema do ONS [Operador Nacional do Sistema Elétrico]", disse a executiva. Wagner Freire Leia mais em ctee13/02/2017



19 novembro 2017

Com três IPOs e aumento no número de operações, setor de mineração ensaia retomada no país

No início do ano, o setor minerário apresentava uma certa calmaria para engatar operações de M&A, em parte pela apreensão com relação às medidas regulatórias que estavam por vir. Tão logo se começou a falar sobre a revitalização do segmento, houve novamente um aumento do interesse, principalmente internacional, em projetos no Brasil.

Elaborada pela Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia (MME), a análise do desempenho do setor mineral, que compreende a mineração e a indústria da transformação mineral, mostra que houve um superávit de US$ 16,5 bilhões de janeiro a setembro deste ano. No total, somam-se US$ 33,8 bilhões de exportações e US$ 17,3 bilhões de importações. Só o minério de ferro registrou um aumento de 55% no valor exportado.

Graciema Almeida, sócia do SV Law, sentiu uma movimentação no setor. “As operações de M&A, nas quais trabalhei nos últimos 3 a 4 anos, foram com empresas em dificuldade econômica que precisaram vender ativos para sobreviver ou com minas que estavam em recuperação judicial. Um cenário muito de distressed M&A. Estou notando poucas mudanças nesse perfil, mas existe uma movimentação, porque o número de casos está aumentando”.

Segundo o relatório “Mine 2017: Stop. Think.”, da PwC, o ano de 2016 marcou a retomada de lucro para as 40 maiores empresas da indústria global de mineração. O resultado líquido desse grupo foi de US$ 20 bilhões, em comparação com um prejuízo de US$ 28 bilhões em 2015. A Vale ocupa a 5ª posição nesse estudo.

Outro fato que evidencia a retomada ainda que tímida do setor, são as três Ofertas Iniciais de Ações (IPOs, na sigla em inglês) de empresas com ativos de mineração em solo brasileiro que ocorreram neste ano. São elas: a Ero Copper, companhia controladora da Mineração Caraíba, a Votorantim Metais (atual Nexa Resources) que fez um pedido de IPO nas bolsas de Nova York e Toronto, e a primeira oferta do ano, que ocorreu em junho e foi de uma empresa que possui projetos de diamantes no Brasil, a Five Star Diamonds.

Medidas que não podem ser provisórias

Há três medidas provisórias (MPs 789, 790 e 791) que mudam as regras no setor de mineração e já passaram pelas comissões mistas do Congresso, sendo transformadas em Projetos de Lei de Conversão (PLVs 38, 39 e 37, respectivamente). Até 28 de novembro, essas MPs precisam ser votadas nos plenários da... Por Marcelo Villela Leia mais em noticiasdemineracao 17/11/2017

19 novembro 2017



IG4 e Schiphol negociam mudança de controle e capitalização em Viracopos

A gestora de investimentos IG4 e a operadora holandesa de aeroportos Schiphol negociam com bancos e com o governo uma operação de mudança no controle e a capitalização do Aeroporto de Viracopos. As conversas já teriam ocorrido com o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As negociações não envolvem os controladores de Viracopos, a Triunfo e a UTC, que juntos têm 51% do aeroporto, enquanto a Infraero é detentora do restante. Mesmo porque, o consórcio que levou o aeroporto já havia anunciado, em julho, a intenção de devolver a concessão.

A Triunfo está em recuperação extrajudicial e a UTC, em judicial. Os recursos para viabilizar a operação viriam dos fundos de private equity da IG4 e ainda do fundo norte-americano Cerberus Capital Management. Ambos são especializados em ativos problemáticos.

Réplica. A operação com Viracopos seguiria o mesmo modelo usado pela IG4, em parceria com Bradesco e Banco Votorantim, na aquisição da CAB Ambiental (atual Iguá Saneamento), do grupo Galvão Participações, no meio do ano. Assim, as participações de Triunfo e UTC seriam convertidas em cotas do fundo e os controladores seriam afastados do aeroporto.

Mais conversas. Nesta semana, o IG4 se reunirá com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para tratar do assunto. Procurado, o BNDES informou que as conversas são preliminares. Já os demais bancos não se manifestaram. Leia mais em colunadobroad.estadao 19/11/2017



18 novembro 2017

Valuation para Startups  — 9 Metódos Explicados

Este artigo foi co-escrito e publicado em Francês por Augustin de Cambourg e em Inglês por Stéphane Nasser.


E você chegou até aqui, agora conhece 9 formas diferentes de avaliar sua startup. Mas… Qual a melhor?


Calcular um valuation é um bom ponto de partida quando pensar em levantar fundos. Ele ajuda a construir um racional por trás dos números e expectativas da empresa.

Mas, apesar de importante, todo número criado será apenas uma introdução teórica para uma negociação em que o apetite do investidor e a necessidade do empreendedor falam mais alto.

Texto por:  Raphael Mielle – Head of M&A & Valuation KICK Ventures – Angel Investor ... Leia mais em kickgroup nov/2017

18 novembro 2017



Potencial de investimento-anjo no Brasil é de R$ 7 bilhões por ano, segundo especialista

Atualmente, o Brasil tem um total de R$ 851 milhões, o que equivale a 0,9% da média de investimentos internacionais

Os dados desse ano na pesquisa realizada pela Anjos do Brasil sobre o mercado de investimento anjo revela um crescimento de 9% do valor investido. Ainda que seja um crescimento menor se comparado a outros anos, é um dado positivo uma vez que o cenário econômico e político do país está instável.

Ao mesmo tempo, outro dado que parece ter sofrido mais diretamente com essas incertezas foi o número de investidores, que sofreu um leve decréscimo. além desse motivo, a diminuição no número de anjos pode ter explicações como a taxa de juros elevada e a falta de estímulos, que podem comprometer o setor.

Aqui é importante notar outro dado super importante: o do potencial de investimento anjo no Brasil. Enquanto os EUA investiram US$ 21,3 bilhões e tem 298 mil investidores, o Brasil ainda está lá atrás, com R$ 851 milhões, o que equivale a 0,9% da média de investimentos internacionais. A provocação de Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil, é a de que se o PIB do Brasil equivale a 10% do PIB dos EUA, haveria um potencial total de US$ 2,1 bilhões ou R$ 7 bilhões por ano. Nada mais do que 8 vezes o valor atual....  Isabela Borrelli Leia mais em  Portal StartSe 14/11/2017



Previc vê perda milionária do Postalis em ‘nova bolsa’

Segundo relatório da Previc, fundo de pensão investiu praticamente sozinho, mas ficou só com 25% de empresa que quer criar rival para a B3

O Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, fez praticamente sozinho, com mais de R$ 300 milhões, todo o investimento na ATS, empresa que pretende lançar uma nova bolsa de valores no Brasil. A fundação, no entanto, levou uma fatia de apenas 25% do projeto. Os demais investidores, com aporte de R$ 2 milhões, ficaram com o restante da empresa.

Postalis
 O Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, fez praticamente sozinho, com mais de R$ 300 milhões, todo o investimento na ATS  Foto: Hélvio Romero/Estadão
A informação consta de relatório da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que no início de outubro determinou uma intervenção no fundo de pensão, após sucessivos déficits. Segundo a Previc, houve “prejuízo aos princípios de rentabilidade, segurança e liquidez, por ter sido realizado o investimento sem proteção aos interesses da entidade contra o notório conflito de interesses entre os demais investidores, que eram também os proprietários da empresa investida”.

Além disso, a superintendência também questiona a metodologia usada para chegar ao valor econômico de cerca de R$ 1,3 bilhão da ATG Brasil, a controladora da ATS, e que recebeu os aportes do Postalis. Tal número, apesar de a companhia ainda não operar, teve crescimento expressivo nos últimos anos.

Por isso, o relatório destaca que há evidências de manipulação no preço dos ativos que compõem o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) ETB, veículo usado para o investimento de mais de R$ 300 milhões da fundação na ATG.

O relatório destaca que o valor das cotas da ATG é muito superior ao valor de seu patrimônio. O documento coloca que, conforme a última demonstração financeira disponível, do exercício de 2015, o prejuízo acumulado foi de R$ 210,882 milhões, com um patrimônio líquido de R$ 148,407 milhões.

Mas o laudo de avaliação da empresa mostra um valor econômico de R$ 1,3 bilhão, conforme o mesmo documento do regulador. A avaliação é que o laudo usado como base “para precificar o ativo ATG utiliza várias premissas sem fundamentação técnica, sem buscar estudos e fontes de dados externas para embasar as expectativas adotadas”.

Sócios. O projeto da ATS é liderado pelos investidores Arthur Pinheiro Machado e Francisco Gurgel do Amaral Valente, que controlam a ATG. A ATS foi criada em 2012 e, na época, tinha como sócia a Nyse, bolsa de Nova York. Mas a sociedade foi desfeita neste ano, após uma briga em processo arbitral que correu sob sigilo e que não teve a causa divulgada.

Procurada, a ATG diz que lhe causa estranheza o fato de o relatório da Previc vir à tona justamente no início do processo de arbitragem, determinado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que vai definir o preço para acesso à central depositária da bolsa B3 e, portanto, “o fim do monopólio no mercado de capitais brasileiro” (leia mais nesta página).

A ATG afirma, ainda, que recente relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que apura causas para os prejuízos do Postalis, não cita a companhia. O documento do TCU, no entanto, está focado nos investimentos citados pela CPI dos Fundos de Pensão.

Também procurado, o Postalis não respondeu.

Previc. Apesar de o investimento na ATS (empresa que tenta criar uma nova bolsa de valores no Brasil) pelo Postalis não ter sido o que mais ficou nos holofotes nos últimos anos, não passou despercebido pelo patrocinador do fundo, os Correios.

Em 2015, a empresa realizou uma auditoria interna que abordou diversos investimentos da fundação. E apontou que, após análise de demonstrações contábeis do FIP ETB (fundo de investimento em participações usado pelo Postalis para investir na ATG, controladora da ATS), referentes ao exercício de 2012 e 2013, constatou-se “a existência de divergências entre os valores registrados para as mesmas ações da ATG e os valores registrados no FIP”.

O documento já apontava a grande valorização das cotas do fundo ETB, mesmo antes do início da operação da nova bolsa, e que o aporte dos acionistas da ATG, de R$ 2 milhões, foi transformado em cerca de R$ 535 milhões, mesmo sem a colocação de novos recursos. O Postalis, porém, apesar de novos investimentos, ficou com a mesma fatia da companhia.

Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que o FIP ETB foi constituído em julho de 2010, quando tinha apenas um cotista, com um patrimônio líquido de R$ 2 milhões. No ano seguinte o patrimônio era de R$ 722 milhões (julho a setembro), de R$ 742 milhões em 2012, R$ 833 milhões em 2013, R$ 1,005 bilhão em 2014, R$ 1,086 bilhão em 2015, R$ 1,1 bilhão em 2016 e R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre deste ano.

De acordo com o relatório da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o investimento do Postalis na ATS já deveria estar provisionado e que, “sem o devido colchão para esse investimento com perda provável, a fundação está mascarando déficit existente do plano, acobertando-o com recursos garantidores que não darão nenhum rendimento, além da provável perda do recurso investido”.

Por fim, o regulador aponta a necessidade da nomeação de um interventor para fazer tais correções e que “apresente a contabilidade com fidedignidade”.

ATS. A ATS Brasil, que tem planos de abrir uma bolsa de valores no Brasil, entrou com um processo de arbitragem contra a B3. A empresa, capitaneada pela ATG, acusa a bolsa brasileira, fruto da fusão da BM&FBovespa com a Cetip, de colocar preços para fornecer seus serviços que inviabilizam o projeto da ATS.

Já a B3, conforme documentos protocolados no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), rebate e diz que apresentou quatro propostas diferentes, reduzindo preços, mas que a ATS não demonstrou, ao longo de todo o processo, interesse em chegar a um acordo.

O procedimento de arbitragem ocorreu automaticamente, por conta de determinação do Cade no âmbito da aprovação da fusão de BM&FBovespa e Cetip, em março deste ano. O acordo firmado previa que a B3 teria de colocar à disposição de interessado o acesso à sua infraestrutura, e estabeleceu um prazo de até 120 dias para a negociação de preço e outras condições. Se não houvesse acordo, a arbitragem seria o foro de resolução.

Agora a disputa entre ATS e B3 está Câmara de Arbitragem Brasil-Canadá, sob sigilo. No procedimento, cada lado indica um árbitro. Esses dois profissionais, em comum acordo, indicarão um terceiro.

Procurada, a B3 disse que sempre esteve “disponível para dialogar e negociar com todos os potenciais interessados no acesso aos seus serviços de clearing e depositária, com o intuito de obter acordos razoáveis em relação às condições para a prestação de tais serviços”.

Além disso, afirma que está cumprindo rigorosamente o estabelecido no Acordo em Controle de Concentração celebrado perante o Cade e observando a governança ali prevista, inclusive no que diz respeito à negociação com potenciais interessados na prestação de serviços de depósito centralizado.

Em paralelo, há ainda um inquérito administrativo no Cade que está tramitando desde o dia 7 de abril do ano passado, exatamente um dia antes dos conselhos de administração de BM&FBovespa e Cetip chegarem a um acordo sobre a fusão e anunciarem ao mercado.

Nos bastidores, se questiona qual o peso que o Cade tem dado para o histórico da companhia, principalmente pelo fato de um dos acionistas da ATG, Arthur Machado, ter sido citado na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão da Câmara dos Deputados. A ATG destaca que Machado não responde a nenhum processo judicial nem está sob investigação.

“A tal referida percepção do mercado quanto à sua reputação é resultado dos mesmos ataques realizados com base em interesses políticos, e não técnicos”, afirma a ATG em nota. Por Fernanda Guimarães, .. Leia mais em O Estado de S.Paulo 18/11/2017





Gustavo Franco, ex-presidente do BC, defende venda de estatais para pagar dívida pública

Ele ressaltou que há ativos de imenso valor, como a Petrobras e o Banco do Brasil, e é preciso pensar muito bem em como fazê-los funcionar melhor tendo a iniciativa privada com papel crescente e até controlador

O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e agora presidente da Fundação do Partido Novo, defendeu neste sábado, 18, o uso de recursos obtidos com a venda de estatais federais para abater a dívida pública.

Para o ex-presidente do BC, o FGTS não deveria mais financiar projetos de governo, como da casa própria, uma vez que esse financiamento deveria estar explicito no Orçamento

"Olhando a lista de empresas estatais, não me convenço que ali necessariamente tenha de ter todas aquelas empresas. Também não é o caso de vender todas no dia seguinte. Muitas tem de fechar, pois o contribuinte brasileiro não tem que sustentar essas iniciativas", afirmou ele, que deixou o PSDB este ano e deve se dedicar à elaboração do programa de governo de João Amoêdo, presidente do Novo, que lança oficialmente sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto nesta tarde.

Gustavo Franco ressaltou que há ativos de imenso valor, como a Petrobrás e o Banco do Brasil, e é preciso pensar muito bem em como fazê-los funcionar melhor tendo a iniciativa privada com papel crescente e até controlador, mas há muitas ideias interessantes, são patrimônios importantes da nação. "A nação deve muito dinheiro e os credores somos nós. A dívida é muito cara, mais cara que o patrimônio rende, então temos de fazer alguma coisa."

Na sua visão, as atuações de Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal precisam ser repensadas. Entre as ideias que disse acreditar que são interessantes ele afirmou que era preciso rever a conexão que existe entre a Caixa e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Segundo o economista, a estatal poderia ser mais eficiente se assumisse um papel mais comercial e menos de administração de programas de governo.

Para o ex-presidente do BC, o FGTS não deveria mais financiar projetos de governo, como da casa própria, uma vez que esse financiamento deveria estar explicito no Orçamento. "Talvez tornar essas empresas em corporações, como ocorreu com a Vale. Há muitas possibilidades interessantes sobre as quais deve-se refletir".  Simone Cavalcanti, O Estado de S.Paulo Leia mais em estadao 18/11/2017