23 novembro 2014

TIM aprova venda de até 6.481 torres para a ATC

O conselho de administração da Tim Participações aprovou nesta sexta-feira, 21, a venda de até 6.481 torres de telecomunicação, hoje de propriedade da TCEL, para a American Tower do Brasil - Cessão de Infraestruturas (ATC), pelo valor de cerca de R$ 3 bilhões, assim como do contrato de locação desses ativos pelo prazo de 20 anos.

Inicialmente a TCEL vai firmar com a ATC a venda de até 5.240 torres. A TCEL vai notificar Claro, Americel e Embratel, devido ao contratos de compartilhamento anteriormente firmados, sobre os termos e condições oferecidos pela ATC para aquisição das 1.241 torres de telecomunicação remanescentes daquele bloco total, de modo que aquelas empresas possam, querendo, exercer no prazo contratual seus direitos de aquisição sobre esses ativos. Após o prazo, a TCEL poderá firmar com a ATC o contrato para venda destas torres, somando as 6.481.

No começo de novembro, o presidente da TIM, Rodrigo Abreu, disse, em teleconferência, esperar que a venda de torres da companhia seja concluída neste ano fiscal, o que considerou "estratégico". "A venda de torres não é geração simplesmente de caixa, mas rebalanceamento de ativos de infraestrutura", afirmou então.Por Fátima Laranjeira | Estadão Leia mais em yahoo 21/11/2014


23 novembro 2014



BB e Bradesco criam empresa para microcrédito

Movera: o objetivo é alcançar 1,5 milhão de financiamentos nos próximos três anos a contar do final deste mês

O Banco do Brasil e o Bradesco deram mais um passo para ampliarem a parceria com a criação de uma nova empresa, desta vez focada em microcrédito. Batizada de Movera, foi desenvolvida para orientar, prospectar e acompanhar microempreendedores na tomada de linhas específicas de crédito. A companhia nasce com uma carteira de R$ 70 milhões e um projeto piloto de cerca de 60 mil contratos.

O objetivo da Movera é alcançar 1,5 milhão de financiamentos nos próximos três anos a contar do final deste mês, quando inicia suas operações, afirma Osvaldo Cervi, atual presidente da Ibi Promotora, adquirida pelo Bradesco, e que vai comandá-la. A empresa já tem aval do Banco Central, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Ministério do Emprego, aguardando apenas a conclusão do registro na Junta Comercial para atuar.

O potencial em volume financeiro de microcrédito, de acordo com Cervi, vai além dos R$ 2 bilhões. Com tíquete médio entre R$ 1,2 mil e R$ 15 mil, os contratos são em sua maioria (85%) do BB. Os outros 15% vêm de negócios novos que já estão sendo prospectados pela Movera, conforme o executivo.

No radar, estão companhias com faturamento de R$ 20 mil a R$ 120 mil por ano, como pequenos comércios, creches, mercearias. Números do Sebrae mostram que minimercados ou mercados de vizinhança cresceram 64% nos últimos cinco anos. Os microempreendedores individuais, segundo dados do Portal do Empreendedor, somam mais de 4,5 milhões, o que comprova o potencial gigantesco deste segmento.

"O foco da Movera são negócios bem pequenos. Queremos estimular as pessoas a crescerem, orientando sobre a tomada de crédito. O trabalho dos agentes da Movera será mais do que oferecer crédito, mas acompanhar como estão sendo alocados os recursos tomados", diz Cervi, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Serão no total 100 funcionários, sendo a maioria agentes de crédito. A ideia de Bradesco e BB é contratá-los, principalmente, nas comunidades, formando pessoas que já conhecem a realidade local e ainda contribuindo para a geração de empregos.

A Movera vai atuar no Brasil inteiro, mas inicia, ao final de novembro, um projeto piloto em São Luís do Maranhão, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre e Brasília. Esse trabalho, segundo o executivo que vai comandar a nova empresa, vai até metade de 2015.

Outros produtos

A porta de entrada para os clientes será o microcrédito, geralmente, com foco em capital de giro. No entanto, no futuro, o leque da Movera deverá crescer e abranger outros produtos como cartões e microsseguros. "A maioria dos microempreendedores tem comércio, portanto, é natural a inserção do cartão, levando-o para locais onde ainda não é aceito e contribuindo para gerar mais negócios para este público", afirma Raul Moreira, diretor de Cartões do BB.

A Movera vai atuar inicialmente explorando a base do Banco do Brasil, com carteira de quase R$ 1 bilhão e mais de R$ 4 bilhões em desembolso desde setembro de 2011. O diretor de Micro e Pequenas Empresas do BB, Adilson do Nascimento Anísio, explica, contudo, que a empresa não atuará no formato exclusivo e poderá, no futuro, captar negócios para outros bancos como, por exemplo, para o Bradesco, cuja carteira é de R$ 742 milhões.

Calote

Em relação à inadimplência deste segmento, Cervi destaca a importância da análise de risco, o que considera um trabalho "minucioso" e que tem de ser feito com "bastante cuidado". "O microcrédito não pode ter inadimplência alta porque a operação pode dar prejuízo", admite o executivo.

É para se proteger de um aumento dos calotes que os bancos formam equipes focadas em orientação e oferta de microcrédito. Isso porque essa operação é vista mais como uma atuação de inclusão social do que rentável. O Itaú Unibanco, por exemplo, atua por meio da Microinvest com mais de 100 pessoas dedicadas à operação de microcrédito. A carteira soma R$ 360 milhões. O Santander, com R$ 285 milhões em saldo, optou por trabalhar com o modelo de Microcrédito Produtivo e Orientado (MPO). A Caixa Econômica Federal criou a Caixa Crescer como um canal complementar. Sua carteira ativa soma mais de R$ 685 milhões. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Aline Bronzati, do Estadão Leia mais em exame 22/11/2014



Yahoo! oficializa compra da startup de fotos Cooliris

No mesmo mês em que comprou o serviço de anúncios em vídeo BrightRool e um algumas semanas após adquirir o MessageMe, o Yahoo! anunciou mais uma aquisição. Desta vez, o “alvo” foi a startup especializada em fotografia Cooliris, responsável pelo app homônimo para Android e iOS que organiza imagens em uma interface tridimensional e permite compartilhá-las facilmente.

A notícia foi dada primeiro pela Cooliris no próprio site, para só depois ser confirmada pela empresa de Marissa Mayer, em comunicado enviado ao site TechCrunch. No entanto, como de costume, os valores da compra não foram revelados – e provavelmente nem serão.

Outro mistério envolve os planos do Yahoo! para a nova aquisição. Criada em 2006 em São Francisco, nos EUA, a startup ganhou certa fama com sua 3D Wall, que oferecia uma forma diferente de visualização de conteúdo. A pequena companhia também trabalhou com o Google, em 2010, no desenvolvimento do app padrão de galeria do Android usado no Nexus One.

Segundo o TechCrunch, a Cooliris havia conseguido, até 2011, mais de 27 milhões de dólares em investimentos vindos de diferentes fundos. Nos últimos três anos, ela adaptou a interface da 3D Wall para dispositivos móveis, lançando apps para Android e iOS. Mais recentemente, também anunciou seu mensageiro com foco em fotografia, o BeamIt.

Os planos do Yahoo! com a aquisição devem envolver a área de mobile, ainda mais dado o histórico de últimas compras da empresa. No entanto, como mencionado, não se sabe que papel terá a equipe da Cooliris ou mesmo seus aplicativos – que, por ora, seguirão disponíveis para download. Gustavo Gusmão, de INFO Online Leia mais em exame 22/11/2014



22 novembro 2014

Actavis adquire a Allergan

A Allergan Inc., fabricante de Botox® sediada na Califórnia, Estados Unidos, aceitou na segunda-feira , dia 17, uma oferta de US$ 66 bilhões de aquisição pela Actavis Plc, encerrando um período de sete meses oferta hostil do investidor ativista William Ackman e a Valeant Pharmaceuticals International Inc.

A Actavis, empresa sediada em Dublin, Irlanda ofereceu US$ 219 à vista em dinheiro e por ação, milhares de dólares a mais que a canadense Valeant estava preparada para pagar.

O acordo marca uma vitória surpresa para a Allergan, que havia combatido a aliança Valeant-Pershing (Square Capital Management LP, o fundo gerido por Ackaman), de oferta hostil em tribunal e entre os acionistas em um dos esforços mais complexos de aquisição do setor de saúde.

As ações da Allergan subiram 5,3 por cento, para fechar em US$ 209,20. A  Actavis ganhou 1,7 por cento, para 247,94 dólares.

A junção vai criar uma das 10 maiores empresas farmacêuticas do mundo em receita de vendas, com receita anual pro forma combinadas de mais de US$ 23 bi dólares previstos para 2015. A nova companhia vai operar tanto na Califórnia quanto em New Jersey.

Além de Botox®, patente da Allergan, o negócio  inclui Juvederm produto de preenchimento dérmico, o tratamento de cílios Latisse e Prevage MD e Vivite de cuidados da pele.

A transação foi aprovada por unanimidade pelos conselhos de administração da Actavis e Allergan, e é apoiada pelas equipes das duas empresas de gestão, que iniciarão imediatamente a junção das empresas.

"Esta aquisição cria a empresa farmacêutica de crescimento mais dinâmico na área de saúde global, tonando-nos uma das 10 maiores empresas farmacêuticas do mundo ", disse Brent Saunders, CEO e presidente da Actavis.

 "Essa combinação irá melhorar muito as nossas oportunidades comerciais nos Estados Unidos e no exterior", disse Paul Bísaro, presidente executivo da Actavis.

"Nos EUA, a combinação torna-nos mais relevantes para um grupo ainda maior de médicos e clientes. No exterior, ele vai melhorar a nossa posição comercial, expandir nosso portfólio e ampliar a nossa presença no Canadá, Europa e Sudeste Asiático e outro crescimento de alto valor mercados, incluindo China, Índia, Oriente Médio e América Latina. "

A empresa combinada será liderada por Brent Saunders, CEO e presidente da Actavis, e Paul Bisaro permanecerá presidente executivo do conselho.
 A integração das duas empresas será conduzido pelas equipes seniores de ambas as empresas de gestão, com planejamento de integração a começar imediatamente, a fim de fazer a transição rápida para uma única empresa.

Além disso, dois membros do conselho de administração Allergan serão convidados a integrar o conselho Actavis após a conclusão da transação. Leia mais em cosmeticosbr 19/11/2014
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A Allergan publica em seu site apresentação "Allergan Investor Presentation Oct-27-2014". Abaixo alguns slides extraídos do referido documento.









  




22 novembro 2014



Tech Mahindra anuncia aquisição da Lightbridge Communications Corporation

Tech Mahindra Ltd., especialista em transformação digital, consultoria e reengenharia de empresas, anunciou hoje que assinou um acordo definitivo para adquirir a líder global em serviços de rede Lightbridge Communications Corporation (LCC) por um valor de aproximadamente USD 240 milhões, sujeito a aprovação regulatória. Espera-se que a transação esteja finalizada no quarto trimestre do ano fiscal de 2015 de Tech Mahindra.

Com sede em McLean, Virgínia, LCC é uma das maiores fornecedoras independentes do mundo de serviços de engenharia de rede para a indústria de telecomunicações, com mais de 5.000 empregados em mais 50 países. Com rendimentos anuais de mais de $400 milhões, LCC construiu 350 redes e criou mais dos 350.000 estações rádio base para mais de 400 clientes no mundo todo. A aquisição posiciona Tech Mahindra como o sócio preeminente para serviços globais de redes.

Com esta aquisição, Tech Mahindra também vai poder atender um mercado com cada vez mais oportunidades, já que as empresas de telecomunicações aceleram seu ciclo de atualização de redes. Com as redes cada vez mais se transformando em redes baseadas em IP e virtuais, o software vai jogar um papel central no gerenciamento das redes no futuro. As grandes capacidades da Tech Mahindra em termos de softwares, em combinação com as capacidades de rede da LCC, vão aumentar a diferenciação nas ofertas da Tech Mahindra para nossos clientes de Comunicações e de Enterprise.

A aquisição da LCC vai aumentar em muito os investimentos sistemáticos que a Tech Mahindra esteve fazendo em seus negócios de serviços de rede nos últimos anos. A rede de serviços de consultoria, integração e operações da Tech Mahindra, em conjunto com a engenharia de rede e serviços de campo da LCC vão permitir que a empresa ofereça um conjunto completo de serviços de rede tanto para fornecedores de serviços de comunicação quanto para o ecossistema de parceiros que fornecem ao setor de telecomunicações.

Vineet Nayyar, Vice-Presidente Executivo, Tech Mahindra diz: "Esta parceria é outro passo significativo em direção à  globalização da Tech Mahindra e damos as boas vindas a uma força de trabalho diversificada de  mais  de 5.000 profissionais de  rede em mais  de cinco  continentes e mais de  50 países. Esperamos que os serviços de rede sejam um importante  motor de crescimento para nossa  organização."

CP Gurnani, MD & CEO, Tech Mahindra, disse, "Esta aquisição é um momento definidor para Tech Mahindra e o setor de serviços de rede. Agora seremos o maior e mais abrangente fornecedor de  serivços de tecnologia para fornecedores de serviços de comunicação. Nossos 25 anos de experiência no fornecimento de  soluções tecnológicas para empresas e  fornecedores de serivços de comuicação globalmente serão bastante fortalecidos por esta aquisição."

"Durante mais de três décadas, a LCC cresceu até se transformar no maior fornecedor independente de serivços de engenharia sem fio. Unir a LCC com a Tech Mahindra vai criar a maior organização de engenharia de rede, distribuição e serviços gerenciados do setor",  falou Kenneth Young, CEO da LCC. "Ter a amplitude de serviços da Tech Mahindra para fornecer avançados serviços de rede gerenciada junto com seu tamanho e escala  vai nos ajudar a aumentar o desempenho das sempre crescentes de nossos clientes," ele acrescentou.

Ernst & Young foi importante parceiro Dechert LLP fez a assessoria legal da Tech Mahindra para este acordo. Jefferies LLC agiu como assessoria financeira da LCC e Covington & Burling LLP serviram como assesores legais. PR Newswire Leia mais em R7 20/11/2014
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A Tech Mahindra publica em seu site apresentacão "Investor Presentation 2014". Abaixo alguns slides extraídos do referido documento.









Nelson Tanure quer ser sócio do Club Med

Investidor especializado em empresas em dificuldades, o brasileiro Nelson Tanure está de olho em um dos gigantes do turismo mundial: a rede francesa de resorts Club Med. A entrada de Tanure no rol de interessados complica ainda mais uma venda que já teve diversos capítulos recheados de drama, segundo reportagem do jornal ‘Financial Times’. O próprio investidor confirmou, em entrevista ao jornal, que se juntará à chinesa Fosun para fazer uma oferta pelos resorts.

Tanure é conhecido no Brasil como o que o mercado classifica de "investidor abutre" - que busca lucrar entrando em empresas com dificuldades financeiras. O investidor baiano, que vem empregando a estratégia desde os anos 90, recentemente comprou participação relevante na petroleira HRT, que viu seu valor derreter na Bolsa depois de não conseguir cumprir várias promessas de produção de petróleo. Ele ajudou a promover a fusão entre Intelig e TIM e também tem investimentos imobiliários.

Segundo o jornal britânico, embora as negociações entre o brasileiro e o possível sócio chinês já tenham começado, é cedo para dizer se a parceria sairá do papel. A reportagem afirma que Tanure se tornaria sócio minoritário do fundo Forsun Internacional’s Gaillon Invest II, que inclui, além dos chineses, a empresa de private equity francesa Ardian, membros da direção do Club Med e outra companhia chinesa, o e-commerce de turismo U-Tour. "Estamos em discussões", disse Tanure ao FT, em Paris. "Temos todos a mesma visão para o Club Med."

O objetivo, disse Tanure ao jornal, seria investir US$ 90 milhões na operação por meio de seu negócio de investimentos imobiliários. Ele frisou ainda que apoia a decisão da Fosun de manter a empresa listada na Bolsa de Paris e de deixar nos cargos os atuais executivos do Club Med.

A assessoria de imprensa de Tanure foi procurada pelo Estado para confirmar o interesse pelo Club Med, mas informou apenas que o investidor estava fora do País e não foi encontrado para fazer comentários.

Disputa Segundo o FT, o movimento dos sócios chineses de Tanure seria um indicativo de que a Fosun estaria disposta a melhorar sua proposta depois de o investidor italiano Andrea Bonomi ter oferecido 23 por ação da empresa, 1 acima do que a Fosun tinha ofertado. Do lado de Bonomi, há também um sócio brasileiro, a gestora de investimentos GP. O fundo de private equity americano KKR também faz parte do grupo de associados.

Segundo a reportagem, Tanure está trabalhando em conjunto com o Club Med para desenvolver um resort em Búzios, no litoral fluminense. O investidor não quis divulgar o valor que a Fosun estaria disposta a pagar pelo Club Med para chegar a um acordo. Ele indicou, porém, que o preço seria "razoável" em comparação ao preço atual da ação, que fechou ontem (21) a 23,56. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Leia mais em exame 22/11/2014



Fusões e Aquisições criam valor para acionista, revela pesquisa

A Intralinks® Holdings lançou uma pesquisa que identifica as relações entre as atividades de F&A (Fusões e Aquisições) e criação de valor do acionista.  Conduzido em associação com o Mergers and Acquisitions Research Centre (MARC) da Cass Business School, de Londres, o estudo constata que empresas têm desempenho abaixo do mercado durante os períodos de anúncio de atividades de F&A (quer sejam aquisições ou desinvestimentos) e ficam ainda mais abaixo de empresas que estão ativamente engajadas no mercado de F&A.

Contrário aos estudos prévios, que possuíam foco no impacto de negócios individuais em períodos curtos, esta pesquisa contata que companhias superam o mercado quando se envolvem mais frequentemente em aquisições.

O estudo também mostra que uma atividade limitada de desinvestimento também melhora a posição de mercado da empresa. Além disso, os resultados revelam que as empresas tendem a oferecer um retorno melhor aos acionistas quando têm uma estratégia equilibrada e gerenciada de F&A, que inclui pelo menos uma aquisição por ano, bem como a realização de um ou dois desinvestimentos a cada três anos.

"A maioria dos estudos acadêmicos anteriores sobre a criação de valor para os acionistas a partir de F&A se concentraram no impacto dos acordos individuais em períodos de tempo relativamente curtos, e normalmente mostram fortes retornos positivos para as empresas alvo e retornos negativos para as empresas adquirentes. Estas novas descobertas desafiam o pensamento convencional”, diz Phillip Whitchelo, vice-presidente de estratégia e marketing de produto da IntraLinks. “Este é o primeiro estudo que abrange de forma global o efeito do F&A nos resultados de uma empresa no contexto do seu programa global de atividades de F&A ao longo de vários períodos de tempo. Os resultados mostram que a relação entre atividade de fusões e aquisições e retorno ao acionista são mais complexas do que se pensava e que quando uma abordagem estratégica é tomada na gestão de portfólio de F&A, as companhias podem superar significativamente o mercado e seus pares.”

“Esta pesquisa traz pontos de vista extremamente importantes para o profissional de F&A no Brasil”, diz Claudio Yamashita,Diretor da Intralinks Brasil. “Em vez de focar no retorno de curto prazo que uma transação pode gerar, a pesquisa indica que companhias que conseguiram transformar a operação de F&A num processo natural de crescimento, conseguem retornos acima da média. No Brasil ainda vemos que muitas companhias necessitam investir esforços além do disposto no dia a dia para conseguirem concluir uma única transação, devido a diversas complexidades que o mercado local exige, porém ainda assim vemos que existem companhias brasileiras que executam diversas transações de formas seguidas sem impactar a rotina de operação da empresa, estas merecem um destaque."

Os principais resultados do estudo, que examinou o desempenho e atividade de F&A de 25 mil empresas durante períodos de três anos em um total de 20 anos, incluem:

Inatividade em F&A leva a um desempenho abaixo do mercado

Companhias pioram seu desempenho durante períodos sem anúncios de F&A (quer sejam aquisições ou desinvestimentos) e ficam significativamente abaixo de empresas que anunciam 1-2 negócios. O retorno total ao acionista de empresas inativas é 1,5% ao ano mais baixo do que o mercado em geral e 3,2% ao ano mais baixo do que as empresas que anunciam 1-2 negócios.

Aquisições mais frequentes levam a um melhor desempenho

Considerando somente atividade de aquisição, empresas superam o desempenho de mercado quando anunciam mais frequentemente aquisições. Empresas superam o mercado em 0,1% ao ano durante períodos em que anunciam 1-2 aquisições, em 2% ao ano durante períodos que anunciam 3-5 aquisições e em 3,4% ao ano durante períodos em que anunciam seis ou mais aquisições.

Apenas atividades moderadas de desinvestimentos resultam em melhor desempenho

Considerando somente atividade de desinvestimento, empresas só superam o desempenho de mercado durante períodos em que anunciam um número limitado de desinvestimentos e têm baixa significativa de desempenho sobre o mercado quando anunciam desinvestimentos frequentemente. O retorno total ao acionista durante períodos em que as empresas anunciam 1-2 desinvestimentos é de 2,3% ao ano acima do mercado, mas companhias ficam abaixo do mercado em 3,3% ao ano durante períodos em que anunciam 3-5 desinvestimentos e ficam 3,6% ao ano abaixo do mercado durante períodos em que anunciam seis ou mais desinvestimentos.

Empresas jovens só têm desempenho acima do mercado quando anunciam aquisições frequentemente

Geralmente, empresas de capital recém aberto têm desempenho abaixo do mercado em 5,6% ao ano, durante os primeiros três primeiros anos. No entanto, quando estas jovens empresas anunciam seis ou mais aquisições em seus primeiros três anos, superam o mercado em 3,8% ao ano.

Empresas antigas superam o desempenho de mercado quando anunciam uma frequência limitada de desinvestimentos

Apenas companhias de meia idade ou maduras (listadas na bolsa por 3-9 anos e 10 anos ou mais, respectivamente) superam o desempenho de mercado quando anunciam 1-2 desinvestimentos a cada três anos.

Empresas com um programa de gerenciamento estratégico de portfólio de F&A entregam melhores retornos aos acionistas

Empresas oferecem retornos totais superiores aos acionistas com um programa de gerenciamento estratégico de portfólio de F&A, que inclui pelo menos uma aquisição por ano, ao mesmo tempo em que realiza 1-2 desinvestimentos a cada três anos (mas só depois de terem sido abertas há pelo menos três anos).

“Este é um estudo sem precedentes da atividade mundial de Fusões e Aquisições com importantes percepções para os negociadores,” diz Scott Moeller, Professor de Prática das Finanças na Cass Business School, de Londres e um dos coautores do estudo. “Por exemplo, estudos prévios têm mostrado que empresas com o capital recém aberto frequentemente são adquirentes ativas, mas esta pesquisa é a primeira a conectar essa atividade ao desempenho da empresa, não somente o negócio, durante períodos mais longos do entendimento prévio. O estudo mostra claramente que ‘tamanho único não serve para todos’ e que o mercado de F&A é muito mais sutil.”  por Michele Rios Leia mais em Agência IN 21/11/2014



3 motivos que levam um empresário a vender sua empresa

Nem sempre a venda de uma empresa ou negócio está relacionada a fatores negativos, como falência, briga entre sócios, problemas de saúde ou, simplesmente, a desistência do dono acerca do empreendimento. No post de hoje, vamos apresentar 3 fatores que podem levar um empresário a vender sua empresa. Confira

Nem sempre a venda de uma empresa ou negócio está relacionada a fatores negativos, como falência, briga entre sócios, problemas de saúde ou, simplesmente, a desistência do dono acerca do empreendimento.

A venda, em questão, pode significar o extremo oposto, configurando-se como oportunidade única de crescimento dentro do mundo empresarial e maior rentabilidade no mercado, ou mesmo a possibilidade de capitalizar os anos investidos em um negócio respeitado e reconhecido.

No post de hoje, vamos apresentar 3 fatores que podem levar um empresário a vender sua empresa. Confira!

Lucro garantido

Depois de trabalhar por anos no mesmo ramo, ter adquirido uma rede considerável de clientes e firmado a identidade da sua marca, você tem credibilidade e capital mais do que razoáveis para alavancar seu empreendimento através de uma fusão.

Caso seu negócio não tenha mais para onde crescer, ou se atingiu o teto em termos de rentabilidade, fundí-lo com uma grande empresa ou marca pode significar lucros líquidos ainda maiores e mais garantidos ao fim do mês. Afinal, essa é uma alternativa que favorece a todos.

Por exemplo: a marca parceira se beneficia do seu ponto e você é beneficiado por uma margem maior de investimentos originados de novos patrocinadores envolvidos na fusão.

Mudança de áreas

De vendedor de carros a vendedor de seguros, corretor de imóveis a gerente de loja. Quem nunca conheceu um empreendedor que já transitou por várias áreas, e repletos de boas histórias para contar? Culpa do chamado “espírito aventureiro”, que faz parte do perfil da maioria dos homens de negócios que deram certo.

Quando começa a aparecer um certo grau de insatisfação em relação à sua empresa ou com os rumos que seus negócios tomaram, é sinal de que uma mudança é bem-vinda na forma de novos desafios, como apostar no nicho de mercado do momento ou mesmo mudar de cidade, caso já tenha atingido um nível tal de saturação.

No entanto, toda mudança de mercado deve ser estudada com cautela e bastante critério.

Necessidade de capitalizar

A necessidade de capitalização pode surgir por diversos motivos, como os pessoais, que implicam desde falta de tempo para conduzir mais de perto o negócio, até a simples aposentadoria. No último caso, uma empresa bem estabelecida no mercado — e que já tenha logrado fechar seus balancetes sempre no azul — se torna automaticamente um ótimo projeto de aposentadoria para seu dono.

Diante disso, a venda é satisfatória para ambos os lados: para o dono, que recebe o dinheiro em mãos para aproveitar a sua merecida aposentadoria, e para o comprador, que tem a chance de embarcar num empreendimento bem-sucedido e expandí-lo.

Acima de tudo, quando for vender sua empresa, lembre-se que, embora “razões pessoais” não precisem ser tão evidenciadas, é necessário ser bastante transparente quanto à saúde financeira dela, para não ludibriar potenciais compradores.

Não há nada de mal nesse processo, que pode ser o reinício de outra trajetória de sucesso pessoal e empresarial. Jenner Roberto, Leia mais em Administradores 21/11/2014



21 novembro 2014

Grupo Objetivo está à venda por 9 bi

Após anos e mais anos de especulações, dúvidas, idas e vindas, o empresário João Carlos Di Genio, dono do grupo Objetivo, iniciou um processo formal de venda da empresa.

Di Genio destacou os bancos de investimento BTG Pactual e Bank of America Merrill Lynch para coordenar o processo. Embora seja impossível prever o formato final do negócio, a venda de uma participação minoritária para um fundo de private equity é vista como mais provável.

O novo sócio ajudaria a preparar a empresa para uma abertura de capital. O que assusta os potenciais interessados é o preço, inflado pelo bom momento do mercado de educação no país.

Di Genio espera propostas que avaliem seu grupo em cerca de 9 bilhões de reais. É o mesmo valor de mercado da concorrente Estácio, segunda maior do setor. Em maio, EXAME publicou que Di Genio estava arrumando a casa para preparar o grupo para uma possível venda. Procurada, a empresa não comentou. Tiago Lethbridge | Leia mais em Primeirolugaronline Exame 21/11/2014


21 novembro 2014



Assa Abloy adquire Silvana e Metalika no Brasil

ASSA ABLOY assinou um acordo para adquirir a Silvana, uma empresa líder de bloqueio (fechaduras, dobradicas, ferrolhos..), e adquiriu Metalika, uma empresa líder em portas corta- fogo, ambas localizadas no Brasil. As aquisições aumentam significativamente a atuação do Grupo no Brasil.

Silvana criada em 1964, está localizado em Campina Grande, Paraíba. Metalika, fundada em 1999, está localizado em São Paulo, Brasil. Juntas, elas dobram a atual presença da ASSA ABLOY e adicionam cerca de 410 funcionários.

As vendas esperadas para 2015, da Silvana e Metalika, são de R$ 85,0 milhões. Leia mais em assabloy 21/11/2014



Preço da IPO da Cnova é fixado a US$ 7 por ação

O grupo varejista francês Casino estabeleceu o preço da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de sua unidade de comércio eletrônico Cnova a US$ 7,00 por ação, abaixo de sua estimativa de US$ 12,50 a US$ 14,00 por ação. O Casino vai oferecer as ações da Cnova na Nasdaq entre hoje e 25 de novembro, segundo comunicado da empresa.

A Cnova, na qual o Casino manterá participação majoritária, vai administrar as subsidiárias de comércio eletrônico do grupo no Brasil, Colômbia, França, Tailândia e Vietnã. Por volta das 7h (de Brasília), as ações do Casino tinham forte queda de 5,07%, a 80,22 euros, na Bolsa de Paris.

No Brasil, a empresa administra as operações das seguintes lojas de comércio eletônico: Cdiscount, Casas Bahia, Extra, Ponto Frio e Barateiro.Estadão Conteúdo Leia mais em info.abril 21/11/2014



Halliburton, empreiteira do setor de petróleo, compra rival Baker Hughes por US$ 34 bi

A Haliburton, segunda maior fornecedora de serviços de petróleo do mundo, anunciou nesta segunda-feira que comprará a Baker Hughes, número três do mesmo setor, por US$ 34,6 bilhões. A operação é uma das maiores do setor de energia dos EUA em anos. A Haliburton ficou conhecida por ter se envolvido no vazamento gigante em um campo de petróleo da BP, em 2010.

Com o negócio, a empresa elimina uma de suas principais rivais, com o objetivo de expandir sua atuação mundial. A fusão criará uma companhia com mais da metade do tamanho da Schlumberger, líder do setor.

Segundo a Bloomberg News, o acordo deve atrair a atenção do órgão antitruste dos EUA. Para evitar problemas com os reguladores, a Halliburton concordou em vender ativos que geram cerca de US$ 7,5 bilhões em vendas.

A compra da Baker Hughes deve preencher uma lacuna no portfólio da Halliburton, que agregará a tecnologia desenvolvida pela rival na produção em poços de petróleo mais velhos. Fonte: O Globo Leia mais em tecpetro 19/11/2014