04 julho 2015

Rakuten adquire participação majoritária em site de recomendação e reserva de passeios na Ásia

A empresa japonesa de serviços online Rakuten anunciou nesta quinta-feira, 2, que adquiriu participação majoritária no Voyagin, site de recomendação de passeios e atividades em toda a Ásia. A transação, cujo valor não foi divulgado, envolve a aquisição de mais de 50% de participação na plataforma, segundo informações do blog de tecnologia TechCrunch.

Em comunicado, a Rakuten afirma que o acordo irá fortalecer seu negócio de turismo receptivo no Japão, concentrando-se principalmente nos visitantes do Sudeste Asiático. Yagin utilizará o investimento da companhia para expandir sua equipe de vendas e engenharia.

O Voyagin oferece mais de 1,8 mil atividades aos viajantes na Ásia, incluindo ingressos para museus e shows, atividades culturais, restaurantes, entre outras. Os serviços são reservados em mais de 50 destinos na Ásia e podem ser feitos com antecedência ou no local de destino, através do seu site otimizado para celular.
Leia mais em tiinside 02/07/2015

04 julho 2015



Light assina contrato para vender fatia na Renova Energia por US$250 mi

 Light venderá sua fatia na Renova Energia por 250 milhões de dólares, com o objetivo de fortalecer seu capital de giro e desenvolver outros projetos.

A operação, que envolve 15,87 por cento da Renova, será realizada entre Light Energia e SunEdison, mediante o pagamento em ações no fechamento da transação, que ainda não tem data definida.

"A Light Energia esclarece que está avaliando instrumentos à sua disposição para monetizar as ações recebidas, mitigando os riscos de volatilidade do preço das ações e do câmbio", disse a empresa, em fato relevante nesta quinta-feira.

Em agosto de 2011, a Light Energia adquiriu as ações da Renova por 360 milhões de reais, ou 21,36 reais por unit.

"Após ciclo de valorização do investimento, a operação proposta é aderente à estratégia de fortalecimento do capital de giro e de desenvolvimento de outros projetos do portfólio da Light Energia", disse a Light.

O acordo de acionistas da Renova prevê vedação à transferência de ações da Renova por quatro anos a contar da data do acordo, em dezembro passado. Também estima direitos de preferência e de venda conjunta dos demais acionistas sócios na hipótese de transferência de ações da Renova para terceiros.

Já o acordo de acionistas de novembro de 2012, ao qual a Cemig GT aderiu em setembro de 2014, define que, caso um dos acionistas controladores da Renova deseje transferir suas ações, o BNDESPar teria o direito de transferir até a totalidade de suas units ao comprar na mesma transação e nas mesmas condições. (Por Juliana Schincariol) Reuters Leia mais em Yahoo 02/07/2015



03 julho 2015

Accera investe na Visor

A Accera, empresa nacional especializada em soluções de gestão da cadeia de suprimentos (SCM, na sigla em inglês), adquiriu uma participação minoritária na Visor, desenvolvedora de soluções em inteligência de mercado.

O investimento na Visor, empresa com unidades em São Leopoldo e São Paulo, servirá para complementar o portfólio da Accera, indo além das soluções de ponto de venda (PDV) e atendendo mais instâncias na cadeia de suprimento – da indústria à distribuição, atacado e varejo. O valor da transação não foi aberto.

Segundo Cristiano Faé, CEO da Accera, a empresa tem seu foco na indústria e distribuidores, passando pelo grande varejo, mas tinha carências no setor de nano PDV, uma demanda suprida pela Visor.

"A tecnologia da empresa permite entregar informações abrangentes, precisas e detalhadas sobre o pequeno varejo, permitindo à indústria delinear seu market share, demanda real de cada PDV, perfil de consumidor, precificação em relação à concorrência, entre muitos outros dados”, destaca Faé.

A tecnologia coleta dados do pequeno e do médio varejo a cada 5 minutos, de maneira automática, transformando-os em indicadores para auxílio na tomada de decisões. A solução foi reconhecida pela IBM como uma das oito empresas mais inovadoras do mundo, recebendo o Prêmio IBM SmartCamp em 2012, quando o projeto ainda era piloto.

Hoje o produto é utilizado em cerca de 10 mil PDVs, inclusive em marcas internacionais como Kimberly Clark, Pizza Hut e Ambev, que expandiu o uso da ferramenta para diversos países.
“Com a parceria, temos uma meta de ampliar em muito a base de PDVs instalados. Somente em um mapeamento inicial, projetamos cerca de 20 mil PDVs com potencial para instalar a solução ainda este ano”, destaca Faé.

Para a Accera, o potencial de expansão com a tecnologia é grande, já que a companhia possui mais de 1,3 milhão de PDVs cadastrados em suas redes, que poderiam ser equipados com o software da Visor, passando a gerar informações valiosas.

“Com base nos dashboards entregues pela solução, o distribuidor ou a indústria poderão fazer medições diversas, como a que horários do dia determinados produtos vendem mais, se há demandas não supridas que possam ampliar a venda de produtos frente a concorrentes, que itens têm mais aceitação em quais regiões, entre dezenas de outras, tudo em tempo real”, explicou Masseroni.

De acordo com o executivo, a solução também traz vantagens para o pequeno varejista, que recebe as mesmas informações e, com isso, pode melhorar sua estratégia para incremento de vendas.
A compra da participação na Visor faz parte de um plano de expansão e internacionalização da Accera, que não descarta novas parcerias, fusões e aquisições para os próximos meses.

Recentemente, a empresa firmou parceria com a colombiana Logyca e estabeleceu operação em Bogotá, de onde atende a clientes de toda América Latina e Caribe. Para este esforço, a companhia recebeu no ano passado um aporte do fundo de private equity Innova Capital, de valor não divulgado.

“Nossa estratégia mantém um horizonte constante de investimentos em qualificação, especialização do portfólio e incremento da atuação em toda a cadeia de SCM. Unindo as ações voltadas ao crescimento orgânico e inorgânico, esperamos obter expansão expressiva este ano”, ressalta Faé.

A Accera atua em quatro áreas de negócios: software para planejamento colaborativo de demanda (Accera Forecaster e Accera S&OP), planejamento avançado de produção (representando a solução inglesa Preactor APS), gestão da distribuição e reabastecimento (Accera DRP e Accera VMI) e visibilidade e integração (Accera DSI).

Com escritórios em São Leopoldo, São Paulo e Colômbia, a empresa tem em sua carteira de clientes nomes como P&G, EMS, Saint-Gobain, L’Oréal, Unilever, Cargill, Bombril, Pirelli e Bayer. Leandro Souza // Leia mais em Baguete 03/07/2015

03 julho 2015



Globalis concretiza parceria com norte-americana Chanteclair

A Globalis, agência de turismo especializada em oferecer consultoria completa TMC (Travel Management Company) aos clientes corporativos, acaba de concretizar a fusão com a agência de viagens Chanteclair, com atuação em Nova Iorquee com quem já mantinha parceria desde 2010, para atender as demandas do mercado corporativo. O acordo com a empresa norte-americana, além de dar continuidade ao projeto de internacionalização da Globalis-que inaugurou em março seu escritório na cidade de Lisboa, em Portugal-, visa atender o mercado americano de maneira mais qualificada.

“O objetivo é criar uma sinergia entre o mercado brasileiro, americano e europeu para atender a demanda com serviços e processos solidificados de gestão em viagens corporativas, todos contando com a expertise da Globalis Brasil”, sócio-diretor da Globalis, Reginaldo Albuquerque.

Atuando há mais de 20 anos no mercado de turismo e com passagens pela American Airlines, Sabre, Consolid Travel e Chanteclair, Laurymar Souza assume o cargo Diretor Executivo da GlobalisUSA, sendo o porta-voz internacional da Globalis. Segundo Souza, a empresa entrará no mercado americano para concorrer com as grandes TMC’s que pulverizam o setor. “Inicialmente a Globalis USA atuará no nicho de mercado que consolidou a operação da Chanteclair, atendendo a demanda de empresas brasileiras que tem negócios concentrados entre os Estados Unidos e Brasil, como por exemplo:bancos, instituições financeiras de investimentos, escritórios de advocacia etc.”, completa.

A operação Globalis USA terá como base o mesmoescritórioatualmente ocupado pela Chanteclair, na 152 West 36th Street Suite 805  e, a partir de agora,a agência passa a contar com ferramentas que são fortemente demandadas pelo competitivo mercado corporativo em todo o mundo. “A Globalis USA passará a oferecer um sistema gestão que além de proporcionar rapidez, certamente trará economia de tempo e dinheiro às corporações no que tange as viagens corporativas”, detalha Souza.Na prática, aGlobalis será responsável pelo atendimento corporativo e a Chanteclair ficará com aconsolidação, divisão com foco b2b, voltado para agências de viagens.

O valor total do investimento realizado pela Globalis nesta fusão gira em torno de US$ 1,8 milhão e inclui despesas com a instalação de sistemas, ações de marketing, treinamento, além de vendas e contratação de profissionais. Segundo Albuquerque, as expectativas são promissoras. “O retorno deve ocorrer até o final de 2016, a partir da recuperação da economia americana e com o crescimento no volume de negócios entre os dois países. Estamos com uma projeção de crescimento de 10% no primeiro ano e 14% no segundo ano”, finaliza o sócio-diretor. Rafael Massadar Leia mais em mercadoeeventos 16/04/2015



Fusões e aquisições no setor de óleo e gás devem crescer no próximo ano, indica Ernst & Young

De acordo com estudo, o apetite por novos negócios cresceu acentuadamente ao longo do último semestre

Mais da metade (56%) dos executivos do setor de óleo e gás pretendem realizar fusões e aquisições nos próximos 12 meses (60% esperam fechar pelo menos dois negócios), é o que indica o 12ª Oil & Gas Global Capital Confidence Barometer, estudo semestral da Ernst & Young (EY). A pesquisa global revela que apetite por fusões e aquisições no setor se recuperou acentuadamente ao longo dos últimos seis meses, conforme as implicações da queda do preço do petróleo foram digeridas.

Praticamente todos os entrevistados (99%) esperam que o mercado de óleo e gás melhore ou permaneça estável ao longo dos próximos 12 meses e 97% expressaram confiança semelhante na economia global.

"Em 2014 as transações atingiram a maior alta em cinco anos, mas o primeiro trimestre de 2015 foi um dos mais silenciosos nos últimos anos. A queda súbita e acentuada no preço do petróleo forçou muitas empresas a adotar um intenso foco na operação interna - cortando agressivamente os gastos e custos. Oportunidades de fusões e aquisições foram adiadas por causa da incerteza sobre as perspectivas do preço do petróleo. Agora, com o aumento da confiança na economia global, essas oportunidades de aquisição estão crescendo e devem ser concretizadas.”, afirma Luiz Claudio Campos, sócio de transações corporativas do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY.

Atualmente, 74% das empresas de óleo e gás em busca de negócios estão considerando ofertas de menos US$250 milhões, representando uma grande oportunidade para transações no middle market.
Oitenta e cinco por cento dos executivos de óleo e gás esperam que o valuation gap entre compradores e vendedores permaneça em níveis superáveis, o que irá incentivar o fechamento de negócios em curto prazo.

Na maior parte dos últimos três anos, o crescimento ocupou a agenda estratégica das empresas do setor. Agora, o foco está na otimização do portfólio e gestão de riscos no atual ambiente econômico. A pesquisa indica que 63% dos executivos de óleo e gás estão dedicados em reduzir custos e melhorar a eficiência operacional, enquanto planejam aquisições para o próximo ano.
"Inovação e complexidade estão definindo um novo cenário de fusões e aquisições no setor de óleo e gás. Apesar do otimismo com a economia aumentar o apetite por oportunidades, desafios persistem. Incertezas geopolíticas e volatilidade dos preços das commodities continuarão a influenciar as decisões de negócios.”, finaliza Campos.

Sobre a Ernst & Young (EY)
EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades. A Ernst & Young Brasil é Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico com os da Ernst & Young foi decisivo nessa iniciativa. A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes. Leia mais em maxpressnet 03/07/2015



Usiminas planeja retomar venda de ativos

Mergulhada em uma crise que vai muito além do cenário adverso no setor industrial, sobretudo no mercado de aço, a siderúrgica Usiminas deverá retomar seu projeto de venda de ativos para enfrentar as dificuldades que virão pela frente. A proposta de venda de negócios considerados não estratégicos deverá ser feita na reunião do conselho de administração da companhia, prevista para 27 de agosto, apurou o jornal "O Estado de S. Paulo" com uma fonte familiarizada com o assunto.

A estratégia é levantar recursos para a siderúrgica aliviar o caixa da companhia, em um momento em que o setor e a empresa passam por uma situação delicada. Em maio, a companhia anunciou o desligamento de dois altos-fornos, um em Cubatão (SP) e outro em Ipatinga (MG), com a redução da demanda das montadoras. Nesta semana, a Usiminas dá início à redução de jornada dos funcionários da área administrativa, que passam a trabalhar quatro dias por semana. Na quarta-feira, 1, a agência de classificação de riscos Standard & Poor’s rebaixou as notas de crédito da siderúrgica. O rating em escala global foi rebaixado para BB-, de BB; o rating em escala nacional foi rebaixado para brA, de brA+.

Não é a primeira vez que a companhia decide colocar ativos à venda. Em 2012, a empresa anunciou que iria se desfazer das unidades Mecânica (bens de capital) e Automotiva (cabines para caminhão). Em 2013, vendeu sua divisão automotiva por R$ 210 milhões para a empresa Aethra.

Além da divisão de bens de capital, terrenos e a participação da Usiminas na ferrovia MRS são ativos que podem ser vendidos. "Ainda não está definido o que pode ser vendido, mas está claro que a companhia precisa de um plano de ação, uma vez que o cenário global para os preços da commodity não deve melhorar até o segundo semestre de 2016. Também estudamos trocar executivos da companhia, mas Rômel de Souza continua na presidência", disse um membro do conselho de administração.

Em meio a esse cenário macroeconômico turbulento, os dois principais sócios da siderúrgica - a japonesa Nippon Steel e o grupo ítalo-argentino Ternium, do grupo Techint, que fazem parte do bloco de controle da Usiminas - ainda travam uma briga na Justiça que está longe de um desfecho.
A decisão de venda de ativos na companhia não é unânime. Outra fonte consultada pelo jornal disse que está difícil atrair um comprador na área de bens de capital. Para outros negócios, essa mesma fonte também considera que a companhia não conseguiria preços atraentes. Procurada, a Usiminas disse que a informação sobre venda de ativos "não procede". Nippon e Ternium não comentam o assunto.

A Nippon e a Ternium brigam desde setembro, quando três executivos, entre eles o presidente Julián Eguren, e os diretores Paolo Bassetti e Marcelo Chara, nomes de confiança da Ternium, foram destituídos. A Nippon alegou que eles estavam recebendo benefícios irregulares. A Ternium discorda e tentou reverter a destituição na Justiça, sem sucesso. Os três voltaram para a Ternium. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Por Mônica Scaramuzzo | Estadão Leia mais em Yahoo 02/07/2015



Gestoras de private equity saem à caça de empresas médias.

A gestora Axxon fechou a captação de um fundo de US$ 400 milhões destinado a investimentos em participações em empresas (private equity), apurou o Valor. O fundo será o terceiro da gestora, fundada em 2001 no Rio em parceria com o banco francês Natixis, que não faz mais parte do negócio. Procurada, a Axxon não comentou o assunto.

A captação inaugura uma nova safra de fundos de private equity com foco em empresas de médio porte. Gestoras como a americana H.I.G. Capital e as brasileiras Confrapar, Leblon Equities e Neo Investimentos  também estão em busca de recursos para adquirir participações em empresas, segundo fontes de mercado.

Praticamente 100% dos recursos do novo fundo da Axxon foram captados de investidores estrangeiros e que já eram cotistas da gestora. Com a desvalorização cambial, os ativos brasileiros ficaram mais baratos para quem possui fundos em dólar.

No fundo anterior, de 2011, a Axxon captou US$ 315 milhões e fez cinco investimentos: na BR Marinas, do segmento náutico, na rede de clínicas oncológicas COI, na empresa de engenharia Knijnik, na RHMed, de saúde e segurança no trabalho, e na Vivante, que presta serviços de manutenção predial.

Entre as companhias que já fizeram parte do portfólio da gestora estão a Mills, que presta serviços de engenharia e abriu o capital na bolsa em 2010, e a rede de varejo de produtos naturais Mundo Verde, vendida no ano passado para o empresário Carlos Wizard Martins.

As empresas médias se tornaram um alvo em potencial para os gestores de private equity diante do atual quadro de escassez de fontes de financiamento. "Ao contrário das companhias maiores, que já possuem uma gestão profissionalizada, as menores têm maior potencial de ganhos em processos de consolidação e melhora operacional", afirma um gestor de fundos, que pediu para não ser identificado.

Entre os fundos com foco em empresas médias em captação, o maior em volume é o da H.I.G. Capital, que pretende levantar US$ 685 milhões para investir no Brasil e países vizinhos na região. A gestora americana já fechou oito negócios desde que chegou ao país, há três anos, mas com recursos de um fundo internacional. Procurada, a H.I.G. não comentou o assunto.

A nova safra de fundos para empresas médias ocorre após o último ciclo de captações das grandes gestoras de private equity com atuação no país. Em julho passado, o Pátria Investimentos captou US$ 1,8 bilhão para seu quinto private equity. A Gávea Investimentos, também em seu quinto fundo, levantou US$ 1,1 bilhão. No fim do ano, foi a vez da americana Advent, que fechou um fundo de US$ 2,1 bilhões para investir no Brasil e em outros países da América Latina, o maior da história dedicado à região.

Entre as gestoras de fundos bilionários, quem está no mercado no momento é a Southern Cross, que pretende captar até US$ 1,7 bilhão para investir na América Latina, incluindo o Brasil, segundo fontes. Se confirmado, o novo fundo terá o mesmo tamanho do anterior, de 2010. No país, a Southern Cross possui investimentos na fabricante de utensílios domésticos Brinox, na empresa de implantes dentários SIN, na Tópico e na Solaris, que atuam em armazenagem e aluguel de equipamentos.  Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo  Valor Econômico Leia mais em apeop 02/07/2015



Seguradora Aetna vai comprar Humana por US$37 bilhões

A seguradora norte-americana de saúde Aetna anunciou nesta sexta-feira que vai comprar a rival de menor porte Humana por cerca de 37 bilhões de dólares, em uma transação em dinheiro e ações que marca o maior negócio da indústria global de seguros.

A combinação vai deixar a Aetna mais perto da segunda maior empresa do setor em número de membros, a Anthem, e vai ser alvo do crivo de autoridades de defesa da concorrência. O anúncio ocorreu depois que a suíça ACE anunciou a compra da Chubb Corp por 28 bilhões de dólares.

Analistas têm afirmado que a atividade de fusões e aquisições no setor de seguros de saúde estava esperando pela definição de regras do governo norte-americano para o chamado plano Obamacare, que mantiveram subsídios importantes dando mais visibilidade para as seguradoras.

Quanto maior a seguradora, maior poder ela tem para negociar preços e melhoria de suas redes de atendimento. Na quinta-feira, a Centene Corp afirmou que vai comprar a rival de menor porte Health Net por 6,3 bilhões de dólares.

A Aetna informou que a compra da Humana vai criar uma empresa com faturamento esperado de 115 bilhões de dólares este ano, sendo cerca de 56 por cento desse valor vindo de programas financiados pelo governo norte-americano. (Por Greg Roumeliotis) Reuters Leia mais em 03/07/2015



Está aberta a nova temporada de compras no Brasil

Apesar de todos os problemas, o país deverá atrair boa parte dos investimentos para fusões e aquisições na área de bens de consumo.  É o que diz Gregory Stemler, da consultoria EY

Segundo Stemler, há um número relevante de empresas brasileiras de médio porte que podem ser adquiridas

Em 2014, as transações envolvendo fusões e aquisições de empresas de bens de consumo movimentaram US$ 169 bilhões no mundo, um aumento de 80% em relação a 2013. Foi um ritmo intenso, que não deve desacelerar nos próximos meses – e o Brasil pode ser palco de algumas das principais negociações. Essas são algumas conclusões de um estudo da consultoria EY, realizado com base em entrevistas com mais de 1,6 mil executivos das principais companhias do mundo, em 62 países – ao qual NEGÓCIOS teve acesso com exclusividade.

De acordo com o relatório, apesar dos gargalos impostos pela infraestrutura e pela burocracia o Brasil será, ao lado de Reino Unido, Índia, Estados Unidos e China, um dos destinos que mais devem atrair investimentos para fusões e aquisições de empresas nos próximos meses. “Companhias de médio e grande porte de alimentação, bebida e e-commerce de produtos de beleza devem ser os principais alvos”, diz Gregory Stemler, líder da área de consultoria de fusões e aquisições de empresas de bens de consumo da EY e um dos responsáveis pelo trabalho. Em entrevista a NEGÓCIOS, Stemler explicou os motivos que têm levado corporações globais a buscar novas oportunidades de negócios no Brasil, embora o país não viva lá um grande momento.

O mercado de fusões e aquisições estava praticamente parado desde 2009. O que explica o aumento das transações no ano passado e quais as expectativas para 2015? 
Há uma tendência muito clara das empresas de bens de consumo. Nos últimos anos, em busca de maior rentabilidade, algumas das principais companhias desse setor começaram a se desfazer de unidades de negócios menos lucrativas para focar esforços nas linhas mais rentáveis de seus produtos. Esse movimento impulsiona a compra e venda de ativos, além das fusões. Em 2015, o ritmo dessa atividade pode variar um pouco de trimestre para trimestre, de acordo com as oportunidades, mas acredito que continuará alto. É uma tendência que se confirma até pela quantidade de negócios nos quais estamos envolvidos, prestando suporte às empresas.

"O Brasil ainda tem um alto poder de atração: são 200 milhões de potenciais consumidores"

De que maneira essa tendência pode afetar o ambiente de negócios no Brasil?
Haverá grandes oportunidades para o Brasil. Empresas de atuação global ou mesmo regional estão buscando possibilidades de otimizar a carteira e, ao mesmo tempo, garantir expansão. A compra da Yoki pela General Mills dois anos atrás foi um exemplo dessa tendência. Há um número relevante de empresas brasileiras de médio porte que podem ser adquiridas. Isso até daria um fôlego adicional para o consumo, uma vez que as empresas com escala global podem ter mais força para levar os seus produtos a diferentes regiões do país.

E as grandes companhias nacionais?
Esse cenário também abre oportunidades para elas. Veja o caso da BRF [no ano passado, a empresa vendeu as marcas de lácteos para o grupo francês Lactalis por US$ 805 milhões]. Com a simplificação de seu portfólio, ela pode se concentrar na produção de alimentos processados, que garantem melhores margens. Além disso, aumentou o caixa, ganhando mais fôlego para um crescimento internacional.

Mas o ritmo de consumo no Brasil vem diminuindo. Isso não muda as perspectivas para o país? 
Os países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão responsáveis por mais de 80% do crescimento do mercado de bens de consumo nos próximos cinco anos. Portanto, apesar dos desafios econômicos, o país vai continuar sendo palco de algumas das principais transações. Todos sabemos que o ambiente de negócios no Brasil ainda tem muito a evoluir. Há gargalos, sobretudo, em relação à infraestrutura logística e à qualificação de mão de obra. Há burocracia. São justamente alguns dos pontos apontados pelos executivos como obstáculos para investimentos. Para competir globalmente, a agilidade é um atributo fundamental e, diante das circunstâncias, as empresas que operam no Brasil não podem ser tão ágeis como deveriam. Pelo menos, por enquanto. Mas o Brasil ainda tem um alto poder de atração. São 200 milhões de potenciais consumidores e uma rica base de commodities.

Quais são as empresas brasileiras com maior potencial para negociações desse tipo? 
No setor de alimentos e bebidas, há um subsegmento chamando snacking. São biscoitos, salgadinhos, barras de cereais, normalmente consumidos entre refeições. Esses produtos estão ganhando relevância em função da praticidade que oferecem. Seus fabricantes podem ser alvo de transações, assim como empresas responsáveis por linhas de bebidas com alto valor de proteína, como as lácteas. Também há muitas companhias bem-sucedidas em vendas online de produtos de beleza e cosméticos. Elas já estão chamando a atenção de players globais. Em resumo, os principais alvos são as empresas com produtos ou serviços ajustados às mudanças de hábito do consumidor.

Quais são essas mudanças nos hábitos de consumo? É possível apontar algumas? 
A crença que norteou as empresas de bens de consumo por décadas foi a seguinte: oferecer muitas opções de produtos ajuda a aumentar os gastos do consumidor. Hoje, essa lógica está em xeque. Cada vez mais, os consumidores querem ter praticidade na hora da escolha. Isso muda muita coisa. O hábito de fazer compras em supermercados enormes está em declínio. As pessoas querem comprar em locais menores, de forma mais rápida, perto de suas casas. Esses novos ambientes não têm espaço para estoques ou para expor uma infinidade de produtos. Os fabricantes terão de se adequar a isso.

De que maneira isso impacta a tendência das empresas de otimizar o portfólio? 
É uma conjunção de fatores. No mundo todo, as empresas de bens de consumo estão passando por desafios em um ambiente cada vez mais complexo. Os hábitos de consumo mudaram, as margens estão apertadas e é preciso diminuir os custos. As companhias têm de decidir quais marcas e quais categorias serão mantidas para eliminar as demais. A P&G fez recentemente um movimento importantíssimo nesse sentido [em agosto de 2014, a empresa anunciou que poderá se desfazer de até cem marcas para focar em linhas de produtos mais rentáveis]. Na ocasião, A.G. Lafley, o presidente mundial da P&G, disse: “Os consumidores realmente não querem mais variedade e mais possibilidade de escolha. Eles querem levar a vida de maneira simples e conveniente”. Isso é algo que deve ser considerado por todos. Matéra publicada originalmente na edição de fevereiro de 2015 de Época NEGÓCIOS Leia mais em epocanegocios 02/2015



02 julho 2015

Konica Minolta adquire a Sawae

A Konica Minolta, Inc. (Konica Minolta)  anunciou hoje a compra da Sawae Tecnologia Ltda., fabricante de equipamentos de sistemas de raios X baseada em Minas Gerais, por meio de sua empresa brasileira de vendas de cuidados com a saúde, a Konica Minolta Healthcare do Brasil.

Com a aquisição, a Konica Minolta vai ganhar o grande reconhecimento do mercado da Sawae com uma rede de vendas em todo o País e uma capacidade de fabricação local para entregar soluções de raios X de alta qualidade e preços competitivos.

A Konica Minolta também irá aprimorar suas vendas de DR (Radiografia Digital) e CR (Radiografia Computadorizada) como parte da oferta de suas Soluções de Imagem Primária, para expandir o negócio de saúde no Brasil. Com o foco em Imagem Primária, o primeiro olhar em diagnóstico por imagem, a Konica Minolta pode ajudar médicos a tomar decisões mais cedo e ajudar a reduzir custos com a saúde, ao oferecer a informação necessária para que uma doença seja ou não considerada. Leia mais em saudeonline 02/07/2015

02 julho 2015



Amadeus compra Navitaire da Accenture por aproximadamente US$ 830 milhões

A empresa de tecnologia de viagens espanhola Amadeus, informou hoje a aquisição da Navitaire, uma subsidiária da consultoria internacional Accenture, por um montante avaliado em cerca de US$ 830 milhões.

O negócio faz parte de uma estratégia da compradora, que deseja concentrar seus negócios no segmento de serviços digitais para passageiros de companhias aéreas.

A Amadeus informou que o acordo, com estimativa de conclusão no quarto trimestre deste ano, terá impacto mínimo em seu desempenho financeiro do ano fiscal de 2015. A companhia complementou, ao sinalizar que “o acordo vai agregar lucros ao balanço da empresa, desde o primeiro dia de nova gestão”.

Cerca de 550 funcionários da Navitaire, incluindo a equipe de gerência sênior, será transferida para os quadros da Amadeus, detalhou um comunicado que oficializou o negócio.

A Navitaire fornece serviços de tecnologia para mais de 50 companhias aéreas em todo o mundo e neste momento se concentra no portfólio de clientes low cost, além de clientes de segmentos híbridos no setor aéreo.

A adquirente espanhola ressalta que a aquisição vai permitir melhorias na conectividade de suas plataformas utilizadas entre companhias diferentes de propriedade do mesmo conglomerado aéreo, empresas diferentes que utilizam a mesma aliança internacional ou ainda empresas aéreas distintas que mantenham acordo de codeshare (compartilhamento de voos) com parceiros internacionais.

Ainda de acordo com os termos do negócio, mesmo após a conclusão da venda, a Accenture deve seguir como um “parceiro estratégico” para o aperfeiçoamento da plataforma de serviços aéreos digitais da Amadeus. A companhia registrou receita de € 3,4 bilhões, ou US$ 3,7 bilhões, no ano fiscal de 2014, encerrado em dezembro último. Amauri Vargas,  Leia mais em bitmag 02/07/2015



FUSÕES E AQUISIÇÕES: 81 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM JUNHO/15

O volume e o valor das negociações de fusões e aquisições anunciadas no primeiro semestre de 2015 aumentou 25,6% e 17,9%, respectivamente, comparado com o mesmo período do ano passado.
No mês de junho/2015, foram realizadas 81 transações no mercado brasileiro de fusões & aquisições, correspondendo um investimento da ordem de R$ 22,9 bilhões. Representa um crescimento de 39,7%, em relação ao número de operações do mês anterior e de um aumento de 93,6%  dos montantes envolvidos. No primeiro semestre do ano, foram apuradas 393 operações.
Os setores de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) e OUTROS  foram os mais ativos no mês de junho.
O maior apetite em maio ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 55 operações (67,9%). Sob a ótica do país de origem do investidor, os de origem Nacional predominaram com 55,6% das operações e 46,2% dos montantes investidos.
A maior transação no mês de junho/15, foi a realizada pela Marfrig anunciando a venda da Moy Park para a JBS por US$1,5 bi.
Quanto às Percepções de Mercado, merece destacar: que o valor de mercado das companhias brasileiras com ações negociadas em bolsa caiu 7% em 2014, em relação ao ano anterior - menor nível desde 2008; Em tempos de crise e queda no consumo as empresas têm apostado em aquisições e fusões - buscam aumentar a receita, ganhar maior participação de mercado e entrar em novos nichos; A restrição no crédito tem levado mais empresas no Brasil a vender ativos para melhorar sua posição de capital.  O cenário econômico difícil tornou os ativos mais baratos à medida que as avaliações das empresas foram revistas e o real se desvalorizou; Empresas que apostam em fusões e aquisições dão mais retorno a acionistas.

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no decorrer do mês de JUNHO de 2015.

ANÁLISE DO MÊS 

Os 5 setores mais ativos responderam por 63,0% do total das operações e  46,1% do valor total dos investimentos.

Foram apuradas 81 transações  anunciadas com destaque pela imprensa no mês de junho de 2015, em 20  setores da economia brasileira, registrando um crescimento de 39,7% em relação ao mês anterior ( 58 operações).

Constata-se crescimento de 12,5% no comparativo do número de transações realizadas no mês de junho de 2015, comparativamente ao mesmo mês de 2014.
Já em relação ao acumulado no primeiro semestre de 2015, apuradas 393 operações, registra-se um crescimento de 25,6% se confrontado com igual período de 2014,  quando foram realizadas 313 operações.


Em junho/15, o segmento com maior apetite foi o de TI, com a realização de 31 transações representando 38,3% do total.
No gráfico dos setores mais ativos no primeiro semestre de 2015, além de TI, destacam-se OUTROS; COMPANHIAS ENERGÉTICAS e ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO.
Os setores que apresentaram maiores quedas no nº de transações no primeiro semestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, foram PETRÓLEO E GÁS e SHOPPING CENTERS.
Por sua vez, os setores que mais cresceram em nº de operações no período de jan. a jun. de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, foram TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO e COMPANHIAS ENERGÉTICAS.
O mês sinaliza um crescimento de  1,1% do número de transações de M&A acumuladas nos últimos doze meses -  junho de 2015, com  813 operações, comparativamente com o mesmo período do mês anterior.

Das 81 transações apuradas,  41 são de porte até R$ 49,9 milhões - 50,6% do total e responderam por 2,0% do seu valor. Para este mesmo porte de operações, no acumulado do ano de 2015, registraram 239 transações representando 60,8% do total  e  2,6% do valor.
No topo da pirâmide foram apuradas 6 transações em junho, com porte acima de R$ 1,0 bilhão, representando 7,4% do número de operações e responderam por  71,4% do valor das transações. No acumulado, são 20 transações que correspondem a 5,1% e respondem por 70,1% do valor total das transações.

Em relação ao porte das transações, 9,4% do número delas estão acima R$ 500 milhões e representaram 80,5% em valor, no 1º semestre/15. Os quadros abaixo mostram a evolução semestral das transações, por porte, nos últimos três anos.

Evolução Semestral do Nº de Transações em Função do Porte da Operação até  49,9 R$ Milhões
  

Evolução Semestral  Porte da Operação [50-499,9]  R$ Milhões 


Evolução Semestral Porte da Operação [500-999,9] R$ Milhões 


 Evolução Semestral Porte da Operação [> 999,9] R$ Milhões


Quanto aos montantes dos negócios realizados em junho de 2015, estima-se o total de R$  22,9 bilhões, representando um crescimento de 93,6%, em relação ao mês anterior - considerando Valores Divulgados (55,6%) e Não Divulgados (44,5%).


O valor total dos negócios no primeiro semestre de 2015, alcançou R$ 106,1 bilhões, representando um crescimento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano anterior ( R$ 90,0 bilhões).

ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO foi o setor de maior expressão entre os investimentos realizados no primeiro semestre do ano, no cômputo total dos investimentos - com R$ 39,8 bilhões.
No gráfico dos setores TOP's, abaixo, estão relacionados por ordem de relevância os investimentos acumulados, por setor, realizados no ano.
A maior transação no mês de junho/15, foi a  Marfrig anunciando a venda da Moy Park para a JBS por US$1,5 bi.  A Marfrig fechou contrato com a JBS, maior produtora de carnes do mundo, para a venda da Moy Park, unidade de frango e alimentos processados na Europa, por aproximadamente 1,5 bilhão de dólares.  21/06/2015

O maior apetite em junho ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 55 operações (67,9%), e responderam por 71,2% dos montantes investidos.
No quadro abaixo mostra a evolução do número de transações no 1º semestre em termos investidor estratégico e financeiro.

Sob a ótica do país de origem do investidor, os de origem Nacional predominaram com 55,6% das operações e 46,2% dos montantes investidos. Os de origem Estrangeira responderam por 44,4% dos negócios e 53,8% dos valores envolvidos.
No quadro abaixo mostra a evolução do número de transações no 1º semestre em termos investidor de capital nacional e capital estrangeiro, com crescimento expressivo do investidor de capital nacional.

“PERCEPÇÕES” DO MERCADO - notícias que se destacaram:  Valor de companhias abertas é o menor desde crise de 2008. O valor de mercado das companhias brasileiras com ações negociadas em bolsa caiu 7% em 2014, em relação ao ano anterior. Trata-se do menor nível desde 2008, em meio à crise financeira global daquele ano.
Em tempos de crise e queda no consumo, como agora, crescer organicamente é uma tarefa desafiadora para as empresas. No país, para fechar seus balanços com saldo positivo, elas têm apostado em aquisições e fusões. É o que aponta uma pesquisa divulgada  pela Deloitte. Dos entrevistados, 39% pretendem adquirir concorrentes, 36% aspiram fusões, e 34% almejam comprar ativos de outras organizações. Com isso, elas buscam principalmente aumentar a receita (resposta dada por 69%), ganhar maior participação de mercado (66%) e entrar em novos nichos (62%).
A restrição no crédito tem levado mais empresas no Brasil a vender ativos para melhorar sua posição de capital, mostra estudo da Deloitte.  Entre os motivos apontados para essas operações, destacam-se a necessidade de reequilibrar a posição financeira, de melhorar a liquidez e de pagar dívidas ou reduzir passivos. O movimento se acentuou nos dois últimos anos, quando a economia piorou e as fontes de financiamento ficaram mais escassas
As empresas e os investidores não vão ficar esperando a crise passar para fazer aquisições. Esse movimento já começou. O cenário econômico difícil tornou os ativos mais baratos à medida que as avaliações das empresas foram revistas e o real se desvalorizou.
Empresas que apostam em fusões e aquisições dão mais retorno a acionistas. Companhias que recorrem constantemente a fusões e aquisições para crescer dão maior retorno quando comparadas às empresas que adotam pontualmente esta estratégia. A conclusão — parte de um estudo em que foram analisadas 265 mil transações, de 25 mil empresas de capital aberto, ao longo de 20 anos.

SUMÁRIO DOS DESTAQUES DO MÊS - FUSÕES E AQUISIÇÕES
A ordem da relação das transações de Fusões e Aquisições segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e postadas no blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. e podem ser localizadas nos endereços abaixo.

DESTAQUES DA:


DESTAQUES DO MÊS ANTERIOR


M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.