17 dezembro 2014

Abilio Diniz acerta compra de 10% do Carrefour Brasil por cerca de 500 mi a 600 mi de euros, diz

O empresário Abilio Diniz está de volta ao setor varejista. O empresário acertou a compra de 10 por cento do Carrefour Brasil por uma cifra entre 500 milhões e 600 milhões de euros, disse à Reuters nesta quarta-feira uma fonte a par do assunto.

O negócio acontece pouco mais de um ano depois de Abilio ter deixado a presidência do Conselho de Administração do Pão de Açúcar, maior varejista do Brasil fundada por seu pai em 1948 e cujo controle foi vendido ao francês Casino, principal rival do Carrefour na Europa.

Segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, o acordo entre Abilio e o Carrefour Brasil não envolve operações da rede de lojas Atacadão.

Pelos termos acertados, o empresário, que preside atualmente o Conselho de Administração da empresa de alimentos BRF, terá direito de indicar dois membros para o Conselho de Administração do Carrefour Brasil, mas não terá presença direta na gestão da varejista.

Procuradas, as assessorias de comunicação da Península, que administra os investimentos da família Diniz, e do Carrefour Brasil disseram que não comentariam rumores de mercado.

Antes de passar o controle do Pão de Açúcar ao Casino, em meados de 2012, Abilio fracassou em uma tentativa de unir o Pão de Açúcar ao Carrefour Brasil. A iniciativa de Abilio irritou o então sócio Casino, que acusou o empresário de tentar minar o acordo de acionistas na holding de controle do Pão de Açúcar.

Quando saiu definitivamente do Pão de Açúcar, em setembro de 2013, Abilio e Casino encerraram todos os litígios que tinham entre si e o empresário foi liberado de uma cláusula contratual que o impedia de competir com o Pão de Açúcar.  Por Guillermo Parra-Bernal Reuters Leia mais em Bol.Uol 17/12/2014

17 dezembro 2014



Tecnologia da Informação lidera fusões e aquisições no Brasil em 2014

Área respondeu por 132 negócios fechados. Entre janeiro e novembro foram feitas no país, em todos os segmentos, 791 transações, número 8,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado

O número de fusões e aquisições feitas no Brasil, no período de janeiro a novembro de 2014, chegou a 791 transações, alta de 8,2% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com o mais recente relatório da PricewaterhouseCoopers (PwC). Até o final do ano haverá no mínimo 4,3% mais transações do que em 2013, ultrapassando a marca de 812 operações feitas em todo o ano passado. O valor médio das transações no Brasil é de US$ 60 milhões. Somente no mês de novembro foram 74 novas iniciativas anunciadas pelo mercado. O segmento de TI lidera o volume de negócios nos onze meses de 2014, com 132 operações, 52% acima do registrado no mesmo período do ano passado. O mercado tem um movimento de consolidação superior ao de outros setores pela necessidade de ganho de atualização constante, diz Alessandro Ribeiro, sócio da PwC Brasil.

“Este é um setor que busca cada vez mais ganhos de eficiência, complemento de portfólio e redução de custos, além, claro, de desenvolvimento e manutenção no mercado.Na linha dos setores que mais estão anunciando fusões e aquisições, depois de TI, aparecem os Serviços Auxiliares, que são as empresas de call center, consultorias, agências de publicidade, laboratórios e outros, com 77 negócios fechados; os bancos, com 74 transações; e o varejo, com 59 movimentos”, diz Ribeiro.
Entre os destaques no setor de TI, a Ascenty, que recebeu uma nova captação de recursos da Gret Hill Partners e do Banco Itaú BBA, equivalente a R$ 325 milhões, e o Accel Partners,que juntamente com o fundo brasileiro Monashee e o fundo da Endeavor, comprou 100% das ações da empresa Neoway Tecnologia.

No caso do Varejo, o executivo destaca que as 59 transações no setor em 11 meses foram inferiores ao registrado no ano passado, quando foram fechados 78 negócios.

“Alguns setores do varejo apresentaram um desaquecimento. No caso do setor de shopping centers, em 2013 foram 19 transações contra oito desse ano. A realidade deste segmento é de vender operações que não dão o retorno desejado ou que não se encaixam no portfólio. Das oito operações neste mercado feitas até outubro, por exemplo, sete foram com empresas financeiras e apenas uma para empreendedores do setor, caso da venda do Fashion Mall, no Rio, da BR Malls, a um grupo que atua no mercado de shoppings”, diz o sócio da PwC.

Os fundos de investimento estão cada vez mais interessados em operações brasileiras, afirma Ribeiro. O ambiente econômico, diz ele, é próprio para negociações no Brasil. Ele cita, ainda no setor de shoppings, a compra de 36% do JK Iguatemi, do Grupo Jereissati, pela TIAA-Cref (Fundo de Pensão dos Professores Universitários dos Estados Unidos) e uma parte do shopping Metrô Tatuapé, da BR Malls, por um investidor privado.

“É uma participação que continua ativa e que tem muitas questões que são levadas em conta. Uma delas é que a perspectiva destes fundos é de longo prazo, enquanto a expectativa do dono da empresa brasileira é diferente. Estes fundos, a grosso modo, estão em busca de setores com boa perspectiva de crescimento”, acrescenta Ribeiro. Do total de participações de fundos de private equity,58% são de fundos estrangeiros e 42% de fundos nacionais, mostra o relatório, que também aponta que as aquisições de participação majoritária lideram a procura no mercado brasileiro,com 48,8% do total de transações anunciadas de janeiro a novembro.

Para 2015, Ribeiro prevê um ritmo pelo menos semelhante ao de 2014 no mercado. “Mesmo com a Copa e o período de eleições, não vimos uma retração na velocidade de transações. Pelo contrário. Por isso, acredito que vamos manter o patamar de negociações”, diz.  Por Erica Ribeiro Leia mais em brasileconomico 17/12/2014



Grupo americano Kantar assume controle do Ibope

O grupo americano Kantar assumiu o controle do Ibope, principal empresa de medição de audiência no país e líder de mercado na América Latina, informaram nesta quarta-feira as duas companhias em São Paulo.

Não foram divulgados números sobre a aquisição. A compra foi realizada através da Kantar Media, subsidiária do grupo que também atua no mercado de medição de audiência de meios de comunicação.
"O negócio concretiza a posição da Kantar Media como líder de mercado em medição de audiência de televisão em 48 países", aponta a nota.

A marca Ibope, fundada há 72 anos, será mantida e o atual presidente, Orlando Lopes, continuará à frente da empresa, passando a integrar o Conselho de Administração da Kantar Media. Ele se reportará diretamente ao presidente da subsidiária americana, Andy Brown.

As duas empresas desenvolviam projetos conjuntos há 17 anos. Nos últimos 18 meses, a Kantar Media adquiriu também empresas do setor como o Data Republic e Precise, antiga subsidiária da Civolution, além de participar do capital da Rentrak, especializada no mercado americano.

O Ibope, por sua parte, atua em 12 países: Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Uruguai e Brasil, onde tem 14 escritórios regionais, além de outro para o mercado hispânico em Miami. EFE Leia mais em Yahoo 17/12/2014



Pixeon compra Medicware e entra em hospitais

Empresa quer ser ‘maior empresa de softwares para a saúde do país’ em cinco anos e, com PEP e HIS, entra no mercado de sistemas de gestão

Já faz pouco mais de um ano: foi em novembro de 2013 que a Pixeon, desenvolvedora brasileira de sistemas para medicina diagnóstica e laboratorial, como PACS, RIS e LIS, anunciou um aporte de R$ 50 milhões do fundo Riverwood Capital, diluído em duas parcelas. À época, em entrevista ao Saúde Business 365, Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da companhia, era bem claro ao afirmar que o aporte serviria a dois propósitos: aumentar o volume de vendas em 40% entre 2013 e 2014, expandindo presença no Brasil e na América Latina, e fazer mais parcerias e aquisições de companhias que já atendessem o setor de medicina diagnóstica.

É justamente neste segundo ponto que o anúncio feito nesta quarta-feira (17) se encontra. Com a compra da Medicware, empresa com sede em Salvador e provedora de HIS (Hospital Information System) e soluções de Prontuário Eletrônico (PEP), Gestão Clinica e de Laboratórios, a intenção da Pixeon é se tornar “a maior empresa de softwares para saúde do País em cinco anos”, conforme alardeia o próprio comunicado oficial do negócio. O valor do negócio não foi revelado.

Com a compra, a Pixeon se torna forte competidora no mercado de sistemas de gestão hospitalares (HIS), que reúne gigantes nacionais (MV Sistemas, Totvs) e multinacionais (Philips, Agfa, Cerner). Entre as instituições que participaram do estudo Referências da Saúde, da IT Mídia, 4,9% disseram utilizar sistemas da Medicware.

"A gente enxerga bastante oportunidade, até porque é um mercado muito grande e eles [competidores] estão focados em um nicho que, em um primeiro momento, não vai nos interessar", explica Cruz. "Vamos focar em hospitais especializados. A gente acha que vai ter um diferencial de agilidade, e agora queremos focar na agilidade de entrega e desenvolvimento de produtos, o que para uma multinacional é mais complicado."

Cruz, no entanto, é bastante lisonjeiro ao se referir à concorrência. "Temos dois grandes competidores, muito bons. Pra nós é muito bom ter competidores a altura, é bacana competir com eles."

Expansão
Não é a primeira compra da Pixeon em 2014 - que praticamente efetivou a meta de aumentar as vendas em 40% e o faturamento em mais de 30%, apesar "de todas as nuances do mercado". A catarinense Lablink, que atua no segmento de interfaceamento de equipamentos laboratoriais, foi adquirida em agosto. Com a Medicware, a Pixeon espera aprimorar o portfólio e ganhar mais presença física: são, no total, 400 funcionários espalhados em São Paulo, Florianópolis, Salvador, Recife e Belo Horizonte - além de distribuidores parceiros. Somadas, as operações da Pixeon e da Medicware chegam a 1.500 clientes no mercado nacional.

Cruz ressalta que a empresa já conta com uma rede de distribuidores bem estrutura, principalmente no Nordeste, com canais montados em Natal (RN), Recife (PE), interior da Bahia e Maceio (AL), e o desafio passa a ser construir canais em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. "Segundo a Frost & Sullivan, entre 20 e 30% dos hospitais estão informatizadas. Eles são o nosso target, assim como o setor público, as UPAs [Unidades de Pronto Atendimento] têm demandado muito. Estamos bem posicionados para atendê-los", pondera Cruz.

José Roque de Pinho, diretor de M&A da Pixeon, diz que a Medicware traz, além de forte presença nas regiões Norte e Nordeste, um produto de gestão hospitalar com propósitos “muito alinhados” com os da adquirente. Além disso, ao ingressar no segmento de gestão hospitalar, a Pixeon “triplica o mercado de atuação para R$ 1,5 bilhões”, antes os R$ 500 milhões anteriores.

A intenção da Pixeon é manter a Medicware como uma subsidiária, mantendo a marca e o portfólio "muito complementar", conforme explica Cruz. Os antigos sócios da empresa adquirida continuam na operação, o que é "bem importante", explica o CEO, uma vez que "o time é muito competente". "O que muda é basicamente a gente ter uma boa oportunidade de expansão. A Pixeon está fazendo não só a aquisição, mas investimentos na expansão (...) e na melhoria dos produtos."

O diretor comercial da MedicWare, Marcelo Kutter, também é otimista, e aposta no crescimento das duas empresas no setor de gestão de saúde. O objetivo é oferecer uma estrutura mais estável e confiável, diz.

Expectativa
Segundo Cruz, as aquisições e o crescimento estão acontecendo de forma estruturada desde novembro de 2011, quando a empresa recebeu um investimento da Intel Capital. O faturamento da empresa, diz, cresceu mais de 9 vezes e a quantidade de colaboradores saltou de 50 para mais de 400.

O executivo diz que a aquisição da Medicware e o aumento do portfólio transforma a Pixeon em uma “one stop shop software provider”, ou, em tradução livre, uma provedora de software única, com soluções que atendem a necessidade do cliente de saúde de fim a fim. O objetivo, diz, é em cinco anos alcançar o posto de maior empresa de softwares para a área da saúde do país.

"O que a gente quer ofertar para o cliente são vários produtos. Cada vez mais um hospital ou clínica quer ter um único fornecedor de sistemas", conta Cruz. "A gente acredita que ter todas estas soluções vai facilitar nossa entrada no mercado. A empresa passa a ter um porte bem mais robusto, o que dá mais segurança de continuidade da empresa para os clientes. É uma empresa muito mais sólida."

Detalhando a estratégia de portfólio da Pixeon: somados aos sistemas RIS (centros de imagem) e PACS (imagens digitais) já ofertados, entra o PEP (prontuário eletrônico), LIS (laboratórios) e HIS (hospitais), interoperáveis. Cruz acredita que a integração completa do novo portfólio deva ocorrer em 6 meses. O que não significa que o cliente que desejar múltiplos fornecedores será abandonado.

"A gente não vai obrigar o cliente a trocar", diz Cruz. "Queremos ser uma escolha pela qualidade, não por obrigação. Acredito muito na integração de produtos e que o cliente tem que buscar o que é melhor pra ele. Essa é a filosofia da empresa." Marcelo Vieira Leia mais em saudebusiness365 17/12/2014



Philips anuncia compra da americana Volcano por US$ 1,2 bilhão

Estratégia é avançar no segmento de terapia assistida por imagens. Transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2015.

O grupo holandês Philips anunciou nesta quarta-feira (17) a compra, por US$ 1,2 bilhão, da empresa americana Volcano, especializada em sistemas de imagens cardiovasculares.

A Philips propõe US$ 18 por ação, o que eleva o preço da empresa californiana a US$ 1,2 bilhão, incluindo as dívidas.

A transação, que deve ser concluída no primeiro trimestre de 2015, segue a estratégia da Philips de avançar no segmento de terapia assistida por imagens.

O conselho de administração da Volcano aprovou a negociação e recomendou a oferta aos acionistas.
A Volcano, com sede em San Diego, Califórnia, registrou em 2013 um volume de negócios de quase US$ 400 milhões. Da France Presse Leia mais em g1.globo 17/12/2014 




Google Ventures encerra ano com US$ 425 milhões aplicados em 57 startups

O Google Ventures, braço de capital de risco do gigante das buscas, divulgou o balanço de seus investimentos neste ano. Em seu site oficial, a empresa revelou que fez 57 novos investimentos e destinou US$ 425 milhões para a aceleração de negócios de empreendedores em todo o mundo.

De acordo com o relatório, mais de um terço (36%) do valor investido pelo Google Ventures neste ano foi destinado às empresas que atuam no segmento de saúde e ciências da vida. Em segundo lugar estão as startups do setor de mobilidade (27%), seguidas pelas do segmento de enterprise e dados (24%), que oferecem às empresas produtos como de segurança online, armazenamento de dados e software de análise.

Em contrapartida, o Google tem restringido seus investimentos em startups da área de internet para o consumo, as quais receberam neste ano apenas 8% dos investimentos totais, uma queda de 66% em relação a 2013, quando o Google aplicou US$ 258 milhões na startup Uber, desenvolvedora de aplicativos móveis para o setor de transporte.

Ainda segundo o balanço, o Google Ventures manterá o valor de US$ 425 milhões para investir em startups em 2015. No total, o Google Ventures já apoiou 282 empresas desde a sua fundação, há cinco anos. Leia mais em Tiinside 16/12/2014



Adyen recebe aporte de US$ 250 mi para dar continuidade à expansão internacional

A Adyen, fornecedora europeia de tecnologia para pagamentos multicanal e que iniciou operações no Brasil há três anos, recebeu aporte de US$ 250 milhões do fundo de investimento General Atlantic. A rodada de financiamento também contou com a participação da Temasek, Index Ventures e Felicis Ventures.

Segundo a empresa, o capital será utilizado para desenvolver e acelerar sua plataforma de pagamentos, bem como continuar a expandir sua presença local e global. A tecnologia oferecida pela Adyen possibilita que lojistas aceitem pagamentos em qualquer lugar do mundo.

Atualmente, mais de 3,5 mil marcas inovadoras utilizam a solução Adyen globalmente, entre elas, Facebook, Spotify e Airbnb. Leia mais em Tiinside 16/12/2014



Abilio Diniz negocia compra de até 15% em unidade brasileira do Carrefour, diz fonte

 O empresário Abilio Diniz e o Carrefour mantêm conversas sobre a compra de uma participação na unidade brasileira da rede francesa de varejo, afirmou uma fonte com conhecimento direto da situação nesta quarta-feira.

Diniz estaria negociando a compra de uma fatia de entre 10 a 15 por cento da unidade, afirmou a fonte, acrescentando que as conversas entre Carrefour e o empresário brasileiro estão em "estágio muito avançado", disse a fonte.

Segundo ela, o Carrefour vê uma colocação privada como um alternativa mais viável no momento do que uma oferta pública inicial de ações (IPO) da unidade, segunda maior varejista do Brasil.

A Reuters havia noticiado em março que o Carrefour avaliava uma captação privada de recursos no Brasil em vez de um IPO, com o empresário Abilio Diniz surgindo entre os potenciais compradores.

    Diniz, que deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar no ano passado, reduzindo significativamente sua participação na companhia fundada por seu pai, se associou à empresa de investimentos Tarpon em compras recentes de até 6 por cento das ações do Carrefour, listado na França.

Enquanto a estrutura do acordo ainda está sendo discutida, Diniz poderá obter "direitos de administração", ou o poder para ajudar a gerir a unidade brasileira do Carrefour, que inclui o Atacadão, rede de atacado de autosserviço, afirmou a fonte.

A Península Participações, empresa que reúne os investimentos de Abilio e sua família, não comentou o assunto. Uma porta-voz do Carrefour na França se recusou a comentar "especulações de mercado".

Para Abilio, um acordo com o Carrefour marcaria um retorno ao varejo supermercadista, após a transferência em 2012 do controle do GPA ao grupo francês Casino, arquirrival do Carrefour no Brasil e na França. Após se desligar do GPA no ano passado, Abilio assumiu a presidência do Conselho da empresa de alimentos processados BRF, maior produtora mundial de aves.

As relações entre Abilio e o Casino azedaram depois de o empresário iniciar conversas para uma associação entre o GPA e o Carrefour Brasil em 2011. Pelo acordo esboçado, o Carrefour obteria uma fatia no GPA assim como o Casino, que não aprovava a investida e se preparava para assumir o controle do negócio sob um acordo de acionistas fechado anteriormente com Abilio.

Segundo a fonte, os recursos obtidos com a venda da participação ajudariam o Carrefour a duelar com o GPA no competitivo mercado varejista do Brasil. Mas o Carrefour ainda não desistiu da ideia do IPO da unidade brasileira, com um envolvimento de Abilio no negócio como um investidor âncora "contribuindo fortemente em termos de visibilidade", disse a fonte.  Por Guillermo Parra-Bernal Reuters (Reportagem adicional de Marcela Ayres em São Paulo e Dominique Vidalon em Paris) Leia mais em Bol.Uol 17/12/2014



16 dezembro 2014

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 08 a 14/dez/14

Anunciadas com destaque pela imprensa 22 operações de Fusões e Aquisições no decorrer da semana de 08 a 14/dez/14.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 14 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
Principais transações.

NEGÓCIOS DA SEMANA
"Market Movers" - Brasil

  • J. Malucelli compra seguradora na Colômbia. O grupo segurador J. Malucelli deu ontem o primeiro passo de sua expansão pela América Latina, ao anunciar a compra de 51% da seguradora colombiana Cardinal. Os valores da operação não foram divulgados. "Passamos os últimos três anos mapeando oportunidades na América Latina e resolvemos priorizar a Colômbia", afirma Alexandre Malucelli, presidente do grupo. A Cardinal, assim como a J. Malucelli, é especializada em seguro garantia, apólice que cobre a entrega de uma obra ou serviço, conforme está previsto no contrato. A empresa teve um faturamento de US$ 10 milhões em prêmios neste ano. A compra vinha sendo negociada há um ano e meio. "Vamos levar mais capacidade de assumir riscos e tecnologia para a seguradora, permitindo que ela entre em um novo patamar de negócios", afirma.s 11/12/2014
  • Ser Educacional compra Universidade de Guarulhos por R$ 199,08 mi. A Ser Educacional informa que fechou na última sexta-feira, 12, contrato de compra e venda por meio do qual sua subsidiária. Centro Nacional de Ensino Superior Ltda., acordou adquirir 100% do capital social da Sociedade Paulista de Ensino e Pesquisa (APEP), mantenedora da Universidade Guarulhos (UnG), sediada em Guarulhos, por R$ 199.080.600,00. 15/12/2014

"Market Movers” - Exterior


HUMORES & RUMORES

M & A - COMPRA

  • Presidente da SulAmérica cita aquisição como oportunidade. SulAmérica: "Um momento de crise traz oportunidades", disse presidente da companhia. O presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, disse que a companhia olhará oportunidades de aquisições no mercado no próximo ano. "Um momento de crise traz oportunidades", disse o executivo, em encontro com jornalistas nesta quinta-feira, 11. Se a aquisição ocorrer, Portella explicou que terá como busca um bom retorno, assim como a diversificação de receitas. Um segmento que faria sentido, destaca o executivo, é em odontologia, no qual a SulAmérica está em quarto no mercado e em que uma aquisição poderia significar um aumento do posicionamento.
  • Brazpeixes faz oferta pela Pescanova. Criada há apenas um ano, a processadora de pescados Brazpeixes fez uma oferta pela espanhola Pescanova, fundada nos anos 60 e líder do setor na Europa. A aquisição, que pode custar até 2 bilhões de reais, triplicaria o faturamento da Brazpeixes, hoje na casa dos 400 milhões de reais. A Pescanova tem unidades em 26 países, incluindo o Brasil, e está nas mãos de credores após acumular dívidas de 3 bilhões de euros.
  • BRF avalia planos para ampliar sua expansão internacional. A fabricante brasileira de alimentos BRF está avaliando planos de ampliar sua expansão internacional, focando nas regiões do sul e sudeste da Ásia, em um movimento que pode incluir parcerias com grupos locais ou mesmo aquisições, disse o diretor financeiro da empresa, Augusto Ribeiro, nesta sexta-feira. "A empresa está com uma situação de caixa fantástica ... Fusões e aquisições e parcerias são chave para nós", disse o executivo a jornalistas. Ele citou como países-alvo a Índia, Malásia e Indonésia. Na China, o grupo segue negociando formação de joint venture, mas o executivo não deu detalhes. 

M&A - VENDA

  • Glencore considera venda de projeto de níquel no Brasil. A empresa de mineração e trading Glencore informou nesta quarta-feira que está considerando a venda de alguns projetos de níquel e cobalto em meio aos preços mais baixos, conforme a companhia foca em retornar dinheiro a acionistas. As potenciais vendas incluem o projeto de níquel Araguaia no Brasil, segundo apresentação da empresa a investidores, assim como a mina de níquel Cosmos, no oeste da Austrália. (Por Silvia Antonioli e David Sheppard) 10/12/2014
  • Sócios põem holding Inbrands à venda. A Inbrands, holding que reúne marcas de vestuário de moda, está à venda. O BTG Pactual tem o mandato para a operação, que deverá resultar na venda de 100% da companhia, apurou o Valor. Ou seja, todos os sócios atuais devem deixar o negócio.A Inbrands é co-controlada pela Vinci Partners (39,47% do capital) e pela NABR (38,49%), veículo que reúne as participações de Nelson Alvarenga e Américo Bréia, criadores da Ellus. O restante do capital está em poder dos antigos donos das marcas adquiridas, que passaram a ser sócios da holding. Estão sob o guarda-chuva da Inbrands as grifes Richards, Ellus, R, Salinas e Mandi. A empresa também comercializa a Tommy Hilfiger no Brasil.10/12/2014
  • Banco Pine negocia venda para o Original, do JBS. Banco Pine: o valor do mercado do banco está em cerca de R$ 700 milhões. O banco Pine está negociando a venda de seu controle e, de acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, um acordo já estaria sendo costurado com o Original, do grupo J&F. O valor do negócio ainda não foi fechado. Neste momento, as duas instituições avaliam o impacto das provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, no preço a ser pago pelo ativo. Ao final de setembro, o saldo estava em R$ 132 milhões.
  • Proposta de US$ 15 bi pela TIM está 66% abaixo da avaliação da proprietária. O plano de US$ 15 bilhões elaborado por três empresas brasileiras de telefonia celular para compra e divisão de uma grande rival, a TIM Participações SA, deverá encontrar resistência da proprietária da empresa brasileira. A TIM, segunda maior operadora de telefonia celular do Brasil, é avaliada por sua acionista controladora, a Telecom Italia SpA, em cerca de US$ 25 bilhões, ou dois terços a mais do que a Oi SA, a Telefónica SA e a Claro SA estudam pagar, segundo uma fonte com conhecimento do assunto. A Telecom Italia continua avaliando uma possível oferta pela Oi, disse a fonte, que pediu anonimato por discutir deliberações internas. A diferença nas avaliações significa que a Telecom Italia poderá tentar permanecer no Brasil e, em vez da venda, tentar uma combinação apenas com a Oi. As operadoras do país estão procurando consolidar um mercado no qual há menos novos usuários e em que os investimentos de bilhões de dólares estão prejudicando as margens de lucro. Contudo, as perspectivas de crescimento no Brasil são melhores do que na Europa, o que deixa as operadoras de telecomunicações cautelosas quanto à possibilidade de sair do país por um preço baixo demais.

 IPO

  • Fracasso de IPOs de aéreas precede oferta da Azul. David Neeleman, o empreendedor da aviação que fundou a JetBlue Airways Corp., está apostando que sua oferta pública inicial pela Azul SA, do Brasil, será bem-sucedida onde outras companhias latino-americanas não conseguiram. Após interromper o processo duas vezes nos últimos 16 meses, Neeleman se inscreveu novamente na semana passada para vender ações nos EUA e no Brasil. Trata-se de outra chance para o empreendedor e seus financiadores, que desde 2008 esperam um retorno para seu investimento. A Azul é a sexta companhia aérea latino-americana a anunciar um IPO nos últimos três anos e as vendas não têm ido bem.

PRIVATE EQUITY & VENTURE CAPITAL

  • Endeavor Brasil apoiará mais 6 empresários. Seis empreendedores brasileiros ingressaram na quarta-feira, 10, na rede da Endeavor, uma das principais organizações de fomento ao empreendedorismo no mundo. Eles participaram de um processo seletivo durou 9 meses e avaliou mais de três mil empresas no Brasil. A etapa final foi uma disputa em Miami entre 57 empreendedores de 32 empresas com sede em 15 países diferentes.

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • 01 - Três Corações compra empresa de café Itamaraty. A empresa alimentos e bebidas israelense Strauss informou no domingo que sua subsidiária brasileira Três Corações comprou o produtor de café brasileiro Itamaraty. O grupo Itamaraty, informou a Strauss, tem a quarta maior fatia do mercado de café torrado e moído no Sul e Sudeste do Brasil. A Três Corações é uma joint venture com a São Miguel Holding e também a maior empresa de café no Brasil 08/12/2014
  • 02 - Conselho da Oi confirma acordo para venda de ativos portugueses por 7,4 bilhões de euros. A Oi confirmou na noite desta segunda-feira acordo para venda dos ativos portugueses da Portugal Telecom ao grupo europeu Altice por 7,4 bilhões de euros, mas a transação que marcará o fim abrupto da fusão das duas empresas ainda precisa ser aceita por acionistas do grupo português. A companhia brasileira divulgou ao mercado que seu conselho de administração finalizou "formalidades" sobre os termos para a venda dos ativos. O acordo com a Altice inclui ajustes de caixa e dívida e pagamento diferido de 500 milhões de euros relacionados à geração futura de receita da PT Portugal, que reúne os ativos portugueses do grupo.08/12/2014
  • 03 - Comfrio adquire Stock Tech. A Comfrio Soluções Logísticas, companhia sediada em Bebedouro (SP) e pertencente à Aqua Capital, anunciou hoje, dia 5 de dezembro, que concluiu a aquisição da Stock Tech Logística, com sede em Curitiba. Com a aquisição, a empresa reforça sua atuação nas operações logísticas de food service e soluções in house e passa a contar com mais de 600 mil m³ de capacidade de armazenagem frigorificada, 2.000 funcionários e 20 unidades espalhadas pelo Brasil. Além disso, a nova empresa ampliará a carteira de serviços oferecidos pela Comfrio e expandirá sua cobertura geográfica, bem como a capacidade de desenvolver projetos de logística customizados para os clientes. 05/12/2014
  • 04 - Solvay, dona da Rhodia, compra empresa química brasileira. O grupo belga Solvay, dono da Rhodia, anuncia a aquisição da empresa brasileira Dhaymers Química, especializada em insumos (ésteres) utilizados para a produção de cremes e protetores solares. O valor da operação é de 20 milhões de euros (ou R$ 63 milhões) e marca a entrada da gigante química no segmento de cosméticos. 09/12/2014
  • 05 - Vale fecha acordo com Mitsui para Vale Moçambique e Corredor Logístico de Nacala. A Vale fechou acordo com a japonesa Mitsui para a trading de commodities assumir uma participação na mina de carvão Moatize, em Moçambique, assim como uma fatia no projeto ferroviário para escoamento da produção, em negócio que evitará uma saída de caixa de 3,65 bilhões de dólares da companhia brasileira. Sob o acordo anunciado nesta terça-feira, a Mitsui deterá 15 por cento da participação da Vale na Vale Moçambique (VM), com valor atribuído de 450 milhões de dólares. Os termos da transação podem fazer o montante final variar entre 330 milhões e 480 milhões de dólares, disse a Vale em fato relevante. A VM é dona de 95 por cento da mina de Moatize.09/12/2014
  • 06 - Magazine Luiza compra 10 lojas em Fortaleza, diz Luiza Trajano. O comando do Magazine Luiza informou nesta quinta-feira (10) que adquiriu dez pontos em Fortaleza recentemente. A informação foi prestada pela presidente Luiza Helena Trajano, em reunião anual com investidores e analistas. No Nordeste o que temos feito é comprar pontos, e não redes. Compramos dez lojas agora em Fortaleza. Há oportunidades assim, de comprar 10 a 15 lojas. 10/12/2014
  • 07 - Cade aprova compra da Ventos de São Cristóvão pela Renova. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição, pela Renova Energia, da totalidade do capital social da Ventos de São Cristóvão Energias Renováveis, empresa ainda em fase não operacional controlada pelo Salus Fundo de Investimento em Participações. A Renova é uma holding que atua, por meio de diversas empresas controladas e subsidiárias, no segmento de geração e comercialização de energia elétrica renovável com atuação em matrizes eólica, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e solar. Em novembro do ano passado, Renova e Companhia Enérgica de Minas Gerais (Cemig) receberam aval do Cade para a formação de uma joint venture para implantação e operação de um complexo de parques eólicos na cidade de Jacobina (Bahia), com capacidade instalada projetada de 676,2 MW.10/12/2014
  • 08 - 'Brands to Love' quer construir uma mini Arezzo. A City Shoes, varejista de calçados e bolsas com 66 lojas, está se fundindo com a Ferni, que tem 44. A fusão cria o sexto maior varejista de calçados do País em número de lojas, e marca o início de uma tentativa de consolidação num setor altamente pulverizado. A empresa resultante da fusão se chamará Brands to Love (BTL). Ela vai manter as marcas e deve buscar outros movimentos societários. 11/12/2014
  • 09 - Dentsu Aegis adquire brasileira OOH Plus, de out of home. A Dentsu Aegis Network anunciou a aquisição da OOH Plus, agência de out of home brasileira. Com a compra, a rede lança a Posterscope na América Latina. A OOH Plus irá operar como braço da Posterscope, agência de out of home da Dentsu Aegis Network. A agência brasileira passará a chamar Plusmedia Postercope e continuará a operar sob a liderança de seus fundadores, Marco Antonio de Souza, CEO, e Omar Sahyoun, CFO, que responderão a Abel Reis, CEO da Dentsu Aegis Network Brasil. Com cinco escritórios e sedes em São Paulo e Rio de Janeiro, e 60 funcionários em todo o Brasil, a OOH Plus foi fundada em 2010 como holding das empresas Plusmedia, OOH Mídia e 2S Produções, que serão fundidas.11/12/2013
  • 10 - GIC anuncia compra do Eco Sapucaí. O GIC, fundo soberano de Singapura com mais de 100 bilhões de dólares em ativos sob gestão no mundo, anunciará em breve a compra do Eco Sapucaí, edifício comercial de 86 060 metros quadrados localizado ao lado da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e desenvolvido pela gestora de private equity Hemisfério Sul Investimentos (HSI), o empreendimento deverá ser concluído no primeiro trimestre de 2015.11/12/2014
  • 11 - Cia. Lorenz é vendida por R$38 milhões em leilão. A Companhia Lorenz, uma das pioneiras da indústria alimentícia no Brasil e produtora de matérias-primas para a indústria petrolífera, foi leiloada nesta quinta-feira (11/12) por R$ 38 milhões. A venda foi administrada pela leiloeira Tatiane Duarte, nomeada pela Justiça. O valor arrecadado será usado para pagar dividas da massa falida, estimada em R$ 99 milhões.12/12/2014
  • 12 - Conselho da CSN aprova fusão com sócios na Namisa para negócios de mineração. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou nesta sexta-feira que seu Conselho de Administração aprovou os termos de aliança estratégica com sócios na Namisa, integrantes do Consórcio Asiático, para a fusão da produtora de minério de ferro com sua mina de ferro Casa de Pedra e ativos de logística, que passarão a ser reunidos na Congonhas Minérios. No âmbito do acordo, o Consórcio Asiático --composto pelas empresas Itochu Corporation, JFE Steel Corporation, Posco, Kobe Steel, Nisshin Steel e China Steel Corporation--contribuirá na joint venture com sua participação de 40 por cento na Namisa. Os sócios asiáticos compraram a fatia em 2008, por cerca de 3,1 bilhões de dólares. A CSN, por sua vez, contribuirá com os 60 por cento detidos na Namisa, além da mina Casa de Pedra, 8,63 por cento de sua participação na MRS Logística e ativos e direitos para administrar e operar a concessão relacionada ao Porto de Itaguaí (Tecar), no Rio de Janeiro. Após o fechamento da transação, previsto para o fim de 2015, a CSN e o Consórcio Asiático deterão, respectivamente, 88,25 por cento e 11,75 por cento do capital social da Congonhas Minérios em uma base livre de dívida e caixa.12/12/2014
  • 13 - Via Varejo vai incorporar subsidiárias Rio Expresso e Ponto Frio. A Via Varejo vai incorporar as subsidiárias Rio Expresso e Ponto Frio, de acordo com fato relevante divulgado pela companhia na manhã desta sexta-feira. A unificação das atividades e da administração das sociedades, segundo o grupo, resultará em um "considerável benefício" administrativo e financeiro. O benefício será notado, sobretudo, por meio da racionalização e simplificação da estrutura societária do grupo, possibilitando a consolidação e redução de gastos e despesas operacionais e viabilizando a captura de sinergias operacionais e fiscais, explica a nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A proposta para a incorporação já havia sido aprovada pelo conselho de administração da Via Varejo em reunião realizada no dia 10.12/12/2014
  • 14 - EDF adquire 51% de represa hidroelétrica no Brasil. A francesa EDF anunciou nesta sexta-feira a aquisição de 51% do capital da sociedade encarregada da construção e exploração da represa Sinop no Brasil, que começará a operar no segundo semestre de 2017. A EDF, por sua filial EDF Norte Fluminense, assumiu a fatia de 51% da Companhia Energética de Sinop (CES) junto a duas filiais do grupo brasileiro Eletrobras, Eletronorte (24,5%) e CHESF (24,5%), segundo afirmou o grupo em um comunicado. 12/12/2014
  • 15 - Fedrizzi Seguros incorpora Generosi Caxias e planeja para 2015 um crescimento de 30% em seu faturamento. A Fedrizzi Seguros, empresa líder de mercado com mais de 30 anos de atuação no segmento, acaba de incorporar a loja de seguros Generosi Caxias. Com essa incorporação, a empresa amplia seu número de clientes de 12 para 15 mil divididos em seguros pessoais, de bens e empresariais. Além disso, a Fedrizzi Seguros fechará 2014 com 15% a mais em seu faturamento e para 2015 tem como meta crescer 30% com a aquisição da Generosi.12/12/2014
  • 16 - Zap compra a Pense e Cade já aprovou. Pioneiro no mercado de classificados on-line, o Zap Imóveis, do Grupo Globo, acaba de adquirir o Pense Imóveis, da e.Bricks, braço de negócios digitais do grupo RBS, com forte presença nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A operação, cujo valor não foi divulgado, foi aprovada ontem pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).   12/12/2014
  • 17 - Banco Daycoval fecha compra do Banco CIT Brasil. O Banco Daycoval celebrou nesta quinta-feira, 11, com o CIT Group contrato para aquisição de 100% das ações do Banco Commercial Investment Trust do Brasil (CIT Brasil), com sede em Barueri (SP), banco múltiplo voltado ao mercado corporativo no Brasil, especializado em pequenas e médias empresas, com foco em soluções financeiras e arrendamento mercantil (leasing) de equipamentos, em particular os do segmento de Tecnologia da Informação. O Banco CIT Brasil opera como banco múltiplo desde 2007 e encerrou o terceiro trimestre de 2014 com ativos totais de R$ 687 milhões e patrimônio líquido de R$ 272 milhões.11/12/2014
  • 18 - J. Malucelli compra seguradora na Colômbia. O grupo segurador J. Malucelli deu ontem o primeiro passo de sua expansão pela América Latina, ao anunciar a compra de 51% da seguradora colombiana Cardinal. Os valores da operação não foram divulgados. "Passamos os últimos três anos mapeando oportunidades na América Latina e resolvemos priorizar a Colômbia", afirma Alexandre Malucelli, presidente do grupo. A Cardinal, assim como a J. Malucelli, é especializada em seguro garantia, apólice que cobre a entrega de uma obra ou serviço, conforme está previsto no contrato. A empresa teve um faturamento de US$ 10 milhões em prêmios neste ano. A compra vinha sendo negociada há um ano e meio. "Vamos levar mais capacidade de assumir riscos e tecnologia para a seguradora, permitindo que ela entre em um novo patamar de negócios", afirma.s 11/12/2014
  • 19 - Nova subsidiária da Yamana terá valor patrimonial de US$ 97 Mi. A Brio Gold, nova subsidiária da Yamana Gold formada pela cisão de ativos da mineradora no Brasil e a na Argentina, terá um valor patrimonial líquido (NAV, na sigla em inglês) estimado de US$ 97 milhões. O valor inclui as minas Fazenda Brasileiro e C1 Santaluz, na Bahia, e Pilar, em Goiás. Segundo a mineradora, a formação da nova empresa não afetará a situação dos atuais empregados. 11/12/2014
  • 20 - IT Mídia e Empreender Saúde anunciam fusão.  Na noite de quinta-feira (11) durante a cerimônia do Referências da Saúde, estudo da IT Mídia realizado em parceria com a PWC, que destaca o grau de maturidade da gestão das empresas do setor da saúde, a IT Mídia e o Empreender Saúde anunciaram a fusão de suas operações para a saúde, um momento histórico para o setor. “Acredito que os gestores de saúde merecem eventos cada dia melhores e que proporcionem conteúdo de qualidade, relacionamentos de alto nível e muitas oportunidades de negócios”, disse Adelson de Sousa. “Hoje o Saúde Business 365 e o Empreender Saúde são, respectivamente, o primeiro e o segundo portais mais acessados do setor. Essa união significa que impactaremos mais de 100 mil pessoas todos os meses com nossos canais digitais. Nunca houve nada desta magnitude na história dos negócios do setor da saúde no Brasil”, disse Vitor Asseituno, CEO do Empreender Saúde, que será o CEO da nova empresa.15/12/2014
  • 21 - Pricol adquire empresa brasileira fabricante de componentes automotivos. A empresa indiana de componentes automotivos com sede em Coimbatore, Pricol Ltd adquiriu a Mellin do Brasil, uma empresa de componentes baseada em São Paulo, como parte de seu plano para a incursão na indústria automotiva brasileira. Mellin é um fabricante de bombas de óleo e de água utilizados pelas empresas de automóveis. Sua clientela inclui a General Motors, Volkswagen, Fiat e Harley Davidson. 12/12/2014
  • 22 - Ser Educacional compra Universidade de Guarulhos por R$ 199,08 mi. A Ser Educacional informa que fechou na última sexta-feira, 12, contrato de compra e venda por meio do qual sua subsidiária. Centro Nacional de Ensino Superior Ltda., acordou adquirir 100% do capital social da Sociedade Paulista de Ensino e Pesquisa (APEP), mantenedora da Universidade Guarulhos (UnG), sediada em Guarulhos, por R$ 199.080.600,00. 15/12/2014

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES - ACQUISITIONS Consultoria Empresarial -  Consultoria especializada em fusões & aquisições de empresas.  


16 dezembro 2014



Stefanini anuncia crescimento de 11% e prevê faturar R$ 2,35 bilhões neste ano

"O Brasil se tornou caro, precisa mexer na cadeia produtiva para voltar a ser competitivo. E a TI é uma forma de se conseguir essa eficiência operacional de modo geral", a opinião é de executivo Marco Stefanini, CEO do Grupo Stefanini, ao anunciar nessa terça-feira, 16, que a empresa terá um crescimento de 11% neste ano, com faturamento previsto de R$ 2,35 bilhões, dos quais 60% foram obtidos no Brasil e o restante nos demais 34 países onde tem operações. Em 2011, a receita foi de RS$ 2,11 bilhões.

Para o executivo, a flutuação da taxa cambial é dos um principais problemas para as empresas que têm negócios com o exterior, mas "no caso da Stefanini não afeta o resultado global, embora em dólar o valor nominal da receita caia".

Questionado sobre os fracos resultados do plano de exportação de serviços de TI capitaneado pela Brasscom, ele reconhece que esse foi o objetivo inicial da entidade, quando havia quatro ou cinco grandes empresas nacionais filiadas, e que "agora ela defende outras bandeiras, como desoneração da folha de pagamento e incentivo do uso de TI pelas empresas e a sociedade". "Minha opinião é que deveríamos nos alinhar com propostas como a da CNI [Confederação Nacional da Indústria] para fazer parte da cadeia produtiva global, gerando empregos e impostos no Brasil, independente da origem do capital da empresa."

Para Stefanini, qualquer que seja o cenário para o próximo ano é importante para o país se posicionar globalmente, dando um salto em gestão e eficiência operacional. "Tenho convicção de que, ao apostar em soluções que apoiem o negócio dos nossos clientes, estaremos no caminho correto de posicionamento e crescimento", afirma.

Para 2015, a empresa tem a expectativa de repetir a taxa de crescimento deste ano, mas com uma estratégia baseada na aquisição de empresas, tanto no Brasil quanto no exterior, que façam sentido para se ganhar market share ou de complementaridade de portfólio. Em 2016, ela pretende voltar a uma escalada de crescimento mais agressivo, como havia anunciado no ano passado, mas que com a conjuntura econômica atual teve de ser revista.

Entre as iniciativas adotadas em 2014 dentro dessa estratégia, destaca-se o reposicionamento da Stefanini Business Consulting, área de negócios criada com o objetivo de oferecer análises minuciosas sobre cada mercado, com foco em indústria, varejo, saúde, meios de pagamento, seguros, governo, telecomunicações e serviços financeiros, além de contribuir para o direcionamento e auxílio que o cliente necessita para a tomada de decisões.

"Estamos trilhando um caminho no qual a Stefanini se posiciona com uma oferta de soluções e serviços de alto valor agregado para o desenvolvimento de soluções de negócios que ajudam as empresas a transformar os seus negócios", comenta Stefanini.

Internacionalização

As regiões que mais contribuíram para o crescimento da empresa neste ano foram a Europa, que expandiu 20%. Entre os países, o destaque foi a Alemanha, onde a Stefanini atuou principalmente no mercado de manufatura.

Outro destaque na região europeia é a operação que a Stefanini possui na Romênia há dez anos, período em que entregou mais de 100 projetos de TI para empresas de diversos setores, principalmente nos segmentos que a empresa atende com serviços de outsourcing, tais como o farmacêutico, manufatura e serviços profissionais. Os dois centros de delivery na Romênia atendem as empresas em mais de 50 países, principalmente EUA, Alemanha e França.

Neste ano, a Stefanini também anunciou o início das operações na Malásia como reforço na estratégia de crescimento no mercado asiático. Presente ainda na China, Filipinas, Índia e Tailândia, Stefanini acredita no potencial da região e espera replicar, na Malásia, o modelo de negócio das Filipinas, onde atua com 800 profissionais e pretende expandir para 1,2 mil até o fim de 2015.

Para o CEO, a Ásia é um pilar importante para o crescimento no médio prazo. "Trata-se de uma região que vem se desenvolvendo rapidamente e os mercados mais maduros economicamente demandam um grande volume de serviços de tecnologia", afirma o executivo. Na Malásia, a Stefanini complementa a oferta global, ao lado dos demais delivery centers nos Estados Unidos, América Latina, Romênia, Polônia, Filipinas, China e Índia. Leia mais em tiinside 16/12/2014



GranBio e Rhodia criam joint venture em químicos de 2ª geração

A GranBio, holding da família Gradin, e a Rhodia, pertencente ao grupo Solvay, constituíram oficialmente uma nova empresa, batizada de SGBio Renováveis, com participação de 50% para cada uma.

O negócio, anunciado até então como uma parceria, tem foco na pesquisa e na produção de químicos a partir da celulose contida na biomassa da cana-de-açúcar. Leia mais em Valor Econômico 16/12/2014



Vice Media considera IPO em 2015

Oferta inicial de ações é uma das estratégias do veículo para permanecer independente

No próximo ano, a Vice pode entrar para a seleta lista de empresas que realizaram uma oferta inicial de ações.

O objetivo da companhia é continuar independente, por isso, "seria estúpido não pensar em um IPO", disse Shane Smith em entrevista ao Financial Times.

A Vice também apontou James Schwab como copresidente. O executivo assessorou grupos de mídia como DreamWorks Animation SKG, The Weinstein Co e Discovery Communications.

Em setembro, o veículo recebeu aporte de $500 milhões das empresas do Vale do Silício Technology Crossover Ventures e A+E Networks. Em outubro, Com informações da Reuters  Leia mais em meioemensagem 16/12/2014