23 julho 2016

Empresa de drones de Israel estaria próxima da compra de ativos da Odebrecht

Elbit Systems, empresa de defesa israelense conhecida por fazer drones e sistemas eletrônicos para aviação, planeja comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia no Brasil... Bloomberg - Leia mais em expoonews 22/07/2016

23 julho 2016



CPFL vê disputa por ativos da Eletrobras e onda de fusões e aquisições em energia

As primeiras medidas do governo interino do presidente Michel Temer têm melhorado o ambiente regulatório do setor elétrico, o que deverá movimentar o segmento com diversas operações de fusões e aquisições, afirmou nesta sexta-feira o presidente da CPFL Energia, André Dorf, que vê disputa também por ativos que a Eletrobras quer vender, caso a estatal consiga estabelecer um preço atrativo para as transações.

"Combinando a estabilidade regulatória e essa mudança de postura (do governo) abre uma avenida para outras discussões que são mais estratégicas para o setor, como a consolidação e as privatizações.
Vai ter um ambiente favorável para atração de investidores estrangeiros... Até o início do ano, a questão regulatória travava... Agora começa a ter mais convergência de preços entre vendedor e comprador", afirmou Dorf, que assumiu a presidência da CPFL em 1 de julho.  Por Luciano Costa  (Edição de Gustavo Bonato)  Reuters Leia mais em dci 22/07/2016




Fundo de capitais adquire cota maioritária do laboratório de genética Igenomix

Com a entrada do fundo britânico de capital de risco Charme Capital Partners, Igenomix recebe recursos adicionais para pesquisa científica e anuncia saída dos sócios fundadores do grupo IVI.

O fundo britânico de capital de risco Charme Capital Partners anuncia a compra de cotas maioritárias do laboratório de genética de reprodução humana Igenomix, uma das principais referências do setor, que com o aporte extra para investimento em pesquisa e desenvolvimento promete avançar ainda mais rápido na tecnologia dos serviços e testes genéticos que oferece. Igenomix nasceu como spin of do IVI (Instituto Valenciano de Infertilidade) em 2012. De origem espanhola, o laboratório tem unidades em Miami, Nova York, México, São Paulo e Nova Deli, além da cede em Valência. Com a entrada do fundo de capitais, o Grupo IVI deixa de ter participação nas operações da Igenomix.

Igenomix vem registrando taxas de crescimento anuais de mais de 50%. O sucesso do laboratório que presta serviços às clínicas de fertilidade e também diretamente a pacientes, tem como principal diferencial o renomado cientista Prof. Carlos Simón, professor na Universidade de Stanford e Universidade de Valência, que está por detrás de inovações que garantiram patentes e avanços científicos fundamentais para a melhoria dos tratamentos de reprodução humana a nível mundial. O potencial científico da Igenomix se fortalece ainda mais com a incorporação de outra grande personalidade na área científica no conselho administrativo: Graham Snudeen, cofundador da BlueGnome, empresa que nasceu na Universidade de Cambridge e foi adquirida pela também gigante na área de genética Illumina.

“O faturamento da Igenomix este ano ultrapassará os 30 milhões de euros, além disso, o laboratório é proprietário de um know-how único e uma equipe diretiva de primeiro nível. Nossas expectativas são contribuir na continuidade da expansão dos laboratórios e chegar a novos mercados como China e Russia”, comentam Francisco Churtichaga e Tommaso Beolchini, responsáveis da Charme Capital Partners, ao anunciar a notícia.

Dra. Marcia Riboldi, diretora da Igenomix Brasil comemora o início de uma nova fase da Igenomix: “Estamos viabilizando um crescimento que vai facilitar o objetivo principal da empresa, que é prezar pela personalização na busca do sonho de cada casal que precisa de tratamento de reprodução humana. A única maneira possível de realizarmos esse sonho é investindo cada vez mais em projetos de pesquisas em busca de novos produtos para nossos pacientes”.

Operação indica uma aceleração dos avanços científicos na genética de reprodução humana

Além de não perder seu principal diferencial, que são as mentes brilhantes que lideram seus projetos de pesquisa científica, a Igenomix incorpora outro ícone vivo da história da genética da reprodução humana que é Graham Snudeen, o cientista que comandou o processo investigativo que deu origem à amplificação do DNA nas células do embrião, essencial nos testes de diagnóstico de embrião, que em sua evolução levou à técnica de CGH-array.

A técnica CGH-array foi a primeira técnica capaz de analisar os 24 cromossomos e marcou um antes e um depois no diagnóstico genético pré-implantacional de embriões ao detectar com precisão antes da gravidez alterações que poderiam impedir o desenvolvimento do embrião ou provocar o nascimento de bebês com doenças, como a síndrome de Down. Incorporada clinicamente desde 2008, CGH-array ainda é amplamente utilizada e permitiu a continuidade da evolução para técnicas mais avançadas como a NGS (sequenciamento de nova geração), que é a tecnologia adotada como padrão pela Igenomix.

“Com a chegada desta nova etapa, nossos projetos de pesquisa em andamento como testes não invasivos de receptividade endometrial e de diagnóstico genético pré-implantacional de embriões, assim como outros testes genéticos que marcarão o futuro dos tratamentos de reprodução humana personalizados com altas taxas de implantação e gravidez poderão ser disponibilizados com mais rapidez, já que terão mais recursos de investigação e desenvolvimento” afirma Dra. Marcia.  por:  Sirlene Zamboni Leia mais em segs 22/07/2016



Compra do Yahoo pela Verizon deve acontecer nos próximos dias

A novela da venda do Yahoo para a Verizon pode estar perto do fim. É o que afirmam fontes ligadas ao negócio, que revelaram que a aquisição pode ser concluída já na próxima semana, com a empresa de internet já estando em fase de finalização do acordo com a operadora, em um negócio que teria um valor estimado superior aos US$ 3 bilhões.

Nada foi confirmado, e o andamento da aquisição poderia até mudar de repente, mas tanto especialistas de mercado quanto as fontes que vazaram a informação afirmam que a Verizon é a compradora mais provável para o Yahoo. Ela já havia se mostrado interessada no negócio antes mesmo de sua abertura oficial, quando a CEO Marissa Mayer ainda tentava reerguer a companhia com suas próprias armas, enquanto sofria a pressão de um grupo de acionistas pela venda.

Entretanto, ainda existem pontos a serem discutidos, principalmente, a noção de que a Verizon estaria interessada apenas nos negócios de internet do Yahoo – o que envolve também seus serviços de publicidade e vídeo por streaming. Outros investimentos, como os imóveis possuídos pela companhia de internet ou as patentes de tecnologia registradas, podem acabar ficando de fora, em um desfecho que não seria interessante para diretores e acionistas mais antigos da companhia. Sozinhos, eles não teriam tanto valor, e acabariam se transformando em elefantes brancos.

Já para a Verizon, a ideia é justamente intensificar sua presença na internet, trazendo mais dados, usuários e oportunidades para uma plataforma de publicidade que já existe na AOL, também adquirida há alguns anos pela operadora. Com a compra do Yahoo, a intenção é criar uma plataforma de marketing que poderia fazer frente a nomes como Facebook e Google, algo que nenhuma das empresas jamais seria capaz de atingir sozinhas.

Se o valor a ser pago soou baixo demais para o Yahoo, é sempre importante citar que, aqui, estamos falando apenas das operações de internet da empresa, sem contar, por exemplo, a grande fatia que ela possui no Alibaba, o gigante do e-commerce chinês. Na soma de todas as suas atividades, a companhia teria um valor de mercado em torno dos US$ 37 bilhões, mas analistas discordam quanto à avaliação do segmento online, variando entre otimistas US$ 5 bilhões até os cerca de US$ 3 bilhões que podem ser pagos pela Verizon.

A compra somente do segmento de internet, então, significaria que todas essas operações seriam separadas de sua estrutura central. As mais de três mil patentes registradas, por exemplo, já teriam sido divididas sob uma subsidiária chamada Excalibur, e o Yahoo já teria até mesmo contratado um banco para realizar sua negociação separadamente. Enquanto isso, a intenção de criar uma holding para lidar apenas com as ações do Alibaba caiu por terra diante da alta carga tributária envolvida em um negócio desse tipo, e a dificuldade de se trabalhar com o governo.

O rumor já elevou os ânimos do mercado. Nesta sexta-feira (22), as ações do Yahoo tiveram alta de 1,18%, enquanto as da Verizon tiveram ganho semelhante, de 1,3%. A empresa de internet, entretanto, não comentou sobre os rumores, afirmando que o silêncio é necessário para manter a integridade do processo de negociação. Leia mais em corporate.canaltech 22/07/2016



Advent pode vender fatia em Terminal de Paranaguá

Porto de Paranaguá: venda pode avaliar a TCP em até US$ 1,2 bilhão, disseram as fontes

A Advent International, empresa de private equity com sede em Boston, avalia a venda de sua participação na empresa Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

A empresa de aquisições trabalha com o Morgan Stanley para examinar opções estratégicas para a companhia, disseram as pessoas, que pediram anonimato por não estarem autorizadas a falar publicamente.

A venda pode avaliar a TCP em até US$ 1,2 bilhão, disseram as pessoas.

Em janeiro de 2011, a Advent acertou a compra de 50 por cento da TCP, operadora do segundo terminal de contêineres de maior movimentação do país.

A transação avaliou a companhia em US$ 1 bilhão, disseram na época pessoas com conhecimento do assunto. A Advent se comprometeu a aumentar a capacidade e a comprar novos equipamentos para o terminal como parte do negócio.

A TCP foi criada em 1998 após vencer a licitação do terminal de contêineres do porto de Paranaguá, realizada pelo governo do estado do Paraná, segundo o site da empresa.

O terminal tem capacidade de movimentar cerca de 1,5 milhão de contêineres de carga por ano e atende a mais de 4.400 clientes, na exportação e na importação, mostra seu site.

Nenhuma decisão final foi tomada e a Advent poderia optar por manter sua participação, disse uma das pessoas. Representantes da Advent, do Morgan Stanley e da TCP não quiseram comentar.

Uma possível venda se somaria aos US$ 120,9 bilhões em disposições de ativos de private equity globalmente neste ano, segundo dados compilados pela Bloomberg.

O total é 15 por cento inferior aos US$ 141,8 bilhões em vendas registradas no mesmo período do ano passado, mostram os dados.

A movimentação do porto de Paranaguá subiu 3,3 por cento no ano passado, para 782.346 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, ou 6,09 metros), segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Com isso, registra a segunda maior movimentação de contêineres do país, atrás apenas do porto de Santos, que movimentou 3,6 milhões de TEUs, mostram dados da ONU. Vinicy Chan e Kiel Porter, da Bloomberg Leia mais em exame 22/07/2016



A Joy Global anuncia contrato para ser adquirida pela Komatsu em transação no valor de USD 3,7 bilhões em dinheiro

Oferece prêmio monetário considerável aos acionistas da Joy Global

Komatsu comprometida com o crescimento a longo prazo da Joy Global, que operará como uma subsidiária separada da Komatsu

Joy Global Inc. (NYSE: JOY) (“Joy Global”), líder mundial em soluções de mineração de alta produtividade, anunciou hoje que o seu Conselho de Administração aprovou unanimemente um contrato de fusão final no qual a Komatsu America Corp., uma subsidiária da Komatsu Ltd. (TYO: 6301) (“Komatsu”), adquirirá a Joy Global numa transação avaliada em aproximadamente USD 3,7 bilhões, que inclui o endividamento em aberto da Joy Global. De acordo com os termos do contrato, os acionistas da Joy Global receberão USD 28,30 em dinheiro por ação, por ação emitida das ações ordinárias proprietárias, representando um prêmio de 48% sobre o valor de fechamento médio ponderado das ações ordinárias da Joy Global, no volume de transações dos últimos noventa dias, e um prêmio de 41% sobre o valor de fechamento médio ponderado das ações ordinárias da Joy Global, no volume de transações dos últimos sessenta dias antes de 21 de julho de 2016.... Leia mais em businesswire 22/07/2016



CPFL vê caminho aberto para aquisições no setor elétrico enquanto aguarda chineses

O setor elétrico do Brasil deverá ter intensa movimentação a partir deste segundo semestre, com diversas operações de fusões e aquisições sendo destravadas por melhorias na regulação, afirmou nesta sexta-feira o presidente da CPFL Energia, maior elétrica privada do país, que poderá ter em breve a chinesa State Grid como controladora.

Segundo André Dorf, deverá haver uma retomada na atração de investidores estrangeiros devido à postura mais alinhado ao mercado do governo interino do presidente Michel Temer, o que poderá gerar interesse mesmo por ativos da combalida estatal federal Eletrobras, que decidiu privatizar até o final de 2017 todas suas distribuidoras de energia, além de tentar se desfazer também de ativos de geração e transmissão.

"Combinando a estabilidade regulatória e essa mudança de postura (do governo), abre uma avenida para outras discussões que são mais estratégica para o setor, como a consolidação e as privatizações... vai ter um ambiente favorável para atração de investidores estrangeiros... até o início do ano, a questão regulatória travava... agora começa a ter mais convergência de preços entre vendedor e comprador", afirmou Dorf.

O executivo, que assumiu a presidência da CPFL em 1 de julho, preferiu não dar muitos detalhes sobre o interesse da companhia nas oportunidades que poderão aparecer nesse contexto.

Segundo ele, a CPFL avaliará todas oportunidades, mas a estratégia dependerá, em parte, da visão dos chineses sobre o negócio.

A State Grid ofereceu cerca de 5,8 bilhões de reais pela fatia de uma das controladoras da CPFL, a Camargo Corrêa, e estendeu a proposta também ao restante do bloco de controle, formado por Previ e Bonaire.

"Para nós, existem dois cenários prováveis. Ou só a Camargo vende sua fatia e seguimos nossa rota... outra possibilidade é todos venderem. É uma alternativa igualmente empolgante... mas a gente não conhece ainda a estratégia deles (chineses) para a CPFL", afirmou Dorf. Ele também não quis comentar prazos para o andamento da transação.

Segundo ele, a CPFL possui possibilidades de expansão em geração convencional, com hidrelétricas e termelétricas, com foco em oportunidades de aquisição; em renováveis, por meio de novos projetos ou aquisições de sua subsidiária CPFL Renováveis; e em distribuição, segmento no qual a companhia avaliará ativos que venham a ser oferecidos ao mercado.

A CPFL analisará inclusive as distribuidoras que a Eletrobras pretende vender, que segundo Dorf podem atrair competição de investidores caso o preço dos ativos seja bem definido. "Ao preço certo deve ter disputa, sim. Tem muita gente olhando para o Brasil", afirmou.  Por Luciano Costa (Reuters) - Leia mais em r7 22/07/2016



22 julho 2016

Sócia do Bradesco, NCF Participações pede registro de companhia aberta

A NCF Participações, veículo de investimentos de sócios do Bradesco, submeteu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro de companhia aberta.

A NCF Participações é uma das holdings controladoras do Bradesco, detendo 8,42 por cento das ações ordinárias e 2,23 por cento das preferenciais do banco, o que equivale a 5,33 por cento do capital da instituição, segundo dados da BM&FBovespa.

A NCF também tem 9,33 por cento da Bradespar, empresa de participações não financeiras do grupo, que inclui entre outras uma fatia na Vale.

No ano passado, a NCF levantou 5 bilhões de reais por meio de uma emissão de debêntures, lote todo comprado pelo Banco do Brasil. O uso dos recursos da captação não foi detalhado. Reuters Leia mais em uol 22/07/2016

22 julho 2016



L'Oréal compra americana IT Cosmetics por US$ 1,2 bilhões

A L'Oréal vai comprar a IT Cosmetics por US$ 1,2 bilhão, em espécie. O acordo vai acrescentar mais de 300 pordutos de cuidado com a pele e maquiagem à linha da empresa francesa. A IT, apoiada pela TSG Consumer Partners, tem foco em mulheres com problemas de pele sérios e vai integrar a divisão de luxo da L’Oréal, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira. A empresa americana vai manter sua sede em Jersey City, em Nova Jersey.

l'oreal

A L’Oréal conta com a aquisição para ajudar a impulsionar o crescimento em tempos de desaceleração em mercados na Ásia e América Latina. A IT Cosmetics, cofundada em 2008 por uma ex-âncora de TV e uma vencedora de concurso de beleza, aumentou suas vendas em 56%, para US$ 182 milhões nos últimos 12 meses encerrados em junho, de acordo com o comunicado. Em 2010, o resultado havia sido de US$ 1 milhão.

“A marca ganhou devoção de seus consumidores altamente engajados e vemos potencial para crescimento significante nos próximos anos”, disse o chefe da L’Oréal dos Estados Unidos, Frederic Roze, no anúncio.

PROBLEMAS DE PELE

A IT Cosmetics foi criada por Jamie Kern Lima e seu mario, que começaram a vender maquiagem a partir de seu apartamento na Califórnia. O negócio deu certo com cirurgiões plásticos desenvolvendo os cosméticos, mirando os produtos em mulheres preocupadas com problemas de pele.

L’Oréal fez sua maior aquisição em 2008, quando comprou a YSL Beauté por US$ 1,7 bilhões. A empresa também pagou US$ 4,6 bilhões para recomprar suas próprias ações da Nestlé em 2014. As ações da empresa de cosméticos já acumulam alta de 12% este ano em Paris.

A companhia, sediada na capital francesa, depende mais fortemente do mercado americano para crescer, compensando uma esfriamento nas vendas de cosméticos de luxo em Hong Kong e no Brasil.

O acordo é um ganho para a TSG Consumer Partners, empresa de private equity com cerca de US$ 5 bilhões em ativos sob sua gestão. A empresa fez seu nome ao investir em marcas de consumo e está expandindo seu portfólio de beleza e moda. Leia mais em oparana 22/07/2016






Petrobras aprova venda de rede no Chile para Southern Cross

A Petrobras informou que fechou contrato para a venda da companhia de distribuição de combustíveis Petrobras Chile Distribuición (PCD) à empresa de private equity Southern Cross Group.

Em 3 de maio, a estatal havia informado que havia fechado acordo sobre os principais termos e condições para a transação... Leia mais em Valor Econômico 22/07/2016
=====

Concluímos as negociações para a venda da subsidiária do Chile

Concluímos as negociações, com a Southern Cross Group, dos principais termos e condições para a venda de 100% da Petrobras Chile Distribución (PCD), detida pela Petrobras Caribe Ltd.

A PCD é a nossa companhia de distribuição de combustíveis no Chile e possui 279 postos de serviço, além de oito terminais de distribuição de combustíveis, operações em 11 aeroportos, participação em duas empresas de logística e uma planta de lubrificantes.

A Southern Cross Group é uma companhia de private equity fundada em 1998, com US$ 2,9 bilhões em ativos sob gestão e foco em investimentos na América Latina. A empresa atua nos setores industriais, de serviços, logística e de produtos de consumo.

Após os ajustes acordados entre as partes, o valor final da operação deverá ser de aproximadamente US$ 490 milhões.

Esta operação, conduzida por meio de processo competitivo, faz parte do Programa de Desinvestimentos previsto no nosso Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. Sua aprovação final está sujeita à assinatura de um contrato definitivo; à deliberação e aprovação de seus termos e condições finais por nossa Diretoria Executiva e nosso Conselho de Administração; pelo Comitê Executivo da Southern Cross, bem como à obtenção das aprovações regulatórias aplicáveis. Leia mais em pretrobas 22/07/2016





Eletrobras abre caminho para privatização de distribuidoras no Norte e Nordeste

O governo federal, acionista majoritário da Eletrobras, deu aval à privatização de seis distribuidoras de energia do grupo que atendem Estados do Norte e Nordeste do país, que deverão ser vendidas até dezembro de 2017, segundo comunicado da estatal com resultados de assembleia geral de acionistas realizada nesta sexta-feira no Rio de Janeiro.

A venda das subsidiárias ocorrerá, no entanto, apenas se as empresas receberem, da União ou por meio de aumento de tarifa, recursos financeiros para manter operações e fazer investimentos.
(Por Gustavo Bonato)  Reuters - Leia mais em yahoo 22/07/2016



Goldman Sachs investirá R$600 mi em expansão de empresa de guarda-móveis no Brasil

O banco norte-americano Goldman Sachs vai investir 600 milhões de reais na expansão da empresa brasileira de locação de espaços para armazenagem Metrofit nos próximos 5 a 6 anos, de olho no potencial de crescimento de longo prazo da economia do Brasil.

A Metrofit é resultado de uma joint-venture entre a gestora brasileira de ativos imobiliários TRX com a norte-americana especializada no segmento Metro Self Storage. O plano da empresa é desenvolver 8 a 10 espaços de armazenagem por ano nos próximos 5 a 6 anos nas principais capitais do país, disse o presidente-executivo do grupo TRX, Luiz Augusto do Amaral.

Ele evitou comentar qual será a participação a ser assumida pelo Goldman Sachs na Metrofit, apesar de informar o montante a ser investido pelo banco. Segundo ele, nenhum dos dois sócios atuais da joint-venture está reduzindo sua participação no negócio.

A Metrofit foi fundada em 2012 para disputar o ainda pouco explorado mercado de guarda-móveis no Brasil, bastante difundido em países como os Estados Unidos. O segmento, porém, tem passado por franca expansão.

Em março, a GoodStorage anunciou que vai investir 500 milhões de reais na compra de cerca de 30 imóveis no país nos próximos três anos. A empresa tem entre os sócios a gestora de private equity HSI Investimentos e o fundo global de investimentos Evergreen Real Estate Partners. Já a GuardeAqui, controlada pela Equity International, empresa de private equity do bilionário Sam Zell, disse em maio que avalia cerca de 120 ativos no país, com foco nas regiões Sul e Sudeste.

Parte da expansão decorre da tendência de encolhimento da área útil dos apartamentos, crescimento do comércio eletrônico e barateamento dos ativos imobiliários em meio à recessão do país.

"A perspectiva é positiva para setor self-storage. O investimento do Goldman Sachs não é um movimento de compra de ativos estressados. O banco está vendo no Brasil uma perspectiva de melhora no longo prazo e está apostando no desenvolvimento de um plano imobiliário", disse Amaral. "Estamos em 2016 com um monte de imóveis prontos, mas com preços muito abaixo do projetado. Para nós, o momento de iniciar o ciclo de desenvolvimento é agora."

Atualmente, a Metrofit tem duas unidades prontas de self-storage, uma na cidade de São Paulo e outra em Santo André (SP). A empresa está preparando outras duas unidades também no Estado de São Paulo, uma em São Caetano do Sul e outra em Barueri. A empresa desenvolve atualmente 23 mil metros quadrados de área bruta locável dos quais 18 mil estão ativos. Com o aporte do Goldman Sachs, a área será expandida para entre 250 mil e 300 mil metros quadrados, disse Amaral.
Segundo o executivo, o plano de investimento prevê o desenvolvimento de ativos, mas pode ser ajustado para, por exemplo, incluir aquisição de capacidade de rivais. "Potencialmente poderemos partir para aquisições o no setor", disse Amaral. Por Alberto Alerigi Jr. - Reuters) - Leia mais em Yahoo 22/07/2016