27 fevereiro 2015

Visa adquire plataforma de pagamentos online TrialPay

A administradora de cartões de crédito e débito Visa anunciou nesta sexta-feira, 27, que assinou acordo para adquirir o sistema de pagamentos online TrialPay, que conecta comerciantes com milhões de consumidores através de promoções direcionadas. Os termos financeiros do negócio não foram divulgados.

Em comunicado, a Visa declara que integrará a tecnologia TrialPay em seu portfólio para ajudar comerciantes a aumentar o número de clientes, impulsionar o tráfego e expandir as vendas, alcançando portadores de cartões da bandeira com ofertas direcionadas.

"Esta aquisição se alinha com a estratégia da Visa para trabalhar mais estreitamente com os comerciantes, no desenvolvimento de soluções que os ajudem a crescer seus negócios e construir relacionamentos mais fortes com os clientes", disse Ramon Martin, vice-presidente sênior de vendas e soluções comerciais da Visa. Leia mais em tiinside 27/02/2015

27 fevereiro 2015



Vale conclui transação com Cemig GT para joint venture

Cemig GT: segundo a Cemig, Vale e Cemig GT detêm, respectivamente, 55% e 45% do capital total da Aliança

 Vale informa que concluiu a transação com a Cemig Geração e Transmissão (Cemig GT) para formação da joint venture Aliança Geração de Energia.

O acordo entre as duas empresas foi anunciado em 19 de dezembro de 2013.

Após obtenção de todas as aprovações regulatórias e cumprimento de todas as condições pertinentes à transação, Vale e Cemig GT aumentaram o capital social na Aliança Geração mediante o aporte de ativos de geração de energia na empresa.

Segundo a Cemig, Vale e Cemig GT detêm, respectivamente, 55% e 45% do capital total da Aliança, avaliada em R$ 4,5 bilhões. "A Aliança passa a possuir a capacidade instalada hídrica de 1.158 MW (652 MW médios) em operação, dentre outros projetos de geração", informa a Cemig, em fato relevante.

A Vale esclarece que conclusão da transação não implica nenhum desembolso financeiro e foi executada com o aporte de ativos.

A Aliança Geração passa a abrigar as participações até então detidas pela Vale e pela Cemig GT nos seguintes ativos de geração de energia: Igarapava, Porto Estrela, Funil, Aimorés, Capim Branco I e II, e Candonga.

Tais usinas possuem 1.158 MW de capacidade instalada atribuível e energia assegurada de 652 MW médios. O fornecimento de energia elétrica para operações da Vale será assegurado por contrato de longo prazo.

Também faz parte da transação com a Cemig GT a venda de 49% da participação da Vale na Aliança Norte Energia Participações S/A (Aliança Norte), veículo que abriga a participação da Vale de 9% no capital total da Norte Energia, empresa responsável pela construção, operação e exploração da usina hidrelétrica de Belo Monte.

O fechamento da transação da Aliança Norte deverá ocorrer em breve, segundo a mineradora.

"Esta transação é consistente com a estratégia da Vale de maximização de valor para os acionistas, na medida em que proporciona diminuição do dispêndio de capital em investimentos relacionados a ativos non-core e aumenta a flexibilidade para gestão destes ativos no futuro", afirma a Vale em comunicado distribuído nesta sexta-feira, 27. Fátima Laranjeira, do Estadão Leia mais em exame 27/02/2015



Finep prevê investir R$ 450 milhões para apoiar ” startups” de tecnologia

Empresas nascentes de base tecnológica. Essa é a definição escolhida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), para tratar das chamadas “startups”. Está previsto para o mês que vem o lançamento do programa Inova Startup, pelo qual a Finep planeja injetar R$ 450 milhões até 2018 em projetos promissores de inovação.

Apesar de normalmente associado ao segmento tecnológico, o termo “startup” pode servir para qualquer ideia inovadora ou grupo de pessoas à procura de um modelo de negócio. O programa da Finep, entretanto, é limitado às milhares de pequenas empresas de tecnologia que precisam de um empurrão financeiro para desabrochar. A expectativa é que 2 mil delas recebam apoio do Inova Startup até o fim de 2018.

Incipiente e cercado de entraves burocráticos, o setor poderá ter no programa da Finep o “pulo do gato”, segundo definição de seu presidente, Glauco Arbix. Ele explica que um dos principais entraves aos aportes nas “startups” é o impedimento legal para que fundos de investimentos em participações coloquem dinheiro em empresas de capital limitado. Por essa razão, o programa da Finep vai viabilizar os investimentos via aquisição de opções de compra de participação nas empresas.

A transação vai ser feita por meio de um contrato preliminar de aquisição de participação societária. Pelo modelo proposto, a Finep vai trocar R$ 150 mil pela opção de ficar com 5% do capital da “startup” no futuro. Também está prevista a troca de R$ 300 mil por 10%. “Essa é a grande novidade”, disse Arbix, que apresentou ontem o Inova Startup durante a reunião do Conselho Deliberativo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Brasília.
A estratégia é realizar em 2015 a versão piloto do programa, pelo qual a Finep pretende desembolsar R$ 15 milhões com investimentos em cem “startups”. “Ninguém conhece esse mercado, por isso vamos avaliar como vai funcionar neste ano”, disse o executivo. Poderão pleitear os aportes ­ liberados mediante processo de seleção ­ empresas nascentes de base tecnológica com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões.

A escolha das empresas, segundo Arbix, será dividida em duas etapas. Na primeira, serão avaliados a solução inovadora, o produto e o processo, bem como a capacidade tanto da empresa quanto dos empreendedores. Após essa fase, o projeto terá que enfrentar ainda uma banca presencial de examinadores, para a qual serão convidados potenciais investidores privados.

Um dos principais objetivos do programa é facilitar a interação entre startups e outros investidores. No caso da Finep, o aporte nas empresas será reavaliado periodicamente, podendo a empresa estatal se consolidar como sócia minoritária, revender sua participação a outros interessados ou, num cenário em que a “startup” naufragar, simplesmente sair do negócio.

De acordo com Arbix, o programa foi bem recebido na reunião do Sebrae, da qual também participaram o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. O Sebrae vai participar em várias frentes do programa, desde a divulgação até o treinamento dos empreendedores para a preparação das apresentações às bancas. Fonte: Valor Econômico Por Murillo Camarotto Leia mais em tbsconsultoria 27/02/2015



JBS Foods cancela IPO em razão da conjuntura do mercado

JBS: empresa já havia afirmado que o IPO não deveria ocorrer enquanto o mercado tiver incertezas em relação ao cenário macroeconômico do Brasil

A JBS informa que a sua subsidiária integral JBS Foods pediu nesta sexta-feira, 27, o cancelamento de pedido de registro de oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de distribuição primária de ações ordinárias, tendo em vista a atual conjuntura de mercado.

A empresa afirma que manterá seus acionistas e o mercado informados "quando da identificação de situações favoráveis de acesso ao mercado de capitais brasileiro e internacional".

Em novembro, o CEO global da JBS, Wesley Batista, já havia afirmado que o IPO da JBS Foods não deveria ocorrer enquanto o mercado tiver incertezas em relação ao cenário macroeconômico do Brasil.Fátima Laranjeira, do Estadão Leia mais em exame 27/02/2015



BTG Pactual e Brookfield farão oferta por controle da BR Properties

O BTG Pactual e a Brookfield Property Group pretendem realizar uma oferta pública voluntária de aquisição (OPA) de controle da BR Properties, acreditando que o valor de mercado da companhia de imóveis comerciais reflete um desconto em relação aos seus ativos.

Nesta quinta-feira, a BR Properties divulgou carta do Fundo de Investimento em Participações Bridge, veículo de investimento utilizado por fundo da BTG Investments, parte do Grupo BTG Pactual, e pela Brookfield BR7, revelando a proposta.

No âmbito da OPA, que tem por objeto a aquisição da totalidade de ações da BR Properties e um mínimo de 85 por cento da companhia, o Bridge ofertará um preço por ação de 12 reais, que será ajustado por dividendos e juros sobre capital próprio.

Uma das condições do Bridge para a realização da oferta é a declaração de dividendos no montante de 3,02 reais por ação. O valor contempla 0,22 real por papel referente a dividendo proposto pelo Conselho de Administração da BR Properties neste mês, além de 2,80 reais por ação relativos a remuneração adicional aos acionistas sugerida pelo Bridge.

Considerando a declaração desses dividendos, o preço ajustado na data do leilão da OPA será de 8,98 reais por ação.

Segundo o Bridge, o valor antes dos dividendos representa um prêmio de 35 por cento sobre a cotação média dos papéis da BR Properties nos últimos 30 pregões.

Às 12h08, as ações da BR Properties lideravam os ganhos do Ibovespa e se aproximavam do valor proposto na OPA antes dos dividendos, com alta de 6,64 por cento, a 11,40 reais. No mesmo momento, o principal índice da bolsa caía 0,77 por cento.

Em conferência sobre os resultados do BTG Pactual divulgados na véspera, o presidente-executivo do grupo, André Esteves, reiterou que as ações da BR Properties se descolaram em relação ao preço dos ativos da empresa.

"Acho que a estrutura da oferta é boa para o investidor e para o proprietário dos ativos", afirmou.

REORGANIZAÇÃO

A BR Properties é considerada uma das principais empresas de investimento em imóveis comerciais no Brasil. Considerando o valor de 12 reais por ação, a oferta atribui um valor a toda a companhia de quase 3,6 bilhões de reais.

Os principais acionistas são o Banco BTG Pactual, com 28,74 por cento do capital, e o fundo de pensão Petros, com 10,48 por cento, segundo informações no site da BR Properties. Outros dois sócios têm participação acima de 5 por cento, a WTorre e a Southeastern Asset Management. As ações em circulação no mercado correspondem a 50,15 por cento do capital.

O Bridge estimou na correspondência à BR Properties que o edital da OPA será publicado em até 60 dias e que, caso a oferta seja concluída com êxito, o fundo buscará reorganizar a BR Properties e seus ativos, dividindo-os entre seus investidores.

"A ofertante esclarece não ter, neste momento, um posicionamento definido em relação à permanência ou saída da companhia do Novo Mercado após a conclusão da OPA, e, assim sendo, poderão ser adotadas, oportunamente, as medidas cabíveis para recomposição do percentual mínimo de ações em circulação", disse o Bridge.

As regras do segmento estabelecem que no mínimo 25 por cento dos papéis de uma companhia listada no Novo Mercado sejam negociados livremente.

Mais cedo nesta semana, a British American Tobacco (BAT) divulgou que avalia comprar todas as ações que não possui de sua controlada brasileira Souza Cruz, podendo desembolsar mais de 10 bilhões de reais se levar a ideia adiante e a operação tiver adesão maciça dos acionistas minoritários (Reportagem adicional de Guillermo Parra-Bernal)Por Marcela Ayres Leia mais em Uol 26/02/2015



Startup da área de saúde tem aporte de US$ 5 milhões

Uma empresa com ambição global. Essa característica do SaúdeControle - plataforma que permite o arquivamento e a gestão das informações médicas pelo paciente - conquistou investidores americanos.

O negócio foi o único na área da saúde a representar o Brasil em um evento de empreendedorismo realizado em Nova York, no ano passado. A seleção das startups brasileiras foi realizada por meio de uma ação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Softex e Centria Partners. "Apresentamos nossa solução para investidores e conseguimos capital para internacionalizar a operação", afirma Adrianno Barcellos, presidente do SaúdeControle.

Sem citar o nome do fundo investidor, Barcellos diz que o negócio receberá US$ 5 milhões, que serão aplicados no lançamento do sistema no mercado americano.

O orçamento prevê desde ações de marketing e adequação da ferramenta até a contratação de serviços de TI, como capacidade computacional para garantir a qualidade e a disponibilidade do aplicativo. Até o final deste semestre, a filial americana deve entrar em operação. "Os Estados Unidos serão a base para a nossa operação global", explica o executivo.

Segundo ele, a estruturação da plataforma e, principalmente do plano de negócios, foi o que chamou a atenção do mercado financeiro. "Uma empresa iniciante tem de saber conversar com o investidor, demonstrar capacidade empreendedora e ter visão global do seu produto ou serviço", diz.

Barcellos acredita que plataforma SaúdeControle tem potencial para atender milhões de pessoas em todo o mundo. "Os negócios no segmento de saúde têm crescido em todos os mercados. Desenvolvemos um produto centrado no paciente, que dá a ele poder para arquivar e gerenciar suas informações médicas. Na prática, temos clientes potenciais em todo o mundo", comenta.

No Brasil, o sistema soma 18 mil usuários e tem obtido êxito nas corporações. "As empresas estão utilizando informações médicas dos colaboradores para criar ações mais eficazes de saúde", explica Barcellos.

Para os empreendedores que estão em busca de aporte financeiro, Barcellos aconselha: frequentem ambientes que promovam negócios e insiram a empresa em rodadas de empreendedorismo. "Há dinheiro disponível no mercado. Os investidores procuram bons negócios. Mas dificilmente vão bater à sua porta", explica.

A participação em eventos para empresas iniciantes exige, no entanto, preparo. O plano de negócios tem de estar ajustado à linguagem dos investidores e as projeções de mercado precisam fazer sentido e demonstrar retorno do investimento. "Contratamos uma consultoria internacional para fazer um estudo do potencial da ferramenta para o segmento da saúde", diz Barcellos. Autor: Ediane Tiago Fonte: Valor Econômico Leia mais em tudofarma 27/02/2015



Cade aprova negócio entre J&F Investimentos e Grupo AEI

Termelétrica: a EPE é proprietária da termelétrica Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, com potência instalada de 529,2 MW

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, operação envolvendo companhias da J&F e do Grupo AEI, como a Empresa Produtora de Energia (EPE), conforme despacho da Superintendência-Geral do órgão publicado no Diário Oficial da União.

A operação consiste na aquisição pela J&F Investimentos de 1% e pela subsidiária da J&F, Zetta Lighting, de 99% das cotas da Empresa Produtora de Energia (EPE) e da GasOcidente do Mato Grosso, atualmente detidas pela AEI CB Limited e pela EPE Holdings.

O negócio também inclui a compra pela EPE de 99% e pela Zetta Lighting de 1% das ações da GasOriente Boliviano, também detidas por AEI CB e EPE Holdings.

A EPE é proprietária da termelétrica Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, com potência instalada de 529,2 MW e atualmente alugada para a Petrobras. As únicas atividades da EPE são a locação da usina e a prestação de serviços de manutenção e operação para a Petrobrás.

Já a J&F, empresa holding do Grupo J&F, detém participação societária em outras companhias que atuam nos segmentos de produtos alimentícios, couro, produtos de limpeza, higiene pessoal, subprodutos bovinos, serviços financeiros, florestamento e comercialização de madeira, pecuária, dentre outros.

A Zetta Lighting, por sua vez, que também pertence ao Grupo J&F, é uma empresa recentemente constituída para ser uma holding e também para atuar no mercado de iluminação pública.Luci Ribeiro, do Estadão Leia mais em Exame 27/02/2015



Finlandesa Ensto busca aquisição de fabricante de equipamentos elétricos

A possibilidade de um período recessivo na economia brasileira não deve atrapalhar os planos do empresário finlandês Miettinen Timo, que desembarca amanhã em São Paulo disposto a investir pelo menos R$ 200 milhões na aquisição de alguma fabricante nacional de equipamentos elétricos. Controlador do grupo Ensto, que tem fábricas na Europa e na Ásia, ele quer produzir por aqui equipamentos utilizados em linhas de distribuição de energia elétrica.

Apesar da perda de fôlego da economia nacional - que pode ter encolhido em 2014 e repetir o feito neste ano -, Timo acredita que o cenário atual oferece vantagens no médio e longo prazos para quem decidir investir no país. A empresa de sua família fatura algo próximo de 300 milhões de euros por ano, mantém operações em 19 países e exporta para outros 80, entre os quais o Brasil. "A presença local ajuda a Ensto a entender melhor as necessidades de cada um dos nossos parceiros", disse o empresário, em entrevista por e-mail.

Representantes da Ensto já visitaram o Brasil em busca de boas oportunidades de aquisições, mas ainda não encontraram um alvo com as características desejada pelo grupos. Há clareza, entretanto, que a operação deve funcionar nas regiões Sul ou Sudeste. O grupo finlandês - quem tem braços em outros setores - quer concentrar a operação brasileira em equipamentos para redes de distribuição subterrâneas e suspensas. "O mercado é grande e muito promissor no médio e no longo prazos", avalia o empresário.

Se a possibilidade de a economia brasileira encolher não afasta o interesse no investimento, questões como burocracia e imprevisibilidade do sistema tributário são as principais barreiras para a efetiva implantação de uma unidade do grupo Ensto no país. Timo também se queixa da pouca familiaridade dos brasileiros com o idioma inglês.

Além das redes de distribuição de energia, o grupo finlandês quer expandir os negócios na área de equipamentos e soluções para banda larga e sistemas de monitoramento digital.

A família de Timo é acionista da Teleste, companhia listada na Bolsa de Valores de Helsinki. Em novembro do ano passado, a empresa fechou um contrato com o grupo paulista Arganet, que oferece serviços de internet e hospedagem de sites e telefonia digital, entre outros.

Timo, que divide a vida entre Helsinki e Berlim, quer aproveitar a passagem no Brasil para garimpar obras de arte. O empresário mantém uma galeria na capital alemã e está em buscas de peças de artistas brasileiros, especialmente da região Nordeste. Fonte: Valor Econômico/Murillo Camarotto | De Brasília Leia mais em portosenavios 27/02/2015



Vale anuncia desinvestimentos para recuperar eficiência

Para recuperar eficiência e aumentar receitas, a Vale S.A. irá acelerar os desinvestimentos e vendas de ativos em 2015.

Essa estratégia já vem sendo seguida há alguns anos e ajudou a aumentar o lucro líquido de R$ 115 milhões em 2013 para R$ 954 milhões em 2014. No ano passado, a empresa já reduziu os investimentos em US$ 2,25 bilhões em relação a 2013.

A lista para os próximos desinvestimentos foi divulgada no Vale Day. Para esse ano, a empresa pretende desinvestir ou vender ativos na sua joint venture de carvão e na de fertilizantes, na sua operação na Indonésia (PVTI) na MRS Logística e na Mineração Rio do Norte, de bauxita.

O presidente da mineradora, Murilo Ferreira, afirmou que já em março a empresa deve anunciar um desinvestimento. “Vamos listar o que pretendemos fazer, realizar pesquisas e análises sobre o valor dos ativos, independente das condições de curto prazo.”

Com as vendas e desinvestimentos, a Vale pretende se concentrar mais em seus negócios centrais, eliminar ativos que não estejam rendendo conforme o esperado e gerar caixa.

Outro motivo para a venda desses ativos é o aumento da eficiência da empresa. “Queremos uma empresa bem eficiente, focada nos nossos principais negócios, para conseguir responder aos desafios dos próximos anos”, afirmou Ferreira.

Pessimismo

Esses ativos não serão vendidos a qualquer custo, afirmou o presidente. Ele disse que há vários fatores externos interferindo no preço das ações da Vale e no valor de seus negócios e que há desconfiança do mercado do valor desses negócios.

Segundo ele, “há muito tempo ouço a história de que não seríamos capazes de fazer operações interessantes”, e que o mercado não reconhece o valor de seus ativos.

No entanto, o presidente citou dois casos recentes de investimento que geraram valores mais altos do que os esperados pelo mercado.

Um deles é a venda de 20% da VLI para a Mitsui & Co. Ltda, uma empresa japonesa, por R$ 1,5 bilhão. Outras fatias da VLI também foram vendidas a Brooksflied e ao FI-FGTS.

Outra é a venda de uma fatia da ferrovia Nacala, corredor que terá 912 km quando pronto em Moçambique, além da venda de 15% da participação na Vale Moçambique (mina de Moatize), para a mesma empresa japonesa.

Minério de ferro

Empreendimentos na área de minério de ferro, por outro lado, são “intocáveis”, disse Ferreira. A área é o carro-chefe da mineradora.

Um dos exemplos é o projeto S11D, a expansão da atividade mineradora de Carajás. O investimento total será de US$ 19,5 bilhões e produzirá, segundo a empresa, o melhor minério do mundo.

“O S11D na Serra de Carajás é intocável. Não só porque gostamos do projeto, mas porque queremos ser mundialmente reconhecidos como a empresa que traz o melhor minério de ferro ao mercado.”
Karin Salomão, Leia mais em EXAME 27/02/2015



Cade aprova com restrições joint venture de Novartis e GSK

Novartis: a GSK terá participação de 63,5% das ações da joint venture, enquanto a farmacêutica ficaria com 35,5%

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, com restrições, a criação no Brasil da joint venture global da farmacêutica suíça Novartis e a britânica GlaxoSmithKline (GSK) na área de produtos de consumo para cuidados com a saúde e os que não precisam de prescrição.

A decisão unânime foi formalizada nesta quarta-feira, 25, tendo como principal restrição a determinação para que a GSK deixe o mercado de adesivos antitabagismo da marca NiQuitin, que concorre com o Nicotinell da Novartis.

Durante a leitura de seu voto, o conselheiro Márcio de Oliveira Júnior classificou a atuação da empresas no mercado de adesivos como "situação de quase monopólio". Ele orientou o posicionamento dos demais membros da Corte administrativa sobre o processo.

O relator destacou que a GSK propôs um Acordo em Controle de Concentrações (ACC), no qual se compromete a sair do mercado de adesivos para terapia de substituição à nicotina no Brasil.

A restrição será apenas em mecanismos de comercialização da sua marca NiQuitin, não envolvendo a venda de fábricas. Também foi proposto que a nova empresa não terá participação de executivos da Novartis para evitar troca de informações em outros mercados, no qual ela é concorrente da GSK.

O braço brasileiro da nova empresa será parte de uma companhia global com potencial, segundo as farmacêuticas, de movimentar cerca de US$ 11 bilhões por ano em faturamento em todo o mundo.

A GSK terá participação de 63,5% das ações da joint venture, enquanto a Novartis ficaria com 35,5%. A nova empresa prevê a união da área de produtos de consumo para cuidados com a saúde da GSK com os produtos que não precisam de prescrição (os chamados OTC) fabricados pela Novartis.
Nivaldo Souza, do Estadão Leia mais em Exame 25/02/2015



26 fevereiro 2015

Brazil Minerals adquire 10 concessões de lavra para ouro e diamante em MG

A Brazil Minerals informou hoje (23) que recebeu 25% dos direitos da companhia brasileira RST Recursos Minerais, referente a dez concessões de lavra e 12 direitos minerários para diamante e ouro em Minas Gerais.

As áreas das concessões adquiridas pela Brazil Minerals ficam próximas à concessão de lavra da Mineração Duas Barras, subsidiária integral da mineradora. Leia mais em noticiasde mineracao 23/02/2015
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BRAZIL MINERALS ACQUIRES SHARES IN RST RECURSOS MINERAIS

Brazil Minerals, Inc. has announced that it has received title to 25 percent of RST Recursos Minerais, Ltda. (RST), a Brazilian company with 10 mining concessions and 12 other minerals rights, all for diamond and gold. The concessions are near the mining concession owned by the Company's subsidiary, Mineração Duas Barras Ltda. (MDB).

BMIX paid a total of 250,000 Brazilian real (approximately US$110,000 at the then prevailing exchange rate, or US$87,000 at today's rate) for this 25 percent acquisition of RST shares (60 percent in cash and 40 percent in restricted stock of the company).

The sellers of the 25 percent stake in RST were two Brazilian citizens.

Marc Fogassa, Chairman and CEO of Brazil Minerals, commented, "The mild slowdown in the Brazilian economy has made certain local property owners need to raise cash, and that has created several likely accretive opportunities for us, as in this acquisition."

RST mining concessions and minerals rights are located on the banks of the Jequitinhonha River, a well-known alluvial diamond and gold area for the last two centuries, near MDB's areas and plant. RST has no operational plant or workers at this time, and any eventual mining in an RST area could possibly be processed at MDB's plant.

The company believes that its shareholders will benefit from this transaction as Brazil Minerals now has participation in 11 mining concessions, whereas before it had only one from MDB. Mining concessions are the highest level of mineral rights in Brazil. They permit the owner to mine and commercialize specified minerals in perpetuity, as long as continuous observance of the mining code is followed. The cost of obtaining a mining concession from scratch can reach hundreds of thousands of dollars and take in excess of five years. Leia mais em diamondintelligence 26/02/2015

26 fevereiro 2015



Avago adquire fabricante de equipamentos de rede Emulex por US$ 606 milhões

A Avago Technologies, cujos chips são usados em produtos da Apple, anunciou que entrou em acordo definitivo para adquirir a fabricante de equipamentos de rede Emulex por US$ 606 milhões. A transação está prevista para ser concluída no segundo semestre do ano fiscal de 2015 da Avago, a ser encerrado em 1º de novembro.

Conforme os termos do acordo, a Avago comprará todas as ações em circulação da Emulex por US$ 8 a ação, o que representa um prêmio de 26% em relação ao preço dos papéis no fechamento de quarta-feira, 25.

Em comunicado, a fabricante de chips informa que, com a conclusão da compra, a Emulex vai operar como uma unidade de negócios dentro do segmento de armazenamento corporativo da Avago. "Os negócios de conectividade da Emulex se encaixam muito bem com o portfólio existente da Avago, que atende o mercado de armazenamento corporativo", ressaltou Hock Tan, presidente e CEO da Avago. Leia mais em tiinside 26/02/2015