26 maio 2015

A Queiroz vende

Queiroz Galvão deve embolsar 1 bilhão de reais

Está na reta final o processo de venda de uma reserva florestal de 88 000 hectares da Queiroz Galvão, no Maranhão, avaliada em 1 bilhão de reais. Os candidatos mais fortes à compra são a Eldorado Celulose, Brookfield e a Suzano. Por Lauro Jardim Leia mais em radaronline.Veja 26/05/2015

26 maio 2015



Fundo busca empresas para receber aporte de R$ 2,5 milhões

Silva afirma que identificar empresas com o perfil desejado e um grande desafio

A FC Partners, gestora em Minas Gerais do fundo de investimentos Criatec II, continua em busca de empresas com perfil inovador e empreendedor para receber aporte inicial de R$ 2,5 milhoes, mas cujo valor pode alcancar R$ 6 milhoes. No total, oito empresas mineiras podem ser beneficiadas pelo fundo, sendo que o nome de tres delas foi divulgado no primeiro trimestre deste ano: as belo-horizontinas Siteware e HTP Solutions; e a Ventrix, com sede em Itajuba, municipio da regiao Sul.

Segundo o socio da FC Partners, Ricardo Resende Silva, mais duas serao escolhidas ate o fim de 2015, enquanto as outras tres devem ser anunciadas entre 2016 e 2017. Ele admite que identificar empresas com o perfil desejado e um grande desafio. Isso porque, alem de serem inovadoras, elas precisam ter um produto testado no mercado. "O que realmente nos interessa sao empresas com poucos clientes, mas que desejam ganhar escala. Nao queremos aquelas que ainda precisam concretizar a ideia e ir em busca do seu primeiro cliente", explica.

Silva acrescenta que, atualmente, a maior parte das organizacoes que submetem projetos e da area de Tecnologia da Informacao (TI). Por isso, ele esta preocupado em encontrar empresas que atuem em outros segmentos, como Agronegocio, Biotecnologia, Nanotecnologia e Novos Materiais. Para ser contemplada pelo Criatec II, a receita liquida anual maxima devera ser de ate R$ 10 milhoes.

Na primeira rodada, as organizacoes selecionadas recebem um aporte de R$ 2,5 milhoes. Porem, esse valor pode alcancar R$ 6 milhoes em rodadas adicionais, ou seja, se o empreendedor cumprir todas as metas e exigencias do fundo. Ele permanece por 10 anos no negocio e, apos esse periodo, a parcela da empresa pertencente ao Criatec II pode ser vendida aos atuais proprietarios ou a novos socios.

Em todo o Brasil, o Criatec II pretende beneficiar cerca de 36 empresas. Ate o momento, alem das tres mineiras, o nome de mais uma, o da carioca Dot Legend, especializada em solucoes para o varejo, ja foi anunciado. As corporacoes interessadas devem enviar seus projetos para avaliacao por meio deste link .

O Criatec II e cogerido pela Bozano Investimentos e pela Triaxis Capital. Alem disso, o fundo conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social (BNDES), Banco do Nordeste (BNB), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco de Brasilia (BRB) e Badesul Desenvolvimento (Badesul).   Fonte:  Diário do Comércio - MG Leia mais em gsnews 26/05/2015



EMC anuncia compra da Virtustream por US$ 1,2 bi

Computação: Virtustream formará seu novo negócio de administração de serviços de computação em nuvem

A empresa de produtos de armazenamento de dados EMC Corp disse que comprará a Virtustream por cerca de 1,2 bilhão de dólares em dinheiro.

A EMC disse nesta terça-feira que a Virtustream formará seu novo negócio de administração de serviços de computação em nuvem.

O acordo, que deve ser fechado no terceiro trimestre, deve adicionar receita e lucro à EMC em 2016, disse a companhia.  Da REUTERS Leia mais em ecame 26/05/2015



Charter compra Time Warner Cable para criar gigante da TV a cabo nos EUA

A operadora a cabo americana Charter Communications anunciou nesta terça-feira a compra da rival Time Warner Cable por 78,7 bilhões de dólares, o que levará à criação de um gigante do setor nos Estados Unidos.

A operação levará a Charter a pagar cerca de 195 dólares por cada ação da TWC, US$ 100 em dinheiro.

Se finalmente tiver êxito, a fusão marcará uma nova etapa na consolidação de um setor ameaçado pela ascensão do mercado dos serviços de vídeo on-line (Netflix, Amazon, etc.).

O setor se encontra em plena mutação nos Estados Unidos, mas isso não ocorre sem tropeços. O número um do setor, Comcast, planejava inicialmente uma fusão com a TWC, mas as autoridades reguladoras americanas bloquearam a operação.

A Charter também anunciou que retificava seu acordo com os proprietários de outro operador a cabo americano cuja compra havia anunciado no dia 31 de março, Bright House, com o objetivo de harmonizar as duas operações.

Os atuais acionistas da TWC (com exceção do grupo Liberty) ficarão com entre 40% e 44% do novo grupo; o Liberty (propriedade do multimilionário americano John Malone e grande acionista de Charter) terá entre 19% e 20%, enquanto os acionistas do Advance/Newhouse (proprietários de Bright House) ficarão com entre 13% e 14%. AFP Leia mais em Yahoo 26/05/2015


A Charter divulga em seu site maiores detalhes da trabsacão "Charter to Merge with Time Warner Cable and Acquire Bright House Networks Combinations Benefit Shareholders, Consumers and Cable Industry May 26, 2015". Abaixo alguns slides extraídos dor eferido documento










6 truques para fazer uma negociação matadora

Negociação: até mesmo quem não leva muito jeito para a coisa pode aprender uns truques e desenvolver habilidades

A boa negociação é uma habilidade indispensável para o empreendedor que lida frequentemente com fornecedores, clientes e investidores — pode fazer toda a diferença para o seu negócio.

É muito comum escutarmos expressões como “Fulano tem o dom para vendas” ou “Beltrano tem talento para negociar”. Mas, afinal, será que as habilidades ligadas à boa negociação são talentos inatos ou são conhecimentos adquiridos ao longo da vida?

Qualquer empreendedor poderia dizer que a negociação é uma técnica, uma ciência. Isso significa dizer que até mesmo quem não leva muito jeito para a coisa pode aprender uns truques e desenvolver habilidades para ficar fera em negociação.

Significa também que o profissional que já é habilidoso não pode deixar que a vaidade e a acomodação o impeçam de continuar a se aperfeiçoar.

Como desenvolver habilidades de negociação?

Evidentemente, ninguém se torna um especialista em negociações complexas da noite para o dia. Mas a prática leva à perfeição! Veja a seguir algumas dicas que têm o potencial de transformar qualquer um, independentemente do grau de intimidade com as técnicas de negociação, em um negociador acima da média.

1. Controle o lado emocional

É absolutamente normal ficar nervoso em uma negociação importante. O problema começa quando o nervosismo e a ansiedade tomam conta de nossos atos e passam a influenciar nossa tomada de decisão. Desse modo, como não podemos eliminar por completo o nervosismo e a ansiedade, temos que procurar mantê-los sob controle.

Assim, uma boa dica é controlar a respiração e se policiar para falar devagar, expondo seu ponto de vista sem pressa. Além disso, uma negociação realizada durante o almoço, jantar ou um café também pode ser muito útil. Quando estamos comendo e bebendo, nosso cérebro, inconscientemente, interpreta que não estamos em uma situação de perigo e isso diminui a sensação de estresse.

2. Estude seu alvo

O bom negociador sempre faz seu “dever de casa” antes de fechar um negócio, isto é, sempre estuda a situação com a devida antecedência. É importante saber não apenas o que a outra parte quer, mas, principalmente, o quanto ela quer cada um dos itens colocados sobre a mesa. Saber o quanto alguém quer algo é saber o valor disso, o quanto seu parceiro está disposto a pagar ou ceder para tê-lo em mãos.

A dica aqui é estudar o mercado e as circunstâncias em que seu cliente ou fornecedor está envolvido, saber até onde ele pode ir sem sair no prejuízo.


3. Estabeleça objetivos claros

Não adianta de nada estudar a parte contrária se o negociador não estudar também a si mesmo. É importante saber o quanto cada ponto ou cláusula é importante para você e o que você está disposto a dar em troca.

Muitas pessoas acreditam que, durante uma negociação, alguma parte deve perder para a outra ganhar. É bom lembrar que o acordo deve sempre ser vantajoso para todos e, por isso, é importante estabelecer metas e limites de antemão para entender também onde você estará disposto a ceder.

4. Não se esqueça da linguagem corporal

É muito importante demonstrar confiança e se apresentar como uma pessoa amigável. Devemos evitar a todo custo demonstrar insegurança e nervosismo, já que isso pode ser interpretado pela outra pessoa como uma fragilidade e uma oportunidade para avançar as questões de seu interesse. Já que nenhuma dessas questões são objeto da conversa em si, temos que procurar demonstrá-las com a sutileza da linguagem corporal.

Gesticular moderadamente, apoiar os cotovelos sobre os apoios da cadeira passa a sensação de tranquilidade. Cruzar braços pode dar a entender que você não está atento ou disponível. Inclinar levemente a cabeça para um dos lados passa a ideia de que o ouvinte está pensando sobre aquilo que está ouvindo. Balançar a cabeça afirmativamente de tempos em tempos também demonstra interesse, mas se o movimento for executado muito rápido, pode passar a sensação de impaciência.

Tenha sempre um bloquinho de anotações com você. Isso mostra que você leva a conversa a sério e terá um registro dos compromissos que forem firmados ali.

5. Saiba seus números com exatidão

Talvez o erro mais comum seja o de manter uma postura de incerteza ou fazer propostas muito espaçadas na negociação. Se você está na posição de vendedor, tenha os valores precisos de seus produtos/serviços e saiba até onde vai sua flexibilidade.

Se você for o potencial cliente da negociação, saiba também o que cabe ou não em seu orçamento e seu cronograma com precisão. A clareza é essencial para evitar que a parte contrária abuse de prazos e preços, escolhendo sempre a opção que lhe é mais conveniente.

6. Não seja precipitado nem entregue o ouro

Outro erro comum é o de deixar escapar que você, o empreendedor, é o único responsável por dar a palavra final a respeito do acordo em jogo. Isso diminui sua margem de manobra como negociador.

Caso seu parceiro acredite que a decisão final depende também da validação de outros membros do time, aprovação dos outros sócios ou da deliberação de um conselho, você ganha tempo. Se a proposta fez seus olhos brilharem logo de início, não tem problema demonstrar isso, mas um período a mais para pensar a respeito e bater números pode vir a ser útil.

Por fim, e talvez o mais importante: pratique. Peça para acompanhar bons vendedores em reuniões, chame alguém de sua confiança que seja mais comunicativo para ir com você em algumas conversas, para que te complementem e te passem feedbacks, e se comprometa a falar com o máximo de pessoas possível para treinar essas técnicas. Mas, acima de tudo, acredite em você e no que você está propondo.

Se você tem segurança que as duas partes sairão dessa negocição ganhando, passará segurança no que diz e se tornará um excelente negociador! Da Endeavor Leia mais em Exame 26/05/2015





Safe Security adquiriu 30% da 4Tech

Sem crise

A Safe Security (leia-se Marcos Calmon) adquiriu 30% da 4Tech. Agora a nova marca 4Safe, que tem Calmon também como presidente, uniu o poder de compra da Safe com o de entrega da antiga 4Tech. A comemoração foi em grande estilo com um coquetel no Terraço Clicquot, da 68 La Pizzeria. Leia mais em rvistaviverbrasil 22/05/2015

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Safe Security compra30% da 4Tech
Objetivo da negociação, que criou a 4SafeIT, é ampliar mercados e completar portfólio.  Leia mais em diariodocomercio 26/05/2015





Portal da Ongoing no Brasil despede 60 pessoas mas não está à venda

O portal de internet brasileiro IG, comprado pela Ongoing à Oi, fez uma reestruturação que implicou a saída de 60 pessoas. A "Veja" avançava este domingo que a empresa o tinha colocado à venda, mas Rafael Mora afirma que não é verdade.

O IG, o quinto maior portal de Internet do Brasil, sofreu uma reestruturação recentemente no âmbito da qual foi rescindido o contrato com 60 trabalhadores, adiantou ao Expresso Rafael Mora. O gestor deixou a administração da Ongoing em março deste ano, mas manteve alguns cargos, nomeadamente no Brasil, onde é administrador da Oi, empresa controlada em cerca de 27% pela PT SGPS.

Quando a Ongoing comprou o IG, esta plataforma de Internet, tinha cerca de 450 pessoas, agora ficou com 150, o que é considerado um número adequado, avançou Rafael Mora. O gestor garante que o IG não está à venda. Informação que contraria o que disse Lauro Jardim na sua coluna de ontem na revista brasileira Veja. O conhecido colunista, que costuma ser certeiro nas suas afirmações, escreveu ontem que a Ongoing tinha colocado o IG à venda.

Nuno Vasconcellos, líder da Ongoing, assumiu este mês a presidência do IG, portal adquirido à Oi em 2012. O valor do negócio nunca foi revelado. O IG é uma operação que já foi reestruturada duas vezes desde que a Ongoing a comprou e ainda dá prejuízo. Anabela Campos Leia mais em expresso.sapo 26/05/2015



25 maio 2015

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 18 a 24/mai/15

No decorrer da semana de 18 a 24/mai/15,  foram divulgadas com destaque pela imprensa 21 operações de Fusões e Aquisições. Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 12 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
Principais transações.

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Operadora Amil e Rede D'Or fazem aquisições.  A Rede D'Or, que há menos de um mês recebeu um aporte de R$ 1,75 bilhão do fundo americano Carlyle, comprou a totalidade do Hospital Bartira, localizado em Santo André, no ABC paulista. O valor da aquisição foi equivalente a oito vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) do Hospital Bartira, que conta com 108 leitos.  Outra transação no setor foi liderada pela Amil, que adquiriu Clínicas Oncológicas Integradas (COI), rede que possui cinco clínicas para tratamento de câncer no Rio de Janeiro.  20/05/2015
"Market Movers” - Exterior
  • Endo International comprará Par Pharmaceutical por cerca de US$8 bi. A Endo International disse que vai comprar a Par Pharmaceutical da empresa de private equity TPG Capital por cerca de 8 bilhões de dólares, incluindo dívidas, para se tornar uma das cinco maiores fabricantes de medicamentos genéricos do mundo. A Par Pharmaceutical foi comprada pela TPG Capital por 1,9 bilhão de dólares em 2012 após pressões da investidora ativista Relational Investors LCC. 18/05/2015
  • Chinesa Unigroup diz que venceu disputa para comprar fatia de 51% em unidade da HP. A Hewlett-Packard aceitou vender uma fatia controladora de 51 por cento em seu negócio de rede de dados baseado na China, estimado em mais de 2 bilhões de dólares, para a Tsinghua Unigroup, disse um porta-voz da controladora do fundo de private equity chinês nesta terça-feira.19/05/2015
  • Rede de farmácias CVS compra Omnicare por US$ 12,7 bilhões. CVS: a aquisição aumenta a participação da CVS em serviços voltados à terceira idade. A rede de farmácias CVS anunciou hoje, 21, a aquisição da Omnicare Inc. por 12,7 bilhões de dólares.A CVS, maior grupo de varejo farmacêutico e serviços voltados à saúde dos Estados Unido, irá pagar 98 dólares por ação da companhia, de acordo com comunicado. A transação também envolve cerca de 2,3 bilhões de dólares em dívidas.21/05/2015
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Bozano tenta vender participação de R$ 400 mi na Hortifruti. A rede Hortifruti, que tem o conceito de um "sacolão de luxo", está em busca de um novo sócio. A Bozano Investimentos, que possui um braço de private equity e detém aproximadamente 35% do negócio, está de saída da empresa, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Fundos de investimentos nacionais e estrangeiros estão avaliando a compra de participação na companhia. 19/05/2015
  • Hospital filantrópico avalia alternativas para receber capital. Os hospitais privados filantrópicos estão analisando os impactos e os mecanismos legais para serem beneficiados também pela legislação, aprovada em janeiro, que permite a entrada de capital estrangeiro no setor. A lei não proíbe aportes nessas instituições, mas seu potencial de atrair investidores, em tese, é pequeno. Como não têm fins lucrativos, todo o superávit obtido precisa ser reinvestido em suas atividades, em vez de retornar como ganho ao acionista. Segundo Renato Nunes, advogado especializado em saúde do escritório Nunes & Sawaya, um caminho é transformar uma das unidades do hospital filantrópico em uma sociedade com fins lucrativos para receber o aporte. "Há algumas dúvidas como, por exemplo, se essa unidade poderá compartilhar o 'back office' com o hospital filantrópico ou sobre os tributos trabalhistas dos funcionários desta unidade", diz Nunes. Ele conta que hoje grande parte das consultas feitas ao escritório estão relacionadas à legalidade desse tipo de investimento. O assunto foi um dos temas debatidos, ontem, em um seminário com representantes de bancos, consultorias, hospitais e investidores, que ocorreu durante a Feira Hospitalar, em São Paulo. "Nos Estados Unidos, os hospitais filantrópicos também fazem aquisições, investem em gestão para ter melhor eficiência", lembra Rodrigo Pavan, executivo da área de saúde do BTG, um dos acionistas da Rede D'Or. Há cerca de 20 dias, o fundo americano Carlyle fez um aporte de R$ 1,75 bilhão por uma fatia de 8% da Rede D'Or.20/05/2015
  • Ecorodovias avalia venda de Ecoporto e Elog; prioriza rodovias e analisa aeroportos. A Ecorodovias avalia desinvestimento em seu terminal em Santos, o Ecoporto, e na operadora de logística Elog, tendo decidido priorizar oportunidades de negócios no setor de rodovias e analisar sua entrada no segmento aeroportuário. A Ecoporto e a Elog têm pesado nos resultados da Ecorodovias, minimizando o efeito em seu balanço do crescimento do tráfego em rodovias administradas pela companhia.20/05/2015
  • Petrobras coloca à venda cinco ativos, incluindo áreas do pré-sal, diz jornal. Estatal deve vender fatias na Gaspetro, BR Distribuidora, usinas térmicas e campos do pré-sal que não são contemplados na lei que obriga a estatal a ser operadora única na exploração. A Petrobras já definiu os primeiros ativos que pretende vender para melhorar o seu caixa e diminuir o seu endividamento, informa reportagem do jornal Valor Econômico publicada nesta sexta-feira. Entre os bens estão a comercialização de quatro campos de petróleo situados nas áreas do pré-sal, o parque de geradoras de energia térmica e a fatia minoritária de algumas subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Gaspetro.Os campos do pré-sal escolhidos seriam os localizados nas bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP) que não entraram na lei que obriga a estatal a ser operadora única da exploração. São eles o BMC-33, Tartaruga Verde (MBC-36), Júpiter (BMS-24) e o BMS-8.22/05/2015
M & A - COMPRA
  • Aquisição de usinas será mais seletiva. As operações de fusões e aquisições no setor sucroalcooleiro serão muito seletivas nos próximos meses, afirmaram fontes do mercado financeiro ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo. "As consultas foram retomadas, mas os potenciais compradores estão atrás de barganhas", afirmou uma fonte. Entre 2005 e 2008, o setor viveu um forte movimento de expansão e consolidação, atraindo investidores estrangeiros e nacionais, estimulado pelo aumento do consumo do etanol, que viveu um boom com a forte demanda por carros flex. Depois da crise de 2008, muitas usinas quebraram e dezenas delas encerraram suas atividades. Miori lembra que o negócio de açúcar e álcool ainda está passando por um momento difícil, de liquidez apertada e crédito restrito. "O ‘business’ cogeração tem receita previsível, mas não é ‘core’ (negocio principal) das usinas, representando, em média, de 7% a 10% da receita total", diz. 18/05/2015
  • Tenco planeja aquisições no mercado de shoppings. Após receber aporte de fundo de investimento, empresa projeta expansão pelo interior. Grupo mineiro Tenco Shopping Centers estuda a aquisição de dois shopping centers que já estejam em operação em cidades do interior do Brasil. A afirmação é do presidente da empresa, Eduardo Gribel. “Observamos diversas oportunidades, entre empreendimentos feitos por grupos que não atuavam no ramo de shoppings, e que podem ser vendidos”, diz. Segundo ele, a empresa pretende investir entre R$ 300 e R$ 400 milhões na aquisição dos empreendimentos. Metade deste dinheiro virá de caixa próprio, formado por uma captação de 1,06 bilhão, feita pela empresa junto ao fundo Patria Investment. O restante virá por meio de linhas de financiamento obtidas pela empresa. 27/2/2015
  • O ano das fusões e aquisições. Não importa o cenário econômico, os movimentos de fusões e aquisições continuam em bons ou maus momentos e isso é bom para o varejo. Essa é a conclusão de um dos painéis do Seminário de Investimentos NOVAREJO, que acontece hoje (15), em São Paulo. “Vivemos os maiores movimentos de entrada de investidores e isso mudou em termos de governança, transparência e qualidade”, disse Alberto Serrentino, sócio da consultoria Varese Retail. “É um ano mais difícil e definitivamente entramos em um novo ciclo, com ambiente de mercado mais difícil. Se a década mágica foi boa para todo mundo, agora não será para todo mundo. É um cenário que separa as boas empresas das outras”, considera. Nesse jogo, só entra quem quer ganhar mercado. Por isso, para Felipe Campos, diretor executivo do UBS, o ano é de fusões e aquisições, pois só vai ficar no mercado quem for forte para seguir nas regras cada vez mais rígidas da governança corporativa. “Seja em mercados de pujança ou de recessão, as fusões e aquisições acontecem. E vimos um recorde de transações no ano passado”, afirma. Em anos recessivos, as movimentações acontecem por conta da maior agressividade dos players. Empresas que não estavam preparadas se veem forçadas a fazer movimentos de aquisição”, avalia. 18/05/2015 
  • Weg avança no plano de expansão com aquisição de três empresas. Na contramão do cenário nacional, a WEG continua se destacando positivamente. Nos últimos oito meses, a empresa de Jaraguá do Sul comprou outras três empresas no segmento de transformadores, uma na Colômbia e duas na África do Sul. A boa fase da WEG é explicada por sua pluralidade de setores e indústrias espalhadas pelo mundo, segundo o diretor superintendente administrativo financeiro da empresa, André Luís Rodrigues.  Rodrigues comenta ainda que a WEG continua observando outras indústrias com potenciais de transações, pois parte do crescimento da empresa virá de novas oportunidades. Segundo o diretor, as aquisições são feitas avaliando a possibilidade de investimento e o retorno do valor investindo, sem levar em conta o tamanho da indústria comprada. 14/05/2015
  • Whitney busca expandir-se no Brasil após acordo de fusão com Anima fracassar. Com cerca de 60 mil alunos em duas universidades no Brasil, uma no Rio de Janeiro e outra em Salvador, a companhia norte-americana Whitney University System segue interessada em expandir-se no país, apesar do cancelamento em abril de uma planejada fusão de seus ativos brasileiros com a Anima Educação. Apesar do cancelamento do acordo com a Anima, Pizarro não descartou a possibilidade de novas aquisições pela Whitney no Brasil, "sempre e quando tenham sentido para o nosso portfólio".21/05/2015
  • Disputa pelas usinas do Grupo Ruette em SP deve ser acirrada. Cinco investidores assinaram acordos de confidencialidade com a Antonio Ruette Agroindustrial, mais conhecido como Grupo Ruette, para negociar a aquisição de seus ativos sucroalcooleiros. Conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, as gestoras Black River e Brookfield e os grupos sucroalcooleirosGuarani, Nardini Agroindustrial e Santa Isabel estão no páreo. As empresas têm até o dia 5 de junho para apresentar suas propostas. Outros dois grupos estrangeiros, um americano e outro asiático, também solicitaram informações sobre a companhia e devem recebê­las ainda nesta semana, de acordo com fontes do mercado.Com duas unidades industriais no Estado de São Paulo, que somam uma capacidade de moagem de 3,6 milhõesde toneladas de cana, o Grupo Ruette foi posto à venda em abril, depois de um acordo ("standstill") com credores financeiros. Antes disso, a empresa havia apresentado oficialmente um pedido recuperação judicial, mas voltouatrás após a assinatura desse acordo, que a "blindou" de cobranças e protestos (pelos credores signatários) por 180 dias. O grupo tem dívidas de R$ 600 milhões e estima­se que suas duas usinas possam ser vendidas por um valor próximo a esse endividamento.  22/05/2015
IPO/OPA
  • Zenvia planeja abrir capital até 2020. A Zenvia, integradora brasileira de SMS especializada em mobilidade corporativa, planeja abrir capital até 2020. A ideia é ter suas ações listadas na Bovespa, dentro das regras do Novo Mercado. A possibilidade do IPO foi um dos fatores que motivou o BNDESPAR a investir na empresa no ano passado, junto com a DLM Invista, em um aporte de R$ 71 milhões. Até hoje, nenhuma empresa brasileira do mercado de conteúdo móvel abriu capital. A Zenvia pode ser a primeira, o que seria um marco para esse setor no País."É uma janela longa e depende das condições de mercado. Estamos crescendo independentemente disso", ressalta o CEO da Zenvia e um dos fundadores da companhia, Cassio Bobsin. A empresa registrou receita de R$ 154 milhões em 2014 e espera crescer 80% este ano, o que daria um faturamento aproximado de R$ 275 milhões.20/05/2015
  • Governo federal avalia três modelos para IPO da Infraero, diz estatal. A Infraero trabalha atualmente com três desenhos para uma futura abertura de capital da estatal, afirmou o presidente da companhia, Gustavo do Vale, nesta quinta-feira. A abertura de capital, dentro de um processo de oferta inicial de ações (IPO), faz parte da restruturação da Infraero, que teve como ponto de partida as concessões dos aeroportos de Brasília, Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ), Confins (MG) e São Gonçalo do Amarante (RN) à iniciativa privada."O IPO é uma das possibilidades (para a reestruturação) e estou otimista com ele. O governo trabalha nessa nova reestruturação da Infraero após as concessões" disse do Vale à Reuters. "Ainda não definimos que tipo de IPO vai ser feito", acrescentou.22/05/2015
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • 01 - PetroRio confirma venda de ativos no Solimões por US$55 mi. A brasileira PetroRio (ex-HRT) anunciou nesta segunda-feira que fechou acordo para a venda de fatia detida em blocos na Bacia do Solimões para a sócia russa Rosneft, por 55 milhões de dólares, marcando o fim de sua campanha exploratória na Amazônia. Com o acordo, a Rosneft Brasil passará a ser a detentora de 100 por cento dos contratos de concessão. O negócio está condicionado à aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustível (ANP). 18/05/2015
  • 02 - R.R. Soares compra a Rádio Estadão. O Grupo Estado fechou a negociação de uma de suas emissoras de rádio para o missionário R. R. Soares. Assim, a rádio Estadão (AM/700 Khz), já na próxima segunda-feira (25), passa a ser Nossa Rádio, voltada para o segmento gospel. Por sua vez, a programação da Estadão seguirá no canal em FM 92,9 Mhz. O Grupo Estado, representado pelo escritório de assessoria de Lúcia Farias, informa que até o momento ainda não tem uma posição oficial sobre o assunto. E que esta manifestação deverá ocorrer, mais tardar, até a manhã desta terça-feira. 18/05/2015
  • 03 - Lumiar e Abril Educação se unem para expandir método. Cada sócio investiu R$ 7 milhões em associação para distribuir, de forma digital, sistema de ensino desenvolvido nas escolas Lumiar. A Abril Educação se associou nesta quinta-feira (14) com a instituição de ensino Lumiar, para vender o sistema educacional da nova sócia em escala, tanto para escolas privadas quanto para que as prefeituras o apliquem na rede pública.15/05/2015
  • 04 - Ecorodovias diz que passará a deter totalidade do capital da Elog; ações caem 3%. Ecorodovias disse que a BRZ Investimentos, gestora da Logística Brasil, exerceu direito de opção de venda da totalidade das ações detidas pela Logística Brasil na Elog, o que fará com que 100 por cento do capital desta última passe a ser detido pela Ecorodovias. A Logística Brasil tinha 20 por cento do capital social votante e total da Elog, operadora logística do Grupo Ecorodovias. O valor da opção de venda é de 214 milhões de reais e será atualizado monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 6 por cento ao ano até sua liquidação, a ocorrer em até dois meses, disse a Ecorodovias. 19/05/2015
  • 05 - Chinês Bank of Communications compra 80% do Banco BBM por R$525 mi. O chinês Bank of Communications anunciou  a compra de cerca de 80 por cento do banco brasileiro BBM por estimados 525 milhões de reais, marcando a primeira aquisição do grupo no exterior. O negócio foi divulgado no momento em que o premiê chinês, Li Keqiang, visita o Brasil, quando será assinada uma série de acordos entre os dois países. O BBM tem sede no Rio de Janeiro e possui unidades também em São Paulo e Salvador. O banco tinha no fim de 2014 ativos totalizando cerca de 3,1 bilhões de reais, segundo o Bank of Communications.l 19/05/2015
  • 06 e 07 - Operadora Amil e Rede D'Or fazem aquisições. Mesmo num cenário macroeconômico negativo no país, o setor de saúde segue movimentado. A Rede D'Or, que há menos de um mês recebeu um aporte de R$ 1,75 bilhão do fundo americano Carlyle, comprou a totalidade do Hospital Bartira, localizado em Santo André, no ABC paulista. O valor da aquisição foi equivalente a oito vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) do Hospital Bartira, que conta com 108 leitos. Na região do ABC, a Rede D'Or já é dona do Hospital e Maternidade Brasil, situado também em Santo André, e do hospital Assunção, em São Bernardo. Outra transação no setor foi liderada pela Amil, que adquiriu Clínicas Oncológicas Integradas (COI), rede que possui cinco clínicas para tratamento de câncer no Rio de Janeiro, segundo fontes do setor. Em 2011, o fundo Axxon fez um aporte de R$ 60 milhões na Clínicas Oncológicas Integradas rede por meio de uma emissão de debêntures. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da COI informou que o porta-voz não foi encontrado até o fechamento desta edição. 20/05/2015
  • 08 - Quality Software compra TechSupply. A Quality Software com sede no Rio de Janeiro divulga que concluiu, nesta data, a aquisição da totalidade das quotas representativas do capital social total e votante da Technology Supply Informática Comércio, Importação e Exportação Ltda. (“TechSupply”) e da Latin Technology Distribuição Informática Ltda. (“Latin Tech”), sociedades com sede na cidade de São Paulo, SP. Pela aquisição das quotas, a Companhia arcará com o valor de até R$21.000.000,00 (vinte e um milhões de reais), a ser definido de acordo com a performance da TechSupply e da Latin Tech no exercício social de 2015. O preço de aquisição deverá ser pago no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) meses contados da presente data.19/05/2015
  • 09 - Vinci vende fatia na Equatorial por R$ 700 milhões. O Fundo de Investimento em Participações (FIP) PCP, gerido pela Vinci Capital Gestora de Recursos, vendeu em leilão na Bolsa toda a participação que detinha na concessionária Equatorial Energia, por cerca de R$ 700 milhões, ou cerca de 10,5% das ações da companhia. O FIP PCP, que reúne recursos de ex-sócios do Banco Pactual, já tinha vendido em leilão, no fim de fevereiro, 10% dos papéis da empresa, levantando cerca de R$ 520 milhões.21/05/2015
  • 10 - BTG e Patria vendem empresa de energia. Negócio deve superar R$ 2 bi. Depois de uma maré de investimentos que viraram dor de cabeça, o BTG Pactual acaba de fechar um negócio que afirma ter sido “irrecusável”. O banco e a gestora de recursos Patria venderam a Lap (Latin America Power), empresa de energia que montaram no Chile e no Peru, aos americanos da SunEdison. Fechado na noite de terça (19), o negócio deve ser anunciado hoje, mas o valor da operação não será divulgado, por exigência dos americanos. A Folha apurou que a venda da empresa vai render mais de R$ 2 bilhões ao BTG, ao Pátria e à GMR Energia, a sócia minoritária. Mais conhecida pela montagem de equipamentos e projetos de energia solar, a SunEdison era quase desconhecida no Brasil até pouco tempo atrás. No começo do mês, pagou R$ 1,6 bilhão por um conjunto de parques eólicos e pequenas centrais hidrelétricas da brasileira Renova Energia. Além disso, negocia a compra da participação de 16% que a Light tem na Renova.21/05/2015
  • 11 - We Do Logos e Logovia anunciam fusão e plano de internacionalização. A We Do Logos, startup de vendas de serviços de design da América Latina, anuncia fusão com a Logovia, empresa do mesmo segmento. Juntas, elas querem colocar em prática um plano de internacionalização. Com quase cinco anos de existência, a We Do Logos já fez mais de 20 mil projetos e produziu cerca de dois milhões de trabalhos.  Recentemente, a empresa anunciou um modelo de franquias. Com a fusão, ela venderá serviços para os países da América Latina. Segundo Gustavo Mota, CEO do We Do Logos, a expectativa é fechar 2015 com uma base de usuários de 300 mil pessoas e um faturamento de R$ 8 milhões. A meta é baseada no potencial de mercado das duas empresas: 20/05/2015
  • 12 - Startup brasileira cria joint venture com fabricante francês no mercado de flutuadores. A Sunlution, startup brasileira de geração distribuída – solar e hibrida, acaba de firmar uma sociedade com a fabricante francesa Ciel et Terre International para atender o mercado de flutuadores solares em reservatórios de hidrelétricas e em empresas de saneamento. As duas companhias assinaram o acordo no começo de maio para criar a joint venture Ciel et Terre Brasil (CTB). A previsão de negócios é de R$ 15 milhões ainda este ano e um acréscimo de 2 megawatts no sistema nacional. Com o recente anúncio do governo federal – de utilizar a tecnologia como fonte alternativa e complementar de geração de eletricidade no período de estiagem, a nova joint venture já prevê um aumento na demanda por esses equipamentos e um volume de negócios de R$ 7,5 bilhões nos próximos anos.21/05/2015
  • 13 - SulAmérica vende SASG para Axa Corporate por R$ 135 milhões. A SulAmérica S.A., em conjunto com suas controladas Saepar Serviços e Participações S.A. e Sul América Companhia Nacional de Seguros (Salic), informa que fechou a venda de 100% das ações representativas do capital social da Sul América Companhia de Seguros Gerais (SASG) por R$ 135 milhões para a Axa Corporate Solutions Brasil e América Latina Resseguros S.A. A SASG é sociedade seguradora que atualmente opera exclusivamente no ramo de seguro DPVAT e, concluída reorganização societária a ser submetida à aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), reunirá, também, a carteira de grandes riscos do segmento de ramos elementares do conglomerado SulAmérica (Carteira e Operação). 22/05/2015
  • 14 - Grupo Sotreq investe na Radix. O Grupo Sotreq anuncia a aquisição de 50% da Radix Engenharia e Software. A convergência de valores e competências entre as duas organizações foi fundamental para a decisão do Grupo Sotreq em tornar-se sócio da empresa, bem como para a Radix acolher esse investimento. O Grupo Sotreq atua em diferentes segmentos e representa marcas líderes de produtos que atendem a mercados tais como: construção, florestal, movimentação de materiais, mineração, petróleo e marítimo, energia e distribuição, e tem por definição a busca de propiciar disponibilidade e eficiência diferenciadas no uso e na gestão de bens de produção. A  Radix oferece serviços e soluções qualificadas em engenharia e tecnologia da informação (TI). Fundada por oito engenheiros com mais de 20 anos de experiência, atende a diversos segmentos, como óleo e gás, petroquímico, químico, metais e mineração, papel e celulose, alimentos e bebidas, geração de energia e mídia e entretenimento. Com 400 funcionários e sediada no Rio de Janeiro, também possui escritórios em Belo Horizonte, Curitiba, Foz do Iguaçu e Houston (EUA). 22/05/2015
  • 15 - Fuji Oil compra o controle da Harald Chocolate. A processadora de óleos Fuji Oil, do Japão, fechou acordo para adquirir o controle da brasileira Harald, que produz chocolates e cobertura à indústria alimentícia. A Fuji concordou em pagar 24 bilhões de Iens (cerca de R$ 640 milhões) por 83% do capital da empresa. Segundo fonte a par da operação, o valor reflete um múltiplo de 20 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da Harald. O negócio foi anunciado no fim da semana passada no Japão. A Fuji já atuava no mercado brasileiro na área de óleos e gosrduras comestíveis. Com a Harald, expande sua presença para o segmento de chocolates, no qual já opera em outros países. Fundada em Porto Alegre no início dos anos 80 por Ernesto Harald Neugebauer, a Harald produz mais de 90 mil toneladas por ano, segundo informações disponíveis no site da empresa. A fábrica fica em Santana de Parnaíba, no Estado de São Paulo. 18/03/2015
  • 16- HIX Capital compra participação na Senior Solution. Companhia adquiriu fatia da Stratus, que vendeu 8,7% das ações que tinha da desenvolvedora de software. A gestora de recursos independente dedicada a investimentos em ativos reais HIX Capital comprou da Stratus, também gestora de recursos, as ações que a companhia detinha da Senior Solution. Agora, a empresa passa a ter participação acionária de 8,7%. A Stratus investiu na companhia em 2005, momento em que se iniciava a estratégia de crescimento por aquisições, e permaneceu como acionista por dez anos. Segundo Alberto Camões, sócio fundador da Stratus, o investimento foi um dos principais casos de sucesso da gestora, com um retorno para o fundo de mais de cinco vezes o capital investido. Ele apontou que no período em que foram acionistas, a receita bruta da companhia deu um salto de R$ 9,5 milhões para R$ 78,7 milhões e que continua acreditando no crescimento da companhia. 22/05/2015
  • 17 - Home2Home anuncia aporte de R$ 3 milhões. A plataforma de social commerce Home2Home anunciou o recebimento de um aporte de R$ 3 milhões de um grupo de investidores liderado pelo empresário Mario Letelier, fundador do BuscaPé. Os recursos visam permitir a consolidação da empresa, que foi lançada em outubro pelos empreendedores Alexandre Zolko, 28, e Jaques Weltman, 31. H2H é um shopping online onde o usuário ganha dinheiro comprando ou recomendando produtos para suas rede de amigos. A plataforma já reúne mais de 700 mil produtos de e-commerces como Dafiti, Livraria Cultura, Centauro, Walmart, Mobly, Kanui,OQvestir, Le Postiche e Camisaria Colombo, entre outros.03/03/2015
  • 18 - Cruzeiro do Sul Educacional realiza novas aquisições. A Cruzeiro do Sul Educacional S.A comunica que a Faculdade São Sebastião, a Faculdade Caraguá e o Colégio Objetivo São Sebastião – Centro passarão a fazer parte do conjunto de instituições do grupo, juntando-se à Universidade Cruzeiro do Sul (SP), ao Colégio Cruzeiro do Sul (SP), ao Centro Universitário do Distrito Federal – UDF (DF), ao Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba), a Universidade Cidade de São Paulo – UNICID (SP), a Universidade de Franca – UNIFRAN e ao Colégio Alto Padrão (Franca). A Faculdade e o Colégio São Sebastião, fundados em 2003, e a Faculdade Caraguá, fundada em 2012, são consolidadas instituições de educação no litoral norte paulista e contam juntas com cerca de 2.200 alunos em mais de 20 cursos de educação básica, graduação e pós-graduação presenciais. Em linha com a estratégia da Cruzeiro do Sul Educacional no cenário nacional de reunir instituições e marcas academicamente relevantes nos seus respectivos mercados, a Faculdade São Sebastião, a Faculdade Caraguá e o Colégio Objetivo São Sebastião. Com esta incorporação, a Cruzeiro do Sul Educacional ultrapassará a marca de 105 mil alunos e passará a ser a 5ª maior companhia de educação do Brasil e, dentre as maiores, a melhor segundo todas as avaliações do Ministério da Educação.13/03/2015
  • 19 - Nova joint venture no RIo. A incorporadora Calper acaba de firmar parceria com a administradora Paladin Realty Partners, administradora de fundo de investimentos focado na América Latina. A recém-criada joint venture será chamada de CP Empreendimentos e Participações. O aporte de capital que o fundo fará na construtora irá desenvolver projetos de até US$ 15 milhões num primeiro momento, podendo chegar a US$ 60 milhões mais tarde. 17/05/2015
  • 20 - Indústria de Azulejos da Bahia vende as ações que detinha junto à Céramus Bahia. Indústria de Azulejos da Bahia, comunica que, em 20 de maio de 2015, a Companhia vendeu a totalidade das ações que detinha junto à Céramus Bahia SA - Produtos Cerâmicos, pelo montante de R$ 2.501.128,36. 20/05/2015
  • 21 - São Carlos Empreendimentos vende Centro de Distribuição Barueri. A  São Carlos Empreendimentos e Participações  comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que celebrou, nesta data, o Instrumento Particular de Compromisso Irrevogável e Irretratável de Compra e Venda de Bens Imóveis (“CCV”), através do qual vendeu o Centro de Distribuição Barueri (CD Barueri), pelo valor total de R$ 110,8 milhões. O CD Barueri está localizado em Alphaville. O imóvel tem 37.590 m² de área locável e está integralmente locado para a empresa DHL Logistics (Brazil) LTDA.18/05/2015
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES 

25 maio 2015



Expedia vende participação majoritária na chinesa eLong, por US$ 671 milhões

Dois meses depois de investir US$ 270 milhões na latino-americana Decolar.com, para adquirir uma participação minoritária, a agência de viagens online norte-americana Expedia confirmou nesta segunda-feira, 25, a venda do controle na chinesa eLong, por US$ 671 milhões. Em fevereiro, a empresa havia comprado a Travelcity, por US$ 280 milhões, e a Orbitz, por US$ 1,6 bilhão.

A participação de 62,4% da Expedia na eLong foi adquirida por empresas de viagens chinesas, incluindo a sua rival, a Ctrip, e as empresas de hospitalidade Keystone Lodging e Platen Group, além do fundo de investimentos Luxuriant Holdings. A Ctrip disse, separadamente, que pagou cerca de US$ 400 milhões por uma participação de 37,6% na eLong.

Embora a Expedia não tenha explicado por que está saindo do negócio, as evidências apontam para uma decisão financeira. A eLong vem registrando déficits constantes e tem lutado para alcançar lucro — ela registrou uma perda de US$ 33 milhões no primeiro trimestre deste ano. Além disso, as perspectivas de uma recuperação no curto prazo são vistas pela empresa como remotas.

As ações da Expedia saltaram 7% com a notícia da assinatura do acordo de venda, na sexta-feira, 22, após o fechamento dos mercados. Com informações de agência de notícias internacionais. Leia mais em Tiinside 25/05/2015



Hapvida Saúde assume carteira do Luís França

Com a incorporação, os pacientes do Plano Luís França passam todos a ser atendidos pelo Hapvida, em Fortaleza

Após adquirir em dezembro passado o hospital infantil e 49% da carteira de vidas do Plano de Saúde Luís França, a operadora de saúde suplementar Hapvida informou ontem, a aquisição dos demais 51% dos clientes, totalizando cerca de seis mil pacientes. A incorporação total da carteira do Luís França, autorizado em fevereiro último, foi confirmada à tarde, pela direção do Hapvida e pela Agência Nacional de Saúde (ANS).

Sem revelar o valor do investimento total, a assessora de Marketing do Hapvida, Simone Varela, explicou que toda a carteira adquirida é composta por pacientes com idades entre zero e 18 anos, crianças e jovens que antes eram atendidos pelo Plano Luís França e que, agora, passam a integrar a clientela da operadora. "A ANS aprovou a integração total da carteira do Luís França pelo Hapvida", anunciou Simone Varela, segundo quem a aquisição não muda em nada o contrato do plano de saúde anteriormente celebrado pelos usuários do Luís França.

No mês passado, porém, mães de pacientes do Luís França relataram dificuldades para que os filhos fossem atendidos em unidades de emergência em Fortaleza. Para algumas, faltou preparo aos planos de saúde, que não deram opção de atendimento aos usuários após a venda do Hospital Infantil.

Conforme a ANS, pela Lei 13.003, as operadoras de saúde devem substituir cada prestador de serviço, inclusive hospitalar, que for descredenciado. Ainda segundo a Agência, "a transferência do controle societário (do Plano de Saúde Luís França para o Hapvida) foi autorizado em fevereiro", último.

Direitos mantidos

Conforme garantiu Simone Varella, não haverá aumento nos preços dos pacotes e das mensalidades pagas atualmente, não haverá alteração nos pacotes de serviços contratados, nem mudanças nas carências. Ela explicou, no entanto, que nada impedirá que os novos clientes do Hapvida optem por migrar para outros planos da operadora atual.

"Os clientes do Luís França continuarão a ser atendidos no próprio hospital infantil como antes, mas vão receber a oferta de novos produtos, para que possam migrar e ter acesso a toda a rede própria do Hapvida, no Norte e Nordeste", declarou a assessora de Marketing. Ela esclarece que os produtos e serviços ofertados pelo Luís França eram restritos a atendimentos no Ceará, mas que agora poderão ser expandidos para os demais estados da rede, se houver interesse por parte dos usuários.

Ela garante que a mudança de plano não será obrigatória e que todos os novos clientes irão receber correspondências com todas as informações sobre a mudança. Ainda segundo ela, uma nota, no mesmo sentido, deverá ser publicada nos principais jornais do Estado do Ceará, esclarecendo as alterações, o que ainda não foi feito pela operadora.

Estratégia

Conforme Simone Varella, se para os usuários do Luís França a mudança de plano de saúde representa a oportunidade de agregar novos produtos e serviços ao pacote anteriormente contratado, para o Hapvida a aquisição foi estratégica. "Antes, o cliente do Luís França quando completava 18 anos era "obrigado" a mudar de plano, agora esse cliente vai poder ficar com a gente", diz.

Além de ampliar a carteira de usuários em mais seis mil vidas, a operação foi estratégica para o Hapvida que, dia a dia, vem expandindo a sua rede de atendimento pediátrico, um serviço complexo, caro para os hospitais bancarem e que precisa de usuários cativos que os financie. Nesse sentido, o Hapvida comprou o Hospital Luís França, uma das principais unidades pediátricas da capital cearense; adquirindo o seu primeiro hospital exclusivamente infantil e ampliando o seu atendimento neste segmento. Carlos Eugênio Leia mais em diariodonordeste 22/05/2015


Hapvida aproveita crise no País para consolidação no mercado

Uma das maiores operadoras de plano de saúde do Norte e Nordeste, a Hapvida acredita que em momentos de retração podem surgir grandes oportunidades.
Por isso, a rede planeja investir neste ano R$ 180 milhões em infraestrutura, aquisições e tecnologia, seguindo na contramão da economia do País.

“Ainda devemos negociar outra aquisição no semestre”, ressaltou o presidente da Hapvida, Jorge Pinheiro, em entrevista exclusiva ao DCI. Até junho a empresa deve somar 23 hospitais próprios nas duas regiões.

Segundo ele, as pequenas e médias empresas do segmento sentem dificuldade em reduzir despesas e sinistralidade (relação entre os custos sobre as receitas de uma operadora) e, como solução para este problema, têm procurado grandes redes que adquiram seus ativos.
O executivo afirma que neste momento as aquisições no setor podem ser tanto de operadoras menores quanto de hospitais.

“Mas, a maior dificuldade Atualmente, 76% dos exames são feitos em laboratórios da Hapvida na aquisição de hospitais, atualmente, é que após o anúncio da liberação de capital estrangeiro neste segmento, os empreendimentos passaram a ficar muito valorizados devido à concorrência”, explica Pinheiro.

Crescimento Mesmo com os desafios, o presidente do Hapvida diz que a previsão de crescimento deste ano é de 12% para planos médico hospitalares e de 31% para o segmento exclusivamente odontológico. No ano passado, o faturamento da empresa foi de R$ 2,5 bilhões. No primeiro trimestre deste ano, o avanço foi de 16% em vendas, indo a 76 mil novos beneficiários. “O único ponto negativo foi a alta da inadimplência de 1,5%, mas isso é reflexo da economia”, diz.

Para Pinheiro, os planos empresariais estão muito aquecidos.

“Isso pelo nosso modelo de negócio verticalizado [operadora com rede própria e não credenciada]. Cerca de 96% das internações são em hospitais próprios e 76% dos exames de diagnóstico são realizados em laboratórios nossos”.

A operadora conta com 210 unidades próprias, sendo 23 hospitais, 70 clínicas, 55 centros de diagnóstico por imagem e 49 laboratórios, espalhados em 11 estados. Por enquanto a região sudeste tem apenas rede credenciada e se destaca na administração de planos de autogestão para grandes de empresas.

De acordo com Pinheiro, desta forma é possível prever melhor um aumento nos gastos. “A maior parte das despesas são fixas, por isso conseguimos oferecer reajuste entre 12% e 13%, abaixo da média”, comemora.

Entre os destaques estão os planos de coparticipação (pagamento dividido entre empresa e usuário) já que, em momentos de redução de custos, formas de estimular o uso mais racional e consciente do plano de saúde é estratégico. “Este serviço deve estar em 100% dos contratos em alguns anos”, prevê o executivo, lembrando que esse modelo reduz entre 10% e 30% no orçamento do usuário.

Capital estrangeiro O porta-voz disse ainda que não existe a possibilidade de receber aportes internacionais. “So mos uma empresa bastante capitalizada e não precisamos disso para expandir. Mas, com certeza a entrada de capital estrangeiro deve consolidar novas redes hospitalares no mercado que hoje é pulverizado.” Pinheiro, no entanto, diz que não descarta a possibilidade de abrir capital na bolsa de valores.

“Ainda é uma ideia, mas estudamos a possibilidade por ser uma boa forma de acelerar a expansão sem endividar-se. Fomos procurados pela Bolsa, bancos e assessores financeiros. Existe uma carência de ativos [do setor] no mercado de capital”.

Capital estrangeiro A forma de remuneração dos prestadores de serviço é outro fator que a operadora destaca como essencial para redução de gastos. “Temos modelos que vão de pagamento fixo, a remuneração por hora de trabalho ou até mesmo médicos pagos por meio do resultado do índice de sucesso por paciente tratado”.

Outra forma de redução de custos foi o investimento em sistemas de gestão integrado, prontuários eletrônicos e envio eletrônico de resultados de exames laboratoriais e de imagem.

Só no ano passado, a empresa deixou de gastar mais de R$ 1 milhão com a emissão de resultados on-line. /A repórter viajou a convite da empresa. DCI Leia mais em tudofarma 25/05/2015



Tarpon coloca mais uma empresa à venda

O fundo de investimento Tarpon resolveu colocar à venda sua empresa de logística, a AGV, por cerca de 600 milhões de reais.

A empresa, que fatura cerca de 800 milhões de reais por ano e já teve como um dos principais sócios o investidor americano Sam Zell, cresceu por aquisições e vinha tendo dificuldades. A AGV teve prejuízo de cerca de 30 milhões de reais em 2012 e 2013, e no ano passado lucrou apenas 3 milhões de reais.

A AGV é a segunda empresa que a gestora de recursos Tarpon coloca à venda neste ano.

O fundo também deve passar adiante a fabricante de produtos hospitalares e de higiene Cremer.

Os sócios da Tarpon são presidentes de duas empresas controladas pelo fundo — Pedro Faria, da gigante de alimentos BRF, e Eduardo Mufarej, do grupo de ensino Abril Educação. Procurada, a Tarpon não comentou.Tatiana Bautzer Leia mais em Primeirolugaronline.Exame 25/05/2015



Localiza e Unidas interrompem negociações

As negociações para a compra da Unidas pela rival Localiza, que engataram uma segunda marcha no início do ano, foram interrompidas.

As empresas de aluguel de carros e gestão de frotas não conseguiram chegar a um acordo em relação ao preço. A Unidas é controlada pelos fundos Gávea, Vinci e Kinea e pelo grupo português automotivo SAG, e os sócios planejavam uma oferta de ações no ano passado para reduzir suas participações e capitalizar a empresa — acabaram desistindo pelas condições de mercado.

Após uma reestruturação executada pelos fundos, a Unidas projeta um crescimento de 15% em 2015. A mineira Localiza vale 7 bilhões de reais em bolsa, e sua frota de veículos é três vezes maior do que a da concorrente.

Em 13 de abril, quando foi divulgado que as empresas negociavam uma fusão, as ações da Localiza caíram 2%. Procuradas, as empresas não comentaram.Tiago Lethbridge Leia mais em Primeirolugaronline.Exame 25/05/2015