01 julho 2016

Empresa chinesa paga R$4,8 bi e assume hidrelétricas em SP

A chinesa Three Gorges assumiu nesta sexta-feira a operação das hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira, em São Paulo, após pagar na véspera 4,8 bilhões de reais ao Tesouro Nacional, informou a empresa em comunicado.

O pagamento feito ao governo foi a segunda parcela de um total de 13,8 bilhões de reais cobrados pela União junto à companhia a título de bônus pela outorga das usinas, que foram licitadas em novembro passado, após o vencimento de seus contratos de concessão.

"O pagamento da outorga foi financiado com empréstimos estruturados e capital próprio", disse a Three Gorges, sem detalhar.

A companhia foi a grande vencedora do leilão do ano passado, que arrecadou ao todo 17 bilhões de reais. O prazo limite para o pagamento da segunda parcela era 30 de junho.

As hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira estão entre as maiores do Brasil e somam um total de 5 gigawatts em capacidade. Antes do vencimento do contrato de concessão, ambas eram operadas pela estatal paulista Cesp.

A Three Gorges disse que ao assumir a operação das usinas passou a somar 6 gigawatts em potência instalada, o que a deixa entre as maiores geradoras do Brasil, atrás apenas de empresas do grupo Eletrobras, da privada Tractebel e da Petrobras. Leia mais em exame 01/07/2016


01 julho 2016



Cimed quer chegar ao topo com aquisições

Agora no seleto grupo das cinco maiores farmacêuticas do país por vendas em unidades, o grupo Cimed quer chegar ao topo do ranking da indústria e pretende ganhar posições com a compra de outras empresas. "Nosso DNA sempre foi comprar. Mas não queremos um negócio pequeno", avisa o presidente João Adibe Marques. Nessa linha, o grupo tem interesse declarado em pelo menos dois pesos-pesados do segmento de genéricos, Medley e Teuto.

Antes mesmo da aquisição pretendida, a Cimed já subiu várias colocações no ranking da indústria. Nos últimos 15 meses, conta João Adibe, profissionais do grupo farmacêutico e da IMS Health, que audita o mercado farmacêutico, debruçaram-se sobre os números do grupo para contabilizar também as vendas às farmácias feitas via distribuição própria.

Como resultado, houve incremento de mais de 130% no volume vendido considerado pela IMS e a farmacêutica passou da 11ª posição para a 4ª colocação em abril, com 207 milhões de unidades vendidas em 12 meses, atrás de EMS, Hypermarcas e Sanofi. "Já sabíamos do nosso tamanho real.
Mas o mercado, não", diz João Adibe.

A adição desse volume também teve impacto no tamanho do mercado brasileiro de medicamentos, que subiu 3,3% em relação ao número calculado anteriormente, para 3,59 bilhões de unidades comercializadas no varejo em 12 meses até março.

No ranking por receita, calculada pelo preço lista do medicamento (PMB), a Cimed passou de 21ª colocada para 7ª maior, com R$ 2,345 bilhões. O novo cálculo também revelou que o grupo tinha em abril seis produtos entre os 15 mais vendidos no país, com destaque para o antiinflamatório Cimelide, que ocupa a 2ª posição.

O trabalho de auditoria contribuiu ainda para o grupo ajustar sua estratégia comercial. Conforme João Adibe, a análise apurada dos números mostrou que apenas 15% dos negócios da Cimed estão nas redes ligadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Como essas lojas representam cerca de 60% do mercado de medicamentos, o laboratório vê grande potencial de expansão de vendas nesse canal.

No início de 2014, o grupo, que tem em seu portfólio medicamentos, cosméticos e suplementos vitamínicos, definiu que a principal aposta, dali por diante, seria feita no mercado de medicamentos e lançou a One Farma, que hoje é tratada como divisão farmacêutica. A primeira experiência com a nova empresa foi feita no Nordeste e, em três meses, as vendas de medicamentos se igualaram ao que estava previsto para um semestre. No fim do ano, a One Farma foi lançada nacionalmente. Em 2016, as vendas do grupo vão acumulando alta de 20% na comparação com o primeiro semestre de 2015 e a meta é encerrar o ano com esse mesmo ritmo. Na divisão farmacêutica, o crescimento é de 25%.

Ao mesmo tempo em que dará continuidade à estratégia comercial que proporcionou crescimento de dois dígitos nas vendas, a Cimed quer ganhar escala via aquisições. Hoje, a fábrica do grupo está plenamente ocupada e não poderia absorver a produção de novos produtos. Instalada em Pouso Alegre (MG), a unidade foi ampliada recentemente, como parte do investimento de R$ 60 milhões que incluiu também a inauguração de uma nova gráfica, onde a Cimed produz suas próprias embalagens.

"Não temos receituário, dermocosméticos e genéricos", diz o empresário. ao ser questionado sobre potenciais alvos do grupo. O presidente admite que está olhando o Teuto, sexto maior laboratório em unidades vendidas e fabricante de genéricos que tem como acionistas a família Melo (com 60%) e Pfizer (com 40%). Os sócios já teriam contratado o BTG Pactual e o Goldman Sachs, respectivamente, para assessorá-los na venda - procurados, Pfizer e Teuto informaram que não comentam especulações.

Diz ainda que admira a Medley e poderia buscar uma aproximação com a dona do laboratório, a francesa Sanofi. "Medley é um ativo que interessa, por ser uma marca muito relevante", explica. Conforme João Adibe, até agora, não houve nenhum contato com os franceses. Há duas semanas, quando circularam informações sobre uma possível venda de seu braço de genéricos, a Sanofi disse que em nota que "não confirma que a Medley esteja à venda" e afirmou ainda que a empresa "ocupa papel fundamental nos planos de negócios" no país.

O grupo também quer ter presença em dermocosméticos, via aquisição ou com o lançamento, já em 2017, de uma linha própria de produtos. "Seja como for, vamos entrar nesse segmento no ano que vem", diz João Adibe, cuja família tem tradição na indústria farmacêutica nacional. Ex-piloto da Stock Car, João Adibe é sobrinho dos irmãos Castro Marques donos da Biolab e da União Química, que acabam de resolver um litígio societário envolvendo participações cruzadas nos laboratórios que se arrastou por quase uma década. Jornalista: Stella Fontes - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 01/07/2016'




Hershey nega oferta da dona do Sonho de Valsa

A norte-americana Mondelez International, fabricante de doces e salgadinhos e que é dona de marcas como Oreo, Sonho de Valsa, Tridente Toblerone, fez uma oferta de US$23 bilhões pela rival Hershey.
A empresa que produz os bombons Hershey Kisses e os chocolates Reese’s, no entanto, recusou a proposta.

Uma combinação entre a Mondelez e a também norte americana Hershey daria à companhia sediada em Deerfield, Illinois (EUA), 18% do mercado mundial de doces, superando a rival Mars, e a tornaria a segunda maior fabricante de alimentos embalados no planeta, com 3%das vendas totais,de acordo com a Euromonitor.

A oferta surge em meio a especulações sobre o futuro da Hershey, entre as quais o rumor de que a Nestlé possa ter interesse em adquiri-la.

O setor mundial de alimentos foi transforma donos últimos anos, já que a mudança nas preferências dos consumidores forçou empresas a repensar suas estratégias, promover consolidação e cortar custos.

Tanto a Mondelez como a Hershey estão no Brasil.  Folha de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 01/07/2016



Kroton compra a Estácio e amplia domínio do setor de educação

Negócio, avaliado em 5,5 bilhões de reais, ainda depende do aval dos órgãos reguladores

Fachada da faculdade Estácio, que tem cerca de 600 mil alunos(VEJA.com/Reprodução)

A Kroton acertou a compra da Estácio Participações, vencendo a disputa com a Ser Educacional, que também tinha interesse na aquisição. O negócio, comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na manhã desta sexta-feira, é avaliado em cerca de 5,5 bilhões de reais.

Segundo o comunicado da Kroton, assinado por Carlos Alberto Lazar, diretor de Relações com Investidores, o negócio foi fechado com uma oferta de troca de ações (na proporção de 1 ação da Estácio para cada 1,281 ação da Kroton) mais dividendoes de 170 milhões de reais aos acionistas da Estácio. A proposta anterior da Kroton contemplava relação de troca de 1,25 ação de sua emissão para cada ação da Estácio, sem pagamento de dividendo.

No comunicado emitido pela Estácio, Pedro Thompson, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da empresa, informou que a proposta foi aceita em reunião do Conselho de Administração realizada nesta quinta. O Conselho se reúne novamente na próxima sexta para tratar das questões operacionais do negócio e, na sequência, vai convocar assembleia geral com os acionistas.

A compra da Estácio vai reforçar o poder de mercado da Kroton com o acréscimo de cerca de 600.000 alunos à sua base, que já conta com 1 milhão de estudantes no país. A conclusão da operação ainda depende do aval dos órgãos reguladores.

Os planos da Kroton ocorrem em meio à redução das verbas federais para o financiamento do ensino superior privado por meio do Fies e à recessão no Brasil, que trouxeram dificuldades ao setor de ensino superior privado na captação e na retenção de alunos. A Kroton tem operações de ensino presencial mais concentradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A Estácio, por sua vez, possui campi em todos os Estados do Nordeste e em alguns da região Norte.

A nova oferta da Kroton foi apresentada pouco depois de a rival de menor porte Ser Educacional ter elevado sua oferta para pagamento de 1 bilhão de reais em dividendos extraordinários aos acionistas da Estácio. A ofertas da Ser foi apresentada na quarta-feira e o prazo para sua análise era até dia 8 de julho. (Da redação) Leia mais em veja 01/07/2016
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FATO RELEVANTE

A Kroton Educacional S/A ("Kroton") informa, em complemento aos Fatos Relevantes de 02 de junho e 21 de junho de 2016, que recebeu o aceite, na data hoje, pelo Conselho de Administração da Estácio Participações S/A ("Estácio"), das bases financeiras da proposta revisada enviada ontem pela Kroton para a combinação de negócios da Kroton e da Estácio, conforme Fato Relevante publicado pela Estácio nesta data.

De acordo com a referida proposta, a combinação da Kroton e Estácio resultaria: (a) na titularidade, pela Kroton, da totalidade das ações de emissão da Estácio; e (b) no recebimento, para cada ação ordinária de emissão da Estácio, de 1,281 ação ordinária de emissão da Kroton (considerando 307.680.459 ações de Estácio e 1.617.548.842 ações de Kroton, excluindo-se, em ambos os casos, as ações em tesouraria) e (c) na distribuição de dividendos extraordinários aos acionistas da Estácio no valor de R$170.000.000,00 (cento e setenta milhões de reais), representando aproximadamente R$0,55 por ação da Estácio.

A consumação desta operação encontra-se sujeita à: (a) discussão, aprovação e assinatura do Protocolo e Justificação de incorporação das ações da Estácio pela Kroton pela administração de ambas as companhias; (b) elaboração de todos os documentos requeridos por lei ou pela regulamentação aplicável para permitir a submissão da operação aos acionistas das companhias; (c) deliberação e aprovação do protocolo e demais documentos da operação pelos respectivos acionistas, conforme aplicável; e (d) aprovação da operação pelas autoridades regulatórias.

Conforme regulamentação aplicável, manteremos o mercado informado sobre o andamento da conclusão das demais condições da operação.

Belo Horizonte, 1º de julho de 2016.   Carlos Alberto Bolina Lazar   Diretor de Relações com Investidores Leia mais em kroton 01/07/2016




PDG conclui venda de participação em empresa de shoppings

PDG: o negócio vai permitir corte de 214 milhões de reais no endividamento líquido da empresa

A PDG Realty anunciou no final da quinta-feira conclusão de venda da totalidade de sua participação de 58,1 por cento na empresa de desenvolvimento de shopping centers Real Estate Partners, em negócio que vai permitir corte de 214 milhões de reais no endividamento líquido da empresa.

A venda foi concluída junto à LDI Desenvolvimento Imobiliário, que como contrapartida pela participação entregou à PDG 26 unidades imobiliárias na cidade de São Paulo avaliadas em 33,9 milhões de reais. Reuters Leia mais em exame  01/07/2017



Aché compra laboratório Tiaraju, do RS

O Aché fechou a compra do Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju, do Rio Grande do Sul, na segunda aquisição em menos de três meses. O negócio, cujo valor não foi revelado, inclui ainda o direito de acessar os desenvolvimentos do Tiaraju em cosméticos e nutracêuticos e está contemplado no orçamento de R$ 160 milhões em investimentos para 2016.

De controle familiar, o Tiaraju vai transferir ao Aché sua operação químicofarmacêutica e garante exclusividade sobre os produtos desenvolvidos em nutracêutica e cosméticos. "Não são aquisições de empresas grandes, mas especializadas, que complementam e trazem valor ao portfólio", disse o presidente do Aché, Paulo Nigro.

Com a compra, o Aché vai incorporar registros de 12 fitomedicamentos, um mercado de R$ 1,1 bilhão no ano passado, e ganhar fôlego para disputar a liderança, hoje da Takeda. "Somos o segundo, mas acredito que será possível atingir a liderança", afirmou.

O Aché já tem tradição nesse mercado. É do laboratório o primeiro fitomedicamento com pesquisa e desenvolvimento integralmente nacionais, o antiinflamatório Acheflan. Há duas semanas, o produto obteve registro de medicamento no México e será lançado no mercado local ainda neste ano.

Os produtos já registrados do Tiaraju, conforme Nigro, serão lançados gradualmente nos próximos anos. Para 2017, devem ser três lançamentos na área de fitomedicamentos e oito nutracêuticos, dos quais cinco nutricosméticos. "Esses produtos abrem uma nova avenida de negócios para o Aché", comentou, acrescentando que, em conjunto, os lançamentos vão adicionar de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões ao faturamento. No ano passado, a receita líquida do laboratório alcançou R$ 2,3 bilhões, com alta de 9,3%.

Em abril, o Aché comprou a paranaense Nortis Farmacêutica, reconhecida pelos antibióticos cefalosporínicos, usados no tratamento de infecções bacterianas. A Nortis tem capacidade de produção mensal de 1,2 milhão de blísteres e 400 mil frascos e é responsável por cerca de 50% do mercado desse tipo de antibiótico no Brasil.  Jornalista: Stella Fontes  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 01/07/2016



Azuma Kirin adquire 100% do capital da Tozan

A Azuma Kirin, empresa do grupo japonês Kirin Holdings especializada na produção de saquê, concluiu a aquisição de 100% do capital da brasileira Indústria Agrícola Tozan, que produz arroz japonês (do tipo akitakomati), shoyu, missô e temperos japoneses. Os dois negócios foram reunidos em uma única companhia, que passa a se chamar Azuma Kirin Company e será apresentada ao mercado hoje.

Para os consumidores, a marca Tozan de alimentos deixará de existir e será substituída pela marca Azuma. As bebidas (saquês e shochu) manterão a marca Azuma Kirin. A empresa também desenvolveu um novo logotipo para a marca, que será apresentado ao consumidor em julho, durante o 19º Festival do Japão, de 8 a 10 de julho, em São Paulo.

A Kirin Holdings já detinha 89% de participação na Tozan. Os outros 11% estavam nas mãos de Toru Iwasaki, sobrinho-neto do fundador da empresa.

A Indústria Agrícola Tozan foi fundada no Brasil em 1934 pelo japonês Hisaya Iwasaki, filho do fundador do grupo Mistubishi, Yataro Iwasaki. A empresa foi criada para atender à comunidade japonesa instalada no Brasil.

Agora, a família fundadora deixa a operação.

A nova empresa tem como presidente Shinya Kobayashi, que já presidia a Azuma Kirin. Rodrigo Peca, gerente-geral da Azuma Kirin Company, disse que a empresa investiu R$ 1 milhão na instalação da nova sede, situada na avenida Paulista, no centro financeiro de São Paulo. O escritório vai reunir os funcionários das antigas Azuma Kirin e Tozan, 120 pessoas ao todo.

"Embora fosse dona da maior participação no capital da Tozan, a empresa operava de forma independente no Brasil, sem contato com a Azuma Kirin.

Agora o planejamento da holding para a área de alimentos e saquê no Brasil terá um direcionamento único", disse Rodrigo Peca, gerente-geral da Azuma Kirin Company.

Segundo o executivo, além da nova sede, a Azuma Kirin Company investe para modernizar sua fábrica em Campinas (SP). O valor do investimento é mantido em sigilo. A Azuma Kirin possui ainda uma unidade em Santa Maria (RS), para beneficiamento do arroz japonês que é vendido para o consumidor ou usado na produção de saquê e missô.

Juntas, Azuma e Tozan produzem 65 produtos entre bebidas alcoólicas e alimentos da culinária japonesa. No ano passado, o faturamento das duas empresas foi de R$ 72 milhões. De acordo com Peca, nos últimos dez anos, as empresas acumularam crescimento de 300%. Para o triênio de 2016 a 2018, a previsão é crescer 40%, chegando ao fim do ciclo com faturamento de R$ 100 milhões. "Essa perspectiva de crescimento já leva em consideração os impactos negativos da crise econômica brasileira", disse Peca.

Desse faturamento, a categoria de saquê bebida representa 35% e negócio de arroz responde por 30%; saquê culinário e temperos respondem por 24% e shoyu, 11%. Segundo o executivo, 60% dos produtos são vendidos no Sudeste. "Embora o setor de restaurantes esteja sofrendo com a crise, ainda há muitos estabelecimentos que não atingimos. Há espaço para crescer", disse Peca.

Segundo a companhia, a marca Azuma Kirin detém 70% do mercado de saquê. Em alimentos, as marcas Azuma e Tozan possuem em torno de 50% de participação.

Embora pertença ao grupo Kirin Holdings, a Azuma Kirin Company não tem relação com a Brasil Kirin, empresa de cervejas e refrigerantes do grupo. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 01/07/2016


 



30 junho 2016

L’Oréal compra marca de perfumes Atelier Cologne

A Atelier integrará o portfólio de luxo da L’Oréal, que inclui marcas como Armani Privé e Le Vestiaire des parfums by Yves Saint Laurent... Leia mais em Valor econômico 30/06/2016

30 junho 2016



Vale vende três supernavios para banco chinês por US$ 269 milhões

A Vale e um consórcio liderado pelo ICBC International, uma subsidiária integralmente controlada pelo Industrial and Commercial Bank of China, concluíram hoje a transação de compra e venda de três navios VLOCs com capacidade de 400 mil toneladas, atualmente operados pela Vale.

A transação totalizou aproximadamente US$ 269 milhões e o valor será recebido pela Vale mediante a entrega dos navios, que está prevista para acontecer em agosto de 2016.

A Vale também está negociando a venda de outros navios, o que é consistente com a sua estratégia de fortalecer o balanço e focar nos ativos ligados à sua principal atividade.  Leia mais arenadopavini 30/06/2016



Em fase de aquisições, Extrafarma muda marca

A Extrafarma, braço de varejo de farmácias do grupo Ultra, mudou a logomarca da companhia, num movimento que também envolve a reforma de lojas nos últimos meses.

A alteração na marca começou a ser implementadas hoje nas lojas de Belém (PA), e a ... Por Adriana Mattos | Leia mais em Valor Econômico 30/06/2016



Odebrecht TransPort reforça caixa com R$ 625 milhões para investimentos

A Odebrecht TransPort, empresa de mobilidade urbana, rodovias, aeroportos e logística da Organização Odebrecht, anunciou nesta quinta-feira uma série operações que vão reforçar seu caixa em R$ 625 milhões "para dar continuidade a investimentos que contribuem para a melhoria da infraestrutura, a retomada do crescimento econômico do país e a criação de empregos", de acordo com o presidente da companhia, Paulo Cesena.

Uma das transações da Odebrecht TransPort, que está em fase de aprovação por seu Conselho de Administração, será a emissão, por parte de sua subsidiária integral Odebrecht Rodovias, de debêntures privadas com prazo de 5 anos no valor de R$ 350 milhões.

Além disso, a Odebrecht Rodovias assinou com a CCR um contrato de compra e venda pelo qual transferirá integralmente sua participação acionária na concessionária ViaRio, no Rio de Janeiro.

A ViaRio, que será inaugurada em breve, é uma via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro e conecta as maiores instalações dos Jogos Olímpicos, como a Vila dos Atletas, o Parque Olímpico e o Parque Radical. Nela, a Odebrecht Rodovias divide a sociedade de forma igual com a CCR e a Invepar, cada uma com 33,33%.

Além disso, a Montgomery, outra subsidiária da Odebrecht TransPort, também recebeu da CCR proposta firme para a compra dos seus 15% de participação na ViaQuatro. Trata-se da concessionária da Linha 4 Amarela de metrô em São Paulo, que liga o Centro à Zona Oeste. Atualmente, a CCR detém 60% da ViaQuatro; a Odebrecht TransPort, via Montgomery, 15%; a RuasInvest, também 15%; e a Mitsui, 10%.

Como no caso da ViaRio, a efetivação da transação da ViaQuatro depende de autorizações legais. Ambas as operações representam para a Odebrecht TransPort e suas subsidiárias a entrada em caixa de R$ 275 milhões.

A Odebrecht TransPort informou em comunicado que "as operações agora realizadas decorrem da análise, que deve ser contínua e permanente, da situação do país e dos mercados, considerando, entre outros pontos, a necessidade de desmobilização total ou parcial de participação acionária em ativos que não sejam considerados estratégicos".

"A crise econômica e a forte retração do crédito disponível para financiar projetos nos obrigaram a reavaliar as nossas opções estratégicas, particularmente associadas à alocação de capital e diversidade de negócios", disse o diretor financeiro da Odebrecht TransPort, Marcelo Felberg.

"O nosso foco será nos projetos em carteira nos quais temos controle acionário ou participação significativa e que também ofereçam oportunidades de crescimento, escala e perfil de risco ajustado ao retorno adequado", acrescentou.

Para Paulo Cesena, "medidas do governo federal estão sinalizando a possibilidade de recuperação de um ambiente propício ao investimento".

"Estou confiante em que a equipe econômica criará mecanismos eficientes de financiamento que sirvam tanto aos projetos das fases anteriores do Programa de Investimentos em Logística como às futuras concessões, pois esta é a maneira mais rápida de atrair investidores, criar empregos e colocar em funcionamento o relógio do crescimento econômico", argumentou Cesena.  EFE Leia mais em bol.uol 30/06/2016



Deutsche Börse fecha venda da ISE a Nasdaq por US$ 1,1 bi

Nasdaq: o novo presidente da DB quer que a companhia seja a número 1 ou 2 em todas as áreas de negócio que administra

A operadora Deustche Börse (DB), responsável pelo gerenciamento da Bolsa de Valores de Frankfurt, na Alemanha, informou nesta quinta-feira que fechou a venda da Bolsa de opções americana International Securities Exchange (ISE) a Nasdaq por US$ 1,1 bilhão.

A Bolsa de empresas tecnológicas Nasdaq está adquirindo a ISE, que administra três Bolsas eletrônicas de opções nos Estados Unidos, assim como sua matriz U.S. Exchange Holdings.

A DB disse também que nos últimos meses foram concedidas todas as permissões regulatórias necessárias para a venda, das quais as duas partes chegaram a um acordo no início de março.

Assim, a Nasdaq fortalece seu negócio de opções sobre ações e terá acesso à excelente tecnologia da ISE, enquanto a DB consegue uma importante injeção de liquidez com a venda.

Nos Estados Unidos existem 14 plataformas de negociação com opções, das quais a ISE e a Nasdaq têm três respectivamente.

O acordo, no entanto, não contempla as participações na Bats Global Markets e na Digital Asset Holding, que seguirão sendo da Deutsche Börse.

O novo presidente da DB, Carsten Kengeter, quer que a companhia seja a número 1 ou 2 em todas as áreas de negócio que administra e por isso prefere avaliar outras opções onde não se pode conseguir esse objetivo.

A DB adquiriu a ISE, cuja sede está em Nova York, em 2007, antes da explosão da crise financeira internacional, e fez parte do mercado de derivados Eurex. EFE Leia mais em exame 30/06/2016