01 outubro 2016

Pernod Ricard vende marca de vodca Frïs para grupo americano Sazerac

A fabricante de bebidas francesa Pernod Ricard concordou em vender a marca dinamarquesa de vodca Frïs para o grupo americano Sazerac.

A venda faz parte dos esforços da companhia para concentrar seu negócio nas marcas mais relevantes em receita... Leia mais em valoreconomico 30/09/2016



01 outubro 2016



Cosan vende parte de suas ações na Radar para Mansilla por R$ 1,065 bi

A Cosan informou na noite desta sexta-feira que fechou contrato para venda de parte de suas ações da Radar Propriedades Agrícolas à sócia Mansilla Participações, por R$ 1,065 bilhão.

O tamanho da fatia vendida não foi informado, mas a Cosan informa que manterá uma participação em ações ordinárias na Radar, "em função de sua expertise no setor". A Radar é uma gestora de propriedades rurais, criada em 2008.

O fechamento definitivo da operação está condicionado à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Valor econômico Leia mais em bol.uol 30/09/2016



30 setembro 2016

InfraTI compra X2TI

A InfraTI, uma das maiores parceiras Cisco do Rio Grande do Sul, acaba de adquirir a X2TI, focada na prestação de serviços para clientes de pequeno e médio porte em tecnologias Microsoft, Linux, Asterisk, Grandstream.

O negócio será incorporado como uma unidade de negócio dentro da Infra TI, liderada pelo sócio da  X2TI Max Araújo. O profissional já trabalhava na InfraTI antes de abrir sua própria empresa.

Augusto Ziomkowski, da InfraTI, entra como sócio nesse unidade e assume a gestão de serviços de toda a operação. Ziomkowski está na Infra TI desde o final de 2014, quando veio da Paquetá, onde era coordenador de tecnologia.

A InfraTI tem 15 funcionários. Além da Cisco, seu principal parceiro, trabalha também com Microsoft, Fujitsu, Peplink, VMWare, Citrix e F5. O foco são clientes de médio e grande porte incluindo Paquetá, Getnet, AES Sul e Banrisul.

Já a X2TI tem seis funcionários, atendendo uma base de clientes em escritórios de contabilidade, advocacia e indústrias. Os clientes incluem nomes como Concepa, Grêmio, Metasa e Hospital Beneficência Portuguesa.

“Agora podemos oferecer aos clientes serviços de suporte nível 1 além de brevemente poder oferecer serviços de NOC”, projeta Augusto Bueno, diretor comercial da InfraTI.

A InfraTI tem feito investimentos para crescer. No começo do ano contratou Karine Lima como a diretora de Expansão da companhia. Karine é uma profissional experiente, que chegou a liderar a Sonda no Rio Grande do Sul. Maurício Renner // Leia mais em baguete  30/09/2016 

30 setembro 2016



ADM compra empresa que produz massas sem glúten

Múlti adquiriu a Caterina Foods, por um valor não revelado.. Read on the original site  -  Leia mais em shafaqna 30/09/2016



J&F amplia participação na Alpargatas para 85,7%

O grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, adquiriu hoje 45,322 milhões de ações da Alpargatas, em leilão da oferta pública de aquisição de ações (OPA).

O valor pago foi de R$ 11,02 por ação, atingindo um total de R$ 499,4 milhões. Ao todo, foram registradas...   Por Cibelle Bouças | Leia mais em valor econômico 30/09/2016



Anglo recebe US$ 1,7 Bi pela venda de negócios de nióbio e fosfato no Brasil

A Anglo American disse hoje (30) que concluiu a venda de seus negócios de nióbio e fosfato em Goiás e São Paulo para a China Molybdenum Co. (CMOC), segundo comunicado enviado para a Bolsa de Valores de Londres (LSE).

O acordo foi divulgado no dia 28 de abril deste ano. Leia mais em noticiasdemineração 30/09/2016




Fusões e aquisições se recuperam com venda de ativos Petrobras

As fusões e aquisições estão finalmente ensaiando uma recuperação no Brasil e registraram aumento de 35% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2015, para US$ 16,6 bilhões, impulsionadas por uma série de negócios no setor de energia envolvendo a Petrobras.

Ainda mais surpreendentes foram os US$ 11,1 bilhões em operações nas quais empresas estrangeiras compraram ativos brasileiros, de acordo com dados compilados pela agência de notícias Bloomberg.

Segundo essa medida, a atividade praticamente quadruplicou em relação ao mesmo período do ano passado, melhor resultado registrado desde o último trimestre de 2013.

A Petrobras precisará cumprir seu programa de venda de ativos para que o crescimento no mercado de fusões e aquisições no país continue.

A gigante do setor de energia, que vem tentando reduzir a maior carga de dívida da indústria do petróleo, foi responsável por mais de um terço da atividade total com suas vendas de ativos nos últimos três meses.

A companhia apresentou o plano de desinvestimentos há mais de um ano, mas até recentemente havia fechado apenas algumas transações. A Petrobras planeja obter US$ 19,5 bilhões por meio de desinvestimentos em 2017 e 2018.

"M&A é um produto de confiança", diz Hans Lin, chefe do banco de investimento do Bank of America no Brasil. "Ninguém quer segurar uma faca caindo. Aí, quando as coisas se estabilizam um pouquinho, as pessoas tomam as decisões."

De certa forma, o terceiro trimestre foi a crônica de uma recuperação anunciada nas fusões e aquisições.

O argumento para o salto estava presente havia meses: as empresas brasileiras, abatidas pela recessão e pelos baixos preços das commodities, estavam desesperadas para vender ativos, que se tornaram relativamente baratos para estrangeiros com dólares devido à forte desvalorização do real.

Contudo, embora empresas de investimentos como a Advent International e a Brookfield Asset Management tenham exaltado as oportunidades no Brasil, muitos potenciais compradores hesitaram, aparentemente inseguros em relação a quanto mais a moeda e a economia cairiam.

Agora, a melhora do sentimento e a estabilização do real mudaram a dinâmica, assim como a política do País.

Michel Temer, que se tornou presidente formalmente após o impeachment de Dilma Rousseff, no mês passado, convenceu muitos investidores em Wall Street de que será capaz de acabar com o impasse no Congresso e conseguir apoio para os cortes de gastos necessários.

O Brasil continua em recessão, mas os economistas projetaram em uma pesquisa do BC que a economia se expandirá 1,3% no ano que vem.

O real registra valorização de 22% em 2016 após a depreciação do ano passado, quando teve sua quinta queda anual. A volatilidade implícita do real em um mês, um indicador de incerteza, caiu para abaixo do registrado por diversos pares regionais. Em 2015, o real teve o pior desempenho entre 16 moedas importantes, com um declínio de 33%.  De Bloomberg -  Jonathan Levin, Sabrina Valle e Cristiane Lucchesi Leia mais em sol 30/09/2016



Unimed-Rio avalia venda de ativos

Às voltas com um passivo de R$ 1,9 bilhão, a Unimed-Rio estuda, no médio prazo, vender parte do seus ativos - avaliados em R$ 1 bilhão - para quitar débitos. Com uma carteira 828 mil beneficiários, a Unimed-Rio enfrenta um impasse causado pela rejeição de seus cooperados à proposta de aportar R$ 500 milhões na cooperativa de saúde, em assembleia encerrada na madrugada de quarta-feira. A injeção de recursos pelos cooperados seria uma forma de reduzir o endividamento.

De acordo com a assessoria de imprensa da cooperativa, muitos médicos estão procurando a Unimed-Rio para fazer um aporte voluntário, mesmo diante da decisão da última assembleia de manter o desconto de 30% na produção médica (valor recebido mensalmente por consultas, cirurgias e outros procedimentos). "Esse aporte representará uma entrada importante de recursos e abaterá parte ou a totalidade da dívida de cada médico com a cooperativa, de acordo com a escolha feita", ressaltou a Unimed-Rio.

Em julho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já havia informado que a solução para os problemas financeiros da Unimed-Rio passava necessariamente pelo aporte. Procurada, a ANS optou por não se manifestar sobre o tema. Mas uma fonte que acompanha o calvário financeiro da Unimed-Rio e prefere não ser identificada destacou que qualquer posicionamento mais explícito da ANS - seja uma notificação ou a decretação de liquidação extrajudicial - poderia piorar a situação da cooperativa, gerando fuga de beneficiários.

Segundo a cooperativa, a alienação de ativos é uma possibilidade "a partir do momento em que a desmobilização represente a entrada efetiva de novos recursos para o caixa e não traga perda de valor para as negociações". A Unimed-Rio admitiu negociações para viabilizar outras alternativas que equacionem sua situação financeira mas acrescentou que não comentaria estas oportunidades "para não gerar interferências na condução de cada caso."

A Unimed-Rio destacou ainda que a maior parte dos custos da cooperativa está relacionada à prestação de serviços assistenciais. Entre as principais medidas adotadas para reduzir custos dessa natureza estão a negociação com fornecedores médico-hospitalares e a constituição de comitês de especialidades médicas. Nos últimos 30 dias, essas medidas resultaram numa redução de 86% para 78% da sinistralidade (relação entre os custos médicos e as receitas de uma operadora) da cooperativa, conforme informado pela Unimed-Rio. A meta é alcançar o patamar de 75%. Autor: Rodrigo Carro Fonte: Valor Econômico Leia mais em tudogfarma 30/09/2016



Mais uma Unimed em negociação

A Unimed Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, está negociando a venda de sua carteira de clientes e hospital. A transação pode ser fechada com uma operadora de plano de saúde que não seja uma cooperativa médica, segundo o Valor apurou.

O presidente da Unimed Pindamonhangaba, José Renato Schmidt, informou que contratou a assessoria da PwC, mas pontuou que "não pode comentar sobre conversas em andamento."

A Unimed Pindamonhangaba tem uma carteira com 15,2 mil usuários e um hospital recém ampliado. Em 2015, a receita líquida caiu 4,5% para R$ 47,3 milhões e a última linha do balanço trouxe um prejuízo de R$ 2,1 milhões, contra um lucro de R$ 4,9 milhões em 2014. Na semana passada, a NotreDame Intermédica anunciou a compra da Unimed ABC. É a primeira vez que uma cooperativa médica é vendida a uma operadora fora do sistema Unimed.

Segundo a Unimed Brasil, entidade que representa as cooperativas médicas, o ideal é que as Unimeds em dificuldades financeiras repassem suas carteiras dentro do próprio sistema e seus médicos cooperados e hospitais prestem serviços às demais cooperativas. "Essa reconfiguração permite que as unidades de menor porte, por exemplo, se integrem regionalmente a operadoras Unimed em situação mais sustentável, fortalecendo a atuação da marca, tanto regional, quanto nacionalmente, diluindo o risco da sinistralidade, racionalizando custos administrativos e melhorando a operação", informa.

Para as Unimeds, a venda para outras operadoras não é interessante, uma vez que um dos atrativos do sistema é a sua presença nacional, ou seja, o cliente pode ser atendido em qualquer cidade.

A Central Nacional Unimed (CNU), Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp) e Seguros Unimed vão criar uma rede de médicos cooperados no ABC paulista para atender os clientes dessa região. A Unimed ABC tem 200 médicos associados que deixam de ser cooperados com a venda à Intermédica. A expectativa é que parte desses médicos venha fazer parte da nova rede, mas nem todos serão absorvidos porque a maioria dos clientes era da Unimed ABC. Autor: Beth Koike Fonte: Valor Econômico Leia mais em tudofarma  30/09/2016



Brasil não terá grau de investimento antes de 2018, diz Moody's

O Brasil não vai recuperar o grau de investimento da Moody's Investor Service durante o atual governo, que termina em 2018. A afirmação foi dada pelo analista sênior da agência de classificação de risco Mauro Leos, acrescentando que as planejadas reformas para o país são essenciais para a obtenção da perspectiva estável.

Leos, vice-presidente responsável pelas notas de crédito da América Latina, também disse que os cortes nos gastos do México vão garantir que o déficit fiscal de 2017 seja menor do que o de 2016. O crescimento do próximo ano ficará abaixo de 3%, mas acima dos 2% deste ano, disse.

Qualquer diluição das medidas de austeridade fiscal no Congresso Nacional pode ameaçar a recuperação gradual do Brasil após dois difíceis anos de recessão, afirmou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quinta-feira. Em visita ao Brasil, a comitiva do FMI recomendou que o país faça importantes mudanças, incluindo revisão da fórmula de ajuste anual do salário mínimo e tenha como meta um superávit primário equivalente a cerca de 3,5 por cento do Produto Interno Bruto ao longo dos próximos 5 anos, para estabilizar a dívida pública até 2021.

O FMI elogiou os esforços do governo do presidente Michel Temer equilibrar as contas com a Proposta de Emenda à Constituição que limita o crescimento dos gastos públicos, assim como o plano para enviar uma proposta de reforma da Previdência, com a imposição de uma idade mínima para aposentadoria. O órgão disse ainda que o Brasil deve retomar o crescimento de forma gradual em 2017, após concluir reunião com autoridades do governo.  Fonte: DCI -  Leia mais em abinee 30/09/2016



Avast não vai parar de fazer aquisições após compra da AVG

AVG: a empresa combinada terá mais de 400 milhões de usuários e 40% do mercado de computação para consumidores fora da China

A Avast Software, fabricante do programa de antivírus mais popular do mundo, precisará de um ano para absorver a compra de sua rival AVG por 1,3 bilhão de dólares, mas pode ver mais aquisições antes de listar suas ações em bolsa, disse o presidente-executivo em entrevista.

A Avast, sediada em Praga, fechou na sexta-feira a compra da AVG Technologies, outra empresa de software com raízes tchecas na especialização de segurança ao consumidor.

A empresa combinada terá mais de 400 milhões de usuários e 40 por cento do mercado de computação para consumidores fora da China.

Embora a Avast pretenda deslistar as ações da AVG, a empresa tem seus próprios planos para eventualmente oferecer ações, talvez já em 2019.

Antes disso, a empresa deve integrar totalmente a AVG e então procurar aquisições de porte médio para seu esforço em aparelhos móveis e, possivelmente, expandir suas ofertas a pequenas e médias empresas.

"Nós temos que digerir a AVG primeiro e vamos levar a maior parte de 2017 para nos integrar totalmente. Então avaliaremos a expansão dos negócios depois disso", disse o presidente-executivo da Avast, Vincent Steckler. Da Reuters leia mais em exame 30/09/2016



Stefanini é hexacampeã na premiação “As Melhores da Dinheiro 2016” na categoria de Tecnologia, Software e Serviços

Resultado reforça o posicionamento da empresa de investir de maneira significativa em inovação e novos negócios

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, venceu ontem o prêmio “As Melhores de Dinheiro 2016” na categoria Tecnologia, Software e Serviços. A cerimônia de premiação foi realizada na noite desta quinta-feira no Tom Brasil, em São Paulo. A Stefanini também foi campeã no segmento de tecnologia em 2004, 2006, 2010, 2011 e 2013.

O anuário da revista IstoÉ Dinheiro é um dos mais completos e abrangentes rankings empresariais do Brasil. As companhias de vários setores são avaliadas segundo critérios de gestão: sustentabilidade financeira, recursos humanos, inovação e qualidade, responsabilidade socioambiental e governança corporativa.

“Ficamos muito felizes com o reconhecimento, que reflete o crescimento da empresa, bem como sua estratégia de investir continuamente em inovação, com o lançamento de ofertas que acompanham as transformações tecnológicas que estão revolucionando o mundo”, destaca Monica Herrero, CEO da Stefanini Brasil, que recebeu o prêmio.

Em 2015, a companhia registrou um faturamento global de R$ 2,6 bilhões e realizou uma série de movimentações, como a fusão com a IHM Engenharia, joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market, criação da coligada Inspiring e aquisição de 40% da Saque e Pague.

No primeiro semestre deste ano, a Stefanini anunciou a aquisição da empresa colombiana Sysman, bem como a fusão da coligada VANguard, especializada em governança de TI, segurança e service management com a Scala IT, além da joint-venture com a empresa israelense Rafael, cujo objetivo é oferecer soluções de segurança cibernética e análise inteligente de imagens digitais.

Apesar das dificuldades impostas pelo cenário econômico atual, a Stefanini está confiante na retomada de crescimento do País em 2017. Segundo Ailtom Nascimento, vice-presidente do Grupo Stefanini, a empresa continua atenta a novas oportunidades e manterá seus esforços em novos projetos de inovação nos países em que atua.

Sobre a Stefanini:
A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 29 anos de atuação no setor de Serviços em TI. Totalmente verticalizada por segmento de indústrias, a consultoria possui grande expertise no mercado financeiro (atende as dez maiores instituições financeiras do País), telecomunicações, seguradoras e setor público. Presente em 39 países, sua oferta de serviços abrange Consultoria, Integração, Desenvolvimento de Soluções e Outsourcing para Aplicativos e Infraestrutura; e ainda BPO para processos de negócios. Reconhecida mundialmente, a Stefanini está entre as 100 maiores empresas de TI do mundo (BBC News) e foi apontada como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral. Leia mais em segs 30/09/2016