28 março 2015

GRM ingressa no Brasil adquirindo a Stok

GRM identificou a América do Sul como um mercado dinâmico e em crescimento no negócio de gestão de documentos.

GRM Information Management Services, Inc., uma empresa líder de gestão de informações de ciclo completo, atuando nos Estados Unidos, China e Peru, anunciou a aquisição da Stok, uma empresa brasileira de gerenciamento de registros, que atende o mercado do Rio de Janeiro. A Stok Gestão Documental é uma empresa especializada no armazenamento e gestão da informação. Leia mais em grmdocumentmanagement 24/03/2015


28 março 2015



Dufry faz acordo de compra da World Duty Free por US$ 3,9 bi

A rede suíça de lojas em aeroportos Dufry está próxima de fechar o acordo de compra da sua concorrente italiana World Duty Free por cerca de 3,6 bilhões de euros (US$ 3,92 bilhões), de acordo com pessoas próximas da negociação.

O acordo pode ser anunciado na próxima semana, informaram as fontes.

Com a aquisição da World Duty Free, a Dufry passará a ter mais de 2 mil lojas em aeroportos, cruzeiros e outros pontos turísticos.

A holding Edizione, da família italiana Benetton, é dona de 50,1% da World Duty Free, uma das principais empresas de duty-free em aeroportos.

A empresa suíça venceu a disputa com outras empresas, como a sul-coreana Lotte, que tinham interesse em compras a World Duty Free, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

O acordo de compra da World Duty Free é a segunda aquisição da Dufry nos últimos meses. Em junho, a companhia pagou 1,55 bilhão de francos suíços (US$ 1,61 bilhão) pela também suíça Nuance. Fonte: Dow Jones Newswires. Estadao | leia mais em Exame 28/03/2015




Com execução de garantia prestada ao Itaú, Eike reduz participação na Prumo

A Prumo Logística informa que Eike Batista deixou de ser titular de 178.453.716 ações ordinárias da empresa, representativas de 6,43% do seu capital social, em decorrência de execução de garantia prestada ao Banco Itaú.

Como consequência da execução, a participação de Eike foi reduzida para 7.176.911 ações ordinárias, representativas 0,26% do capital da Prumo, e o Banco Itaú, por sua vez, se tornou titular de 178.453.716 ações ordinárias representativas de 6,43% do capital.Por Fátima Laranjeira | Estadão | Leia mais em Yahoo 27/03/2015



27 março 2015

Processor compra Pitrez

A Processor, empresa de serviços de TI sediada em Porto Alegre, adquiriu a consultoria Pitrez, de Novo Hamburgo.

A Pitrez conta com duas linhas de serviços, uma voltada para processos de gestão e outra para a infraestrutura de TI. A empresa tem 26 anos de mercado e trabalha com tecnologias Oracle, Constat, Netwall e Target IT.

Em seu site, a Pitrez cita como clientes organizações como Lojas Renner, Zaffari, Quero-Quero, Angeloni e Hospital Moinhos de Vento.

Com a aquisição, Luciano Pitrez e Luciano Rocha passam a atuar no braço de serviços do Grupo Processor.

Sem muito alarde, a Processor tem feito uma série de aquisições de empresas de menor porte nos últimos anos.

Com matriz em Porto Alegre, a Processor tem unidades no Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte, além de operações no Chile, Colômbia e escritórios comerciais na Argentina e Estados Unidos.

O grupo foi eleito pela Microsoft o Parceiro do Ano no Brasil – 2013. O portfólio inclui consultoria, outsourcing, ERP, suporte, serviços técnicos, aplicações (BI, BPM, portais), segurança e CRM. Maurício Renner Leia mais em baguete 27/03/2015

27 março 2015



Cade aprova compra de call center do Bradesco pela Algar

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição de 100% das cotas representativas do capital social da Cerrado Serviços pela Algar Tecnologia e Consultoria, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

A Algar, que pertence a grupo econômico de mesmo nome, oferece soluções de tecnologia, como suporte técnico presencial e remoto, além de serviços de telemarketing e call center.

A Cerrado é controlada por empresas do Grupo Bradesco, que, após reorganização societária, também atuará no mercado de call center, com atividades de teleatendimento, cobrança e informações cadastrais e de apoio administrativo.

A decisão do Cade é assinada pela Superintendência-Geral do órgão. O parecer não revela os valores da operação. Leia mais em tekkie 27/03/2015



Microsoft adquire e fecha o LiveLoop, aplicativo de compartilhamento de apresentações do PowerPoint

Grandes empresas têm todo tipo de recurso para lidar com pequenos programas que fazem sucesso oferecendo serviços para seus produtos que as gigantes em si não chegaram a pensar. Mais eficaz do que um processo costuma ser uma aquisição, e foi isso que a Microsoft fez. A dona do pacote Office comprou a startup por trás do LiveLoop, programa que oferecia a possibilidade de compartilhar apresentações do PowerPoint via web e que agora será desligado.

O diferencial do programa era transformar a apresentação num arquivo web, tornado-a compatível (e editável) em qualquer plataforma, sem necessidade da instalação de um novo programa. Não se sabe se a Microsoft pretende relançar o programa com sua logo ou mesmo integrar seu recurso diretamente no PowerPoint. O site do LiveLoop traz agora uma mensagem avisando que o serviço vai ser permanentemente fechado no ,dia 24 de abril. Registros de novos usuários estão suspensos e usuários atuais do site estão sendo avisados a salvar os seus dados antes da data, momento em que todas as informações serão permanentemente apagadas.

Uma representante da Microsoft confirmou a compra, fazendo a seguinte declaração:
"A Microsoft está empolgada em receber o talentoso time do LiveLoop para ajudar a construir uma grande colaboração entre os aplicativos do Office, como parte de nossa estratégia e visão para reinventar a produtividade." Leia mais em adrenaline.uol 27/03/2015



Empresas brasileiras se destacam no setor global de alimentos

A demanda chinesa, um poder de compra nacional em alta e terras e mão de obra baratas permitiram a expansão das grandes companhias brasileiras de alimentação no âmbito internacional, ainda que haja dúvidas no horizonte.

O 3G Capital, fundo de investimentos do milionário brasileiro Jorge Paulo Lemann, acaba de participar na fusão entre os gigantes Heinz e Kraft Foods que se tornará a quinta empresa mundial do setor agroalimentar, especializada em condimentos, salsichas, queijos e cafés solúveis.

Junto com o seu sócio, o milionário americano Warren Buffett, o fundo tem 51% do novo grupo.
Em meados de março, foi o grupo brasileiro JBS, líder mundial do setor de carne, que se tornou a segunda maior empresa alimentar do mundo depois da Nestlé, graças a uma intensa estratégia de aquisições no plano internacional.

O mesmo destaque recebe a BRF, maior exportadora de frangos do mundo, que inaugurou em novembro uma fábrica de 141 milhões de dólares em Abu Dhabi.

Apesar dos diferentes perfis, esses grupos têm algo em comum: "na ausência de subsídios, essas empresas têm a obrigação de ser eficazes, sob pena de ficar fora do mercado", ressalta o jurista André Cutait de Arruda Sampaio.

"Os preços baixos da terra e da mão de obra constituem importantes vantagens comparativas para o setor agro-alimentar brasileiro", completa a economista Maria de Albuquerque David, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Jogo em dois tabuleiros

Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, firmou as bases de seu império na indústria de bebidas: fruto de fusões sucessivas, a AB InBev (fusão da empresa Ambev com a belga Interbrew) tem hoje cerca 20% da cerveja do planeta com marcas como Stella Artois, Corona e Budweiser. O fundo 3G Capital também comprou a rede de fast-food Burger King, o grupo Heinz e a rede de cafés canadense Tim Hortons.

As empresas controladas pelos três sócios do fundo valem no total 260 bilhões de dólares.

Estimulado pela demanda chinesa de carne e de soja, em que o Brasil é o segundo produtor mundial, e pelo maior poder de compra dos brasileiros, o setor agro-alimentar nacional alcançou excedentes significativos.

"O agronegócio é dinâmico porque joga em dois tabuleiros: no Brasil e no exterior, deixando de lado o menos atraente conforme o período", explica Maria de Albuquerque David.

A BRF exporta frango para 110 países e tem outras 10 instalações industriais na Argentina, na Holanda e no Reino Unido.

Nascido de um açougue na região central do país, o grupo JBS obtém hoje 80% de suas receitas no exterior, em países como Austrália e Estados Unidos. A companhia tem, ainda, 25% das ações do BNDES.

Momento crítico

O mercado questiona se essas empresas brasileiras correm o risco de ter o mesmo destino de Eike Batista.

"Não há nenhum risco. Batista era um vendedor de sonhos, com projetos imaturos. No setor agro-alimentar falamos de empresas estabelecidas há tempos, com experiência e um profundo conhecimento de seu mercado", diferencia o economista Gilberto Braga.

Mas há outras ameaças. Endividamento elevado, economia brasileira fraca, queda dos preços das matérias-primas, custo de transporte proibitivo e investimentos custosos por causa das altas taxas de juros são alguns dos elementos que podem prejudicar a produção.

"É um momento crítico, onde vamos ver se são realmente bons administradores", desafia Maria de Albuquerque David. "O 3G Capital fez cortes drásticos nos gastos e racionalizou a produção. Quem sabe os gigantes da carne farão a mesma coisa".

A JBS anunciou no início de março que não planeja novas aquisições em 2015.Por Hélène SEINGIER | AFP Leia mais em Yahoo 27/03/2015



Venda a chineses não afeta fábricas no Brasil, diz Provera

Presidente global da Pirelli fala sobre as 4 fábricas no país
Provera garante que Pirelli não fechará unidades no Brasil (foto: ANSA)

O presidente global da Pirelli, Marco Tronchetti Provera, afirmou que não há planos de fechar as quatro fábricas da empresa no Brasil em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo".

Segundo o mandatário, a Pirelli está no país há mais de 80 anos e tem uma posição local muito forte. As especulações sobre o possível fechamento de fábricas ocorrem após o anúncio da empresa de que, em breve, terá controle chinês. Nesta semana, o grupo ChemChina fechou acordo para comprar 26% das ações da empresa e que ele terá, ao menos, 50,1% do negócio a partir de julho.

Provera destacou que a venda ao proprietário chinês não afeta em nada as fábricas daqui, mas que a crise do setor automotivo no Brasil pode fazer com que a Pirelli faça cortes na operação local.

Diversas montadoras brasileiras já estão ajustando-se à realidade da economia, com férias coletivas e cortes no número de funcionários. Como a empresa italiana depende da demanda do mercado local, é bem provável que deva seguir pelo mesmo caminho, mas sem anunciar o tamanho dessas reduções.

Atualmente, a Pirelli possui fábricas em Feira de Santana (BA), Gravataí (RS), Campinas e Santo André (SP) e tem cerca de 12 mil funcionários. Segundo dados divulgados pelo jornal, a Pirelli tem na América Latina, 34% das suas vendas mundiais.

De acordo com a entrevista de Provera, a parceria abrirá mais espaço para a empresa no mercado chinês e no norte-americano e dobra sua presença global no segmento de pneus para caminhões, ônibus e tratores.

Ainda de acordo com o "Estado", a operação da ChemChina na empresa deve variar entre 50,1% e 65%.

Sobre Provera, a entrevista mostrou que ele tem ainda a função de presidente no grupo pelos próximos cinco anos e poderá nomear um sucessor. Além disso, poderá reabrir o capital da empresa após quatro anos. Segundo informações do mandatário, a Pirelli deve saltar da 15ª para a 4ª ou 5ª posição no mercado após o acordo. (ANSA) Leia mais em ansabrasil 27/03/2015



Colombiana EEB compra controle concessões de transmissão de energia no Brasil por US$170 mi

 Empresa de Energía de Bogotá (EEB) informou nesta sexta-feira que acertou a compra de 51 por cento de quatro concessões de transmissão de energia no Brasil por cerca de 170 milhões de dólares, marcado a entrada da empresa colombiana no maior país da América Latina.

A EEB assumirá o controle de concessões que pertenciam à JMalucelli Energía, JMalucelli Constructora de Obras e Desenvix.

A conclusão das transações está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, o que deve ocorrer neste semestre.

Segundo comunicado, o negócio contempla a compra das concessões Transenergia Renovável, Transenergia São Paulo, Goiás Transmissão e MGE Transmissão. (Por Nelson Bocanegra) Reuters Leia mais em Uol 23/03/2015

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EEB anuncia su entrada al mercado eléctrico en Brasil

Cabezote-Relación con el inversionista final

La Empresa Energía de Bogotá (EEB), casa matriz del Grupo Energía de Bogotá, suscribió hoy un contrato de compra-venta para la adquisición del 51% de cuatro concesiones de transmisión eléctrica en Brasil y continua consolidándose como uno de los principales actores del sector energético en América
A USD 500 millones ascienden inversiones del Grupo en el primer trimestre de 2015. En febrero había sido adjudicataria de la convocatoria Upme 04-2014 Refuerzo Sur Occidental: Subestación Alférez 500 kV y las líneas de transmisión asociadas, que tendrá influencia en los departamentos de Antioquia, Caldas, Risaralda y Valle del Cauca

Bogotá, D.C., 27 de marzo de 2015. El Grupo Energía de Bogotá a través de la Empresa Energía de Bogotá S.A. ESP (EEB), anunció hoy la firma de contratos de compra venta con JMalucelli Energía, JMalucelli Constructora de Obras y Desenvix para la adquisición de una participación accionaria equivalente del 51% de cuatro concesiones de transmisión de electricidad en Brasil.

La firma del contrato se realizó esta mañana en la sede del Grupo Energía de Bogotá y contempla la adquisición de las concesiones Transenergia Renovável S.A., Transenergia São Paulo S.A., Goiás Transmissão S.A. y MGE Transmissão S.A.

Los contratos de concesión fueron adjudicados a través de subastas públicas en los años 2008 y 2009 y cuentan con una vigencia de 25 años. Las líneas tienen una longitud de 1.094 km y cubren tensiones de 500, 345, 230 y 138 kV, y se ubican en los siguientes estados: Espíritu Santo, Goias, Mato Grosso, Mato Grosso Do Sul, Minas Gerais y Sao Paulo.

La adquisición permite al Grupo Energía de Bogotá contar con un socio estratégico en Brasil, Furnas, quien posee el 49% de participación accionaria de las cuatro concesiones. Furnas es una empresa de economía mixta, posee y mantiene 17 plantas hidroeléctricas, 2 plantas de energía térmica y 65 subestaciones. Su capacidad instalada es de 12.621 MW.

La compañía Furnas también mantiene 23.000 kilómetros de líneas de transmisión. Suministran el 97% de la electricidad en Brasilia, el 92% en Río de Janeiro, el 91% en Mato Grosso, el 81% en el Espírito Santo, el 61% en Goiás, el 58% en São Paulo, el 45% Minas Gerais y el 16% en Tocantins. 2 El cierre de la transacción, que se aproxima a USD 170 millones, está sujeto al cumplimiento de las condiciones precedentes, lo cual se espera que ocurra durante el primer semestre de este año. Con la materialización de la transacción, el Grupo Energía de Bogotá, continuaría consolidándose como uno de los principales actores del sector energético en América. Asimismo, representaría la primera inversión del Grupo en Brasil, complementando las inversiones estratégicas que ya se tienen en el sector energético en Colombia, Perú y Guatemala.

Ricardo Roa Barragán, presidente del Grupo Energía de Bogotá, resaltó que los USD 170 millones de la inversión en Brasil más los USD 330 millones que se invertirán en el diseño, construcción, operación y mantenimiento del proyecto Sur Occidental, hacen parte del plan de inversiones por USD 1.800 millones aprobados por la Junta Directiva para los próximos cuatro años.

Así mismo, destacó que Brasil es el país de la región con mayor expectativa de crecimiento en infraestructura energética. “Los ingresos son regulados y con unas reglas establecidas para los procesos de revisión tarifaria lo cual permite llevar a cabo la evaluación de oportunidades bajo unas reglas determinadas y por tanto reduciendo niveles de incertidumbre”, aseguró.

De esta manera, el Grupo Energía de Bogotá se consolida como el segundo transmisor de energía eléctrica en Colombia y el primero con mayor crecimiento en los dos últimos años.

Sobre Grupo Energía de Bogotá

El Grupo Energía de Bogotá es el primer grupo empresarial del sector energético colombiano. A través de su casa matriz, Empresa Energía de Bogotá (EEB), controla nueve filiales y realiza directamente la actividad de transporte de electricidad en Colombia, en un mercado con una de las demandas más importantes del país. En la cadena de electricidad en Colombia participa en la distribución de electricidad a través de la Empresa de Energía de Cundinamarca (EEC). Además, tiene el control de la mayor Empresa transportadora de gas natural del país (TGI S.A.) con una participación del 49% en el mercado y una infraestructura de gasoductos de 3.957 kilómetros que atiende las zonas más pobladas de Colombia tales como Bogotá, Medellín, Bucaramanga, el Eje Cafetero y el Piedemonte Llanero. En Perú, su empresa CONTUGAS tiene la concesión por 30 años para el transporte y distribución de gas natural en el Departamento de Ica. Igualmente con su empresa CÁLIDDA distribuye gas natural para las regiones de Lima y Callao. En el mismo país, junto con el grupo ISA,participa en REP S.A. y en TRANSMANTARO S.A., que operan el 63% del sistema de transmisión eléctrica en ese país. En 2010 se constituyó la Transportadora de Centroamérica S.A. (TRECSA) que construye el proyecto de infraestructura de energía más importante de Guatemala donde ya inicio operación parcial de la transmisión de electricidad en 2014. El GEB, cuenta además con un portafolio de inversiones en importantes empresas del sector energético entre las que se destacan CODENSA S.A., EMGESA S.A., GAS NATURAL S.A., PROMIGAS S.A., la Electrificadora del Meta (EMSA) y, en menor escala, en ISA e ISAGEN. A partir de 2013, el Grupo presta servicios de asesoría e ingeniería en Guatemala y Perú a través de sus filiales EEB Ingeniería y Servicios. A su vez, en 2014 creó Empresa de Movilidad de Bogotá SAS E.S.P., filial dedicada exclusivamente al desarrollo de proyectos de movilidad eléctrica..  Leia mais em grupoenergiadebogota 27/03/2015

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EBB disponibiliza em seu site Apresentacão Corporativa A Regional Leader in the Energy Sector. Abaixo alguns sldies extraídos do referido documento.






Amazon negocia compra de varejista online de luxo

Net-a-Porter: potencial negócio pode avaliar a Net-a-Porter com um preço abaixo dos 2 bilhões de euros

A Amazon.com está em negociações para comprar a varejista de luxo online Net-a-porter, no que pode ser a maior aquisição até hoje da gigante de comércio eletrônico, mas as conversas estão nos estágios iniciais e podem fracassar, segundo notícia da Forbes citando uma pessoa familiarizada com o assunto.

O potencial negócio, noticiado primeiro pelo Women's Wear Daily, pode avaliar a Net-a-Porter com um preço abaixo dos 2 bilhões de euros (2,16 bilhões de dólares) relatados pelo jornal especializado da indústria da moda, disse a Forbes na quinta-feira, citando a fonte.

A Amazon há muito visa o setor de varejo de moda de luxo e qualquer transação pela Net-a-Porter significaria um novo compromisso numa área na qual a companhia não tem uma forte presença, segundo a Forbes.

A Net-a-Porter é controlada pelo grupo de artigos de luxo Richemont, que comprou a companhia sediada em Londres em 2010 por 392 milhões de euros.

Uma porta-voz da Net-a-Porter disse que a companhia não comenta sobre especulações do setor.

A Amazon.com e a Richemont não puderam ser encontradas de imediato para comentar o assunto. Reuters Leia mais em Exame 27/03/2015



Dow Chemical anuncia fusão com Olin no setor do cloro

Os atuais acionistas do Dow contarão com 50,5% do capital da Olin em sua nova configuração

O grupo americano Dow Chemical anunciou nesta sexta-feira que fundirá suas atividades no setor do cloro com a empresa Olin, para dar nascimento a uma companhia completamente centrada nesta importante matéria química.

Os atuais acionistas do Dow contarão com 50,5% do capital da Olin em sua nova configuração, com vendas anuais de cerca de 7 bilhões de dólares, indicaram as duas empresas em um comunicado conjunto. AFP Leia mais em Yahoo 27/03/2015



Budny faz joint venture com empresa italiana e lança equipamentos inéditos no Brasil

Parceria tecnológica viabilizará a fabricação nacional da plantadeira multiuso e colhedora de tabaco

Através de uma joint venture com a italiana Sppaperi, a empresa de tratores Budny lança, durante a Expoagro Afubra 2015, equipamentos inédit ...

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Parceria tecnológica viabilizará a fabricação nacional da plantadeira multiuso e colhedora de tabaco

Através de uma joint venture com a italiana Sppaperi, a empresa de tratores Budny lança, durante a Expoagro Afubra 2015, equipamentos inéditos para o setor fumageiro: a colhedora de tabaco e plantadeira multiuso. A fabricação será pioneira no Brasil. Contando com o know-how e tecnologia da empresa italiana, a Budny será a primeira empresa nacional a fabricar e prestar assistência técnica do equipamento, que estará exposto na Expoagro Afubra deste ano. A feira será realizada em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, entre os dias 24 e 26 de março e a Budny estará presente com estande de 336 metros quadrados.

A colhedora de tabaco chega em boa hora para a fumicultura, pois o setor vem enfrentando uma redução na mão de obra, conhecidamente artesanal e familiar. “Cada vez mais, a produção e plantio de fumo não é repassada e assumida pelas próximas gerações, devido a falta de tecnologia avançada para o setor”, justifica o supervisor de vendas da região sul, Amarildo Niero.

Com produtividade de 10 mil pés de fumo colhidos por hora, a máquina chega a colher 80 mil mil pés de fumo em um único dia, equivalente a 8 pessoas trabalhando durante 10 horas. “Será uma grande oportunidade para os produtores, de dar continuidade ao plantio de fumo, uma vez que a escassez de mão de obra é expressiva”, arremata Amarildo.

Sobre a Budny

A Budny atende o mercado, principalmente o da agricultura familiar, há 24 anos, com tecnologia e estrutura fabril própria e conta com departamentos de fundição, usinagem, metalurgia e eletrônica. A sede da empresa fica na cidade de Içara/SC e em 2012 foi inaugurada uma nova unidade de montagem de tratores, tornando-se a primeira indústria de tratores de Santa Catarina. O novo parque fabril conta com 30 mil metros quadrados, sendo que 5 mil são de área construída. Esse espaço permitiu que a produção de tratores passasse de uma unidade/dia para cinco unidades/dia. Atualmente, a Budny emprega aproximadamente 550 funcionários e possui mais de 70 unidades de venda distribuídas em todo o país. Além dos tratores, a empresa também fabrica uma linha completa de implementos agrícolas e agora inicia no setor da construção civil (Budny Construction) com o lançamento da motoniveladora. Leia mais em pautas 24/03/2015