20 setembro 2014

CEO da Odebrecht Ambiental diz que empresa planeja IPO em 2015

A Odebrecht Ambiental, empresa de água e esgoto que faz parte do conglomerado Odebrecht, planeja listar algumas de suas ações no próximo ano ou em 2016, disse o presidente-executivo da empresa, o que avaliaria a companhia em torno de 3 bilhões de dólares.

O Grupo Odebrecht, maior grupo de engenharia da América Latina, tem 70 por cento da Odebrecht Ambiental e o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS)tem os 30 por cento restantes.

"Estamos planejando um IPO (oferta pública inicial de ações) para 2015, no mais tardar até 2016, dependendo das condições de mercado", disse o presidente-executivo da Odebrecht Ambiental, Fernando Santos-Reis, à Reuters em uma entrevista em Paris nesta sexta-feira.

Ele disse que o Grupo Odebrecht quer manter o controle majoritário e que o FI-FGTS ainda não tinha decidido se venderá parte de suas ações. A Odebrecht Ambiental venderia menos de 49 por cento de suas ações, provavelmente através de um aumento de capital.

No ano passado, o FGTS avaliou a Odebrecht Ambiental em 6,4 bilhões de reais (2,7 bilhões de dólares) em suas contas, o que significaria que um IPO de 25 por cento do capital da empresa - um nível visto frequentemente em listagens iniciais no Brasil - poderia levantar cerca de 700 milhões de dólares. (Reportagem de Geert De Clercq) Reuters Leia mais em Uol 19/09/2014

20 setembro 2014



19 setembro 2014

Vivendi fecha acordo de US$9,3 bi com Telefónica para venda de GVT

O grupo francês de mídia Vivendi concluiu um acordo para vender seu negócio brasileiro de banda larga GVT para a espanhola Telefónica por dinheiro e ações no valor de cerca de 7,2 bilhões de euros (9,29 bilhões de dólares), anunciaram as empresas nesta sexta-feira.

A transação está sujeita à aprovação regulatória no Brasil.

A Telefónica planeja incorporar a GVT à Vivo, sua marca de telefonia móvel no Brasil, para criar o maior grupo de telecomunicações do país, Telefônica Brasil.

Sob o acordo, a Vivendi vai receber não apenas uma participação de 7,4 por cento na Telefônica Brasil e 4,66 bilhões de euros em dinheiro, mas também optou por tirar das mãos da Telefónica sua participação remanescente na Telecom Italia - 8,3 por cento do capital votante da Telecom Italia, ou 5,7 por cento do seu capital social total.

A Vivendi tinha a opção de tomar a fatia da Telecom Italia ou obter 4,6 por cento adicionais da Telefônica Brasil.

Para a Telefónica, o acordo une seu negócio brasileiro de telefonia móvel à rede de banda larga da GVT, em um momento em que as empresas de telecomunicações buscam cada vez mais oferecer pacotes de celular e serviços de telefonia fixa, incluindo internet de banda larga e TV.

Para a Vivendi, a venda da GVT coroa uma tumultuada revisão de dois anos, em que vendeu três negócios de telecomunicações e seu braço de videogames para pagar dívida e se concentrar mais em mídia e conteúdo, como parte de uma estratégia defendida pelo presidente do Conselho da companhia, Vincent Bolloré.

Parte da busca da Vivendi por conteúdo vai se dar na Itália devido à sua nova participação na Telecom Italia na sequência da venda da GVT, que a empresa espera que será concluída em meados de 2015, após aprovação regulatória.

Os analistas têm sugerido que uma parceria entre a Vivendi, que detém a operadora francesa de TV por assinatura Canal Plus, e a Mediaset Premium poderia fazer sentido.

A Telefónica é a maior acionista da Telecom Italia, mas as duas empresas vinham tendo uma relação tensa há anos, pois também competem no Brasil. A Telecom Italia controla a TIM Participações no país.

Após a venda de sua participação para a Vivendi e a conversão de um bônus conversível de três anos emitido mais cedo neste ano, a Telefónica terá terminado sua parceria de sete anos com a Telecom Italia.

Na composição financeira do negócio envolvendo a GVT, a dívida bancária de cerca de 450 milhões de euros e ajustes no capital de giro serão deduzidos do componente em dinheiro. A fatia da Telefônica Brasil foi avaliada em 2,02 bilhões de euros, tendo como referência a data de 18 de setembro, e as ações da Telecom Italia adquiridas pela Vivendi em 1,01 bilhão de euros.

A Vivendi também terá uma conta de imposto a pagar sobre a venda, estimada em cerca de 500 milhões de euros.

Em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários, a Telefônica Brasil afirmou que poderá financiar o pagamento da parcela em dinheiro do negócio com um aumento de seu capital social, "cujos termos e condições serão oportunamente determinados pelo Conselho de Administração". A empresa estimou sinergias de pelo menos 4,7 bilhões de euros no Brasil com o negócio. (Por Dominique Vidalon e Tracy Rucinski) Reuters Leia mais em Uol 19/09/2014

19 setembro 2014



Alibaba estreia em NY e vale mais que gigantes dos EUA

A empresa chinesa de internet Alibaba, um misto de comércio eletrônico e sistema de buscas, fez sucesso nesta sexta-feira, 19, na estreia na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse) e fechou o pregão valendo US$ 230 bilhões, mais que tradicionais companhias dos Estados Unidos, como a IBM, a Amazon, Coca-Cola e a General Motors e a Ford juntas. A chinesa também vale mais que nomes famosos da internet, como o Facebook. As ações dispararam 38%, a maior alta do dia, e foram também as mais negociadas.

O início dos negócios da Alibaba, que até há pouco tempo era desconhecida dos norte-americanos, causou alvoroço nesta sexta-feira em Wall Street. O prédio da Nyse amanheceu com uma enorme faixa com o nome da empresa cobrindo a fachada de sua sede, uma bandeira da China e centenas de curiosos, sobretudo asiáticos, se aglomeravam na porta da bolsa. Só da imprensa da China, havia 140 jornalistas hoje no pregão da Nyse para cobrir a estreia.

Os principais executivos da Alibaba, liderados pelo bilionário Jack Ma, fundador da empresa, foram todos tocar o sino de abertura da bolsa hoje e tirar fotos. A fatia de Ma na empresa é avaliada hoje em US$ 18 bilhões e com a disparada dos papéis na estreia o The Wall Street Journal criou em sua página na internet um contador para medir a fortuna do empresário em tempo real.

A Alibaba seria uma das 15 maiores empresas do índice S&P 500, formado pelas grandes companhias norte-americanas de Nyse. A chinesa, porém, não vai poder fazer parte do indicador porque sua sede fica fora dos EUA. Apesar de bater nomes conhecidos, ainda vale menos que outras gigantes do setor de tecnologia, como o Google (US$ 400 bilhões) e a Apple (US$ 610 bilhões).

Por conta da forte demanda pelas ações, a empresa precisou elevar o preço sugerido para os papéis e, no fechamento do livro de oferta, as ações foram vendidas pelo teto, a US$ 68. Na estreia, os papeis subiram ainda mais e fecharam com alta de 38%, a US$ 93,89. O lançamento das ações dominou o noticiário da televisão e dos jornais dos EUA nesta sexta-feira, como o The New York Times e o The Wall Street Journal, o primeiro usando três páginas inteiras para falar da empresa chinesa.

Riscos
Com uma captação de US$ 21,8 bilhões, a abertura de capital da Alibaba é a maior da história, batendo nomes como a bandeira de cartões Visa (que captou US$ 19,7 bilhões), a General Motors (US$ 18,1 bilhões) e o Facebook (US$ 16 bilhões).

Apesar do sucesso e da forte demanda, analistas também alertaram para riscos na empresa. Um dos principais é sua confusa estrutura corporativa. Quem está abrindo o capital na verdade é a Alibaba Group, que tem sede nas ilhas Cayman e não revela a verdadeira participação nas empresas operacionais do grupo. Apesar das preocupações, o analista da Cantor Fitzgerald, Youssef Squali, destaca que a Alibaba é lucrativa e tem tido forte crescimento das operações, com potencial de dominar o comércio eletrônico global no futuro. Os sites do grupo venderam US$ 296 bilhões em produtos nos 12 meses encerrados em junho, mais que a Amazon e o eBay juntos. O principal negócio da chinesa é ser um centro onde vendedores encontram compradores para seus produtos. Por Altamiro Silva Júnior | Estadão Leia mais em Yahoo 19/09/2014



HelloFood faz quarta aquisição do ano: incorpora a Entrega Delivery

HelloFood, empresa líder de pedidos de comida online presente em mais de 45 países e filiada a marcas como FoodPanda e Delivery Club, anuncia a compra da empresa Entrega Delivery. Com a entrada do Entrega Delivery, o HelloFood supera o número de 2.500 restaurantes, com presença em mais de 30 cidades brasileiras, reforçando seu crescimento no país.

Trata-se da quarta aquisição no mercado brasileiro em um ano (já tinha adquirido Peixe Urbano Delivery, JáNaMesa e Mega Menu). O Entrega Delivery é um player que atua desde 2010 e tem mais 400 restaurantes cadastrados na plataforma. Com forte presença nas cidades de Campinas, interior de São Paulo, e Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O CEO e Fundador do HelloFood no Brasil, Marcelo Ferreira, comunica que neste primeiro momento o Entrega Delivery continuará operando com a sua marca. “Nos próximos meses faremos a fusão completa da companhia. Essa aquisição reforça nosso empenho de tornar a marca hellofood a mais lembrada pelos clientes desse mercado quando pensarem em pedir comida, independentemente de onde estiverem”, comenta o executivo.

Já para o COO e co-fundador do Entrega Delivery, Dalker R.Walter, a novidade vem após alguns anos de trabalho duro e uma estratégia de mercado de sempre buscar alianças com restaurantes bem reconhecidos no setor.

“Nós temos trabalhado forte ao longo dos últimos três anos, desenvolvendo alianças estratégicas com os principais players do setor de delivery online e construindo uma boa reputação com nossos clientes. Esse fator, junto com nossa ética e cultura, ajudou a nos tornar líder do mercado em Campinas. Com a experiência, recursos e tecnologia do HelloFood, estamos prontos para dar o próximo grande passo, a fim de fornecer um serviço de primeira classe aos consumidores brasileiros”, afirma o Fundador.

O hellofood iniciou as operações no Brasil em fevereiro de 2013 e, desde então, tem crescido organicamente em outras regiões do país, além de ser reconhecido globalmente pela estratégia agressiva de aquisição de players do mercado. Nos últimos meses, a companhia adquiriu grandes concorrentes na Rússia e no Equador. Leia mais em startupi 19/09/2014

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iFood: fusão com RestauranteWeb

A britânica Just Eat anunciou nesta sexta-feira, 19, a fusão do RestauranteWeb, seu negócio brasileiro, com a iFood. Juntas, as plataformas somam mais de 5 mil restaurantes em 60 cidades brasileiras.

Com a união, a nova empresa seguirá com a marca iFood. A expectativa da empresa é alcançar o volume de 1 milhão de pedidos por mês ao longo de 2015.

Felipe Fioravante, o atual CEO da iFood, será mantido no cargo após a fusão. O CEO do RestauranteWeb, Carlos Moyses, será o novo diretor geral da iFood, supervisionando as áreas comercial, de pós-vendas e de operações.

Em agosto, a Warehouse Investimentos, gestora nacional de venture capital, anunciou a venda de sua parte da iFood, empresa de delivery de comida online, para a Movile. O valor da venda não foi aberto.

Com a aquisição, a Movile se tornou acionista majoritária do iFood. A empresa paulista já havia investido R$ 5 milhões na plataforma em fevereiro deste ano.

A participação mobile no total de pedidos saltou de 7% para mais de 60% desde a entrada da Movile.

O grupo Just Eat, que controla o RestauranteWeb, está presente em 18 países, com mais de 40 mil restaurantes cadastrados e receita de € 96,8 milhões em 2013.

A iFood e a RestauranteWeb afirmaram em comunicado que estimam deter, juntas, 80% do mercado brasileiro de delivery online de comida. Júlia Merker  Leia mais em Baguete 19/09/014



Cisco planeja adquirir fornecedora de tecnologia de código aberto

A Cisco anunciou nesta quarta-feira, 17, a intenção de comprar a Metacloud, fornecedora de uma plataforma de hospedagem e gestão de cloud baseada em OpenStack. A transação, cujo valor não foi revelado, deve ser concluída no primeiro trimestre do ano fiscal de 2015, a ser encerrado em outubro, sujeita às habituais condições de fechamento.

Em comunicado, a companhia informa que a plataforma de nuvem baseada em OpenStack da Metacloud irá acelerar a sua estratégia em construir a maior Intercloud do mundo – uma rede de nuvens, junto com parceiros-chave, para oferecer uma ampla gama de aplicações de valor agregado e serviços de rede centrada em nuvem para acelerar a "internet de todas as coisas" (IoE, na sigla em inglês).

"Acreditamos que a tecnologia da Metacloud irá desempenhar um papel fundamental para permitir que nossos clientes experimentem uma viagem perfeita para um novo mundo de muitas nuvens, proporcionando escolha, flexibilidade e governança de dados", disse Hilton Romanski, vice-presidente sênior de Desenvolvimento Corporativo da Cisco.

Com a conclusão da aquisição, os funcionários da Metacloud serão integrados à divisão de Infraestrutura e Serviços na Nuvem da Cisco, liderada por Faiyaz Shahpurwala. Leia mais em Tiinside 17/09/2014



Precifica: aporte de R$ 3 mi da Hi Partners

A Precifica, especializada em precificação inteligente, atraiu um investimento de R$ 3 milhões da Hi Partners, holding voltada para empresas de tecnologia e internet.

Com o aporte, a companhia investiu em uma área específica de algoritmos.

Segundo a empresa, a conquista de grandes players do comércio eletrônico, como Centauro e Fastshop; e indústrias, como Lenovo e Samsung, deram norte aos novos rumos da Precifica.

Ela passa a atuar com três pilares fundamentais para a linha de crescimento do setor de e-commerce no mercado brasileiro: monitoramento de preço, disponibilidade e frete e precificação dinâmica e análise de sortimento.

  "Temos um setor no país que deve faturar R$ 35 bilhões até o final desse ano, de acordo com o relatório Webshoppers. Entendemos que o número é considerável, mas quando comparamos esse dado com os EUA, que faturou US$ 258,9 bilhões no ano anterior, sabemos que para o Brasil, o céu é o limite", afirma Ricardo Ramos, CEO da Precifica.

Precificação inteligente é um reajuste automático dos preços dos produtos do e-commerce feito em decorrência das alterações de preço e disponibidade de produtos no mercado. Na plataforma da Precifica, o reajuste segue regras definidas pela empresa que adota a solução. Júlia Merker Leia mais em Baguete, 19/09/2014



Bayer se divide para investir em saúde e agronegócio

Grupo alemão também anunciou futuro IPO para sua nova divisão de produção de plásticos

O grupo Bayer anunciou que pretende dividir sua empresa para focar nos setores mais lucrativos, de saúde e agronegócio.

"Nossa intenção é criar duas corporações globais líderes: a Bayer como uma empresa de inovação de classe mundial nos negócios de Ciências da Vida, e a MaterialScience como líder em polímeros", anunciou Marijn Dekkers, CEO da Bayer em nota.

A divisão química MaterialScience, que produz polímeros (plásticos), será listada como uma empresa separada no prazo de 12 a 18 meses. Além disso, o conselho aprovou ontem a oferta pública inicial de ações (IPO) desta nova empresa, avaliada por analistas em cerca de 10 bilhões de euros.

A notícia desta cisão planejada levou as ações da empresa alemã para máximas recordes. Às 11h24 de ontem, 18, (horário de Brasília), as ações da companhia subiam 5,98%.

Com essa divisão, o foco da Bayer passa a ser “ciências da vida”, saúde humana e animal, nas divisões HealthCare e CropScience. Desta forma, a multinacional alemã pretende se posicionar como “líder mundial dos campos da saúde humana, das plantas e animais”.

No ano passado, as vendas da divisão brasileira alcançaram R$ 7 bilhões, crescimento de 24% em relação ao ano anterior. Deste total, a divisão agrícola foi responsável por 62,5%, conhecida principalmente por defensivos agrícolas e sementes. A área de saúde responde por 23,5% no Brasil, reconhecida pela Aspirina, pelo anticoncepcional Yasmin e o Betaferon, para esclerose múltipla. Karin Salomão da Exame Leia mais em Exame 19/09/2014



SAP faz acordo para comprar produtora de software Concur por US$7,3 bi

A companhia alemã de software corporativo SAP anunciou nesta quinta-feira acordo para comprar a produtora norte-americana de programas para gerenciamento de despesas Concur Technologies, em um negócio em ações avaliado em 7,3 bilhões de dólares.

A SAP disse em comunicado que a oferta é avaliada em 129 dólares por ação, um prêmio de 20 por cento sobre o preço de fechamento dos papéis em 17 de setembro.

Baseado nas 57 milhões de ações em circulação, a oferta pela Concur é avaliada em 7,3 bilhões de dólares. Incluindo dívida, a oferta implica em um valor de mercado de cerca de 8,3 bilhões de dólares para a companhia norte-americana, disse a SAP.

O conselho de administração da Concur aprovou a transação por unanimidade e o negócio deve ser concluído no quarto trimestre de 2014 ou nos três primeiros meses de 2015, sujeito à aprovações regulatórias e de acionistas. Reuters Leia mais em Uol 18/09/2014
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Ações da SAP caem quase 5% após anúncio de aquisição da Concur Technologies

O anúncio feito pela SAP na quinta-feira, 18, de que concordou em comprar a produtora de software para gerenciamento de despesas Concur Technologies, provocou opiniões divergentes entre analistas e reação negativa dos investidores. Isso porque o valor que a SAP investiu no negócio, de US$ 8,3 bilhões, está sendo considerado pelo mercado como arriscado, visto que a Concur registrou prejuízo de US$ 24,4 milhões sobre uma receita de US$ 546 milhões no ano fiscal encerrado em 30 de setembro de 2013.

Um dia após o anúncio da aquisição, mais um movimento da empresa alemã em sua estratégia de investimento em cloud computing, as ações da SAP abriram o pregão da Nasdaq nesta sexta-feira, 19, negociadas a US$ 74,37, recuo de 3,85%. Por volta das 11h50 (horário de Brasília), a queda atingiu o pico de 4,7%, com as ações valendo US$ 73,85.

Apesar da cautela dos investidores, muitos analistas se mostraram otimistas com o acordo. Thomas Becker, do Commerzbank, disse que "o negócio é bastante rico, uma vez que viagens e entretenimento não estão fortalecendo o core business da SAP ou levando seus negócios em nuvem (do ponto de vista tecnológico) para o próximo nível". Analistas do Citigroup observaram que a execução da SAP na nuvem após adquirir a Success Factors e a Ariba tem sido muito bem sucedida e "se a SAP pode trazer execução semelhante com esta transação, nós pensamos que o negócio, mesmo a um preço exorbitante, valerá a pena."

Detalhes do negócio

Conforme os termos do acordo, a SAP comprará todas as ações em circulação da Concur por US$ 129 a ação, o que representa um prêmio de 20% em relação ao preço dos papéis no fechamento da última quarta-feira, 17. O negócio, que permitirá à SAP expandir seus softwares relacionados com viagens para hotéis e serviços de turismo, deve ser concluído entre o quarto trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2015, sujeito às aprovações regulatórias e de acionistas.

De acordo com a consultoria Dealogic, a compra da Concour pode ser a aquisição mais cara da história da SAP, desde que comprou a Sybase, em 2010, por US$ 7,1 bilhões. A transação também se configura dentre os dez maiores negócios de software, junto com a compra da Autonomy pela HP, por US$ 11,7 bilhões e da PeopleSoft pela Oracle, por US$ 10 bilhões. Com informações de agências internacionais. Leia mais em tiinside 19/9/014



Kantar Health adquire empresa no Brasil

Divisão WPP Kantar Health adquiriu  empresa brasileira de pesquisa em saúde Evidências , por uma quantia não revelada.

A empresa Evidências com suas duas unidades, Focus Assistência Médica S / S Ltda. e Classe Assistência Médica S / S Ltda.,  teve receitas não auditadas para o ano de 2013,  R$ 5,8 milhões (US $ 2.47m). A empresa com sede em Campinas foi fundada em 1998, e emprega 22 pessoas. Com clientes em todos os segmentos do mercado brasileiro de saúde, com atuação em uma gama variada de serviços, cursos e treinamentos, análise de casos de alta complexidade em saúde, auditoria de contas médicas em oncologia, consultoria para sociedades de especialidades, estudos econômicos e projetos de farmacoeconomia. Leia mais em WPP 15/09/2014



Uniasselvi, da Kroton, pode ser vendida por R$ 1 bilhão

A Kroton Educacional já deu os primeiros passos para a venda da Uniasselvi. A empresa se comprometeu a vender o negócio em um acordo com o conselho administrativo de Defesa Econômica (Cade) após a fusão com a Anhanguera.

Segundo uma fonte próxima à operação, a Kroton contratou os bancos BTG Pactual e Itaú BBA como assessores financeiros e o valor do ativo pode superar R$ 1 bilhão. Estadao Leia mais em Yahoo 19/09/2014



Varejista online europeia Zalando indica faixa de preço para IPO

A Zalando, maior varejista online de moda da Europa, precificou na quarta-feira sua oferta pública inicial na faixa entre 18 e 22,5 euros por ação, o que pode avaliar a empresa em até 5,6 bilhões de euros (7,2 bilhões de dólares).

A empresa com sede em Berlim disse que busca levantar de 507 milhões a 633 milhões de euros (655,2 milhões a 814,29 milhões de dólares), incluindo a potencial venda de lote suplementar de ações.

A oferta representará cerca de 11,3 por cento da empresa se todas as ações forem colocadas, e deve ser uma das maiores listagens de tecnologia da Alemanha em anos.

A Zalando, que começou em 2008 com a venda de sapatos, se transformou em um varejista de moda em geral, com a oferta de produtos de 1.500 marcas para clientes em 15 países. A empresa foi inspirada na varejista de calçados e roupas Zappos.com, dos Estados Unidos, que agora é de propriedade da Amazon.com.

A listagem integra uma temporada movimentada de IPOs de e-commerce, com a gigante chinesa Alibaba posicionada para seu IPO, bem como empresa alemã de capital de risco Rocket Internet, que ajudou a lançar a Zalando e continua a ser uma de suas principais acionistas.

Na semana passada, a Rocket traçou planos para uma listagem em bolsa que pode avaliar a companhia em 5 bilhões de euros. No Brasil, a empresa controla a Dafiti, que ocupa o primeiro lugar no varejo de moda online do país. (Por Eric Auchard e Alexander Hübner) Reuters Leia mais em Uol 18/09/2014



Qual investidor sua empresa precisa?

Atualmente, muito se fala sobre investimento anjo, Fundos de Investimentos, Empresas de Participações, Club Deals/Investiment club, entre outros diversos tipos de investimentos. Com tantas opções disponíveis no Brasil é difícil escolher qual é a ideal para o seu negócio.

Muito vai depender do estágio que sua empresa se encontra, mas algumas informações importantes devem ser apuradas na hora de identificar quem é o parceiro investidor certo para o seu negócio.

Confira o perfil de alguns dos principais tipos de investimentos que podem ajudar a alavancar a sua empresa:

Investidor-anjo

De modo geral, esse investidor aporta seus recursos no momento da validação do negócio ou no pós-validação. O estágio de validação é quando o empreendedor ainda não testou ou desenvolveu seu produto inovador e coloca os recursos para viabilizar que seja construído seu MVP (Produto Mínimo Viável) e teste-o no mercado. O pós-validação é quando o empreendedor já desenvolveu seu produto e está começando a vender ou está disponível para iniciar as vendas em curto prazo. Os aportes variam de R$ 100 mil a R$ 500 mil.

Fundos de Investimentos

Fundos de Seed/Early Stage investem em empresas que já contam com uma tecnologia desenvolvida ou com um modelo de negócio validado. Está validação é mensurada, na maioria das vezes, pela venda – conhecida como validação por mercado. É importante destacar que no Brasil o conceito de Early Stage engloba empresas que possuem do faturamento zero a R$ 3,6 milhões.

Nessas situações, o Fundo é mais flexível e podem aportar de R$ 1 milhão a R$ 6 milhões. Esse tipo de investimento é feito em partes (tranches), que são liberadas quando o empreendedor atinge metas pré-acordadas e estabelecidas em contrato.

Empresas de Participações

Há muitas empresas com esse perfil, mas ainda são poucas as que destinam seus recursos para startups. As empresas de participações assimilam-se mais aos Fundos Seed/Early Stage, e a grande diferença é que elas investem recursos próprios, enquanto os Fundos investem recursos dos cotistas. É possível identificar que as empresas de participações no Brasil – com foco em startups – aportam de R$ 500 mil a R$ 4 milhões.

Club Deals/Investment clubs

O termo tem origem norte-americana e pode ser traduzido como uma “vaquinha entre amigos”. Geralmente quem organiza um Club Deal é um investidor “líder”. Ele aciona sua rede de relacionamento com uma oportunidade específica – geralmente contatos de 1º e 2º graus, e um investidor valida e referencia o outro.

Quando o Club Deal é organizado pelo empreendedor, alguns investidores podem ter certas dúvidas. Muitos questionam: “vou ser sócio de mais quem? Quem mais ele está chamando para este investimento?”.

Se você possui um investidor interessado no seu negócio, mas o aporte financeiro está alto para ele arcar sozinho, sugira um modelo de Club Deal. Com certeza você terá bons resultados.

Como varia de caso para caso, não existe um montante de investimento específico nesse tipo de negócio. Mas, normalmente, os aportes são superiores a R$ 500 mil – caso contrário, não justifica o esforço de captação.

  Para fazer a escolha certa, as informações gerais aqui apresentadas vão contribuir na caminhada do empreendedor, em busca de um investidor. Mas é importante pesquisar bastante e testar todas as alternativas, antes de tomar uma decisão. E bons negócios! Autor Bruno Ghizoni é sócio da Portbank Capital, criador do Concurso Acelera Startup e coordenador do Comitê de Investimento em Inovação do CJE-FIESP. Leia mais em Baguete 19/09/2014